Por que contratar uma agência de comunicação para o seu negócio?

por Beatriz Destefani Augusto*

Mesmo com as mudanças nos meios de comunicação que enfrentamos atualmente, o trabalho da assessoria de imprensa ainda é um mistério para muitas pessoas e empresas. Entre nossas funções visamos construir e solidificar a imagem da marca – seja empresa ou pessoa – , por meio de matérias orgânicas nos diferentes meios de comunicação, como televisão, portais, revistas, jornais impressos e até rádio. Porém, a maneira de consumir notícia mudou e, assim, as redes sociais como Facebook e Instagram roubaram o espaço de muitos veículos na hora de achar um /conteúdo. Com este cenário, o trabalho antigo de assessoria de imprensa vai morrer?

Não, na minha opinião não irá morrer, ele irá se transformar – e essa transformação já é perceptível. Para se ter uma ideia, segundo um estudo pela Hoopsuite com a We Are Social, o Brasil está classificado como o segundo país que mais usa a internet, em que, cada pessoa, fica em média nove horas e vinte e nove minutos por dia. Com este cenário, é possível perceber onde as pessoas procuram notícias e consomem informações atualmente.

 

Antes, um assessor de imprensa, produzia um release, ou seja, um texto com um título chamativo e disparava para um mailing gigantesco de jornalistas que, por sua vez, publicavam ou marcavam uma entrevista com o porta-voz para uma matéria mais ampla. Porém, muitos veículos de comunicação não existem mais, como a crise da editora Abril que, em 2018, anunciou o fechamento de 10 títulos. O mesmo aconteceu com a editora Escala, ou até mesmo com alguns programas de TV que simplesmente não têm mais audiência.

Por outro lado, Instagram cresce cada dia mais e torna-se perceptível que o público está no online, quer a notícia ali e agora, e dificilmente comprará uma revista para ler sobre emagrecimento, sendo que pode seguir uma influenciadora que mostra sua rotina saudável. Nesse momento, como assessora, me pergunto: qual estratégia seguir para dar visibilidade ao meu cliente? As agências de assessoria de imprensa passaram a oferecer um serviço de PR – Public Relations (Relações Públicas), em que a assessoria de imprensa se tornou apenas um braço. Na hora de vender o serviço, é importante explicar para o cliente que fazemos muito mais que uma aparição na mídia, pois somos os responsáveis pela imagem da marca diante do público externo, potencializando ainda mais os seus valores.

A imprensa nunca vai acabar, mas ela encontrará outros meios de chegar até quem consome notícia. E as marcas que desejam aparecer, precisam entender essa transformação e investir em um serviço de comunicação completa, conhecida como comunicação 360°. As agências, além de incluir os clientes na imprensa – independente da plataforma utilizada, também será responsável por alimentar as redes sociais dessa mesma marca, criar vídeos criativos para o Youtube, ou até criar os vídeos-releases, em que um jornalista poderá ter um canal e postar um vídeo pronto de um cliente, falando sobre um determinado assunto. Por que não?

O mesmo raciocínio podemos ter com os influenciadores digitais. Eles não são jornalistas, mas são formadores de opinião e contam com um grande público que se influenciam por suas opiniões. As marcas precisam estar lá, é preciso criar laços com esses influenciadores, por meio de parcerias, para dar mais visibilidade. Com este cenário, acredito que fica mais fácil de empreendedores e empresas entenderem a importância de um PR atualmente e não somente grandes empresas poderão investir nesse serviço, como acontecia há alguns anos.

Um micro empreendedor, por exemplo, precisa de visibilidade, precisa ser achado nas primeiras páginas do Google, precisa ter um bom posicionamento nas redes sociais, um bom site e, ainda, aparições orgânicas nos principais meios de comunicação. Costumo dizer para os meus clientes que, no momento em que eles saem na imprensa, isso mostra para o seu público-alvo que ele tem experiência, renome, mesmo que este mesmo público não tenha encontrado a notícia, mas no momento em que entre no Instagram da marca e vê que aquele serviço está como referência nos veículos, passará credibilidade, confiança. Por isso essa comunicação precisa estar alinhada.

O que seria essa tal comunicação 360°?

Para isso, são usadas algumas estratégias como mídias sociais, comunicação interna, branded content, assessoria de imprensa, entre outras. Vou dar um exemplo de como isso se aplica. Vamos supor que você é dono de um escritório de arquitetura, nós procuramos saber qual é sua especialidade, seu potencial, se você abre faturamento, seus lançamentos e o que deseja passar da sua empresa. A partir disso, traçamos um plano de comunicação, em que vamos divulgar alguns press release, textos direcionados para a imprensa com informações relevantes sobre seu trabalho e também podemos marcar encontros de relacionamentos com jornalistas – sempre de forma estratégica para alcançarmos aquela pessoa que se interessa pelo assunto. Sempre prezar por qualidade e não quantidade.

Quando começamos a divulgar seu nome e o da sua empresa podem começar a surgir as solicitações de entrevista, tudo de forma orgânica. Temos que saber qual é o seu intuito com o trabalho de assessoria de mídia, se você for um artista plástico e não abre faturamento, é mais vantajoso sair em veículos trade, como Arte1, em que seu público-alvo está mais presente do que no Valor Econômico, por exemplo. Muitas vezes, sair em 100 blogs sobre diversos assuntos, não traz o mesmo retorno de sair em apenas um portal que abranja seu público de interesse.

Depois de alinhar tudo isso, a agência precisará traçar um cronograma de pautas para o blog da empresa, além de pensar em estratégias de posts nas redes sociais para maior visibilidade e posicionamento. Se você gosta de falar em vídeo, criar um canal no Youtube ou vídeos para o Instagram, também é bem importante nos tempos atuais. Temos que pensar que as pessoas estão quase todo tempo no online, conectadas e, se o negócio que não estiver nesse meio, não sobreviverá. Tudo isso forma o plano de comunicação.

Portanto, é perceptível a importância da atualização e seguir essas tendências. O mercado de comunicação tem sofrido sim por uma transformação, mas tudo é adaptável e precisamos ficar de olho no que as pessoas estão consumindo. Isso vale para qualquer negócio. Consideramos um trabalho de formiguinha que, assim como no formigueiro, na agência o trabalho é planejado, com o desenvolvimento da comunicação corporativa focando todos os níveis: relacionamento com o jornalista/influenciador ou público-final, por meio da divulgação de conteúdo relevante que aperfeiçoam e destacam o trabalho do cliente.

*Beatriz Destefani Augusto é jornalista e sócia-fundadora da Comunica PR, agência de Relações Públicas

Fonte: Comunica PR – Maria Fernanda

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Vaga para Analista de Mídia de Performance

Vaga para Analista de Mídia de Performance com foco em Google Ads e Facebook Ads 

Image by Photo Mix from Pixabay

Responsabilidades:

– Planejamento de campanhas para Google, Youtube, Facebook e Instagram, definindo KPIs e acompanhando os principais índices de acordo com as metas do time;
– Projetos de otimização de campanhas, grupos de anúncios e criativos;
– Configuração de tags de conversão pelo GTM da empresa;
– Configuração e aprovação de produtos no Google Shopping;
– Criação de relatórios semanais, mensais e trimestrais

Requisitos: Graduação completa e Certificação Google Ads e Facebook Ads

Tipo de contratação: Contratação como PJ com valor mensal do contrato a negociar.

Vaga presencial, porém neste momento de pandemia atuará em Home Office.

Interessados favor mandar currículo para: startup.rhsjc@gmail.com

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Philips vai na contramão do mercado e lança depilador em campanha com pelos

Criada pela Jüssi, campanha mostra realidade feminina e relação das mulheres com a auto depilação

Preparada para entregar produtos que ofereçam mais praticidade à rotina de beleza, a divisão de Cuidados Pessoais Femininos da Philips do Brasil apresenta uma nova campanha publicitária para seu lançamento, o Depilador Série 8000, pautada em mulheres com corpos, necessidades e pelos reais, assinada pela Jüssi.

“Toda a nossa plataforma de comunicação junto a Philips é sustentada por histórias de pessoas reais. Também é nesse tipo de publicidade que nós acreditamos. Dessa maneira, vimos no lançamento deste produto a oportunidade de nos diferenciarmos na forma como o cliente se comunica com suas consumidoras. A proposta da campanha é incentivar o autocuidado, seja ele como for, e tirar o pelo da posição de vilão. Todas as mulheres têm pelos e queremos, cada vez mais, posicionar a Philips como uma marca que apoia as múltiplas belezas que a mulher brasileira tem. A Philips é a principal marca de depiladores elétricos no Brasil e sua comunicação precisa refletir seu posicionamento de apoiar as escolhas femininas e o empoderamento das mulheres se sentirem bem com o próprio corpo, tenha ele pelos ou não”, comenta Sofia Ferreira, head de arte de Philips na Jüssi.

A produção da campanha foi realizada na casa da modelo que estampa as peças publicitárias, exibindo seu ambiente diário e seu momento de autocuidado, fazendo com que a construção das peças fosse ainda mais íntima e realista. Além disso, todas as regras e diretrizes dos órgãos oficiais para o período de quarentena e distanciamento social foram respeitados, assim como a integridade dos parceiros e colaboradores envolvidos no projeto.

Sob o mote “Viva a melhor experiência em depilação”, o lançamento do produto ainda conta com uma parceria promocional exclusiva com a Nivea. Na compra do novo Depilador Série 8000, o aparelho acompanha o novo Hidratante Nivea Mousse para auxiliar no processo de depilação reforçando a hidratação da pele.

“A Philips acredita que a mulher não deve se prender à padrões e estereótipos. Desta forma, investimos em soluções para o cuidado pessoal feminino, que reúnem inovação e praticidade e que permitem a liberdade da mulher se expressar na hora do cuidado com corpo: como, quando e onde quiser”, reforça Gabriela Sassaki, líder de Cuidados Pessoais Femininos na Philips do Brasil.

A campanha veiculará no YouTube, Google, Facebook, Instagram e Taboola, entre outros.

Ficha Técnica
Cliente: Philips do Brasil
Título: Depilador Série 8000
Produto: Personal Care – Depilador Série 8000
Criação: Sofia Ferreira, Arthur Rodrigues e Fernanda Lima
Conteúdo: Mariana Luchesi, Dimas Ribeiro e Vanessa Telles
Motion: Ariane Franco
Estratégia de negócios: Renata Ribeiro
Gestão de projetos: Marcella Reis e Ana Medeiros
Mídia: Aline Bispo e Julliany Camargo
Planejamento: Guilherme Lubianchi e Malu Barbosa
Business Intelligence / Dados: German Brunnner
Aprovação: Adrilles Carvalho, Gabriela Sassaki, Dayane Marmello e Rodrigo Rio

Fonte: Giusti Comunicação – Mariana Novaes

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Artigo mostra como o SEO melhora a performance de sites

Marketing digital: como o SEO melhora a performance de sites no Google

por Rafael Paiva*

Há 3 anos pouquíssimas pessoas sabiam o que era SEO, ou melhor, nunca tinham ouvido falar sobre! Hoje, principalmente, com a pandemia e o marketing digital ganhando ainda mais força, esse termo em inglês está cada vez mais presente na internet e se tornado mais familiar, mesmo para as pessoas fora da área de comunicação.

Rafael Paiva

Isso acontece porque a sociedade está mais e mais utilizando o digital para realizar suas compras, pesquisas, consultas, tomadas de decisão, afetando todo o mercado.
Como as empresas e sites querem e precisam ser encontradas pelas pessoas na internet, até os mais relutantes ao investimento online, estão entendendo que precisam estar bem posicionados e presentes no digital e que se trata de um caminho sem volta.
É sobre as práticas de SEO que promovem esse melhor ranqueamento e presença digital que vim explicar um pouco melhor. Então, continue lendo para você saber mais sobre o que é e como fazer um bom SEO para o site da sua empresa.

SEO é a sigla em inglês para Search Engine Optimization que, traduzindo para o nosso português é otimização dos mecanismos de buscas, tendo hoje como principal plataforma o Google.

O SEO existe pois o Google que tem como objetivo proporcionar os melhores resultados e melhor experiência possível para os seus usuários desenvolveu algumas métricas do que seria um site e/ou conteúdos relevantes para ranquear melhor e, com isso, precisamos “surfar na onda” já que queremos ranquear bem.

O SEO completo é feito em 3 pilares que são: SEO On-Page, Produção de conteúdo e Link Building. A soma desses três fatores fará com certeza com que seu site cresça nos resultados de busca do Google, pois são esses os pontos que o robô dessa plataforma mais valoriza quando vai verificar os sites e páginas.

O SEO On-Page vai cuidar dar parte de código, velocidade do site, se o site ou página está bom para quem acessa pelo mobile ou desktop, se é seguro, o título de cada página nas buscas do Google, escrever uma meta-description atrativa e muito mais.

Já a Produção de Conteúdo precisa ser otimizada para um formato específico de leitura na internet que o Google considera como ideal, uma vez que estimula a melhor experiência do leitor. Negrito, uso de links e repetição certa de palavras-chave são algumas das regras que se têm para escrever um conteúdo lapidado.

E por fim, mas não menos importante, temos o Link Building que nada mais é que links do seu site em conteúdo de outros. Isso para o Google é equivalente a recomendação, ou seja, uma sugestão aos seus leitores a ler a entrar no seu site também para encontrar algo de qualidade.

Apesar da explicação ser simples, o Link Building também tem suas regras e configurações para que seja visto com bons olhos pelo Google e não seja um “tiro no pé” para o seu site.

O ideal é ter um time com uma pessoa responsável por cada setor, porém, caso a verba esteja baixa, é possível sim, na medida em que você for publicando conteúdo e configurando o site, fazer esses ajustes e otimizações que já ajudarão bastante no ranqueamento.

Agora que você já sabe um pouco mais, o que acha de investir no SEO do seu site?

*Rafael Paiva
Desenvolvimento de Novos Negócios e Responsável pelo SEO na Código BR Comunicação

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Coluna Propaganda&Arte

Como as sinapses do nosso cérebro podem nos ensinar sobre o Google?

Você já parou para pensar em como o nosso cérebro consegue armazenar informações, as memórias? Sim, nosso querido cérebro tem muitas funções complexas e uma delas é fazer você lembrar a sua senha do banco, como dirigir seu carro, o rosto de seus familiares etc.

Image by Colin Behrens from Pixabay

Tudo parece muito simples, mas pode ser bem mais profundo se analisarmos bio-quimicamente. Como este é um texto sobre marketing digital, vou me ater a seguinte definição:

“A memória é a capacidade de armazenar informações de modo que essas possam ser recuperadas quando buscamos recordá-las. Ocorre pela formação de conexões pelos neurônios ou células nervosas no cérebro. Tais conexões são ligadas por pontos chamados sinapses.”
Fonte: Mundo Educação

Ao ler essa afirmação e como a questão emocional está intimamente ligada ao reforço da memória rapidamente pensei nas conexões e links do Google entre sites, domínios e plataformas, criando a relevância que tanto conhecemos. Mostrando inclusive que quanto mais interações e conexões um site possui (links), mais relevância ele terá na busca, mais autoridade. Lembrou de algo?

“Os fatores emocionais que auxiliam no processo de memorização são formados por conexões neurais localizadas na amídala permitindo a ação rápida.”
Fonte: Mundo Educação

Desde a mudança do marketing, trazendo os 4 Ps para o ambiente digital — Produto, Praça, Preço e Promoção — percebemos a relevância do Google nessa mecânica de busca, unindo anunciantes e clientes. Por isso, se faz necessário lembrar (olha a memória aqui) os itens que podem determinar a relevância de um anúncio:

1- Taxa de clique: quanto as pessoas clicam ou podem clicar (média histórica);

2- Relevância: as palavras-chave contam muito aqui;

3- Experiência da página: tem a ver com a navegação, tempo de carregamento da página, etc.

Dos 3 itens analisados, gostaria de sinalizar o item 3, pois ele tem tudo a ver com a emoção. Se você clica em um site e ele demora mais de 20.9389 segundos para abrir, você simplesmente desiste e muitas vezes fica furioso, com a internet, com o site ou com seu celular (ou PC). Novamente, estamos falando de emoções em um mercado que deveria ser apenas análise de dados racional.

Não à toa, o campo de UX (Experiência do usuário) está ganhando muita força. E tudo isso faz sentido! Se você não possui mais os 4 Ps no ambiente físico, precisamos pensar em otimizar o ambiente digital. Isso significa sites mais otimizados, relevantes, intuitivos, compras mais acessíveis, econômicas e sem complicações.

Ou seja, quando você faz uma visita em um site, compra um produto ou usa algum aplicativo, você tira uma sensação disso, gera uma memória: positiva ou negativa. Isso irá gerar ações possíveis em você como cliente.

1- Reclamar

2- Elogiar

3- Comentar algo neutro

4- Não agir

Tirando a opção 4, todas essas ações (que partiram de uma emoção, vale lembrar) irão gerar dados. Estes dados poderão ser lidos pelo Google e aumentarão a relevância de uma marca para o bem ou para o mal.

A diferença então de nosso cérebro e do algoritmo do Google é que em nosso cérebro nós estamos trabalhando com informações que nós temos acesso: pensamentos próprios, imagens vistas, sons escutados, sensações, vibrações, sonhos etc.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

No mecanismo de busca mais usado no mundo, nós temos mais de 63 mil buscas sendo realizadas no mundo por segundo e 20 mil sites criados por dia.

Parece muito, mas o nosso cérebro parece ainda mais impressionante. Tanto que cientistas japoneses tentaram reproduzir o número de processamentos do cérebro usando um supercomputador chamado K e conseguiram. Porém, apenas 1% do funcionamento do cérebro durante apenas 1 segundo.

Vamos usar todo esse potencial cerebral para entender coisas bem menos complexas como o mecanismo de buscas do Google e como tornar um anúncio mais relevante?

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Kantar anuncia o Projeto Moonshot

Kantar anuncia o Projeto Moonshot, lançando plataforma inédita de medição de eficácia de publicidade

Parcerias fundamentais, incluindo Google, Roku, Pandora e Anzu, impulsionam a próxima geração de planejamento e otimização de mídia

A Kantar, principal empresa de dados, insights e consultoria do mundo, anuncia neste mês um marco importante em seu projeto para oferecer a plataforma independente mais avançada para medir a eficácia da publicidade.

O Projeto Moonshot é a primeira iniciativa do setor a estabelecer integrações diretas de dados com empresas como Google, Pandora e a plataforma de anúncios em rápido crescimento, Anzu, para avaliar o impacto da publicidade nas marcas e suas vendas.

Foram anunciadas também as parcerias com plataformas como Dish, Pinterest, Roku, Snap, Spotify e Twitter para medições sem cookies. A Kantar agora possui parcerias operacionais ou está em testes avançados com 9 dos 10 principais publishers, 15 dos 20 principais aplicativos, e está em discussões avançadas de integração com mais de 50 outros publishers.

O objetivo é representar 95% dos gastos globais com anúncios digitais, integrando 250 publishers em medições cross-publishers na plataforma até o final de 2021.

O Projeto Moonshot foi criado para atingir três objetivos em todo o setor:

  • Estabelecer uma plataforma de dados e tecnologia de última geração, compatível com privacidade, para migrar o setor da medição baseada em cookies para integrações diretas com os publishers.
  • Ter uma medição independente da eficácia dos anúncios de publishers individuais e empresas de mídia.
  • Obter uma medição independente da eficácia dos anúncios entre todos os publishers dentro de um plano de mídia, incluindo soluções de pesquisa para Walled Garden (plataformas fechadas para mensuração) e campanhas cross-publishers.

A avaliação holística, consistente e transparente da eficácia da publicidade em todas as plataformas, incluindo plataformas de mídia social e walled gardens, é identificada como um grande desafio por 75% dos maiores anunciantes do mundo segundo o Getting Media Right, estudo sobre o mercado de mídia e marketing.

A pesquisa da Kantar indica que 80% dos profissionais de marketing confiam na avaliação de terceiros, em comparação com pouco mais de 40% que confiam nos dados de publishers individuais ou plataformas de mídia. O estudo também identificou prioridades importantes para os anunciantes: a necessidade de provar o ROI, atribuir impacto na marca e nas vendas aos canais certos e a capacidade de otimizar as campanhas.

“Até agora, anunciantes e agências de mídia conseguiam medir a eficácia de sua publicidade on-line com muitos publishers, exceto os walled gardens, usando cookies de rastreamento. Com o desaparecimento dos cookies de terceiros, nós desenvolvemos novas maneiras de avaliar a eficácia, usando uma combinação de metodologias, incluindo integrações diretas e medição probabilística amplamente validada, anunciando uma nova era para a eficácia cross-publisher”, afirma Maura Coracini, diretora e líder de Mídia de Insights da Kantar Brasil.

O Projeto Moonshot fornece aos publishers duas metodologias sem cookie e compatíveis com as normas de privacidade para implantar medições e rastreamento. Ambas as metodologias têm em seu núcleo a divisão Profiles da Kantar, baseada em permissão e em conformidade com a privacidade, de 100 milhões de consumidores em todo o mundo.

“Mais do que nunca, é importante que os publishers possam defender suas receitas de forma independente do desempenho dos anunciantes”, diz Valkiria Garré, CEO de Insights da Kantar Brasil.  “A remoção gradual dos cookies de terceiros significa que a mensuração da eficácia dos anúncios on-line precisam evoluir, em conformidade com a privacidade.”

Fonte: Karina Rodrigues – Assessora de Imprensa

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Robôs mapeiam a jornada do consumidor

Robôs já superam a capacidade do Google em mapear a jornada do consumidor

por Rodrigo Cunha *

O uso das novas tecnologias como BIG DATA e Inteligência Artificial trouxe o consumidor ao centro do negócio e agora as empresas estão indo além. Os conceitos mais modernos envolvem entregar uma experiência customizada e os sites, inclusive, podem se adaptar automaticamente de acordo com o perfil de quem navega, mesmo que o internauta não esteja logado. Este é apenas um dos inúmeros avanços das aplicações da AI para o marketing e vendas no e-commerce.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Enquanto o Google trabalha com análises estatísticas, fornecendo dados gerais sobre o público que visita o site, o que já é um bom começo, existem ferramentas mais avançadas que permitem traçar em milissegundos qual é a persona por traz dos cliques. Isso sem precisar de login, invadir endereço IP ou usar qualquer artimanha que venha a ferir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

No fundo, o que está por detrás da “magia” é o aperfeiçoamento dos robôs. Como acontece? Na primeira fase do processo, o algoritmo analisa como ocorrem as navegações dentro do site em um determinado período, que deve ser suficiente para se entender como os usuários se comportam, que caminhos buscam e assim por diante. Tudo o que é relevante para prover uma boa experiência.

Robôs e a jornada do consumidor

Mais de 5 mil variáveis são analisadas para que sejam encontrados padrões de comportamentos. Dentre as variáveis, impactam fatores como a forma como a pessoa manuseia o mouse, a força usada para apertar um botão em apps, a velocidade do click, da digitação, o tipo de linguagem usada e por aí vai. É o que chamamos de biometria comportamental.

Com os dados do passado e continuando a ser alimentada no presente, a AI consegue perceber que persona está ali, mesmo que a pessoa esteja navegando em modo anônimo, pois nenhum dado pessoal é utilizado neste processo. A partir da definição prévia dos perfis é possível prever o seu comportamento e melhorar sua experiência, personalizando determinadas áreas de navegação, o que pode chegar a alterações até no layout do site, como sua cor principal.

A AI está se tornando cada vez mais inteligente, revolucionando processos de venda e a experiência do consumidor, nas mais diversas áreas, basta adaptar o algoritmo à área de aplicação. O próximo passo é a eliminação do tratamento prévio dos dados, ou seja, o próprio robô vai entender o dado bruto e tirar informações dali. Tal processo vai aumentar a efetividade e baratear seus custos de implantação. Não será mais necessária ter uma base de dados, pois o treinamento passa a ser online. O aprendizado será em tempo real.

A facilidade de procurar qualquer coisa simplesmente digitando palavras no Google sempre foi considerada uma das maiores evoluções em termos de atendimento das necessidades das pessoas para o consumo ou qualquer outra atividade. Mas a inevitável marcha da evolução tecnológica está começando a ameaçar também este reinado.

Em pouco tempo até a busca no Google será considerada desnecessária. Estamos caminhando rapidamente para um tempo no qual nem será mais necessário digitar o que queremos. Bastará entrar na rede para sermos reconhecidos e nossa própria navegação dará dicas sobre o que desejamos. A resposta será oferecida quase sem nenhum esforço do consumidor.

* Rodrigo Cunha é sócio diretor da Neurotech, empresa pioneira na aplicação de inteligência artificial para novos negócios no Brasil.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa

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Agência abre vagas

Lorem’Y abre três vagas

A Lorem’Y é uma agência de lançamentos digitais multidisciplinar, focada em estratégias de automação, mensuração e análise de resultados. E acaba de abrir três vagas para ampliar e reforçar sua equipe:

Uma para designer gráfico, estágio (último ano) ou formado, alguém com bastante conhecimento para atuar basicamente em social media.

A segunda vaga é para atuar com Facebook. É necessário ter noção de configuração de campanhas, segmentação e preparação e entrega de relatórios. A vaga tem o acompanhamento de um coordenador. O candidato tem que aprender rápido e ter bastante responsabilidade porque a atividade envolve  verba de campanha.

A terceira vaga é para atuar com Google. É necessário ter noção básica de configuração de campanhas de rede de pesquisa, rede de display, Youtube, além de levantamento de relatórios. Essa vaga também tem o acompanhamento de um coordenador, a pessoa tem que aprender rápido e ter bastante responsabilidade porque também envolve verba de campanha.

Em todas as vagas a atuação home office é possível. Entre em contato por aqui

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A força dos vídeos na internet

Áudio trata da força do vídeo

Desta vez nosso conteúdo de áudio trata da força e da importância que os vídeos on line tê. E de como isso pode ser importante para as marcas e anunciantes.

Lembrando sempre que nossos conteúdos de áudio são exibidos em primeira mão no programa Panorama da Rádio Unitau. O programa vai ao ar de segunda a sexta feira das 16 às 18 horas e o conteúdo inédito do Publicitando vai ao ar toda terça.

Confira todos os conteúdos já exibidos aqui. E o da semana passada você pode ouvir clicando aí embaixo:

 

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Design Sprint em SJCampos

Curso de Design Sprint em SJCampos

Como inovar? Por onde começar? Como montar uma boa equipe? Que forma terá uma ideia quando for colocada em prática? São muitas as perguntas que martelam na cabeça de quem precisa tirar ideias do papel, mas já existe um caminho infalível para responder a todas elas rapidamente: o Design Sprint.

Método criado pelo designer Jake Knapp no período em que ele trabalhava no Google, era usado para tudo na empresa, do aperfeiçoamento do mecanismo de buscas ao Google Hangouts, com o foco em desenvolver e testar ideias em apenas cinco dias.

O Design Sprint serve para equipes de todos os tamanhos, de pequenas startups até os maiores conglomerados, e pode ser aplicado por qualquer um que tenha uma grande oportunidade, problema ou ideia e precise começar a trabalhar JÁ!

Nos dias 27, 28 e 29/07, o IxDA São José dos Campos estará promovendo em parceria com o Espaço PRTI e Designa um bootcamp de Design Sprint com a Google Expert Ana Paula Batista!

O curso é voltado para profissionais que atuam na concepção de soluções digitais, não necessitando conhecimentos prévios em design.

Mais informações e inscrições em:
http://bit.ly/ixdasjc-ds-turma2

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