Festival Tudo Nosso no Shopping Pátio Pinda

Festival Tudo Nosso: Shopping Pátio Pinda recebe evento que reúne tatuagem, grafite, skate, música e gastronomia

O encontro gratuito terá duração de 12 horas e acontece pela primeira vez neste domingo (15)

Um evento pensado para acolher as mais variadas manifestações culturais chega ao Shopping Pátio Pinda neste domingo (15). Pela primeira vez na região, o Festival Tudo Nosso é idealizado pela Corun Tattoo Machine, fabricante de máquinas de tatuagem com sede em Pindamonhangaba, e realizado em parceria com as Secretarias de Desenvolvimento, Cultura e Turismo da cidade.

O evento é aberto ao público, pet friendly e irá acontecer no estacionamento do centro de compras, das 10h às 22h. Com estrutura para promover 12 horas de diversão e experiências culturais para toda a família, a estreia do festival irá contar com espaços dedicados à tatuagem, área para tattoo kids, pintura ao vivo no estilo ‘live paint’, grafite, oficinas, food trucks, batalhas de MCs, participação de DJs e diversos shows com artistas da região.

Entre as atrações mais esperadas que irão passar pelo maior encontro cultural da cidade, estão as apresentações do Síntese Rap e do Jota Jota 012, que irão encerrar o evento. Mais de 20 parceiros também irão contribuir com sorteios de brindes e serviços variados.

“Esse projeto é a prova de que a união realmente faz a força. Queremos entregar um festival perfeito em agradecimento a todos aqueles que acreditaram no nosso projeto. Um único espaço: diversas manifestações culturais”, comenta Andressa Bernardes, uma das organizadoras do evento.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

Coluna propaganda&Arte

Marca sonora é subestimada (durma com esse barulho)

A primeira música que tirei no violão foi Californication do Red Hot Chili Peppers. O que isso tem a ver com propaganda? Na verdade, tudo. Pois o som pode nos fazer lembrar das coisas com emoção. É a marca sonora que reforça uma imagem ou ideia, uma memória saudosista, por exemplo, de uma marca ou produto. E a boa propaganda tem tudo a ver com lembrança (de marca, certo?). Só que parece que as empresas não entenderam a força de um bom som. E eu falo muito mais que um jingle ou efeitos sonoros modernos em um comercial. Escuta só!

That sounds good

Quando alguma coisa parece boa, falamos em inglês resumido “sounds good”, algo traduzido como “parece bom” ou “soa bem”. Um exemplo linguístico de como música e emoção sempre estiveram juntos no imaginário coletivo.
O jingle é o formato queridinho do publicitário raíz e poucas marcas estão usando as trilhas sonoras para criar um ambiente de lembrança de marca. Prova disso é que se buscarmos na memória algum jingle marcante, muita coisa antiga vai aparecer, como aquele que fala de “dois hambúrgueres” da rede de fast food vermelha e amarela. Você lembra de algum jingle novo marcante?

A marca sonora que diz mais

Eu já estudei bastante sobre marca sonora, já até criei para marcas de impacto nacional (que chique, né?). Mesmo assim, acho que somos muito limitados como criativos quando pensamos no som apenas como musiquinhas, sons para lembrar uma marca ou vozes metalizadas << Creative Technology >>. Estou querendo dizer que o som, a marca e a propaganda poderiam proporcionar uma experiência sensorial completa. Quer ver uma prova disso?

Fonte: Freepik

Você gosta de café de cápsula? Não importa se o que você tem em casa é o mais caro do mercado ou o mais barato, todos eles fazem um som característico, um estalo seco e um ruído tremido típico destas máquinas em funcionamento. Você lembra desse som?

Track-rrrr… (Use a imaginação aqui, por favor)

Esse som não é o som da marca oficial, mas é o som da experiência. Esse é o som que, quando eu ouço, lembro na hora do: “café quentinho”. Até minha boca começa a salivar. Juro!

Estes dias, escutei um som parecido, mas vindo de uma máquina industrial que nada tinha a ver com bebida e lembrei do café na hora. Meu cérebro foi condicionado como um ratinho em laboratório que responde a estímulos e faz relações, da mesma forma que ver uma bela foto de hambúrguer pode gerar fome. Foi aí que me veio o insight desse texto: o som de uma marca vai muito além de jingles e assinaturas sonoras. Pense comigo: quais são os sons que envolvem a sua experiência de consumo favorita? Qual marca aparece na sua mente?

Bling, tuk, pam!

Quando recebemos uma mensagem no celular. Quando chega um e-mail. Quando um programa é bloqueado. Quando um cartão de crédito é passado. Tudo é experiência sonora. Dependendo da configuração do seu celular ou computador, você terá sons pré-definidos que remetem a alguma ação, algum aplicativo ou a alguma facilidade. As marcas estão fazendo um bom uso disso?

Eu acho que ainda não. Não na sua plenitude. Quando falamos de UX (experiência do usuário), precisamos ir além, pensar nos sons, nos cheiros, nos toques etc. Tudo isso é a sua marca, mesmo que você não queira escutar.

E se a experiência não for boa? As pessoas vão falar, reclamar e fazer aquele buzz negativo que nenhuma marca quer ouvir. Em tempos de buscar diferencial competitivo, nada melhor do que escutar a experiência dos seus clientes. Eles dizem muito mais do que você pensa. Treine os seus ouvidos e… (track-rrrr…) vai um cafezinho?

Pesquisa mostra que a grande maioria da população está satisfeita em morar na cidade

No aniversário de 254 anos, uma São José satisfeita

Pesquisa feita pela ACI para o aniversário de São José revela que a grande maioria da população está satisfeita em morar na cidade; confira também o que não pode faltar na mesa do joseense, o que toca na playlist dele, qual seu lugar de lazer preferido e, claro, o time do coração

Uma boa notícia para a cidade que comemora 254 anos na próxima terça-feira: a grande maioria dos joseenses adora viver em São José dos Campos.

Isso é o que revela a nova rodada de pesquisas realizada pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, feita em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais), entre os dias 6 e 8 de julho, em locais de grande circulação na cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7 e rua 15 de Novembro. Foram ouvidas 106 pessoas. O levantamento tem um intervalo de confiança de 95%.

Segundo a pesquisa, 98,11% das pessoas satisfeitas por morar em São José dos Campos. Isto é, de cada 100 moradores da cidade, 98 adoraram viver aqui.

E qual a razão desse contentamento? A resposta é simples: a qualidade de vida encontrada aqui. Essa foi a resposta dada por 64,15% dos entrevistados à pergunta sobre qual a principal vantagem de morar em São José dos Campos. Mas há outros motivos: 7,55% preferem viver em São José dos Campos pelas oportunidades de emprego; 6,60% destacaram a Educação como principal atrativo da cidade; 5,66% apontaram a Saúde Pública como maior vantagem; e 4,72% elogiam as praças e áreas verdes da cidade.

Mas a cidade só tem coisas boas?

Perguntados sobre eventuais desvantagens de São José dos Campos, 21,70% dos entrevistados apontaram o transporte público como principal problema, seguido de Segurança Pública (15,09%), Saúde Pública (14,15%) e falta de oportunidades de emprego (12,26%. 17,92% dos entrevistados na pesquisa ACI/Unitau não souberam apontar desvantagens ou não souberam responder.

E perguntados sobre que presente coletivo dariam à cidade no aniversário de 254 anos, as principais respostas foram: 26,42% melhorariam a área de Saúde Pública; 18,87% dariam mais oportunidades de emprego à população; 15,09% melhorariam o transporte público; e 12,26% melhorariam a Segurança e a área da Educação Pública. Prova que mesmo em uma cidade onde a grande maioria adora morar sempre têm coisas que podem ser melhoradas.

Confira os outros temas abordados na pesquisa:

Qual a sua comida preferida?

O que o joseense gosta de comer? A pesquisa ACI/Unitau revela que a disputa pelo paladar do morador de São José dos Campos é bem apertada: 7,58% elegeram o estrogonofe como seu prato preferido; 6,06% preferem churrasco;
6,06% gostam mais de lasanha; 5,30% preferem arroz, feijão, bife e batata frita, uma comida bem brasileira. Outros 5,30% gostam de massas, em geral, de macarrão a pizza.

Qual estilo de música você prefere ouvir?

Som na caixa, que o joseense é bem eclético. A essa pergunta, 23,58% dos entrevistados disseram preferir sertanejo; 16,04% gostam de rock; 14,15% disseram gostar da boa e sempre atual MPB; 12,26% gostam mesmo é de um bom forró; e 11,32% disseram preferir música gospel, com citações ainda ao pagode, funk e música erudita.

Que personalidade joseense é a “cara” de São José dos Campos?

Na “capital do avião”, o engenheiro Ozires Silva não poderia faltar na lista de personalidades mais citadas. Mas ele não está só: a lista dos mais citados inclui Zé Mira; o volante Casemiro, titular da seleção brasileira; a nadadora Fabíola Molina, eterna sereia das piscinas; os apresentadores Tiago Leiffert e Jonas Almeida; além do poeta Cassiano Ricardo e o ex-prefeito Emanuel Fernandes. Mas, vejam só, 62% dos entrevistados não citaram ninguém.

Qual o seu lugar de lazer preferido em São José dos Campos?

Isso é que é qualidade de vida: três dos quatro pontos de lazer preferidos do joseense são parques públicos. O Parque da Cidade lidera esse ranking, com 66,04% das citações, seguido do Vicentina Aranha (10,38%) e do parque Santos Dumont (5,66%). No meio de tantos parques, em terceiro lugar nas citações surgem os shoppings, pontos de lazer preferidos para 8,49% dos entrevistados.

Qual é o principal “cartão postal” de São José dos Campos?

Nesse ponto, uma surpresa: terá São José um novo “cartão postal”? Segundo a pesquisa ACI/Unitau, a resposta é sim: 45,28% dos entrevistados apontaram o Parque da Cidade como o principal “cartão postal” de São José, seguido pelo Banhado (31,13%). Empatados com 5,66% também foram citados o Arco da Inovação e os parques Santos Dumont e Vicentina Aranha.

Você pratica atividade física? Com que frequência?

O joseense é adepto do “mexa-se”, segundo a pesquisa ACI/Unitau: 58,48% dos entrevistados disseram praticar atividade física contra 38,68% que confessaram que não, não praticam e 2,83% que não quiseram responder. Sobre a frequência da atividade física, varia: 20,75% disseram praticar duas a três vezes por semana; 16,98% afirmaram ir à luta todos os dias; 12,26% responderam que praticam atividades físicas uma vez por semana; e 8,49% disseram praticar atividades físicas de quatro a seis vezes por semana.

Qual o seu time de futebol do coração?

E agora? Bem, essa questão sempre vai gerar polêmica, mas pesquisa é pesquisa. E a pesquisa ACI/Unitau mostra que o Corinthians é o time com maior torcida em São José dos Campos, com 28,30% dos entrevistados, seguido do São Paulo (18,81%), Santos (8,49%) e Palmeiras (6,60%). O São José aparece com 1,89% das citações e 4,72% disseram torcer para outros times. Com um adendo: 25,47% dos entrevistados disseram não gostar de futebol.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho

Artigo aborda as lives próprias

Lives próprias: um novo negócio a favor das marcas

por Rodolfo Darakdjian, da OPL Digital”

Assim que a quarentena teve início, em março desse ano, uma enxurrada de lives tomaram a internet.

Eram artistas dos mais variados gêneros que, impossibilitados de irem aos palcos, viram nesse formato uma boa forma de conexão com seus públicos também, quem sabe, de gerarem alguma receita.

Image by Nadine_Em from Pixabay

Acompanhamos então por semanas, lives sertanejas, infantis, pagodeiras ou regueiras; enfim, estava todo mundo lá. De segunda a segunda, por volta das dezoito horas, com certeza, tinha uma live perto de você.

Com esse boom, modelos comerciais foram criados e levados ao mercado e discussões até então desconhecidas, surgiram, como o fato de artistas consumirem bebidas alcoólicas durante os vídeos; e de repente essa história de live acabou virando uma boa oportunidade para marcas também buscarem conexão com seus públicos nesse momento em que muita gente estava presa dentro de casa.

Passados alguns meses, todos já estavam mais conformados com a situação da pandemia, já cientes dos novos hábitos e até, de certa forma, alguns segmentos do mercado retornando suas atividades lentamente.

Nesse cenário, porém, é interessante notar que as lives deverão continuar por muito mais tempo na vida dos brasileiros. Elas continuam lá, com seu público fiel, levando entretenimento toda noite, de segunda a segunda por volta das 18 horas… seja pelo Instagram, pelo YouTube ou qualquer outra ferramenta.

Porém, o que se nota agora, ou de alguns meses pra cá, é que – se antes as marcas embarcavam suas mensagens a custos altíssimos em conteúdos de artistas – agora essas mesmas marcas começaram a perceber que podem criar seus próprios conteúdos. Bom, não?

Nas últimas semanas, marcas como C&A e Renner usaram seus perfis em mídias sociais para buscar conexão com seus consumidores. Interessante notar que, na maioria das vezes, utilizaram o espaço para discutir questões sociais ou de categoria, não necessariamente esfregando o produto em tela.

Seria essa então uma nova tendência na comunicação de marcas num pós-pandemia? Na divulgação das lives de marcas que estavam pulverizadas pela internet, formatos comerciais citavam data e hora da live e o botão de ação já possibilitava ao usuário que, ao clicar, o evento fosse diretamente levado ao seu calendário.

Novos tempos! E sua marca, já pensou em construir lives para melhor dialogar com seus consumidores?

Fonte: Creativosbr – Daniella Azzoni