LGPD no varejo: tecnologia pode evitar multas milionárias

São Paulo, SP 30/10/2020 – É preciso entender a LGPD e investir em tecnologia para não colocar em risco um dos maiores ativos dos varejistas: a base de clientes

Por conta da pandemia, muitos acreditaram que a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) seria adiada para 2021. Outros, que era necessário se adequar o quanto antes, afinal, ela estava prevista oficialmente para agosto deste ano. Fato é que a segunda previsão acabou se concretizando após o Senado vetar, em agosto, o adiamento da lei.

Desde então, varejistas correm para se adequar e evitar punições. Embora as penalidades, que podem chegar a 2% do faturamento, limitadas a R$ 50 milhões por infração – uma fatia dolorida para o bolso do varejista em ano de pandemia –, tenham ficado para agosto de 2021, as empresas que não estiverem adequadas podem, desde já, sofrer as consequências, inclusive com possibilidade de condenações judiciais, multas ou outras sanções previstas nas legislações setoriais em vigor.

Para começar o tratamento adequado dos dados, a empresa precisa definir os diferentes agentes de tratamento previstos na LGPD. Traduzindo os termos técnicos, são três figuras centrais no processo:

  • O controlador, responsável por tomar as decisões relativas ao tratamento de dados pessoais. Como, por exemplo, estabelecer como os dados são coletados, para que estão sendo utilizados e por quanto tempo serão armazenados;
  • O operador, que realiza o tratamento de dados pessoais sob as ordens do controlador;
  • O encarregado, ou DPO (sigla para Data Protection Officer), que é indicado pelo controlador para atuar como canal de comunicação entre controlador, titulares de dados pessoais (Titulares) e a Autoridade Nacional de Proteção De Dados (ANPD), além de recepcionar e atender as demandas dos Titulares e orientar funcionários e contratados da empresa sobre as boas práticas relativas a proteção de dados e interagir com a ANPD.

Um dos principais exemplos de diferenciação entre o Controlador e o Operador está na obrigatoriedade de definição de uma Base Legal para o Tratamento, isto é, analisar a operação de Tratamento, sua finalidade, quais são os dados tratados e enquadrá-los dentro de uma das hipóteses autorizadoras previstas no artigo 7º (para Dados Pessoais) ou 11 (para Dados Pessoais Sensíveis) da LGPD.

Dessa forma, caberá ao Controlador a definição de uma Base Legal adequada. Ao mesmo tempo, é essencial garantir a segurança dos dados dos Titulares – softwares na nuvem, por exemplo, são uma ótima opção de armazenamento seguro. Além disso, se a escolha adotada pelo Controlador for o consentimento, é importante que os sistemas utilizados para a sua gestão permitam o registro de todas as atividades de tratamento e o exercício dos direitos dos Titulares, inclusive com a sua revogação.

“Depois de conceder os dados para a empresa, o cliente poderá voltar atrás e revogar a permissão para todas ou alguma das finalidades da empresa”, explica Daniel Zanco, Diretor Executivo da Linx, empresa líder em tecnologia para o varejo. Por isso, também é preciso permitir que o cliente solicite, conforme o caso, a eliminação dos seus dados a qualquer momento.

Para implementar todos os processos de tratamento, sem deixar nenhuma brecha para sanções, Zanco defende a tecnologia como o melhor caminho. “Existem ferramentas que realizam a gestão do consentimento, mantendo os dados dos Titulares em um ambiente de alta segurança e já com uma interface de acompanhamento prevista, permitindo que solicitem qualquer alteração ou cancelamento no uso das informações. É preciso entender a LGPD e investir em tecnologia para não colocar em risco um dos maiores ativos dos varejistas: a base de clientes”, afirma.  

A mudança que a nova lei traz é positiva, avalia o executivo. “Apesar de dar trabalho nesse começo, é um avanço da legislação brasileira, evitando casos de uso indevido, comercialização e vazamento de dados e mostrando que estamos nos alinhando às melhores práticas internacionais. Vamos estabelecer uma relação de confiança e transparência cada vez maior entre mercado e consumidores”, finaliza Zanco.

Website: https://www.linx.com.br/

Marketing Digital na Black Friday: quatro dicas para ser estratégico

São Paulo, SP 29/10/2020 – O lojista deverá ‘preparar o terreno’ com antecedência

A Black Friday é considerada uma das principais datas do varejo brasileiro. Em 2020, no entanto, a data deve ser ainda mais importante para o varejista: com a pandemia da Covid-19, as promoções visam retomar as vendas e recuperar o lucro perdido durante os meses sem varejo físico.

Porém, com a incerteza pairando no País, os consumidores não devem ir às ruas para as compras, mas, sim, optar pelos carrinhos online. Em 2019, segundo dados da Linx, empresa líder em tecnologia para o varejo, as vendas online cresceram 24% em relação à Black Friday do ano anterior – e neste ano espera-se um salto ainda maior dado o momento vivido. Com disputa acirrada no ambiente digital, é neste momento que as estratégias entram em ação para atrair clientes e potencializar vendas.

Para isso, Anna Karina Silva Pinto, diretora de marketing da Linx, aponta que o varejista precisa investir, desde já, em ações de marketing digital para chegar na data bem posicionado, impactar os clientes de forma customizada pelas plataformas mais utilizadas por eles, garantindo um vínculo forte para fortalecer a fidelização dos mesmos. Abaixo, a executiva listou quatro dicas importantes para ser bem assertivo e impulsionar – e muito – as vendas na data.

A Black Friday começa agora

A presença de empresas e marcas em redes sociais como Instagram, Twitter e Facebook cresce cada vez mais como meios rápidos e eficazes de comunicação com os clientes. “O lojista deverá ‘preparar o terreno’ com antecedência. Manter frequência de posts, seja por meio de mídia paga ou orgânica, expondo as promoções, descontos e brindes que serão ofertados, é uma forma de instigar a curiosidade no público e mantê-lo acompanhando os movimentos da empresa ativamente”, diz Anna.

O lojista ainda pode se conectar com outros e-commerces pulverizados na internet com estratégias de mídia nativa. “Existem soluções para possibilitar que os produtos sejam anunciados em marketplaces e grandes players do mercado. O marketplace consegue monetizar espaços ao receber investimento de anunciantes, enquanto ele conquista mais visibilidade. Todos podem ganhar e obter vantagens desta relação”, explica. Porém, a executiva ressalta que é importante ter clareza de quem é o público-alvo das promoções para ser assertivo na segmentação e evitar a dispersão de investimento.

Instabilidade e falta de produtos podem acabar com as vendas

Os meios de venda online podem ficar instáveis nas plataformas devido à alta demanda de consumidores em um curto espaço de tempo. Além disso, um determinado produto que fique indisponível rapidamente e continue sendo vendido também contribui para negativar a imagem da marca perante o consumidor. “A queda de sites de compras, falta precoce (famosa ruptura) de estoque e atendimento ruim ao cliente podem gerar desinteresse, fator capaz de derrubar todo o planejamento de marketing realizado previamente”, aponta a executiva da Linx.

A experiência de compra, seja no varejo físico ou digital, precisa ter um nível de qualidade impecável. Portanto, abastecer o estoque, investir em soluções digitais que mantenham um bom funcionamento da plataforma e treinar os colaboradores para atender demandas e dúvidas urgentes também faz parte das estratégias de marketing.

Carrinho abandonado é uma oportunidade

Esse comportamento é tão comum que já virou meme na internet: o consumidor enche o carrinho de promoções e ofertas, mas não finaliza a compra. Não é hora de desistir dele e a Black Friday é um ótimo momento para lembrá-lo do carrinho abandonado. Analisando os dados obtidos desse desejo de compra, como os produtos selecionados, horário e preferências, o varejista é capaz de gerar conteúdo personalizados e aplicar o retargeting. Para Anna, neste momento, alguns fatores específicos entram em cena. Disparo de e-mail marketing, reforçando a presença do produto em oferta, e novas oportunidades, brindes com novos descontos e vouchers de compra são formatos que podem estimular a finalização da compra na Black Friday. O cliente sentirá a exclusividade e o esforço em mantê-lo próximo.

Na plataforma de compra, o vendedor pode ainda investir em soluções que gerem buscas e vitrines personalizadas ao cliente, com produtos mais buscados, últimas novidades, ‘Quem comprou este item, também comprou outro’, além de ofertas relâmpago. Assim, produtos visualizados e carrinhos montados podem ser, enfim, convertidos.

A Black Friday não é só sobre a Black Friday

Por fim, o lojista precisará voltar o olhar para o pós-venda. “Entregas rápidas e com qualidade devem ser consideradas nas estratégias prévias de marketing. Afinal, a preparação para a Black Friday não pode ser manchada por erros e atrasos excessivos justo ao final da operação”, analisa a executiva, que frisa que os processos após a data devem focar nas solicitações, dúvidas e reclamações dos clientes.

“Não devemos esquecer também que logo após a Black Friday, na segunda-feira, temos a Cyber Monday, e o Natal no mês seguinte. São datas essenciais para o varejo, que devem manter o foco no ambiente digital, e a marca precisa construir um bom relacionamento com o consumidor para garantir um bom vínculo emocional e, consequentemente, engajamento. Assim, a loja seguirá como primeira opção para os produtos e serviços ofertados, ao longo de todo o ano. É um trabalho em desenvolvimento contínuo, onde a análise constante do comportamento dos clientes é elemento fundamental para oferecermos as melhores oportunidades sempre em sintonia com o momento em que estão”, finaliza.

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Líder de mercado, Leão aposta em lançamentos para ampliar crescimento recorde do primeiro semestre

São Paulo 29/10/2020 – Temos percebido que o brasileiro vem adquirindo novos hábitos e os chás para infusão têm virado uma tendência

O brasileiro consumiu mais chás no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2019. Pelo menos é o que indica o crescimento recorde das vendas da líder de segmento no Brasil, a Leão Alimentos e Bebidas. Após aumentar em 55% os resultados dos chás de infusão (sachês, cápsulas, solúveis e ervas a granel), a empresa do Sistema Coca-Cola aposta no lançamento de produtos para ampliar ainda mais esta tendência de crescimento, acelerada este ano. Atenta ao comportamento do consumidor – que sinaliza uma tendência de maior interesse e hábito de consumo de chás — e confiante em sua área de inovação, a Leão traz para o mercado a linha Funcionais e amplia as opções de sabores de chás de infusão em água gelada.

“Temos percebido que o brasileiro vem adquirindo novos hábitos e os chás para infusão têm virado uma tendência. Considerando este segmento, no primeiro semestre, chás com ervas básicas com muito apelo por sua funcionalidade e produtos de linhas mais premium – complementados com novas experiências de uso, como infusão em água gelada ou versões em cápsulas – tiveram grande destaque nos nossos resultados, confirmando expectativas internas e fortalecendo nossas estratégias para os meses seguintes do ano”, diz Dirk Schneider, CEO da Leão Alimentos & Bebidas. Principal lançamento da marca em 2020, a linha Leão Funcionais – para infusão – intensifica sua presença no mercado nacional com quatro opções: Reequilibra (chá verde com gengibre e limão), Recarrega (chá mate com guaraná), Reanima (chá preto com laranja e mel) e Relaxa (chá de camomila e maracujá).

De acordo com Marcelo Correa, Head Commercial and Business Development da Leão Alimentos e Bebidas, “Leão Funcionais apresenta um tipo chá para cada momento – e propósito – do dia. O Reequilibra contém antioxidantes para auxiliar no combate aos radicais livres; o Recarrega mistura ingredientes conhecidos por seus efeitos termogênicos; o Reanima traz elementos ricos em Vitamina C, e o Relaxa é feito com camomila e maracujá, famosos por seus efeitos calmantes”. Cada uma dessas opções está disponível em caixas com 10 sachês.

Mais opções de chás gelados – Inovação no mercado brasileiro, o Chá Leão Preparo em Água Gelada foi lançado março de 2019, inaugurando uma categoria até então inédita no país. A novidade trouxe uma forma diferente no preparo de chás em sachê: a infusão em água gelada, proporcionando uma experiência única para apreciar uma bebida refrescante, 100% natural e em qualquer ocasião. Depois do sucesso das primeiras misturas e sabores (chá verde com gengibre e limão, chá preto com frutas vermelhas e chá mate com groselha negra), a Leão amplia as opções da linha com o lançamento dos sabores abacaxi com hortelã e ice tea pêssego. “A principal diferença para um produto de infusão em água gelada é o tratamento térmico realizado nas ervas e aromas, aplicado de forma apropriada para garantir total experiência sensorial”, explica Marcelo. Com distribuição nacional, os produtos da linha Chá Leão Preparo em Água Gelada estão disponíveis em embalagens com 10 sachês.

Ampliação da rede de distribuição – Os resultados alcançados no primeiro semestre do ano e as projeções de vendas dos novos produtos estão inseridos na ampliação de pontos de vendas para os chás Leão. Além da tradicional e forte presença nas gondolas dos mercados de todo o país, a empresa vem incluindo farmácias, lojas de conveniência, canais de e-commerce e aplicativos de entrega, por exemplo, na rede de distribuição da linha seca. “Aumentamos em mais de 100% o volume de vendas via comércio eletrônico com a entrada de nossos produtos em marketplaces como Magazine Luiza, Mercado Livre e Americanas.com”, conta Marcelo. Com mais de 100 anos de história, a Leão segue na liderança do mercado alinhando inovação, antecipação de tendências, lançamento de produtos, atenção ao comportamento dos consumidores e ampliação constante dos pontos de venda.

Website: https://www.leaoab.com.br

Mudanças culturais impulsionam e fortalecem os negócios

Joinville,SC 28/10/2020 – “O estabelecimento de metas respalda a criação de uma governança capaz de engajar a empresa para o processo de transformação de pessoas, empresas e sociedades.”

A sociedade, e as empresas em geral, vivem mudanças culturais importantes que podem ser utilizadas como impulsionamento para os negócios. Alguns palestrantes da Expogestão Digital 2020 – que acontece de 27 a 29 de outubro – abordam este tema.

Richard Barrett, CEO e fundador do Barrett Values Centre é autoridade mundial no tema. Em palestra exclusiva do evento, ele apresentará os resultados de uma pesquisa do Barrett Values Centre, abordando a cultura e os valores das empresas antes e durante a pandemia. As conclusões contribuem para um posicionamento adequado a uma nova fase da sociedade e do mundo.

O tema também será abordado pela vice-presidente de Recursos Humanos da Electrolux para a América Latina, Valéria Balasteguim. A executiva compartilha experiências sobre o processo de estruturação, implementação e manutenção de uma mudança cultural orientada à diversidade e à inclusão, com o case de uma empresa de destaque internacional em sua área de atuação.

A Nidec Global Appliance, divisão da Nidec Corporation, fabrica e comercializa as soluções Embraco para variados equipamentos, além de motores para lava-louças, máquinas de lavar e secadoras. Com 15 mil colaboradores em nove países, é um exemplo de como é possível utilizar a cultura como alavanca do processo de transformação. José Lainor Driessen, presidente da Divisão de Commercial Appliances, estará na Expogestão para abordar como a cultura é um dos fatores de sucesso das empresas inovadoras.

São muitos os desafios que as organizações vêm enfrentando na prática de uma cultura corporativa pautada por valores. Guilherme Marback, sócio da Crescimentum, atuou por mais de 20 anos como executivo de empresas de grande porte, e é parceiro do Barrett Values Centre no Brasil. Ele conduzirá as perguntas e respostas com o palestrante internacional Richard Barret.

Na Expogestão Digital 2020, os executivos participantes integram-se a uma das maiores comunidades de líderes do Brasil e têm a oportunidade única de aprender com estes e outros grandes nomes nacionais e internacionais, em mais de 50 palestras. O acesso ao conteúdo permanece por seis meses. A grade de palestrantes está no site www.expogestao.com.br.

Website: http://www.expogestao.com.br