Mudanças importantes no dial

Chega ao mercado no final de março a Rádio Estadão ESPN, que assume a frequência FM 92,9 no dial. Com muito jornalismo e uma extensa cobertura esportiva, a nova emissora é fruto da parceria entre o Grupo Estado e a ESPN Brasil, operadora do canal esportivo ESPN em TV paga.
As duas empresas mantinham uma associação desde 2007 para as transmissões de jornadas esportivas na Rádio Eldorado. Essa iniciativa evoluiu para o lançamento da nova emissora, mais robusta na aposta no radiojornalismo de qualidade.
A Rádio Estadão ESPN vai operar sob responsabilidade editorial do Grupo Estado e inclui o fornecimento de conteúdos esportivos das equipes da ESPN. Em São Paulo, além do canal FM 92,9, contará com a frequência AM 700, e, em todo o Brasil, será transmitida por uma rede de emissoras afiliadas.
A parceria engloba ainda o site espn.com.br, que ficará abrigado no portal estadão.com.br. A atual Eldorado FM não desaparece, mas terá sua programação transferida para outro dial, o 107,3 FM (leia texto ao lado).
“O movimento faz parte de um processo de fortalecimento da nossa plataforma de esportes, em especial porque o interesse pelo tema vai ficar ainda mais aguçado nos próximos anos, com a realização da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016 no Brasil”, diz Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado. “O fato de o site da ESPN vir para dentro do Portal do Estadão é também um passo nessa direção. Temos projetos esportivos em andamento que envolvem aparelhos móveis e também as versões impressas que produzimos.”
“O projeto amplia o jornalismo do Grupo Estado, que fica ainda mais multiplataforma. Passamos a contar com uma rede de rádio aumentada com a bem-sucedida parceria com a ESPN, somando os talentos jornalísticos de todas as equipes. Esse complemento se dá tanto na rádio como na internet, porque o Portal Estadão vai hospedar o site da ESPN, e ainda vamos preservar a programação musical da Rádio Eldorado”, diz Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado.
Aceitação. Em 2007, quando as empresas se reuniram na experiência de transmitir futebol pela Rádio Eldorado, não imaginavam a rápida aceitação da iniciativa pelo público e pelo mercado publicitário. O sucesso atingido resultou em dois prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 2007 e 2010.
“Nós da ESPN estamos muitos entusiasmados em poder ampliar essa parceria com o Grupo Estado. Criamos uma rádio com o conceito que sempre sonhamos, fundamentada em um projeto editorial all news e esportes, com inserção de notícias o tempo todo e uma grande parte da programação destinada ao esporte”, diz German Hartenstein, diretor-geral da ESPN Brasil.
“A rádio Estadão ESPN é a prova concreta de que a parceria deu certo. Depois de mais de três anos preparando o terreno para que esse projeto acontecesse, teremos uma rádio de extrema qualidade que terá a força e o conteúdo desses dois veículos”, reforça José Trajano, diretor de jornalismo da ESPN.
O meio rádio, aliás, vive um ótimo momento no País. Registrou no ano passado um crescimento de 10,9% na receita publicitária em relação ao ano anterior, segundo os recém-divulgados dados da evolução do faturamento dos veículos de comunicação feita pelo Projeto Inter-Meios, do Grupo Meio & Mensagem. No total, a mídia rádio rompeu a barreira do bilhão de reais, com os investimentos dos anunciantes chegando a R$ 1,095 bilhão em 2010.
A união das empresas endossa a estratégia de aumentar a oferta de produtos multimídia para um mercado cada vez mais demandado e mais conectado. A nova rádio passa a contar com os profissionais dos jornais O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde e do portal estadão.com.br. Um novo estúdio, além das atuais instalações da rádio, está sendo montado dentro da própria redação, para dar agilidade a todo o processo e aumentar a integração das equipes.
A equipe da Estadão ESPN contará, no total, com 40 pessoas, sendo 33 vozes no ar. “O lançamento da rádio complementa a estratégia multimídia do Grupo Estado e enriquecerá, via áudio e parcerias com a TV Estadão, o portal Estadão”, diz Pedro Dória, editor-chefe de conteúdos digitais do Grupo Estado.

”Estado” e ESPN ampliam parceria e lançam a nova Rádio Estadão ESPN

Nova emissora, com foco em jornalismo, prestação de serviços e cobertura esportiva, será sintonizada nas frequências FM 92,9 e AM 700

UBradiovintageverm85

Chega ao mercado no final de março a Rádio Estadão ESPN, que assume a frequência FM 92,9 no dial. Com muito jornalismo e uma extensa cobertura esportiva, a nova emissora é fruto da parceria entre o Grupo Estado e a ESPN Brasil, operadora do canal esportivo ESPN em TV paga.

As duas empresas mantinham uma associação desde 2007 para as transmissões de jornadas esportivas na Rádio Eldorado. Essa iniciativa evoluiu para o lançamento da nova emissora, mais robusta na aposta no radiojornalismo de qualidade.

A Rádio Estadão ESPN vai operar sob responsabilidade editorial do Grupo Estado e inclui o fornecimento de conteúdos esportivos das equipes da ESPN. Em São Paulo, além do canal FM 92,9, contará com a frequência AM 700, e, em todo o Brasil, será transmitida por uma rede de emissoras afiliadas.

A parceria engloba ainda o site espn.com.br, que ficará abrigado no portal estadão.com.br. A atual Eldorado FM não desaparece, mas terá sua programação transferida para outro dial, o 107,3 FM (leia texto ao lado).

“O movimento faz parte de um processo de fortalecimento da nossa plataforma de esportes, em especial porque o interesse pelo tema vai ficar ainda mais aguçado nos próximos anos, com a realização da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016 no Brasil”, diz Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado. “O fato de o site da ESPN vir para dentro do Portal do Estadão é também um passo nessa direção. Temos projetos esportivos em andamento que envolvem aparelhos móveis e também as versões impressas que produzimos.”

“O projeto amplia o jornalismo do Grupo Estado, que fica ainda mais multiplataforma. Passamos a contar com uma rede de rádio aumentada com a bem-sucedida parceria com a ESPN, somando os talentos jornalísticos de todas as equipes. Esse complemento se dá tanto na rádio como na internet, porque o Portal Estadão vai hospedar o site da ESPN, e ainda vamos preservar a programação musical da Rádio Eldorado”, diz Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado.

Aceitação. Em 2007, quando as empresas se reuniram na experiência de transmitir futebol pela Rádio Eldorado, não imaginavam a rápida aceitação da iniciativa pelo público e pelo mercado publicitário. O sucesso atingido resultou em dois prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 2007 e 2010.

“Nós da ESPN estamos muitos entusiasmados em poder ampliar essa parceria com o Grupo Estado. Criamos uma rádio com o conceito que sempre sonhamos, fundamentada em um projeto editorial all news e esportes, com inserção de notícias o tempo todo e uma grande parte da programação destinada ao esporte”, diz German Hartenstein, diretor-geral da ESPN Brasil.

“A rádio Estadão ESPN é a prova concreta de que a parceria deu certo. Depois de mais de três anos preparando o terreno para que esse projeto acontecesse, teremos uma rádio de extrema qualidade que terá a força e o conteúdo desses dois veículos”, reforça José Trajano, diretor de jornalismo da ESPN.

O meio rádio, aliás, vive um ótimo momento no País. Registrou no ano passado um crescimento de 10,9% na receita publicitária em relação ao ano anterior, segundo os recém-divulgados dados da evolução do faturamento dos veículos de comunicação feita pelo Projeto Inter-Meios, do Grupo Meio & Mensagem. No total, a mídia rádio rompeu a barreira do bilhão de reais, com os investimentos dos anunciantes chegando a R$ 1,095 bilhão em 2010.

A união das empresas endossa a estratégia de aumentar a oferta de produtos multimídia para um mercado cada vez mais demandado e mais conectado. A nova rádio passa a contar com os profissionais dos jornais O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde e do portal estadão.com.br. Um novo estúdio, além das atuais instalações da rádio, está sendo montado dentro da própria redação, para dar agilidade a todo o processo e aumentar a integração das equipes.

A equipe da Estadão ESPN contará, no total, com 40 pessoas, sendo 33 vozes no ar. “O lançamento da rádio complementa a estratégia multimídia do Grupo Estado e enriquecerá, via áudio e parcerias com a TV Estadão, o portal Estadão”, diz Pedro Dória, editor-chefe de conteúdos digitais do Grupo Estado.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110227/not_imp685099,0.php

Quem influencia quem?

Pesquisa da JWT avaliou conteúdo propagado em 2010 nas redes e em três veículos nacionais: Veja, Época e Jornal Nacional. O resultado apontou a influência entre os meios
Foi um trabalho extenso: o ano inteiro de 2010 e mais quatro semanas de 2011 para que a relação entre mídia tradicional e a social ficasse clara. Com isso, a JWT pode montar um estudo comparativo de conteúdo produzido por três veículos de ampla repercussão entre os brasileiros – no caso, Veja, Época e Jornal Nacional – e o propagado por redes como Twitter, Facebook, Orkut e blogs. A pesquisa foi apresentada no segundo dia da Social Media Week (série de debates sobre mídia social) que acontece em nove cidades, incluindo São Paulo, até a sexta-feira 11.
Arquivos de reportagens foram rastreados por um sistema automatizado que “contou” as matérias da mídia tradicional – o único ponto diferente foi a Veja, cujo conteúdo foi limitado às capas (isso porque a própria revista estabelece barreiras para esse tipo de rastreamento).
Em relação à mídia social, a equipe da JWT buscou relatórios das próprias redes (como os Trending Topics do Twitter em 2010) e ferramentas do Google (caso do Google Trends e Google em Tempo Real). Também foram consultados especialistas nas duas áreas.
Foram analisadas 7.418 reportagens da mídia tradicional. Cruzando esses dados com os temas que mais repercutiram nas redes, é possível afirmar com todas as letras: os veículos de massa têm forte influência sobre o que se discute em ambientes como Twitter, Facebook, Orkut e blogs. “As pessoas gostam de consumir conteúdo tradicional nas mídias sociais”, disse Cris Dias, creative technologist da JWT. Basta lembrar os assuntos mais comentados do Twitter, em termos globais em 2010: o vazamento de óleo no Golfo do México, a Copa do Mundo, o terremoto no Haiti…
Na lista dos dez mais do Twitter, havia dois tópicos nascidos da rede social: o polvo Paul e as vuvuzelas, temas que ganharam depois reportagens na mídia tradicional. “Se a mídia social não tivesse pirado sobre esses assuntos, a tradicional não discutiria tanto sobre eles”, salientou Dias. Outro tópico, o cantor Justin Bieber, foi classificado como meio a meio: se espalhou pelas redes, porém tem uma gravadora por trás e foi massificado.
A mídia social, por sua vez, tem um retorno pequeno diante do poder de influência que os veículos tradicionais têm sobre ela. Para os veículos convencionais, as redes e os blogs funcionam mais como fonte de talentos e tendências.  É quase uma maneira para checar notícias e perfis. Geisy Arruda, por exemplo, é um caso que nasceu na mídia social, assim como também o episódio em que uma estudante de direito de São Paulo destilava seu preconceito em relação aos nordestinos. Para as grandes redações, portanto, as redes e os blogs são ferramentas.
Se fosse uma mera competição para medir a influência de um sobre o outro, então, a vitória caberia à mídia tradicional. Mas não se deve reduzir o debate a essa questão. “A mídia social trata os assuntos da tradicional de outra forma. Inception (ou A Origem, em português) gerou uma busca intensa (virou Trending Topic global do ano). Nos veículos, o filme foi citado duas vezes”, observou Dias.
Patrice Lamiral, diretor de estratégia digital da agência, levantou hipóteses sobre essa relação. “A vocação dos meios é diferente. A mídia tradicional seleciona conteúdo e faz curadoria de notícias. A social amplifica os assuntos relevantes e estabelece conversas. Elas têm papéis complementares”, afirma.
Ele apontou dois cases que ilustram como as mídias se completam. O assalto ao Shopping Morumbi, na segunda-feira 7, foi informado primeiro por um tweet, disparado às 13h54. Às 14h16 o Terra deu a notícia. Outro exemplo de como as mídias sociais geram conteúdo foi a discussão travada pelo Twitter entre o comentarista Neto e o jogador Ronaldo, do Corinthians.
Lamiral defendeu que é possível aumentar a influência das mídias sociais. “Nos EUA, o blog TMZ foi o primeiro a noticiar a morte de Michael Jackson, o Gizmodo conseguiu o iPhone 4 roubado e os blogs lá mobilizam milhões de dólares. Por aqui, a maioria dos bons produtores são incorporados pelos grandes portais. No Brasil, a mídia online é centralizada, assim como a tradicional”, comentou.
Experiência
O segundo dia do Social Media Week levou para a plateia a experiência de marcas na mídia social. Um dos debatedores foi João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat, que discorreu, entre outros temas, a respeito do case Fiat Mio. Também esteve no palco do evento o norte-americano Bonin Bough, diretor global digital e de mídias sociais da Pepsico.
O executivo, que está no cargo há dois anos e meio, apresentou cases da companhia como o Pepsi Refresh Project, que teve grande repercussão na mídia social. O projeto foi implantado em 2010, quando a empresa decidiu não veicular campanha no intervalo do Super Bowl, algo que cumpriam havia 23 anos. O Refresh investiu US$ 20 milhões em propostas que ajudaram a melhorar a vida de pessoas e cidades – foram construídos, por exemplo, 26 parques e playgrounds e 54 escolas foram reformadas e melhoradas. Tudo a partir da interação com os consumidores. “As redes sociais têm o poder de transformar o mundo”, explicou Bough.  Ele sustentou ainda que a inovação digital deve estar no centro da estratégia das corporações.
FONTE: M&M ONLINE

Pesquisa da JWT avaliou conteúdo propagado em 2010 nas redes e em três veículos nacionais: Veja, Época e Jornal Nacional. O resultado apontou a influência entre os meios

Foi um trabalho extenso: o ano inteiro de 2010 e mais quatro semanas de 2011 para que a relação entre mídia tradicional e a social ficasse clara. Com isso, a JWT pode montar um estudo comparativo de conteúdo produzido por três veículos de ampla repercussão entre os brasileiros – no caso, Veja, Época e Jornal Nacional – e o propagado por redes como Twitter, Facebook, Orkut e blogs. A pesquisa foi apresentada no segundo dia da Social Media Week (série de debates sobre mídia social) que acontece em nove cidades, incluindo São Paulo, até a sexta-feira 11.

Arquivos de reportagens foram rastreados por um sistema automatizado que “contou” as matérias da mídia tradicional – o único ponto diferente foi a Veja, cujo conteúdo foi limitado às capas (isso porque a própria revista estabelece barreiras para esse tipo de rastreamento).

Em relação à mídia social, a equipe da JWT buscou relatórios das próprias redes (como os Trending Topics do Twitter em 2010) e ferramentas do Google (caso do Google Trends e Google em Tempo Real). Também foram consultados especialistas nas duas áreas.

Foram analisadas 7.418 reportagens da mídia tradicional. Cruzando esses dados com os temas que mais repercutiram nas redes, é possível afirmar com todas as letras: os veículos de massa têm forte influência sobre o que se discute em ambientes como Twitter, Facebook, Orkut e blogs. “As pessoas gostam de consumir conteúdo tradicional nas mídias sociais”, disse Cris Dias, creative technologist da JWT. Basta lembrar os assuntos mais comentados do Twitter, em termos globais em 2010: o vazamento de óleo no Golfo do México, a Copa do Mundo, o terremoto no Haiti…

Na lista dos dez mais do Twitter, havia dois tópicos nascidos da rede social: o polvo Paul e as vuvuzelas, temas que ganharam depois reportagens na mídia tradicional. “Se a mídia social não tivesse pirado sobre esses assuntos, a tradicional não discutiria tanto sobre eles”, salientou Dias. Outro tópico, o cantor Justin Bieber, foi classificado como meio a meio: se espalhou pelas redes, porém tem uma gravadora por trás e foi massificado.

A mídia social, por sua vez, tem um retorno pequeno diante do poder de influência que os veículos tradicionais têm sobre ela. Para os veículos convencionais, as redes e os blogs funcionam mais como fonte de talentos e tendências.  É quase uma maneira para checar notícias e perfis. Geisy Arruda, por exemplo, é um caso que nasceu na mídia social, assim como também o episódio em que uma estudante de direito de São Paulo destilava seu preconceito em relação aos nordestinos. Para as grandes redações, portanto, as redes e os blogs são ferramentas.

Se fosse uma mera competição para medir a influência de um sobre o outro, então, a vitória caberia à mídia tradicional. Mas não se deve reduzir o debate a essa questão. “A mídia social trata os assuntos da tradicional de outra forma. Inception (ou A Origem, em português) gerou uma busca intensa (virou Trending Topic global do ano). Nos veículos, o filme foi citado duas vezes”, observou Dias.

Patrice Lamiral, diretor de estratégia digital da agência, levantou hipóteses sobre essa relação. “A vocação dos meios é diferente. A mídia tradicional seleciona conteúdo e faz curadoria de notícias. A social amplifica os assuntos relevantes e estabelece conversas. Elas têm papéis complementares”, afirma.

Ele apontou dois cases que ilustram como as mídias se completam. O assalto ao Shopping Morumbi, na segunda-feira 7, foi informado primeiro por um tweet, disparado às 13h54. Às 14h16 o Terra deu a notícia. Outro exemplo de como as mídias sociais geram conteúdo foi a discussão travada pelo Twitter entre o comentarista Neto e o jogador Ronaldo, do Corinthians.

Lamiral defendeu que é possível aumentar a influência das mídias sociais. “Nos EUA, o blog TMZ foi o primeiro a noticiar a morte de Michael Jackson, o Gizmodo conseguiu o iPhone 4 roubado e os blogs lá mobilizam milhões de dólares. Por aqui, a maioria dos bons produtores são incorporados pelos grandes portais. No Brasil, a mídia online é centralizada, assim como a tradicional”, comentou.

Experiência

O segundo dia do Social Media Week levou para a plateia a experiência de marcas na mídia social. Um dos debatedores foi João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat, que discorreu, entre outros temas, a respeito do case Fiat Mio. Também esteve no palco do evento o norte-americano Bonin Bough, diretor global digital e de mídias sociais da Pepsico.

O executivo, que está no cargo há dois anos e meio, apresentou cases da companhia como o Pepsi Refresh Project, que teve grande repercussão na mídia social. O projeto foi implantado em 2010, quando a empresa decidiu não veicular campanha no intervalo do Super Bowl, algo que cumpriam havia 23 anos. O Refresh investiu US$ 20 milhões em propostas que ajudaram a melhorar a vida de pessoas e cidades – foram construídos, por exemplo, 26 parques e playgrounds e 54 escolas foram reformadas e melhoradas. Tudo a partir da interação com os consumidores. “As redes sociais têm o poder de transformar o mundo”, explicou Bough.  Ele sustentou ainda que a inovação digital deve estar no centro da estratégia das corporações.

FONTE: M&M ONLINE/IAB

Ótimo artigo

Comunicação integrada x mídia
O desafio de hoje é buscar as melhores soluções com foco em comunicação multiplataforma e não apenas em função de uma única mídia. Você tem feito isso?

swiss-knife-150x150

Nos últimos anos, percebemos uma grande evolução na comunicação de marcas, no sentido de integrar e ampliar o leque de canais e de mensagens enviadas ao consumidor.

Hoje, para se chegar ao consumidor final, não basta apenas estar presente em campanhas de TV e mídia impressa, como há algum tempo. A comunicação precisa ser integrada e contemplar os mais variados canais, como os meios eletrônicos, pontos de venda, digital signages, entre outros.

A rotina do consumidor mudou, o que impacta diretamente, na evolução das agências de propaganda e marketing.

O mercado de propaganda tenta se adaptar à nova realidade do consumidor e ao seu status “multiocasião”. No entanto, apesar dos esforços para adequar as agências à nova demanda do mercado, muitas continuam viciadas em uma grande mídia.

O problema é que esta resistência pode comprometer a eficácia das ações de comunicação propostas. Afinal, nem sempre a melhor ação para uma marca ou para o aumento do volume de vendas se concentra apenas em uma grande mídia.

O glamour do segmento, por tantos anos tão valorizado, começa a perder força. Em seu lugar, entram a necessidade de gerar retorno para o investimento da ação, tanto em construção de marcas quanto em resultados em vendas.

O desafio de hoje é realizar uma comunicação totalmente integrada: buscar as melhores soluções para o cliente com foco em comunicação multiplataforma e não apenas em função de uma única mídia.
Neste sentido, as agências que trabalham com branding e ponto de venda podem ter alguma vantagem para se adequar ao novo momento da propaganda.

Ao gerar um plano de comunicação que já contempla um trabalho diversificado, em vários canais e alcançando o consumidor em pontos diferentes, a oportunidade e o potencial de retorno para o que foi investido aumentam.

Essa nova dinâmica implicará em um trabalho mais integrado e talvez em menor receita, mas fortalecerá o relacionamento de longo prazo entre anunciantes e agências.

À medida em que a comunicação atingir o consumidor em todas as situações às quais ele está exposto, o envolvimento, o relacionamento e, consequentemente, a fidelização serão maiores.

O novo momento do marketing deverá transformar a estratégia de custos das agências, além da estrutura interna e de todo o mercado. Ainda estamos aprendendo como atender à nova demanda com criatividade e sem onerar o cliente.

Porém, uma coisa é certa: a longo prazo, todos ganharão com uma comunicação muito mais eficiente.

Leonardo Lanzetta (Sócio e Diretor executivo da DIA Comunicação e Diretor de Imagem Corporativa do POPAI Brasil)

Portal HSM
20/01/2011

Declinio?!

Mais um programa “global” terminará o ano com sinais negativos. A revista eletrônica ‘Fantástico’ perdeu boa parte de sua audiência entre os anos 2000 e 2010, e vai fechar a década com queda de 35% no período.
Em 2000, o programa dominical fechou o ano com média de 34 pontos no Ibope da Grande São Paulo, marca que caiu para 22 pontos este ano, segundo o colunista Alberto Pereira Jr., da Folha de S.Paulo. Isso significa que 720 mil domicílios deixaram de sintonizar a Globo na hora em que a atração vai ao ar.
O fenômeno também aconteceu com o ‘Altas Horas’, que completou dez anos na Globo. Em 2000, tinha audiência na casa dos 11 pontos mas, este ano, mesmo na liderança entre os programas que vão ao ar durante a madrugada de sábado, Serginho Groisman conseguiu apenas 8 pontos – queda de 25%.
Dos programas que vão ao ar na mesma faixa de horário que o ‘Fantástico’, o SBT foi um dos que também se deu mal. O Ibope mostra perda de 50% da audiência em dez anos, por revelar queda de 20 pontos para 10 em São Paulo. Já a Record, que segurava a terceira posição com 5 pontos, saltou para a vice-liderança com 12 pontos – aumento de 140%.
Redação Adnews

Mais um programa “global” terminará o ano com sinais negativos. A revista eletrônica ‘Fantástico’ perdeu boa parte de sua audiência entre os anos 2000 e 2010, e vai fechar a década com queda de 35% no período.

Em 2000, o programa dominical fechou o ano com média de 34 pontos no Ibope da Grande São Paulo, marca que caiu para 22 pontos este ano, segundo o colunista Alberto Pereira Jr., da Folha de S.Paulo. Isso significa que 720 mil domicílios deixaram de sintonizar a Globo na hora em que a atração vai ao ar.

O fenômeno também aconteceu com o ‘Altas Horas’, que completou dez anos na Globo. Em 2000, tinha audiência na casa dos 11 pontos mas, este ano, mesmo na liderança entre os programas que vão ao ar durante a madrugada de sábado, Serginho Groisman conseguiu apenas 8 pontos – queda de 25%.

Dos programas que vão ao ar na mesma faixa de horário que o ‘Fantástico’, o SBT foi um dos que também se deu mal. O Ibope mostra perda de 50% da audiência em dez anos, por revelar queda de 20 pontos para 10 em São Paulo. Já a Record, que segurava a terceira posição com 5 pontos, saltou para a vice-liderança com 12 pontos – aumento de 140%.

Direto da Redação Adnews