Educomunicação é o mais novo curso da USP
Considerado como o curso do futuro ele permitirá que o profissional atue nos meios de Comunicação, em mídias sonoras (campo radiofônico), no terceiro setor, em órgãos públicos e em escolas.
A partir do dia 27 de agosto até o dia 10 de setembro, visando o ingresso na Universidade de São Paulo (USP), os vestibulandos terão mais uma opção de curso na Fuvest. O novo curso é a licenciatura em Educomunicação, que será ministrado na Escola de Comunicações e Artes (ECA) e terá oferta de 30 vagas, todas no período noturno, com duração de quatro anos.
O curso de licenciatura em Educomunicação abre um campo diferenciado para o profissional da Comunicação e já é considerado por especialistas como a profissão da contemporaneidade para atuação no mercado midiático (envolvendo Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas , Internet e as áreas de Rádio e Televisão) no Terceiro Setor (ONGs), no campo da Educação e nos órgãos públicos.
Desde que comunicadores e educadores passaram a entender que por detrás do primeiro aspecto de entretenimento dos elementos midiáticos existiam também construções importantes de cidadania, aprendizados, informação e formação, a Comunicação passou a ser um bem cobiçado por muitos. No entanto, como usá-la enquanto ferramenta de ensino e aprendizado e a sua sistematização se tornou um grande desafio que vem sendo pensado nas últimas décadas.
É nesse processo que surge o profissional da Educomunicação. Trata-se de um profissional multimidiático e gestor, pois agrega os conhecimentos de diferentes agentes tais como jornalistas, publicitários, relações públicas, cineastas e outros. Ao mesmo tempo é multifacético, pois o educomunicador também está apto para atuar no ambiente escolar, envolvendo desde os ensinos fundamental e médio até o curso superior.
Por conhecer as teorias e práticas da educação, os modelos e os procedimentos que envolvem o mundo da produção midiática e das tecnologias, o educomunicador é em sua natureza gestor de processos comunicacionais.
Os órgãos públicos de diferentes áreas tais como secretarias de Educação, Cultura e Meio Ambiente, dentre tantas outras; as instituições de ensino fundamental, médio e superior; o terceiro setor (Organizações Não-governamentais) e os meios de comunicação, principalmente os que têm uma preocupação educativa, serão os campos de trabalho desse novo profissional.
Mais informações para o vestibulando: http://www.cca.eca.usp.br/educom
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Novo canal
Está no ar o novo canal de divulgação de alguns trabalhos da TV UNITAU.
www.youtube.com/tvunitau
Nesse canal é possível conhecer um pouco mais da Universidade de Taubaté assim como a atuação da TV UNITAU, que no momento funciona como uma produtora de vídeos.
Acesse sempre para acompanhar as novidades
Um bom artigo
Conceito: alívio imediato para a dor de criar.
Por Taíse Gasparin
Não é possível que criar possa doer tanto que se sinta um alívio tão grande depois. Mas, no entanto, e tenho observado que com frequência, o ato de criar causa pânico, desespero e certa angústia. Sempre me perguntei se haveria algum remédio capaz de curar essa dor.
Eis que um professor de planejamento das aulas de Bootcamp da Miami Ad School um dia me disse: “Se tiveres tu um conceito definido, mergulha de cabeça, véio”.
Em outras palavras, ele estava dando a dica de ouro, quase um Prozac pro problema todo da angústia de criar: o tal do CONCEITO.
Todo mundo fala de conceito e aposto como 50% das pessoas não sabem exatamente o que isso significa.
Conceito é: o que você quer dizer nessa propaganda. O conceito, o centro, o “tudo”.
Essa é a parte difícil. Resolvido ele, o conceito, aí falar de ideias é mole pro gato.
Um conceito bom já dá margem pra umas trezentas ideias: umas 290 ruins, umas 10 boas, umas 5 viáveis, umas 3 aprováveis (afinal, temos o planejamento, a verba, o cliente, etc.).
Mas chegar nesse conceito é o que causa a angústia.
Tente fazer o caminho reverso de um anúncio que você tenha visto ultimamente e procure descobrir qual conceito fez o criativo chegar naquela ideia.
Exemplo Matusalém de um bom conceito é o “Não tem preço” da Mastercard. Maldita Visa com esses mexicaninhos cantando: “coisa triste”. Conceito BOM mesmo é o da Mastercard. Conceito que, por acaso, também é um slogan do &@#@%$&.
Quando assisti à palestra da dupla de criação da McCann Erickson no primeiro Fest Up da minha vida, sobre essa campanha, eu ainda era adolescente. A campanha tá aí até hoje, funcionou em todos os países e culturas e É o melhor exemplo de um conceito bem criado.
Quer uma prova? Crie um roteiro de TV com este conceito, com o tema que quiser: mulher, futebol, família. Não vai doer nada, né? A parte mais difícil tá pronta.
Agora experimenta pegar uma campanha numa sexta-feira depois do almoço e definir “aquele conceito” incontestável. Aaah. Aí dói.
E, falando em “incontestável”… Pra começo de conversa um bom conceito tem que passar por algumas provas de fogo e cada uma delas é praticamente uma unha arrancada a alicate. Quase uma prova quádrupla do Rotary, só que cada pergunta pode jogar seu conceito brilhante diretamente para o lixo.
Suponhamos que você tenha definido um conceito maravilhoso para um produto:
1- É verdade? É a mais pura verdade? As pessoas reconhecem como verdade? Porque dizer que o produto é o melhor não cola. O mais gostoso? Relativo. O único? Hmmm tá querendo enganar quem? Tem que dizer uma verdade sobre o produto, serviço ou sobre a vida. Mas algo que as pessoas leiam ou ouçam e digam: “ããããh é verdade”. (Mais informações nas obras de Bakthin, sobre linguística e conhecimento prévio)
2- Não é igual ao conceito do fulano, da agência X pro produto Y? Cheque no Google, por favor. É o mínimo que você pode fazer pela sua reputação.
3- É fácil de entender? Seus colegas entenderam? Sua mãe entenderia? Sua empregada?!?!?! O público-alvo, que tal? Pense nele com um carinho todo especial. Porque é PRA ELE que a campanha vai primeiro e não pro seu portfólio, ok?
4- Você consegue, de cara, pensar em 3 ideias criativas com esse mesmo conceito?
Passou pela prova? Que belezinha! Agora é desenvolver as peças seguindo o roteiro como se fosse uma doutrina.
Chame seu dupla de criação. Conversem horas. Pesquisem horas, vejam referências. Rabisquem um monte de coisas sem noção. Guardem alguns Desencannes que venham a surgir no meio do caminho. Você vai começar a ver os frutos de um bom conceito aflorando em ideias diferentes e AÍ SIM, vai entender porque um conceito bom é realmente o alívio de todas as angústias de criar.
Finalize com hipoglós e pronto!
Taise Gasparin é formada em Publicidade e Propaganda pela UNITAU, com especialização em Língua Portuguesa – gramática e uso. Estudou Redação Publicitária na Miami Ad School | ESPM. Atualmente, é Diretora de Criação da MaCost Brasil.
Texto interessante da Triadaz
Vídeo profissional: modo de fazer by Tríadaz
Os irmãos Lumière provavelmente não pensavam em propaganda quando inventaram o aparelho que lançaria espaço para os mais criativos desenvolverem a sétima arte. Se a aparição nas telas dos antigos cinematógrafos em 1895 fez espectadores assustados correrem em sobressaltos, acreditando que uma locomotiva sairia da parede, hoje, passados cem anos, o público – a começar pelas crianças – está mais do que habituado a ver imagens em movimento. A propaganda para melhor vender usa sem parcimônia os artifícios que um bom vídeo produz em quem nele assiste.
“Após a primeira ideia, o passo seguinte para a elaboração de um vídeo é o roteiro. Precisamos pensar no que queremos dizer para depois nos atentarmos à técnica”, alerta o produtor gráfico da agência Tríadaz, Rogério Costa. A preocupação é que o material tenha começo, meio e fim de acordo com as necessidades do cliente. O story board é montado pela equipe de criação. Nele se pontua as falas com as imagens; funciona como uma espécie de mapa que guia o diretor do filme [tanto comercial como institucional], além de fazer o cliente ter uma prévia do que será gravado.
Após o “luz, câmera, ação”, as atenções voltam-se para a cena a ser registrada. Não raro, o cliente faz questão de acompanhar de perto as gravações. Mesmo com a mais cara das tecnologias envolvidas, este momento ainda resguarda certa magia, portanto. É quando o silêncio significa palavras. É quando a música representa emoções. Ângulos e movimentos de câmera revelam o valor e a dramaticidade de gestos.
“Nós lembramos o que nos toca, seja raiva, alegria ou tristeza. O vídeo cumpre efetivamente sua função quando marca de alguma forma o espectador que recebe a mensagem. A técnica existe, mas precisa estar alinhada à qualidade emocional”, resume Rogério Costa.
Abaixo, os links para ter acesso aos vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=NNhWmv_hKZA
http://www.youtube.com/watch?v=PapOkrN6hMU
http://www.youtube.com/watch?v=WA1S0zSuFmw
http://www.youtube.com/watch?v=DBB06YrkHxU
http://www.youtube.com/watch?v=7Kkn_JlIels
http://www.youtube.com/watch?v=MY6lgBCrG0s
http://www.youtube.com/watch?v=DjLE3XihSss
http://www.youtube.com/watch?v=AzHsk5c7hHo
http://www.youtube.com/watch?v=xRi_hnSXJZc