Roi nas mídias sociais

Ao calcular o “ROI” das mídias sociais (ROI é a sigla, em inglês, de retorno sobre o investimento), você começa por contabilizar, por exemplo, o custo de lançamento de um blog e, então, busca avaliar o retorno, em vendas, sobre aquele investimento? Provavelmente, sim. A maioria faz isso. Mas alguns começam de modo diferente, analisando a que objetivos de marketing o blog pode atender (por exemplo, envolvimento dos consumidores com a marca) e que comportamentos se esperam dos visitantes (tais como postar um comentário sobre uma experiência recente de consumo).
Pois essas atitudes devem ser consideradas (e mensuradas) como “investimentos” dos clientes na mídia social lançada pela empresa. Em outras palavras, o retorno sobre o investimento em mídias sociais nem sempre será medido na moeda corrente das vendas; as atitudes (ou “investimentos”) dos clientes também pesam muito. Incluem parâmetros óbvios, como o número de visitas e o tempo gasto ali, mas também algo como o grau de atratividade dos comentários deixados no blog e o número de citações à marca no Facebook ou no Twitter.
Em suma, embora os altos executivos certamente precisem de números para saber se seu investimento está se pagando, querer apenas isso tem raízes na mídia tradicional, de massa. Essa visão estreita acarreta dois tipos de problema:
1. É orientada pelo curto prazo. Desenvolver relacionamentos significativos com os clientes leva tempo, porque as relações online envolvem conversas interativas e alguns gestores ainda não gostam da ideia de fazer parte do admirável mundo novo de “relacionamentos” com consumidores. Esse é um mundo em que os clientes controlam suas experiências online e onde suas motivações os levam a se conectar online com outros consumidores enquanto eles criam e consomem conteúdo, a maior parte dele gerada pelos usuários, não pelas empresas.
Quatro motivações-chave direcionam o uso das mídias sociais pelos clientes:
• conexões;
• criação;
• consumo;
• controle.
A perspectiva desses quatro Cs é importante porque leva a uma estrutura orientada pelo cliente na hora de avaliar uma mídia social. A maioria dos executivos ainda enxerga os aplicativos de mídia social como apenas mais um veículo de comunicação. Isso é um erro. O ambiente das mídias sociais é controlado pelos consumidores, não pelas empresas.
2. Ignora a maioria dos aspectos qualitativos. Ela ignora, por exemplo, o valor de tweet sobre uma marca, que surge de características únicas da internet e não possui analogias óbvias com as métricas tradicionais de mídia.
Objetivos melhores
A maioria dos gestores de marketing se sente pressionada a perseguir objetivos tradicionais, como vendas diretas, redução de custos ou aumento na participação no mercado. Eles até são mensuráveis na web 2.0:
• Para saber o efeito imediato sobre as vendas de uma campanha específica em uma mídia social, acompanha-se o faturamento gerado pelo dinheiro gasto, mesmo que vincular ações em mídias sociais diretamente às vendas seja difícil.
• Para mensurar economias de custo, basta medir quanto os consumidores fazem o papel de serviço de atendimento ao cliente, respondendo a perguntas nos fóruns.
• Para calcular aumento na eficiência das pesquisas de mercado, basta medir quanto a empresa usa a internet para buscar novas ideias – em fóruns de discussão em que os consumidores comentam conceitos de produtos e postam sugestões de aperfeiçoamento.
Saiba mais em http://www.mundodomarketing.com.br/17,18192,calcule-o-roi-das-midia…
Por HSM Management, do Mundo do Marketing | 01/04/2011

Via site da IAB Brasil (http://iabbrasil.ning.com/profiles/blogs/veja-como-e-possivel-calcular)

Ao calcular o “ROI” das mídias sociais (ROI é a sigla, em inglês, de retorno sobre o investimento), você começa por contabilizar, por exemplo, o custo de lançamento de um blog e, então, busca avaliar o retorno, em vendas, sobre aquele investimento? Provavelmente, sim. A maioria faz isso. Mas alguns começam de modo diferente, analisando a que objetivos de marketing o blog pode atender (por exemplo, envolvimento dos consumidores com a marca) e que comportamentos se esperam dos visitantes (tais como postar um comentário sobre uma experiência recente de consumo).

Pois essas atitudes devem ser consideradas (e mensuradas) como “investimentos” dos clientes na mídia social lançada pela empresa. Em outras palavras, o retorno sobre o investimento em mídias sociais nem sempre será medido na moeda corrente das vendas; as atitudes (ou “investimentos”) dos clientes também pesam muito. Incluem parâmetros óbvios, como o número de visitas e o tempo gasto ali, mas também algo como o grau de atratividade dos comentários deixados no blog e o número de citações à marca no Facebook ou no Twitter.

Em suma, embora os altos executivos certamente precisem de números para saber se seu investimento está se pagando, querer apenas isso tem raízes na mídia tradicional, de massa. Essa visão estreita acarreta dois tipos de problema:

1. É orientada pelo curto prazo. Desenvolver relacionamentos significativos com os clientes leva tempo, porque as relações online envolvem conversas interativas e alguns gestores ainda não gostam da ideia de fazer parte do admirável mundo novo de “relacionamentos” com consumidores. Esse é um mundo em que os clientes controlam suas experiências online e onde suas motivações os levam a se conectar online com outros consumidores enquanto eles criam e consomem conteúdo, a maior parte dele gerada pelos usuários, não pelas empresas.

Quatro motivações-chave direcionam o uso das mídias sociais pelos clientes:

• conexões;

• criação;

• consumo;

• controle.

A perspectiva desses quatro Cs é importante porque leva a uma estrutura orientada pelo cliente na hora de avaliar uma mídia social. A maioria dos executivos ainda enxerga os aplicativos de mídia social como apenas mais um veículo de comunicação. Isso é um erro. O ambiente das mídias sociais é controlado pelos consumidores, não pelas empresas.

2. Ignora a maioria dos aspectos qualitativos. Ela ignora, por exemplo, o valor de tweet sobre uma marca, que surge de características únicas da internet e não possui analogias óbvias com as métricas tradicionais de mídia.

Objetivos melhores

A maioria dos gestores de marketing se sente pressionada a perseguir objetivos tradicionais, como vendas diretas, redução de custos ou aumento na participação no mercado. Eles até são mensuráveis na web 2.0:

• Para saber o efeito imediato sobre as vendas de uma campanha específica em uma mídia social, acompanha-se o faturamento gerado pelo dinheiro gasto, mesmo que vincular ações em mídias sociais diretamente às vendas seja difícil.

• Para mensurar economias de custo, basta medir quanto os consumidores fazem o papel de serviço de atendimento ao cliente, respondendo a perguntas nos fóruns.

• Para calcular aumento na eficiência das pesquisas de mercado, basta medir quanto a empresa usa a internet para buscar novas ideias – em fóruns de discussão em que os consumidores comentam conceitos de produtos e postam sugestões de aperfeiçoamento.

Saiba mais em http://www.mundodomarketing.com.br/17,18192,calcule-o-roi-das-midia…

Por HSM Management, do Mundo do Marketing | 01/04/2011

O bolo publicitário brasileiro em 2010

Na última quarta falávamos sobre isso na aula de mídia com o pessoal dos terceiros anos de publicidade e propaganda da Unitau. Então resolvi buscar a informação de modo mais concreto e postar aqui.

O investimento publicitário cresceu cerca de 18% no ano passado. Chegou a casa dos R$ 36 bilhões. Destaque para o crescimento da internet que já ultrapassou o meio rádio (incrível!) e para a participação expressiva (ainda) da TV aberta.

Veja o gráfico:

gr_InterMeiosg

Bom artigo direto do Grupo de Mídia

Novos meios, velhos hábitos.
Por: Breno Masi

A expectativa em relação ao iPad como um novo caminho para o mercado editorial era enorme, mesmo antes de sua distribuição às lojas. A ideia de que o gadget chegaria para revolucionar e tomar de assalto o universo das publicações impressas começou a se consolidar logo após seu keynote oficial de lançamento.

As características do iPad como alternativa móvel super confortável e inovadora para acesso a conteúdos multimídia foram reforçadas ao longo de seu lançamento e divulgação e devem ter influenciado bastante essa linha de raciocínio. Soma-se a isso o lançamento da iBook Store, integrada ao iPad, como resposta ao sucesso do Kindle, que confirmou para o mercado a crença do visionário Steve Jobs na transição do papel para os tablets como suporte a conteúdos editoriais de natureza diversa.

ipad2

O mercado editorial impresso já enfrenta dificuldades e queda desde a popularização da Internet e, a partir desse ponto de vista, muitos artigos e previsões catastróficas amaldiçoaram editoras e editores que não abraçassem a nova plataforma. Muitos gurus previram uma queda vertiginosa para a venda dos exemplares impressos de periódicos, que passariam a ser comprados e lidos em larga escala através do iPad e outros tablets, que inevitavelmente seriam lançados por outros fabricantes.

Muitos protótipos para a versão em iPad de grandes revistas foram veiculados na web e surpreenderam pela riqueza de conteúdo multimídia adicionado ao conteúdo original das edições impressas, ambos completamente integrados e acessados através de interfaces incríveis, dinâmicas e inovadoras. Seria impossível resistir a tantas vantagens, conteúdos adicionais e tamanho encantamento provocado por um conteúdo que há pouco dormia estático nas prateleiras das bancas de jornal e agora estaria renovado, enriquecido e mais lindo do que nunca. Leitores comprariam iPads motivados pela possibilidade de ler suas revistas favoritas em sua nova versão.

O iPad efetivamente chegou às lojas, milhares unidades foram vendidas e com ele começaram a chegar não os protótipos, mas as versões de estréia no iPad de diversas revistas, incluindo a Time, cujo protótipo havia sido apresentado como exemplo, durante o keynote de lançamento. A realidade acabou não causando tanto impacto quanto a fantasia. As revistas para iPad chegaram mais enxutas em funcionalidades, interatividade e conteúdo adicional do que suas prévias indicavam. Algumas inclusive apresentaram sistemas de navegação desorganizados e falhas em seu desenvolvimento.

Editoras esperavam capitalizar seus negócios através do iPad e adotaram políticas de preços para a App Store que também não ajudaram muito. Preços que teoricamente deveriam ser menores que as edições em banca, inclusive pela economia em impressão e distribuição, acabaram sendo semelhantes se não maiores que os valores praticados para os exemplares impressos. Após o impulso que o fator novidade emprestou às primeiras edições para iPad de diversas revistas, na maioria dos casos as vendas caíram, como atestam os números publicados pelo site O Electronista.

No início da Internet, padrões emprestados de mídias mais antigas povoavam websites e somente após anos de experimentação encontrou-se uma linguagem própria para o meio. Com o iPad não será diferente. Estamos ainda tateando as possibilidades que, não só o iPad, mas os demais tablets podem oferecer como suporte a conteúdos. É possível que leitores intuitivamente sintam que, em relação aos padrões apresentados atualmente no iPad, o melhor suporte para uma revista ainda seja o papel. A produção de conteúdos complementares e sua integração também evolui aos poucos, pois depende não só da tecnologia disponível, mas de uma adaptação de equipes editoriais, que devem passar a planejar suas pautas levando em consideração tais possibilidades e não simplesmente incluindo nas edições para iPad conteúdos extras produzidos para seus respectivos websites.

Essa mudança mais profunda dentro das editoras inclui revisão dos processos de construção e produção de conteúdo. Ela está em curso e pode ser sentida aos poucos a cada nova versão publicada de revistas para iPad. O modelo de cobrança em questão também passará por uma grande revisão, encabeçada pela própria Apple. Pelo que os rumores indicam, as revistas passarão a seguir um modelo de cobrança determinado para toda a categoria que indicará, além de seus valores, os modelos disponíveis para assinatura dos periódicos.

Acredito que a transição do papel para os tablets e posteriormente outros suportes eletrônicos seja um caminho sem volta, só nos resta saber se as mudanças que estão por vir acelerarão esse processo ou precisaremos de mais adaptações e revisões dos modelos atuais para que os donos de iPads e outros tablets abandonem definitivamente as edições impressas de suas revistas favoritas.

Breno Masi | Diretor de Marketing e Produtos
Twitter: @macmasi

Fonte: http://www.gm.org.br/profiles/blogs/novos-meios-velhos-habitos

De novo a que mais cresceu

A internet continua a tomar terreno rapidamente no mercado publicitário. Depois de ter ultrapassado o rádio e assumido o quarto lugar como veículo mais procurado por anunciantes, a mídia foi mais uma vez a que mais cresceu no Brasil.
De acordo com o Projeto Inter-Meios, realizado pelo Grupo Meio&Mensagem em parceria com a consultoria PriceWaterhouseCoopers, a web registrou alta de 28% em 2010 ante 2009, atingindo faturamento bruto de R$ 1,22 bilhão.
Em termos de investimento, a internet fica atrás apenas da TV aberta (R$ 16,5 bilhões), jornal (R$ 3,24 bilhões) e revista (R$ 1,97 bilhão). Depois dela vem rádio (R$ 1,1 bilhão) e TV paga (R$ 1 bilhão). Quando levado em conta o crescimento, a web bateu TV paga (22,9%), aberta (21,6), revista (14,9%), rádio (10,9%) e jornal (3,4%).
O meio que mais concentra publicidade continua sendo a TV aberta, na qual estão 62,9% dos anúncios. O jornal vem em seguida com 12,4%, antes de revista (7,5%), internet (4,6%), rádio (4,2%), TV paga (3,9%) e os “outros” (4,6%) – que compreende mídia exterior, mobile etc.
No total, o mercado movimentou R$ 35,96 bilhões em 2010, o que representa alta de 17,7% em relação ao ano anterior. Quando descontada a inflação medida pelo IPCA, o crescimento foi de 12%. Do valor, R$ 29,1 bilhões vêm da aquisição de espaço em veículos de comunicação.
As informações são da Folha de S.Paulo
Redação Adnews

Mais uma vez, internet é a que mais cresce

A internet continua a tomar terreno rapidamente no mercado publicitário. Depois de ter ultrapassado o rádio e assumido o quarto lugar como veículo mais procurado por anunciantes, a mídia foi mais uma vez a que mais cresceu no Brasil.

internet

De acordo com o Projeto Inter-Meios, realizado pelo Grupo Meio&Mensagem em parceria com a consultoria PriceWaterhouseCoopers, a web registrou alta de 28% em 2010 ante 2009, atingindo faturamento bruto de R$ 1,22 bilhão.

Em termos de investimento, a internet fica atrás apenas da TV aberta (R$ 16,5 bilhões), jornal (R$ 3,24 bilhões) e revista (R$ 1,97 bilhão). Depois dela vem rádio (R$ 1,1 bilhão) e TV paga (R$ 1 bilhão). Quando levado em conta o crescimento, a web bateu TV paga (22,9%), aberta (21,6), revista (14,9%), rádio (10,9%) e jornal (3,4%).

O meio que mais concentra publicidade continua sendo a TV aberta, na qual estão 62,9% dos anúncios. O jornal vem em seguida com 12,4%, antes de revista (7,5%), internet (4,6%), rádio (4,2%), TV paga (3,9%) e os “outros” (4,6%) – que compreende mídia exterior, mobile etc.

No total, o mercado movimentou R$ 35,96 bilhões em 2010, o que representa alta de 17,7% em relação ao ano anterior. Quando descontada a inflação medida pelo IPCA, o crescimento foi de 12%. Do valor, R$ 29,1 bilhões vêm da aquisição de espaço em veículos de comunicação.

As informações são da Folha de S.Paulo

Redação Adnews