Novas profissões em comunicação

Em construção: profissionais de mídias sociais começam a despontar no mercado
Por: Camila F. de Mendonça
17/02/11 – 10h58
InfoMoney
SÃO PAULO – As redes sociais já deixaram de ser ferramentas de diversão e entretenimento. No mundo corporativo, elas são meios de promoção de serviços e produtos, de captação da opinião dos consumidores e de integração de ideias. As empresas que se deram conta da importância dessas ferramentas estão se dando bem. E os profissionais que fizeram desses meios suas ferramentas de trabalho também.
Analista de redes sociais, profissional de mídias sociais, social media. São muitos os termos utilizados para denominar esse novo profissional que cresce no mercado, bem como são muitas as dúvidas de quem vê essa atuação de fora. Trabalhar com o Twitter, Facebook, Orkut e outras ferramentas de interação disponíveis na rede pode parecer fácil e irrelevante. Mas atuar nessa área exige discernimento para captar o que interessa, analisar informações e traçar estratégias.
“De maneira geral, o profissional de mídias sociais elabora, executa e monitora as estratégias de promoção de produtos e serviços nas redes sociais”, explica a vice-coordenadora do curso de extensão de Mídias Sociais da FAAP, Andréa Mello. Ela explica que as empresas já perceberam a importância da interação que a web oferece e que por meio dela é possível conhecer os interesses e gostos do público. É nesse cenário que o mercado de trabalho para o social media se estabelece.
Nas redes sociais, é possível ter uma reação quase imediata das ações de promoção de produtos e serviços efetuadas pelas empresas. Mas é preciso que alguém esteja atento a essas reações. “As informações estão mais próximas e por isso é preciso ver esse lado mais analítico da profissão: é possível mensurar tudo, todos os resultados dessa ação”, afirma Andréa. Para isso, mais que saber lidar com as redes sociais, os profissionais que trabalham com elas devem ser dinâmicos e capazes de perceber formas rápidas de responder às demandas dos consumidores no meio.
Heavy user
A publicitária Jaqueline Nascimento de Oliveira, 23, não fica longe da internet por muito tempo. Onde quer que ela esteja, o smartphone está sempre ligado e conectado às redes sociais. A profissional de mídias sociais, contudo, leva a sério essas ferramentas. “As redes sociais se tornaram ferramentas de relacionamento direto com o usuário. E é uma área que tem tudo para se consolidar”, afirma.
Ela aposta mesmo no crescimento da profissão. E, desde a época da faculdade, já começou a atuar como social media e hoje, recém-formada, trabalha na área em uma agência em São Paulo. Para ela, a formação em Publicidade e Propaganda fez diferença. Mas Andréa Mello, da FAAP, afirma que para um profissional de mídias sociais conta mais o perfil que a formação. “A área de mídias é muito nova e por isso é importante entender primeiro a dinâmica desse meio”, diz. “Para trabalhar nessa área, a pessoa precisa estar aberta para o novo, ter visão analítica para trabalhar com pessoas e ter estratégia”.
Claro que essa falta de formação específica se deve ao fato de a área ainda não estar sedimentada no mercado de trabalho. Para quem busca esse tipo de atuação, porém, cursos específicos começam a surgir. É bom ficar atento a isso, pois conhecer as redes sociais não faz de todos um profissional dessas ferramentas. “Se ele é um heavy user é uma vantagem, mas isso não faz dele um especialista”, afirma Jeff Paiva, diretor de Interatividade da Neotix Agência Interativa, de São Paulo. “A formação está começando a aparecer agora, mas ainda não é condição”, diz.
Com experiência de quase dez anos com meios digitais, o jornalista e publicitário sabe a força que as redes sociais têm para as empresas. Como sabe também que não são todos que se tornam bons profissionais dessa área. Ele explica que as agências de publicidade estão cada vez mais incorporando as mídias sociais como uma área estratégica e que um social media pode atuar em três nichos: produção de conteúdo, planejamento e suporte.
Para todos eles, a visão integrada é importante. “Quem está entrando nesse mercado agora tem de pensar em uma linguagem integrada, pensar em compartilhar e comparar a informação que recebe”, avalia Paiva. A remuneração desse profissional flutua e segue, de maneira geral, a de um publicitário. Paiva explica que um analista júnior começa ganhando em torno de R$ 1,5 mil – valor que pode chegar algo entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, considerando profissionais mais sêniores.
Modismo ou necessidade?
É fato que o mercado de trabalho para os profissionais de mídias sociais está aquecido. Mas até quando? Para os especialistas e profissionais por muito tempo. “Sempre tem uma novidade nessa área, mesmo que uma rede desapareça, outra ainda mais eficiente surge no lugar”, acredita Jaqueline, que não pensa em sair da área tão cedo.
“Do ponto de vista de ferramentas, a internet é um meio incerto. Mas as marcas estão mais humanizadas e as mídias sociais trabalham justamente essa relação com o público”, enfatiza Andréa. “Com isso, a tendência é que esse profissional se desenvolva mais”, avalia. A grande questão, para a professora, porém, não é o futuro. “Mudanças sempre ocorrerão, mas é preciso percebê-las e tirar proveito delas. E entender os impactos que elas trarão para o trabalho hoje”.
Por isso, para quem atua e para quem quer trabalhar como um social media, o caminho é um só: “estude”, afirma Paiva. “Uma das grandes vantagens desse mercado é que todo o ferramental está disponível na web, então, você precisa compartilhar e descobrir o novo. E saber na ponta da língua quais são as ferramentas disponíveis hoje”, conclui.

Em construção: profissionais de mídias sociais começam a despontar no mercado

Por: Camila F. de Mendonça

Fonte: InfoMoney

SÃO PAULO – As redes sociais já deixaram de ser ferramentas de diversão e entretenimento. No mundo corporativo, elas são meios de promoção de serviços e produtos, de captação da opinião dos consumidores e de integração de ideias. As empresas que se deram conta da importância dessas ferramentas estão se dando bem. E os profissionais que fizeram desses meios suas ferramentas de trabalho também.

Analista de redes sociais, profissional de mídias sociais, social media. São muitos os termos utilizados para denominar esse novo profissional que cresce no mercado, bem como são muitas as dúvidas de quem vê essa atuação de fora. Trabalhar com o Twitter, Facebook, Orkut e outras ferramentas de interação disponíveis na rede pode parecer fácil e irrelevante. Mas atuar nessa área exige discernimento para captar o que interessa, analisar informações e traçar estratégias.

“De maneira geral, o profissional de mídias sociais elabora, executa e monitora as estratégias de promoção de produtos e serviços nas redes sociais”, explica a vice-coordenadora do curso de extensão de Mídias Sociais da FAAP, Andréa Mello. Ela explica que as empresas já perceberam a importância da interação que a web oferece e que por meio dela é possível conhecer os interesses e gostos do público. É nesse cenário que o mercado de trabalho para o social media se estabelece.

Nas redes sociais, é possível ter uma reação quase imediata das ações de promoção de produtos e serviços efetuadas pelas empresas. Mas é preciso que alguém esteja atento a essas reações. “As informações estão mais próximas e por isso é preciso ver esse lado mais analítico da profissão: é possível mensurar tudo, todos os resultados dessa ação”, afirma Andréa. Para isso, mais que saber lidar com as redes sociais, os profissionais que trabalham com elas devem ser dinâmicos e capazes de perceber formas rápidas de responder às demandas dos consumidores no meio.

Heavy user

A publicitária Jaqueline Nascimento de Oliveira, 23, não fica longe da internet por muito tempo. Onde quer que ela esteja, o smartphone está sempre ligado e conectado às redes sociais. A profissional de mídias sociais, contudo, leva a sério essas ferramentas. “As redes sociais se tornaram ferramentas de relacionamento direto com o usuário. E é uma área que tem tudo para se consolidar”, afirma.

Ela aposta mesmo no crescimento da profissão. E, desde a época da faculdade, já começou a atuar como social media e hoje, recém-formada, trabalha na área em uma agência em São Paulo. Para ela, a formação em Publicidade e Propaganda fez diferença. Mas Andréa Mello, da FAAP, afirma que para um profissional de mídias sociais conta mais o perfil que a formação. “A área de mídias é muito nova e por isso é importante entender primeiro a dinâmica desse meio”, diz. “Para trabalhar nessa área, a pessoa precisa estar aberta para o novo, ter visão analítica para trabalhar com pessoas e ter estratégia”.

Claro que essa falta de formação específica se deve ao fato de a área ainda não estar sedimentada no mercado de trabalho. Para quem busca esse tipo de atuação, porém, cursos específicos começam a surgir. É bom ficar atento a isso, pois conhecer as redes sociais não faz de todos um profissional dessas ferramentas. “Se ele é um heavy user é uma vantagem, mas isso não faz dele um especialista”, afirma Jeff Paiva, diretor de Interatividade da Neotix Agência Interativa, de São Paulo. “A formação está começando a aparecer agora, mas ainda não é condição”, diz.

Com experiência de quase dez anos com meios digitais, o jornalista e publicitário sabe a força que as redes sociais têm para as empresas. Como sabe também que não são todos que se tornam bons profissionais dessa área. Ele explica que as agências de publicidade estão cada vez mais incorporando as mídias sociais como uma área estratégica e que um social media pode atuar em três nichos: produção de conteúdo, planejamento e suporte.

Para todos eles, a visão integrada é importante. “Quem está entrando nesse mercado agora tem de pensar em uma linguagem integrada, pensar em compartilhar e comparar a informação que recebe”, avalia Paiva. A remuneração desse profissional flutua e segue, de maneira geral, a de um publicitário. Paiva explica que um analista júnior começa ganhando em torno de R$ 1,5 mil – valor que pode chegar algo entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, considerando profissionais mais sêniores.

Modismo ou necessidade?

É fato que o mercado de trabalho para os profissionais de mídias sociais está aquecido. Mas até quando? Para os especialistas e profissionais por muito tempo. “Sempre tem uma novidade nessa área, mesmo que uma rede desapareça, outra ainda mais eficiente surge no lugar”, acredita Jaqueline, que não pensa em sair da área tão cedo.

“Do ponto de vista de ferramentas, a internet é um meio incerto. Mas as marcas estão mais humanizadas e as mídias sociais trabalham justamente essa relação com o público”, enfatiza Andréa. “Com isso, a tendência é que esse profissional se desenvolva mais”, avalia. A grande questão, para a professora, porém, não é o futuro. “Mudanças sempre ocorrerão, mas é preciso percebê-las e tirar proveito delas. E entender os impactos que elas trarão para o trabalho hoje”.

Por isso, para quem atua e para quem quer trabalhar como um social media, o caminho é um só: “estude”, afirma Paiva. “Uma das grandes vantagens desse mercado é que todo o ferramental está disponível na web, então, você precisa compartilhar e descobrir o novo. E saber na ponta da língua quais são as ferramentas disponíveis hoje”, conclui.

Sites corporativos

Direto do AdNews

Os 10 mandamentos dos sites corporativos

Sempre que uma nova empresa é criada ou quer reformular seu site corporativo, surgem muitas dúvidas de como deixá-lo atrativo e bem elaborado. Confira então os 10 mandamentos para que ele fique funcional e atraente.

1º mandamento: Não deixarás o site pesado.
Mesmo sua empresa tendo uma internet muito boa, seu cliente pode não ter. Ainda existem pessoas que usam internet discada e um site pesado demora muito para abrir. Isso pode fazer com que potenciais clientes simplesmente desistam de acessá-lo.

2º mandamento: Não poluirás seu site.
Tenha em mente que o chique é ser simples. Um bom site corporativo não tem que ter 10 mil cores diferentes ou 500 efeitos de deixar qualquer um de boca aberta. Bom é aquele que tem poucas cores e faz com que elas sejam harmoniosas, sem agredir os olhos dos internautas. Quanto aos efeitos especiais, use-os com moderação. Tudo o que há em excesso, em vez de ser moderno pode ser irritante.

3º mandamento: Testará seu site em vários browsers.
Para alguns profissionais de TI, é difícil entender porque ainda existem pessoas que insistem em utilizar a Internet Explorer como browser. Por isso, lembre-se de testar seu site nos principais browsers para ter certeza de que independente do browser utilizado pelo internauta, ele verá o site da forma correta.

4º mandamento: Não deixará seu site uma baderna.
O site é a fachada de sua empresa na internet. Deixá-lo bagunçado é o mesmo que receber um cliente num escritório sujo e desorganizado. A impressão não será boa e isso pode acarretar no sumiço deles.

5º mandamento: Site não é lugar para brincar de esconde-esconde.
Uma das piores coisas é ficar escondendo links importantes. Quanto mais prático seu site for, mais o cliente irá gostar. As pessoas tendem a não ter muita paciência na internet, pois a associam a algo ágil e prático. Quanto menos cliques, melhor.

6º mandamento: Revisará todo o texto que for publicado.
Os textos de um site devem ser muito bem escritos. Uma vírgula no lugar errado pode fazer com  que o cliente entenda erroneamente o que se quis dizer. Tome cuidado também com os erros ortográficos, que são um dos maiores “pecados” que seu site poder ter. Isso transmite claramente uma imagem de descaso e de falta de profissionalismo por parte de sua empresa.

7º mandamento: Responderás os e-mails de contatos feitos pelo site.
Não responder os e-mails que foram enviados pelo site poder lhe trazer alguns problemas. Primeiramente, o cliente poderá acreditar que o site não está funcionando direito e com isso não fazer uma segunda tentativa. Ou pior ainda, pode acreditar que está havendo um descaso por parte da empresa.

8º mandamento: Não colocarás aquilo que não podes oferecer.
Não pense que quanto mais serviços você colocar em seu site corporativo, mais bonito ele ficará. Se algum cliente entrar em contato solcitando um serviço anunciado no site que a empresa não pode oferecer, o descrédito será total.

9º mandamento: Terás referências.
Atualmente, as pessoas sempre procuram referências antes de comprar ou solicitar qualquer tipo de serviço. Por isso, é interessante ter uma página onde se apresente clientes satisfeitos. Colha depoimentos e os publique com autorização dos clientes.

10º mandamento: Integrará seu site com mídias sociais.
As mídias sociais farão o papel de “outdoor eletrônico” para sua empresa, enquanto o site será sua sede. A boa integração entre ambos é sempre importante, pois a partir das mídias sociais você atrairá novos clientes e manterá os atuais sempre atualizados.

Por fim, procure uma boa empresa para criar e atualizar seu site corporativo. Profissionais “quebra-galho” não darão conta do recado. Lembre-se da importância que um site tem para o seu negócio.

Por Esther Hinrichsen, técnica em informática e desenvolvedora web da dBrain

Atualização para garantir bom desempenho

Leia abaixo texto sugerido para publicação pelo pessoal da Triadaz de Taubaté.

Eficácia nos treinamentos empresariais garante melhor desempenho

O bom resultado dos treinamentos é o retorno do investimento das empresas

Vale para todas as profissões: o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e, quem busca conquistar mais espaço e melhores oportunidades, investe em mecanismos que facilitem o acesso aos segredos da carreira. Sem dúvida, a melhor forma para isso é frequentar treinamentos, palestras, seminários e cursos de extensão universitária.

As mudanças e as novas tecnologias afetaram a todos e fizeram com os profissionais fossem ainda mais pressionados a mostrar resultados e agilidade. Assim, o capital intelectual tornou-se um diferencial para as organizações e o resultado é que cada vez mais as empresas buscam trabalhar as potencialidades de suas equipes.

De acordo com Arnaldo Simões, fundador da Vehuel Business, economista com pós-graduação em Administração de Empresas pela FGV, a expectativa dos empregadores é de que toda verba disponibilizada para atividades de treinamento de funcionários seja bem aplicada e gere retorno sobre a forma de ganhos de rentabilidade para o negócio, através do aumento da produtividade dos funcionários que, como conseqüência destes treinamentos, deveriam trabalhar de forma mais focada nos objetivos do negócio, com maior motivação e comprometimento.

“Para conseguir-se um clima de inovação que possa levar as empresas a vencerem os desafios, a grande solução é manter as pessoas atualizadas. Assim, a grande missão das empresas é oferecer a chance aos colaboradores de praticarem um constante auto-desenvolvimento”, sintetiza Jonas Maduro, sócio-proprietário da agência Tríadaz – Propaganda e Marketing – , que atua no planejamento estratégico e estudos de mercado.

A Tríadaz passou a investir ainda mais na qualificação de seus funcionários, com o objetivo de melhorar o atendimento. No mês de fevereiro, todos os integrantes da equipe participaram do curso “Gestão de relacionamento em vendas”, para assim uniformizar ainda mais a interação e o relacionamento com o cliente, aumentando a qualidade e excelência dos serviços. O treinamento foi personalizado para a agência e ministrado pelo Senac – Taubaté.