Evento sobre email mkt

emmbrasil

Programação (eventualmente sujeita a alterações):
 
8h30 Credenciamento
9h Abertura – Jonatas Abbott, Dinamize.
9h Palestra “Tendências e novidades do E-mail Marketing no Brasil e EUA” – Rodrigo de Almeida, Dinamize.
10h Case Tecnisa – Paulo Schiavon
10h40 Como entregar uma experiência digital compensadora – Renato Rosa 
11h20 Palestra “A nova classe média e a internet” – André Torreta.
12h30 Almoço Livre
14h Cases: Tramontina e Qix – Paulo Kendzerski, WBI.
14h40 Palestra “Oportunidades e riscos no monitoramento de redes sociais” – Edney Souza, Pólvora.
15h40 Coffee Break
16h10 Palestra “A No-Panic Plan to Overcome Inbox Placement Challenges” – Matt Blumberg, Chairman e CEO da Return Path, A maior empresa do mundo voltada a certificação e entregabilidade de e-mail marketing. 
17h10 Case Click On – Claudia Woods
18h Sorteio de 1 iPad e Encerramento

O que: e-mail Marketing Brasil 2011 – Edição São Paulo
Onde: Sheraton São Paulo WTC
Av. Nações Unidas 12559 – Brooklin Novo – São Paulo, São Paulo
CEP 04578-950 · Brasil
Telefone: +55 11 3055 8000

Investimento:

Profissionais: R$ 150,00

Mais informações: emmbrasil@dinamize.com.

Pesquisa sobre Videos On Demand

Pesquisa feita pelo Advanced Advertising Media Project (AAMP) recentemente divulgada nos Estados Unidos revelou que, apesar de haver grandes oportunidades para publicidade em serviços gratuitos de vídeo on-demand, uma série de questões importantes ainda precisa ser abordada. A pesquisa aponta que há no setor a crença de que os serviços gratuitos de VOD têm potencial de desempenhar um papel importante no ecossistema de televisão como plataforma de marketing de relacionamento entre anunciantes e consumidores. A pesquisa revelou que o setor considera o VOD um meio com muito potencial, mas que enfrentará dificuldades pela falta de práticas comerciais estabelecidas. 

Para os entrevistados, uma medição que aborde as ferramentas de audiência já usadas na indústria é fundamental para ajudar os anunciantes a entender o valor das inserções no conteúdo distribuído sob demanda. Além disso, os players ouvidos acrescentaram que uma pesquisa junto ao público consumidor será necessária para avaliar a percepção que se tem do VOD, bem como as reações à propaganda neste contexto. 

Participaram da pesquisa A&E Television Network, Cablevision-RASCO, CBS, Combe, Comcast, Digitas, Discovery, Fox, General Motors, Interpublic Group (IPG), Mediasmith, MediaVest, NBCU, Rainbow Media e Starcom. A pesquisa está disponível no link http://aamp.blackarrow.tv (Joseph O’Halloran)

Com informações TelaViva

Fonte: http://midiarj.org.br/content/estudo-mostra-que-compreender-o-comportamento-do-assinante-%C3%A9-fundamental-para-faturar-com-vo

O SMS e o mobile marketing

Apesar dos avanços tecnológicos, SMS ainda reina no mercado mobile

No universo do marketing, apesar de toda a evolução promovida por aplicativos para plataformas móveis como iPhone e iPad, o SMS via celular ainda é uma ferramenta de mídia muito eficaz para levar uma mensagem ao consumidor a qualquer hora e em qualquer lugar. Ao bom e velho torpedo são dedicados muitos esforços de mídia comandados por Paulo Henrique Ferreira, gerente executivo de mídias digitais do Grupo Lance! e por Mariana Miranda, head of sales da agência Hanzo Rio.

“É a única mídia que está 24 horas com o cliente”, ressalta a publicitária no evento ‘Mobile marketing e a interatividade digital’, promovido pela Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (AmCham Rio), em 6 de abril. Para Paulo Henrique, explorar as potencialidade do SMS está entre as prioridades da unidade de negócio digital do Lance!, que engloba o Portal L! Mobile, versão web do serviço de distribuição de conteúdo esportivo via celular. “O desafio é ser sempre mais criativo, investir em ações de interatividade e estimular esse canal.”

As estratégias das ações de mobile marketing têm abraçado com entusiasmo as possibilidades oferecidas por tablets – em 2010, foram vendidos 100 mil no Brasil – e smartphones – o país fechou fevereiro com 22 milhões de telefones 3G –, mas as vantagens do Short Message Service, segundo os convidados do encontro, são maiores. “Além de alcançar o consumidor até no momento da compra, é possível escolher a faixa horária em que a mensagem será enviada, seleção do target de acordo com o perfil desejado, além da máxima atenção do cliente no recebimento do SMS”, lista Mariana. “O SMS é a principal experiência bem-sucedida de conteúdo pago”, completa o executivo do Lance!.

Paulo Henrique e Mariana destacam em uníssono a preocupação com a qualidade do conteúdo e a relevância da mensagem, levando em conta que é um serviço cobrado e pode ser considerado invasivo. “Há um compromisso com o leitor de nunca deixar o envio no ‘piloto automático’. Mantemos três profissionais que editam o conteúdo para SMS, Portal L! Mobile e outras editorias”.

O cuidado com a relevância da mensagem pode ser ainda maior nas ações publicitárias voltadas para a mídia móvel, uma plataforma de comunicação direta com os consumidores. “O celular é um objeto muito pessoal e é fácil o usuário sentir que sua privacidade foi invadida”, lembra Mariana.

A responsável por novos negócios da Hanzo citou números da recente pesquisa Monitor Acision 2011 indicando que 89% dos usuários entrevistados afirmaram ter recebido mensagens com algum tipo de propaganda. O mesmo estudo apontou que 79,1% dos consultados afirmaram estar dispostos a receber mensagens em seus celulares, desde que sua privacidade seja respeitada. O maior receio é de que a campanha seja identificada como spam e rejeitada pelo usuário. Hoje, de acordo com resolução da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as operadoras de telefonia estão proibidas de enviar mensagens sem autorização do cliente, o chamado ‘opt-in’.

Para Mariana, além de garantir a relevância da mensagem, os desafios para os criadores de campanhas de marketing que utilizam essa mídia incluem lidar com os consumidores como indivíduos e não como massa, fazer o melhor uso dos benefícios do celular, além de compreender melhor o papel do celular no marketing mix. “Não dá mais para pensar no celular apenas como a ‘cereja do bolo’ das ações”, afirma.

Fonte: http://www.nosdacomunicacao.com/