Maioria dos consumidores defende lojas abertas em São José

Pesquisa ACI/Unitau revela que mais de 77% dos consumidores é contra fechar comércio para conter pandemia; vacina e máscara são aprovados

A grande maioria dos consumidores de São José dos Campos é contrária ao fechamento do comércio e das empresas do setor de serviços como estratégia para conter a pandemia do novo coronavírus.

A informação foi revelada pela mais recente pesquisa de opinião pública feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais). O levantamento sobre a percepção da pandemia foi realizado nos dias 28 e 29 de abril e 4 de maio. Foram ouvidas 97 pessoas em locais de grande circulação de consumidores: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, Rua 15 de Novembro e nos shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. O grau de confiabilidade da pesquisa é de 95%.

Segundo o levantamento, 77,78% dos consumidores da cidade são contra o fechamento das empresas como forma de combate ao coronavírus contra 16,67% que defendem o fechamento. 4,4% dos entrevistados não souberam responder à questão e 1,11% não respondeu.

O resultado do levantamento ACI/Unitau reforça o que a Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos defende desde o início da pandemia do novo coronavírus, em março de 2020: a manutenção das lojas e das empresas abertas, mediante respeito rígido aos protocolos sanitários. Atualmente, São José dos Campos, assim como todo Estado, está na chamada fase de transição do Plano São Paulo, válida até o próximo dia 23. Nessa fase do plano, as lojas e shoppings estão abertos, com hora no expediente de atendimento presencial das 6h às 21h, e com limitação de 30% de capacidade em comércios e serviços não-essenciais.

Máscaras e Vacinas
Além de querer as lojas abertas, a grande maioria dos consumidores também defende o uso de máscaras faciais como forma de proteção à covid-19 em locais públicos (91,11%) e a vacina como forma de prevenção à doença. Somando as pessoas que já tomaram vacina e as que pretendem tomá-la como forma de conter a doença, o índice medido pela ACI/Unitau passa da casa dos 96,6%. Apenas 1,11% dos entrevistados disse que não pretende se vacinar contra a covid-19.
A pesquisa mediu também a expectativa sobre o estágio atual da pandemia, o impacto dela no nível de emprego e o recebimento ou não de alguma forma de auxílio, oficial ou não.

Fase da pandemia
Frente à pergunta sobre a percepção em relação ao estágio atual da pandemia, a maior parte dos entrevistados (47,7%8) acredita que ela ainda está fora do controle, contra 41,11% que afirmaram que a pandemia está parcialmente controlada. 8,89% disseram que a pandemia está controlada e 2,22% não souberam ou não quiseram responder.

Emprego
Frente à pergunta se o consumidor ou alguém da família dele havia perdido o emprego em razão da pandemia, as respostas foram: 43,33% dos entrevistados disseram que sim, ele ou alguém da família, perderam o emprego nesse período, em razão do impacto do coronavírus; 54,44% disseram que não. 2,2% não souberam ou não quiseram responder à questão.

Auxílio
Frente à pergunta se o consumidor ou alguém de sua família recebeu algum tipo de auxílio durante a pandemia, as respostas foram: 35,56% disseram ter recebido auxílio emergencial do governo, 3,3% afirmaram ter recebido auxílio da família e 7,78% disseram ter recebido outras formas de auxílio. A maioria (52,2%) afirmou não ter recebido nenhuma forma de auxílio. Não souberam ou não quiseram responder somaram 1,11%.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia

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