Dois mais dois são…

A boa e velha matemática sempre nos afiançou que 2 + 2 = 4. Inquestionável! Então, quando dois de nós ficávamos sabendo de algo e contávamos a mais duas pessoas, quatro passavam a saber do fato.

Atualmente, em tempos de Twitter, Facebook, Orkut e outras tantas redes socais, a lógica do dois mais dois igual a quatro ruiu. Dois sabendo contam a mais dois que colocam um post no twitter ou comentam em seu mural do Facebook. Pronto. Perde-se a noção de quanto passa a significar duas pessoas mais duas pessoas. Quantas passarão a saber do tal fato? Quantos terão contato com a informação?

Há já bastante esforço na tentativa de medir a multiplicação das mensagens nas chamadas redes sociais, mas o fato é que a partir da web 2.o, do poder de gerar conteúdo que qualquer pessoa passou a ter e do efeito “compartilhar”, fica difícil chegar a um número exato. Podemos saber quantas menções tais palavras ou expressões tiveram, podemos medir quantos posts e quantos retuites ocorreram, mas certamente ficará difícil medir com exatidão a proliferação de um fato, uma informação, uma mensagem qualquer.

Nestes tempos de mídias digitais, redes sociais, compartilhamento, curtir e outras tantas coisas, a multiplicação das mensagens se dá de forma geométrica, quase sem controle e ao sabor do gosto e do humor dos internautas.

Diante deste quadro, percebemos o quanto é difícil planejar o uso das redes sociais, ter números que norteiem esse planejamento e, mais do que isso, nos mostrem que resultados podemos obter. Um quadro em que a matemática pura e simples parece não caber. Mas deverá caber, em breve. Programas de controle e avaliação vão surgir em quantidade e qualidade cada vez maiores. A mensuração na internet, afinal de contas, parece mesmo ser bem mais simples do que em qualquer outro meio.

Não sou um especialista, um profundo conhecedor dessa área. Mas o que eu sei me leva a dizer que, nestes nossos tempos, em comunicação, tudo está certo como dois e dois são cinco.

Faturando

Essa chegou até mim através do Facebook, postado pela amiga Helen Francis.

Dois alunos recém-formados pela UNITAU tiveram seus trabalhos premiados na Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) – Sudeste 2011. Os jornalistas Ivan Martínez Vargas de Souza e Guilherme Vian concorreram com os trabalhos “Até o fundo do poço: entrando e sobrevivendo no mundo das drogas” e “Press Start: como os videogames influenciam a sociedade contemporânea”, respectivamente.

Bom painel

Na última quarta-feira a noite estive na Anhanguera de Jacareí para participar de um painel que tratava dos novos rumos para a propaganda no Vale do Paraíba. O painel fez parte da programação da SeCom.

Junto com Cássio Rosas, Gustavo Gobbato, Robson Cavalcante, Gil Castillo e Giselle Estéfano e mediados por Mônica Carniello, tive a oportunidade de trocar idéias e experiências com um público interessado e atento. Os temas tratados foram interessantes e através deles foi possível abordar aspectos importantes para o desenvolvimento do mercado regional de comunicação mercadológica.

Sempre fui defensor de uma forte presença do mercado nas faculdades e universidades como forma de aprimoramento e crescimento deste mesmo mercado. Iniciativas como essa contribuem de forma significativa para a formação de mão de obra qualificada para ocupação de postos chaves em agências, veículos, fornecedores e clientes.

Aproveito para agradecer mais uma vez o convite feito pela coordenadora de publicidade e propaganda da unidade Jacareí da Anhanguera, Ana Pirolo. Vamos fazer mais vezes. Foi bom demais!

Livro novo trata de “naming”

‘Naming – O nome da marca’ nasceu de uma pesquisa de mestrado que o autor realizou na Pós-graduação em Design da PUC-Rio. Sua intenção principal era entender como profissionais de design lidavam com projetos de naming. O livro, indicado para estudantes e profissionais de design, comunicação e marketing, tem texto de abertura de João de Souza Leite e está dividido em 5 capítulos, onde Delano pretende articular qual o papel do designer nos trabalhos de identidade corporativa e como ele é redefinido com a inserção dos conceitos de branding e naming. O autor ressalta que, por mais que o designer apareça como protagonista em diversos momentos no processo de desenvolvimento e escolha de nomes de marca, ele tem plena consciência que esse processo não é exclusividade da área.

naming

Autor: RODRIGUES, DELANO

Editora: 2AB EDITORA

‘Naming – O nome da marca’ nasceu de uma pesquisa de mestrado que o autor realizou na Pós-graduação em Design da PUC-Rio. Sua intenção principal era entender como profissionais de design lidavam com projetos de naming. O livro, indicado para estudantes e profissionais de design, comunicação e marketing, tem texto de abertura de João de Souza Leite e está dividido em 5 capítulos, onde Delano pretende articular qual o papel do designer nos trabalhos de identidade corporativa e como ele é redefinido com a inserção dos conceitos de branding e naming. O autor ressalta que, por mais que o designer apareça como protagonista em diversos momentos no processo de desenvolvimento e escolha de nomes de marca, ele tem plena consciência que esse processo não é exclusividade da área.