Levantamento aponta crescimento no alcance e nos likes de centenas de criadores de conteúdo

Quarentena aumenta em 60% comentários em posts de influenciadores no Instagram

Levantamento feito pela Celebryts nas últimas semanas mostra ainda crescimento de quase 16% no alcance e 9% nos likes de centenas de criadores de conteúdo que estão trabalhando em campanhas com a startup de marketing de influência

A Celebryts, startup focada em marketing de influência, fez um levantamento com centenas de criadores de conteúdo nesta época de quarentena e identificou aumento de 60,89% nos comentários em diferentes posts dos perfis no Instagram destes influenciadores. Além disso, os perfis analisados mostram crescimento de 15,73% de alcance e 9,06% de aumento nos likes dos conteúdos postados.

Os dados foram enviados por influenciadores que estão trabalhando em campanhas com a Celebryts atualmente. Foram analisados três posts de cada criador de conteúdo que correspondem ao período de três semanas: a passada, cuja quarentena começou, e as duas anteriores. O objetivo da análise é identificar o comportamento do mercado neste período, conta Leandro Bravo, co-fundador e CMO da Celebryts. “Temos plena consciência da situação delicada e acreditamos que um dos nossos papéis essenciais é o consultivo. Identificando como o mercado está se comportando, conseguimos ajudar nossos clientes e parceiros a pensar em ações criativas para fortalecer os criadores e as marcas num momento tão delicado como o da pandemia que estamos vivendo”, explica.

Outro ponto identificado foi a diversificação de conteúdos. Os criadores passaram não só a falar de outros temas, além dos nativos de seus canais, mas também apresentaram os conteúdos em novos formatos. “O uso das lives passou a ganhar força tanto pelo fato das pessoas terem mais tempo de consumir os conteúdos, como também como alternativa para que os criadores, principalmente aqueles que trabalham em equipe, possam manter sua produção em dia em tempos de isolamento”, conta Leandro.

Outro movimento interessante observado pela Celebryts foi o crescimento de procura de marcas que nunca trabalharam com marketing de influência. “Notamos um crescimento de cerca de 25% nos pedidos de orçamentos e campanhas por empresas que nunca fizeram ações com influenciadores”, ressalta o especialista.

A análise também foi essencial para a base de clientes da Celebryts. Com os dados em mãos e a identificação do cenário atual foi possível traçar uma estratégia para adaptar as campanhas no ar. “Sabemos da delicadeza do momento e que o principal foco é a saúde das pessoas, mas entendemos que apesar de sabermos que todas as vidas importam, precisamos fazer nossa parte para ajudar a economia e o marketing de influência se firma como uma das principais soluções. Entendemos que é chegada a hora de criar oportunidades sem ser oportunista e tratar a situação com o cuidado e sutiliza que merece, tentando conciliar a segurança de todos com ações que movimentam o mercado”, diz.

Os dados da análise foram cedidos por influenciadores que estão trabalhando em campanhas da Celebryts em diversas marcas. Todas as informações foram tabuladas e analisadas pela equipe de inteligência de mercado da Celebryts juntamente às informações da plataforma proprietária. “Sabemos das incertezas, mas acreditamos que seja pontual e, por isso, não podemos nos deixar abalar. Então, estamos trabalhando de forma criativa para nos movimentar e ajudar toda nossa cadeia”, conclui.

Fonte: Luísa Pinheiro | Comunicação

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O crescimento dos marketplaces no Brasil

Estudo aponta tendência de crescimento dos marketplaces online brasileiros

Apesar da liderança do Mercado Livre e B2W, mercado brasileiro apresenta grande fragmentação do setor, com destaque para o investimento feito pela Amazon no Brasil. Resultado indica forte tendência ao crescimento do setor nos próximos cinco anos

Gabriel Lima, CEO da Enext: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos”

Nos últimos anos o mercado de comércio eletrônico tem sido impulsionado pelos marketplaces, lojas virtuais que fazem a intermediação da compra entre o consumidor e o vendedor. Este modelo de intermediação de vendas online tem ajudado o mercado de e-commerce a manter os altos índices de crescimento, e para entender o comportamento da indústria no setor, a Enext, empresa focada em soluções para negócios digitais, realizou a 1º edição do estudo “O comportamento da Indústria nos Marketplaces Online Brasileiros”. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de janeiro de 2020.

O segmento de moda, esportes e acessórios teve a maior representatividade, com 23% das respostas, seguido pelo setor de serviços (que contempla serviços financeiros, viagens, entre outros ) com 18%. Em terceiro lugar, com 15%, houve um empate entre os setores de alimentos & bebidas e eletroeletrônicos & telefonia. Também tiveram relevância no estudo as empresas das áreas de beleza & saúde, com 10% das respostas, e materiais de construção, com 5% dos respondentes. Outros setores que apareceram na pesquisa foram os de móveis & acessórios, automotivo, químico, livros e brinquedos.

Quando perguntadas sobre quais marketplaces costumam utilizar para a venda de seus produtos, o Mercado Livre e a B2W apareceram como os principais players, com 68% e 60% das respostas, respectivamente. Nomes de grande relevância no mercado, como Magazine Luiza, Via Varejo e Amazon, apareceram logo em seguida, todos com 44% das respostas. De acordo com Gabriel Lima, CEO da Enext, estes números mostram a grande fragmentação do setor no mercado nacional, pois as empresas acabam comercializando através de diversos marketplaces, diferente do que ocorre em mercados mais desenvolvidos como os Estados Unidos e a China, onde a Amazon e Alibaba detêm quase que a totalidade do mercado, respectivamente: “No entanto, podemos perceber o resultado do investimento que a Amazon tem feito no Brasil, pois em pouco tempo conseguiu uma grande relevância e já tem o trafego de seu website superior a grandes varejistas”, afirma.

Ao analisar o estudo, Gabriel destaca ainda que há muito espaço para as empresas comercializarem seus produtos por meio destas plataformas, pois quando perguntadas se atualmente estão vendendo seus produtos em marketplaces, 45% afirmaram que ainda não utilizam o canal online para vendas: “Este número pode ser considerado bastante elevado, visto que a presença online das categorias e dos segmentos analisados já possuem vendas online quase em sua totalidade”, avalia.

Ao buscar entender os motivos pelos quais as empresas ainda não comercializam por meio de marketplaces, 38,9% afirmaram não ter conhecimento ou recursos disponíveis. Já as questões de ser irrelevante para o mercado, assim como o problema de conflito de canal, aparecem em segundo lugar, com 1/3 dos motivos pelos quais não são feitas vendas, deixando o quesito margem de vendas em último lugar, com pouco mais de 20% das respostas.

Apesar de ver os marketplaces como concorrentes, empresas reconhecem a importância dos players para os seus negócios

A maior parte das empresas que vendem por meio de marketplace preferem fazer de forma direta. 87% responderam que elas mesmas vendem e operam o relacionamento com o cliente: “Essa prática é feita pela maioria tanto para capturar as margens dos intermediários, eliminando os processos de distribuição, quanto para ter um relacionamento mais próximo com o seu consumidor, buscando entender o seu comportamento com uma quantidade e qualidade maior de informações e atendê-los com melhor nível de qualidade de acordo com as características de sua marca e posicionamento”, ressalta Gabriel.

Com relação à competição, 72,5% das empresas entendem que há uma concorrência entre os mesmos produtos por parte de elos diferentes da cadeia dentro de um mesmo marketplace, mas 80% delas acreditam que o canal se tornará um modelo relevante de negócios nos próximos cinco anos, sendo que mais da metade acredita que mais de 25% das buscas acontecerão por meio desse canal, enquanto mais de 1/3 acredita que 40% ou mais das buscas virão dos marketplaces: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos Marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos, assim como a relevância e importância do negócio”, avalia Gabriel, ao afirmar que o estudo realizado pela Enext mostra que o Marketplace, efetivamente, já é uma realidade para as empresas, mas que existe uma oportunidade latente: “Muitos players não estão comercializando seus produtos no canal, e os que estão ainda têm um grande desafio para potencializar a adoção”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Motim.cc – Bruno Lino

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Acit em apoio ao empresariado

ACIT oferece apoio ao empresário e cria canal direto em seu site

Desde o início dessa crise de saúde que o país enfrenta, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) vem atendendo as orientações dos órgãos de saúde e governos, inclusive a de manter as portas fechadas para atendimento presencial por um período de quinze dias.

Imagem de mohamed Hassan por Pixabay

Porém, continua cumprindo o trabalho de fornecer apoio e informação aos empresários associados.

Entre as ações que vem sendo realizadas, a ACIT criou um canal em seu site para tirar as dúvidas em relação a Medida Provisória 927 do Governo Federal, que estabelece modificações de natureza trabalhista.

Lá, os departamentos responsáveis auxiliam o empresário e seus funcionários nas mais diversas questões, tais como: As medidas trabalhistas estabelecidas pelo Governo Federal são definitivas?; Quais medidas podem ser adotadas pelas empresas de acordo com a MP nº 927?; No caso de antecipação de férias, o empregado terá direito ao acréscimo de 1/3 previsto na Constituição Federal?; entre tantas outras.

O endereço para consultar as informações, tirar dúvidas e enviar suas questões é o http://www.acitaubate.com.br.

Para enviar seus questionamentos não precisa ser associado, basta acessar e fazer sua pergunta que em breve a ACIT retorna com a resposta, que fica visível e disponível a todos.

Além disso, a Associação tem feito vários tipos de comunicação para que, tanto empresários quanto população, valorizem o comércio local, de bairro, empresas menores e autônomos para que esses sobrevivam a esse momento.

Outras medidas também vêm sendo tomadas para auxiliar e fortalecer nosso comércio nesse momento de instabilidade, tanto na área da saúde quanto na área econômica. Essa é uma situação muito particular, nunca vivenciada e cada dia é um novo dia. A Acit vem avaliando todas as circunstâncias para poder auxiliar e orientar os empresários nesse momento, tanto no âmbito de ações quanto no âmbito das consultorias, que estão sendo feitas de modo remoto e online.

Fonte: Assessoria de imprensa – Bruna Abifadel

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O que vai fazer as vendas crescerem no e-commerce

10 tendências para alavancar as vendas no e-commerce em 2020, após passar a onda do covid-19

Em tempos de covid-19, o número de empresas apostando na estratégia Omnichannel para valorizar suas ações de vendas no universo online é cada vez maior. Pesquisas revelam que uma quantidade expressiva de marcas adota pelo menos uma medida relacionada à técnica de vendas por Omnichannel, para proporcionar uma melhor experiência ao cliente.

Imagem de justynafaliszek por Pixabay

A técnica consiste na integração de vendas e atendimento a consumidores entre lojas físicas e virtuais, permitindo que o cliente transite facilmente entre os canais on-line e off-line de uma loja, com o objetivo de melhorar a sua experiência de compra. Mas lembre-se: neste momento, tem de ficar em casa, compras apenas virtuais!

O fato é que também cresceu o número de empresas que passaram a dar mais valor a propiciar ao cliente uma agradável experiência, tirando o foco do resultado imediato e apostando mais no processo como um todo.

Baseado nesse conceito e aliado a inúmeras inovações tecnológicas acessíveis no mundo virtual, vários profissionais de ponta atuantes no e-commerce constataram 10 tendências que levarão marcas na direção de adotar e até se aprofundar na lógica de vendas do Omnichannel, para obter sucesso nos negócios. O CEO e fundador da MT Soluções, Mateus Toledo, reuniu quais são essas tendências:

1 – Melhorar o check-out – investir em sistemas para simplificar essa etapa final, que informem de maneira mais clara o cliente sobre dados, como forma de pagamento e taxas de juros ou a possibilidade de armazenar algumas das informações obtidas ao longo do percurso, durante a sondagem.

2 – Investir em suporte – pesquisas apontam que, no ano passado, aproximadamente U$ 75 milhões foram perdidos devido a problemas com mau atendimento. Isso leva a supor que as grandes possibilidades abertas com as estratégias de Omnichannel não têm sido acompanhadas por bons processos de atendimento. Uma das apostas para o próximo ano para atuar nessa falha é o bate-papo ao vivo.

3- Da campanha para o cliente – as campanhas de marketing também vão buscar formas de atrair a empatia do cliente individualmente, e não mais baseada num “modelo ideal” de consumidor. Será tarefa do das estratégias de marketing levar a cabo esse processo. As inúmeras inovações e ferramentas tecnológicas empregadas em e-commerce, deixam o cliente repleto de opções e mais capacitado para realizar suas escolhas. Assim, ele será mais fácil de ser decifrado, facilitando a adoção de técnicas para a sua satisfação.

4 – As marcas caminham para um conteúdo humanizado – uma das visões que mais têm se desenvolvido no Omnichannel é a de que as marcas precisam ir ao encontro do cliente.

No Google, por exemplo, foi lançada uma nova ferramenta de análise, o BERT, com a função de entender melhor a mensagem que os lojistas querem passar para seu cliente, por meio de campanhas, redes sociais, descrições de produtos, dentre outros. Assim, quanto mais conteúdo informal, melhor essa ferramenta passará as informações para a A.I (Artificial Intelligence) do Google, com maior precisão.

O resultado é mais sucesso nas campanhas da empresa, que disponibilizará um conteúdo completo para o cliente e automaticamente aguçar a sua curiosidade, fazendo com que ele tenha uma experiência “Omnichannel”.

5 – Aperfeiçoamento na integração de ferramentas – No Omnichannel, ao mesmo tempo em que você pode estar impulsionando o seu programa de fidelidade, consegue também oferecer o suporte a uma dúvida do cliente. Essa possibilidade de integrar ferramentas de comunicação, seja pelo celular, telefone, e-mails, redes sociais ou chat, resultou numa experiência muito dinâmica, que tem o efeito de manter o cliente conectado a sua marca, por meio de uma relação que é não mais somente a de comprar um produto.

Com essa integração oferecida pelo Omnichannel você pode ir mais além, usando recursos como convidá-lo para lançamentos de produtos restritos a clientes especiais ou surpreendê-lo com anúncios e ofertas de produtos com os quais ele se identifique bem.

Imagem de salcapolupo por Pixabay

6 – Marcas de menor impacto poderão ter seu espaço – o avanço das ferramentas de A.I (Artificial Intelligence) no e-commerce, vai intensificar a ascensão nos mercados digitais de marcas menores, que até bem pouco tempo não apresentavam condições de concorrer com aquelas mais estruturadas.

Hoje, por exemplo, o SEO (ferramenta que otimiza mecanismos de busca no Google), é um grande aliado das marcas menores. Na prática, o SEO oferece um conjunto de técnicas de otimização para sites, blogs e páginas na web, visando alcançar bons rankings orgânicos gerando tráfego e autoridade para um site ou blog. Ou seja, quanto mais o site de uma empresa for recheado de informações que preencham os anseios e dúvidas dos consumidores, mais as chances das empresas de marcas menores estarem no topo da lista de pesquisa do Google, ganhando a chance de competir com marcas maiores.

7- On-line e off-line mais juntos – Muito embora o volume de transações on-line seja crescente, especialistas apostam no grande aumento de estratégias que visam trabalhar on-line e off-line em conjunto. Ou seja, serão mais comuns as situações em que alguém utilizará o histórico de busca por um produto na internet – incluindo o que consultou por chat ou atendimento eletrônico – para avaliar o produto pessoalmente na loja física. Isso depois que passar a onda do covid-19, claro. Por outro lado, alguém pode estar comprando off-line e ser convidado por um atendente a adquirir também um outro produto com uma oferta só disponível on-line.

8 – Poderá ser o ano da Realidade Aumentada – essa tecnologia vai possibilitar o conhecimento com mais detalhes dos recursos e dos vários aspectos de um produto por meio das vendas on-line.

O fato do cliente não poder ver pessoalmente ou sentir o produto trazia desconfiança na hora da compra on-line. Agora, com a poderosa ferramenta de Realidade Aumentada é possível exibir o produto por outros ângulos ou simular o seu uso em circunstâncias semelhantes àquelas em que ele será empregado na vida real.

Essa possibilidade gera maior confiança do consumidor em relação ao produto que será adquirido e certamente agregará mais força ao e-commerce nos próximos anos.

9 – Também poderá ser a vez da Internet das Coisas – imagine estar andando num shopping e resolver parar numa loja apenas porque recebeu uma notificação de que o aniversário de uma pessoa próxima está chegando e essa loja afirma ter algo sob medida para você dar a ela de presente.

A integração da IOT com o marketing deverá ter grande peso na construção de arquiteturas, como essas para culminar numa experiência marcante e radical ao cliente.

10 – Aprofundamento na personalização do atendimento – o Omnichanel vem para agregar as marcas quando o assunto é proporcionar uma experiência de venda diferente do que seus consumidores estão acostumados. A estratégia é sim, para agregar valor à marca e gerar um diferencial sobre seus concorrentes, claro que pensando sempre no cliente. O objetivo de as empresas adotarem essa estratégia é focar em crescimento de marca e atendimento personalizado para seu cliente.

Quando o cliente chega na página de check-out da loja virtual e se depara com mais opções do que o comum, a chance de ganhar esse cliente para ser fiel a sua marca é muito maior.

Assim, serão mais investimentos em integração de plataformas, monitoramento do percurso do cliente, tomada de dados e informações e investimento em tecnologias, visando a possibilidade de um atendimento cada vez mais pessoal e personalizado. Essas tendências serão muito mais acentuadas assim que passar toda essa situação de covid- 19.

Fonte: Case Comunicação Integrada – Cristiane Pinheiro

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Jornalista descomplica a economia no Instagram

Jornalista do Vale do Paraíba ensina economia no Instagram

Aproveitando o período de quarentena, o jornalista Gabu Camacho de São José dos Campos ensina finanças pessoais de graça nas redes sociais

A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) fez as pessoas pararem na chamada quarentena, em que muitos estão ficando em casa e realizando suas atividades por meio do computador. Trabalho, escolas e universidades tem adotado cada vez mais os métodos de ensino à distância, que motivam as pessoas a consumirem mais conteúdo na internet.

Com base nisso, o jornalista Gabu Camacho, de São José dos Campos, também usou das ferramentas online para repassar seus conhecimentos em economia e finanças pessoais, mas com uma diferença: DE FORMA TRADUZIDA.

Tudo começou na faculdade, quando Gabu, ainda estudando Jornalismo, se interessava pelas pautas de economia e explicava conceitos complicados aos amigos de forma mais simples e com muito humor. “As pessoas assistiam ao noticiário e não sabiam sequer o que significava a queda da taxa Selic, por exemplo”, conta Gabu. Foi então, que em dezembro do ano passado criou o Jornalista Econômico (@jornalistaeconomico no Instagram), uma conta para desmistificar o “economês” e fazer com que as pessoas entendessem de fato o que estava sendo dito nas notícias.

A conta tem alcançado cada vez mais pessoas e atingiu a marca de 400 seguidores em menos de dois meses. Além de explicar os conceitos, Gabu agora comenta as principais notícias do dia com as pessoas que acompanham a conta. “Eu quero que as pessoas entendam o que acontece de fato no país e saibam que falar sobre dinheiro é necessário, não é um tabu”, completa.

Durante a quarentena, Gabu, agora chamado de Jornalista Econômico pelas pessoas que o seguem, preparou um intensivão de conteúdos gratuitos que são divulgados duas vezes ao dia no Instagram e no seu site, apelidado de #QuarentenaFinanceira. A ideia é que as pessoas aproveitem o tempo em casa e reflitam sobre como podem melhorar sua relação com a economia e com suas finanças pessoais e familiares.

Jornalista Econômico

Instagram: @jornalistaeconomico (https://instagram.com/jornalistaeconomico)

Facebook: Jornalista Econômico (https://facebook.com/jornalistaeconomico)

Blog: www.jornalistaeconomico.com

Fonte: Helpis

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Veibras faz força-tarefa para atender manutenções de carros da Polícia Militar

Após decreto do governador do Estado, a oficina de São José dos Campos antecipou manutenções e atendimentos especiais

A oficina da concessionária Veibras de São José dos Campos está aberta excepcionalmente nesta terça e quarta (24 e 25) em uma força-tarefa para adiantar a manutenção já prevista de veículos da frota da Polícia Militar.

A empresa acionou a Polícia Militar para um agendamento emergencial de veículos que estavam com a manutenção próxima do vencimento e também recebeu pedidos de manutenção de veículos que não estavam previstos para serem atendidos no momento, mas que podiam precisar de serviços essenciais como troca de óleo e revisão geral do funcionamento.

Nesses dois dias, a Veibras atende carros de todo o Vale do Paraíba e Litoral Norte. A ideia é que os veículos não fiquem sem a manutenção necessária em época de pandemia pelo Coronavírus (COVID-19) e que os funcionários possam se preservar do contágio durante o período estipulado como quarentena. “Foi um trabalho realizado pelos dois lados. Nosso setor de agendamento ligou para os veículos que estavam com a manutenção próxima do vencimento e também recebeu os pedidos de revisão para aqueles que eram necessários. Ficaremos durante esses dois dias fazendo essa força-tarefa”, disse Valderson Ponte Viana, gerente de serviços da oficina da Veibras.

A decisão da Veibras colabora para manter a segurança nas cidades do Vale do Paraíba e auxilia o governo do Estado no combate a pandemia do novo Coronavírus.

Possante

A Veibras também continua captando inscrições para o concurso Possante Novo, lançado há duas semanas em Caraguatatuba. Nessa primeira fase, os candidatos podem cadastrar a sua história por meio do site http://www.possantenovo.com.br/.

Fonte:Matéria Consultoria&Mídia – Gabriel Camacho

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Vamos em frente

O ritmo caiu. A vontade não!

Este blog vem fazendo um esforço para continuar trazendo informação e reflexão sobre as coisas que giram em torno de nossa linha editorial: propaganda, marketing, comunicação, inovação e negócios.

Fica óbvio para todos, entretanto, que o atual momento de reclusão impôs uma séria restrição das atividades de nosso setor, assim como o fez em praticamente todos os setores da atividade industrial.

A comunicação mercadológica vem dando belos exemplos aqui e ali. Várias empresas têm tido um posicionamento exemplar no enfrentamento da pandemia do Covi 19. E várias peças e ações muito bacanas estão surgindo.

Seguimos na luta para trazer novidades e conhecimento. Naturalmente também estamos experimentando uma queda no ritmo de postagens, já que não tem acontecido muita coisa. Mas estamos atentos e fortes.

Cuidem-se!

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Covid-19, influenciadores e e-commerce

Os influenciadores digitais e os desafios do e-commerce em tempos de isolamento social

por Thiago Cavalcante *

A cada decisão anunciada pelas autoridades como forma de combater a pandemia do COVID-19 cresce a importância do e-commerce no cenário nacional. Com a restrição aos shoppings e o fechamento das lojas de rua este canal começa a despontar como destino natural para suprir as necessidades cotidianas.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Neste sentido, certamente num primeiro momento haverá um aumento do número de consumidores que serão praticamente obrigados a optar pelas compras on-line à medida que evitam locais públicos. Por outro lado, também pode ser uma fonte de preocupação a existência de problemas na cadeia de suprimentos como a escassez de produtos ou dificuldades de logística.

Seja como for, a verdade é que o país está entrando num momento no qual a empatia, a sensibilidade e a solidariedade serão muito valorizadas. Presas em suas casas, as pessoas desejarão ouvir vozes conhecidas, ver pessoas amadas e buscar informações de alguém em quem possam confiar.

As marcas mais atentas a este sentimento poderão corresponder às expectativas de seus clientes com soluções que agreguem inteligência artificial a influenciadores digitais. Nelas a tecnologia teria a função de evitar a superexposição e a sensação de que alguém está querendo tirar vantagem de um momento tão difícil para o país. Para isso, seria necessária a inserção do influenciador apenas no momento certo e com a mensagem corretamente adaptada a cada situação.

Mandar vídeos com algum famoso sugerindo algum produto para um mailing geral seria um suicídio de imagem tanto para a marca como para o famoso. Então a Inteligência artificial entra fazendo sua mágica de entender o comportamento do consumidor por meio de sua navegação nos e-commerces e detectar o momento e a forma de fazer com que a participação do influenciador seja recebida como uma ajuda bem vinda na hora certa e não como uma exploração comercial insensível.

Mas como se faz isso?

É possível, por exemplo, detectar que alguém se interessou por um produto no site, avançou no processo para sua compra, mas quando chegou na parte do pagamento, achou o preço muito alto e desistiu, deixando o carrinho virtual abandonado.

Imagem de rottonara por Pixabay

Então, somente as pessoas que passaram por todo este ciclo seriam abordadas em seus canais de comunicação (redes sociais ou próximas visitas ao e-commerce) com vídeos de influenciadores digitais relembrando seu interesse por aquele produto e oferecendo insumos para que a compra seja executada.

Estes insumos podem ser desde informações sobre os benefícios do produto, depoimentos sobre seus efeitos até descontos no preço, oferta de condições de pagamentos diferenciadas em relação à exposta a todos no site e isenção de cobrança de frete, por exemplo.

Uma pesquisa recente do Ibope Inteligência mostrou que 52% dos internautas brasileiros seguem influenciadores digitais em redes sociais. O estudo diz ainda que 50% dos que responderam confessaram que se sentem influenciados em relação aos produtos e serviços que essas personalidades indicam nas plataformas.

A distância das famílias e amigos durante o período de isolamento social tem um potencial de fazer com que este poder de influência cresça muito nas próximas semanas. Que ele seja usado na hora certa, da melhor forma possível e com a máxima empatia, sensibilidade e a solidariedade.

* Thiago Cavalcante é diretor e sócio-fundador da Inflr, startup especializada em ações com influenciadores digitais que consegue atingir 100% dos seguidores, multisegmentar e direcionar as entregas dentro da audiência de cada influenciador.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa – Rachel Cardoso

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Quais são os desafios numa era de carreiras digitais

Futuro do Trabalho: Os desafios de carreira na era digital

*Por Valdir Scalabrin Superintendente do Instituto da Via de Acesso

A tecnologia impôs mudanças rápidas em todas as áreas das nossas vidas. Cadernos deram lugar a tablets; lousa e giz têm há tempos sua versão digital; enciclopédias tornaram-se Wikipedia etc. A curva das inovações avança de forma progressiva. Enquanto as gerações de nossos pais, avós e bisavós passavam 20 ou 30 anos sem mudanças disruptivas, atualmente não há um dia sequer sem que alguma inovação seja anunciada ao mercado.

Imagem de Eluj por Pixabay

A internet alavancou a inovação a uma velocidade praticamente impossível de ser acompanhada. Segundo o Data Never Sleeps, relatório gerado anualmente desde 2013 pela empresa Domo, a estimativa é que em 2020 o universo digital atinja os 44 zettabytes e que cada pessoa no mundo gere 1.7 MB de dados por segundo. Este volume de dados não para de crescer, e a expectativa é que tenhamos cada vez mais informações disponíveis.

Associado a isso, temos o avanço da Inteligência Artificial que, segundo estudo realizado em 2019 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Microsoft, pode elevar a taxa de desemprego no país em 4 pontos percentuais nos próximos 15 anos, e, no cenário mais agressivo, considerando os empregados menos qualificados, esse aumento deve chegar a 5,14 pontos na taxa de desemprego e 1,56 ponto de aumento de empregos qualificados.

A estimativa do Fórum Econômico Mundial é um pouco mais preocupante. Segundo relatório de 2018 apresentado novamente em 2020, a taxa de automação no trabalho passa de 29% em 2018 para 42% em 2022 e deve ultrapassar os 52% em 2025. Essa taxa de automação influi diretamente no desemprego, por isso a necessidade de aprender novas habilidades tem sido ressaltada nos últimos anos.

Mas a situação não é para desespero, a tecnologia elimina empregos, mas também os cria. Segundo relatório anterior sobre Futuro do Trabalho do Fórum Econômico Mundial, as estimativas são de que 65% das crianças que estão começando a estudar hoje terão empregos que ainda não existem.

Não é por acaso que as teorias que aprendemos na universidade estão sendo revisitadas, reformuladas e até substituídas por algo inteiramente novo. A forma como nos relacionamos, trabalhamos, nos alimentamos ou, ainda, como nos transportamos, talvez esteja sendo alterada nesse exato momento por uma startup, que pode estar dando os últimos retoques no aplicativo que revolucionará nossas vidas, e isso, “mais uma vez”.

O grande desafio atualmente é o de estar sempre aprendendo novas habilidades, alimentando o ciclo do conhecimento e antenado com as novas tecnologias, para não correr o risco da obsolescência profissional e, consequentemente, o desemprego.

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Coluna Propaganda&Arte

Este não pode ser um título click-bait e eu explico os motivos

A redação publicitária para internet ou copywriting está passando por mais uma grande mudança. As estratégias manjadas de títulos impactantes, que criavam suspense sobre o produto ou simplesmente geravam uma necessidade de clique por pura curiosidade estão com os dias contados e eu explico nesse texto os motivos disso.

Você já deve ter escutado sobre como a propaganda pode enganar as pessoas. Na internet, as coisas não andam muito diferentes. São artigos jornalísticos transvestidos de publicidade escondida, manchetes incríveis para chamar a sua atenção a todo custo (mesmo que não seja tão verdade aquele fato) e outras atrocidades que vemos nos anúncios digitais que fazem de tudo para ganhar seu clique.

Os chamados click-baits (conteúdo atrativo que induz o usuário ao clique) que antes eram alvo de estudo e eram referência de um bom texto publicitário para internet, pois geravam mais resultado (CPC, dentre outras métricas), agora estão sendo postos em cheque pelos grandes meios de comunicação, como o Facebook que percebeu esse tipo de estratégia e não gostou nada destes números “forçados”.

Imagem de S. Hermann & F. Richter por Pixabay

As novas políticas dos anúncios estão pegando pesado em textos que criem interações falsas, sem autenticidade. Se você não mostra o produto desde o começo, pode ser barrado. Sua publicidade não será mostrada para mais pessoas como poderia. Ao filtrar e limitar sua divulgação, o Facebook está dizendo que quer mais publicidade focada no produto, mais direta, para gerar conexões mais coerentes com seus clientes. Uma ótima iniciativa, mas que coloca em prova todas as estratégias que até agora as empresas focadas em copy estavam usando. Títulos incríveis para gerar mais interações, mais cliques, mais conversões. Você sabe do que eu estou falando.

A Lei Geral de Proteção de Dados está mudando tudo!

Com essa nova preocupação das grandes empresas de redes sociais, que tem tudo a ver com as mudanças de transparência e uso dos dados pessoais (leia sobre a nova LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados), as empresas de comunicação e as agências focadas em performance estão precisando rever suas estratégias. Como criar conexões mais reais, mais autênticas? Como chamar a atenção das pessoas, não pela curiosidade, mas pelos fatos? Como ser sincero numa publicidade como nunca se foi antes?

Eu tenho meus palpites. Como redator, eu gosto de escrever aquilo que acredito. Isso dá mais veracidade ao meu conteúdo. Publicidade que não me convence, dificilmente vai convencer outras pessoas. Então, ao analisar o produto, serviço ou a empresa que estou trabalhando eu tento encontrar fatos indiscutíveis e trago a tona no meu texto publicitário. Ninguém pode discutir sobre isso, são fatos, são verdades. A partir daí, podemos evoluir e as estratégias para conseguir conexões reais com o público vão variar conforme o nível de interesse do público, do momento de compra ou do funil de venda que ele se encontra.

Você deve estar duvidando de mim:
“Ah, Ricardo, até parece que você como publicitário acredita em tudo que escreve. Acredita em cada propaganda que faz.”

Olha, eu sou bem chato quanto a isso e quem trabalha comigo sabe: eu só escrevo o que realmente acredito. Eu tento sempre ser sincero e trazer ao público verdades da marca. Não acredito que a publicidade tradicional, das marcas perfeitas, tenha futuro, então acredito em valores. E as pessoas também têm valores. Então é nisso que me baseio. E tem dado certo!

Não posso dizer que outros redatores façam como eu, acreditam no que escrevem, mas as mudanças do mercado, como as políticas do Facebook, estão forçando uma nova realidade onde a verdade estará cada vez mais a tona e somente irá sobreviver marcas que estão realmente preocupadas em ser elas mesmas. Marcas “sinceronas”.

Sabe como é, ninguém gosta de conversar com um amigo que seja falso. Isso se aplica às marcas hoje em dia. Os tempos são outros, os títulos são outros e os objetivos também.

Como você tem se preparado para tudo isso? Você clica em qualquer anúncio ou pensa antes de clicar em um título atrativo? Esse é o momento de pensar. Seu clique vale muito!

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