Vaga para atuar em centro universitário

Vaga em um dos maiores Grupos Educacionais do Brasil!

Vaga para Analista de Marketing Digital na Unidade São Lucas – Caçapava

Descrição do Cargo:

Responsável pela execução do plano de mídia online e todo o acompanhamento dos KPIs da área digital. Elaboração de planos e análises para a área, bem como construção de relatórios e páginas na WEB.

Responsabilidades:
• Desenvolvimento de ações de SEO e SEM para geração visitas e leads.
• Planejamento de campanhas de e-mail marketing
• Desenvolvimento ações sociais de mídia e ações de relacionamento com clientes e parceiros.
• Acompanha o desenvolvimento de conteúdo sobre o mercado de e-commerce e envio de newsletter para base de prospects.
• Acompanha novas ferramentas de web, como aplicativos, mobile marketing e e-commerce
• Gestão de Ferramentas como Google Adwords e Google Analytics
• Criação de páginas em WordPress

Qualificações:
Formação superior na área de Marketing, sistemas para internet ou áreas afins. Pós-graduação desejável.
Desejável experiência em gerenciamento de projetos e vivência em agências nas áreas de criação e produção;
Conhecimentos nas ferramentas para desenvolvimento WEB: HTML,CSS3, experiência na edição instalação e configuração na ferramenta de CMS , WordPress.

Enviar e-mail para rh.cacapava@saolucas.edu.br

Boas opções de cursos de extensão

Faap SJCampos oferece diversos cursos

O campus da Faap de SJCampos criou um ótimo cardápio de cursos de extensão. Muitos deles são destinados as áreas de comunicação, propaganda e marketing.

 

Cursos de atualização e extensão são sempre uma ótima saída para nos manter atualizados a custos e prazos bem mais acessíveis.

Confira o menu de cursos aqui.

 

 

Vaga para estagiar em marketing

Vaga aberta em marketing

O estagiário devera:

Desenvolver atividades relacionadas a edições em Photoshop, gerenciamento de redes sociais e atividades de uma loja virtual. Estágio de 6h diárias. Remuneração + Vale Transporte + Seguro de vida

Segmento da empresa: Moda

Características profissionais necessárias:
– Cursando superior em Propaganda e Marketing
– Conhecimento Intermediário/Avançado em Photoshop (banners, montagem de fotos de produtos, remoção de itens em fotos)
– Conhecimento em gerenciamento de redes sociais (Facebook, Instagram, Youtube)
– Criar e interpretar briefing

Características Pessoais necessárias:
– Ser pró ativo com as atividades emergentes
– Trabalho em equipe
– Criativo

Diferenciais
– Ter conhecimento profissional
– Conhecimento na plataforma Trello
– Conhecimento em processos de e-commerce (SEO, edições de fotos para loja, plotagem de material gráfico)
– Conhecimento em Adobe Illustrator
– Conhecimento em edição de vídeo
– Facilidade com plataformas digitais

E-MAIL PARA ENVIAR CURRÍCULO: selecaocvsjc@hotmail.com
Assunto: “Estágio MKT – (Insira seu nome e sobre nome)

Coluna Propaganda&Arte

Resiliência: a palavra da moda tem muito a dizer sobre você

Esta capacidade de se moldar a qualquer situação é louvável. Primeiro, porque demanda treinamento e musculatura exemplares. Depois, porque vai muito além do aspecto físico, estou falando da resiliência emotiva, mental, energética e, quiçá, espiritual.

Resiliência foi a palavra mais pesquisada no Google (Brasil e Portugal) em 2015, o que
demonstra que apesar de muitos já nascerem resilientes, só fomos aprender seu significado poucos anos atrás. (Valeu, Google!)

Qual a importância de ter consciência daquilo que se é?

Se você é resiliente, ótimo. Seus costumes e sua postura no trabalho, em casa, numa
situação adversa, vão continuar assim. Agora, se você toma consciência que possui esse atributo, pode intensificá-lo. E isso serve para qualquer conceito, qualidade ou defeito seu (daí você não intensifica, mas suaviza).

Ao identificar algo, você traz para uma área consciente do cérebro, pode melhorar ou
tirar o foco daquilo que não interessa. Afinal, quanto mais nos conhecemos, e isso faz parte do autoconhecimento, você poderá organizar e administrar suas ações e reações melhor.

Será que você precisa trabalhar a paciência ou a resiliência?

Não se cobre mais do que irá aguentar, vá com calma. Ser resiliente pode ser algo nato
ou aprendido, então veja só.

Bruce Lee, em uma de suas belas passagens, fala que gostaria de ser como a água, que se molda a situações com perfeição. Num copo de água, por exemplo, ela está na forma do copo, e logo se ajusta para sair de lá para qualquer outro local, em um movimento perfeito, adaptando-se e até ferindo o seu oponente, se ela for direcionada com a intensidade e potência necessárias, vide os cortadores industriais que conseguem, através de jatos de água, cortar perfeitamente chapas de metal.

A comparação com a natureza é fundamental, pois desde quando começamos a andar
sob duas pernas, nós gostamos de nos comparar com aquilo que mais se parece com a gente.

Os animais e as outras formas de vida sempre foram inspirações, afinal estamos todos
juntos nessa. Somos diferentes tipos de combinações celulares, moleculares, atômicas, mas somos todos tipos específicos de seres vivendo e convivendo numa mesma frequência espectral, vibracional e energética que nos permite existir e interagir, para o bem ou para o mau, mas nos modificando para evoluir sempre.

Resiliência talvez seja a peça fundamental da evolução.

Os mais resilientes conseguiram fugir dos ursos e animais ferozes que os atacaram,
dando a volta por cima e atacando-os.

Os mais resilientes decidiram se arriscar em uma situação diferente, ao encontrar uma
fogueira ou uma árvore pegando fogo após um raio acertá-la.

As reações mais comuns seriam as mais cômodas: fugir, evitar, não prestar atenção, menosprezar, desviar, despistar ou deitar e dormir em sua caverna escura e segura. Essa não era uma postura resiliente, não mesmo. E não estamos falando apenas de coragem, pois aqueles que se atiravam na boca do tigre também não sobreviviam para contar a história, nem representavam um ser evoluído, pois não deixava prole.

Os resilientes, todavia, cientes de suas capacidades, agiam na hora certa, usavam a pressão do momento para ter a atitude certa, mudavam até seus próprios conceitos e compreensões: aprendendo algo novo com humildade, sentindo a pancada, mas se levantando com ânimo, como se não fosse o fim da linha.

Você tem vontade de se transformar e evoluir todo dia?

Esse tipo de atitude precisa ser parte da conduta dessa pessoa que se diz “resiliente” no currículo. Caso contrário, será apenas mais uma palavra da moda, que todos querem ter e pendurar em suas vitrines de habilidades, mas que poucos realmente são.

Resiliência é uma mistura de resistir com paciência, claro, numa interpretação minha e não etimológica. Uma versão muito mais poética do que qualquer coisa. Até porque sua origem etimológica tem muito mais a ver com a minha história aqui citada: resiliens, do latim, saltar para trás, voltar… tá aí! Pronto, se um tigre, leão ou urso aparecer na sua frente, seja no trabalho, em casa ou no seu dia a dia, já sabe o que fazer. Salte para trás, mas não fuja, saiba que para sobreviver, cedo ou tarde, você vai precisar abater esse problema. Começando pelos seus próprios medos.

As marcas de hoje são resilientes?

Agora, deixando de lado essa parte de autoajuda (que eu acho muito importante, sem ser clichê), podemos voltar o tema para as marcas e empresas que enfrentam suas próprias provas, crises e desafios.

Algumas são resilientes sim, aprendem e evoluem. Outras preferem evitar o confronto e perdem uma grande oportunidade de crescer. No futuro, só marcas resilientes, que se adaptam às mudanças, poderão sobreviver e, acredite, pessoas resilientes farão parte da equipe.

Se você chegou até o fim deste texto, saiba que você foi resiliente. Poucos resistem a uma leitura mais longa e logo que veem um texto maior, fogem. Parabéns! Agora talvez seja a hora de pensar: na sua vida, você tem sido resiliente também? Você está preparado para “saltar para trás”, mas sem fugir e sim para enfrentar com mais preparo e foco os desafios?

Prevejo muitos leões para matar nos próximos anos. Grandes amigos da tribo, preparem-se para a luta.

Fashion Vale Outlet cria um canal exclusivo de desconto

Através do site, o empreendimento criou mais uma forma do cliente estar por dentro dos descontos

O Fashion Vale Outlet, localizado às margens da Via Dutra, em Taubaté, é conhecido por seus grandes descontos e sua variedade de lojas multimarcas. E agora, além do preço baixo oferecido nas próprias lojas, o estabelecimento criou mais um canal de ofertas para o cliente aproveitar.

Foto: divulgação

A vitrine Vale Look pode ser conferida através do site do Outlet e por lá é possível encontrar diversos produtos, de todas as lojas, com preço mais baixo. É uma grande oportunidade de ficar por dentro de super ofertas para sua casa, o seu pet e para o seu guarda roupa.

Fonte: Pilares Jornalismo&Relações Públicas – Mariana Guedes

Dança das cadeiras

O vai e vem do nosso mercado

Mais uma edição do Dança das cadeiras para atualizar nossos leitores sobre a movimentação do mercado de trabalho em comunicação e marketing do Vale do Paraíba e até de alguns profissionais daqui que estão voando pelo Brasil afora.

Gustavo Ferreira pelo assumiu há poucos dias vaga como estagiário de comunicação na Embraer.

Já Nathan Cortez é o novo jornalista contratado pela Radio Ótima FM.

Aline Duarte de Oliveira, publicitária, chega ao cargo de Coordenadora de Marketing na Tenco Shopping Centers, assumindo a coordenação de marketing do Via Vale Garden Shopping.

E para fechar essa edição do Dança, soubemos que o publicitário de origem no Vale do Paraíba, Carlos Antunes, assumiu posto na Coordenação-Geral de Comunicação Social do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em Brasília.

Vaga para criação

Vaga para Diretor de Arte JR / Assistente de arte

Auxiliar no desenvolvimento dos jobs, de acordo com as informações do briefing;
Adaptações de formatos de materiais diversos;
Finalização de arquivos e fechamento para impressão;
Criativo(a) e que apresente com clareza suas ideias;
Facilidade em trabalhar em equipe, atentando-se aos detalhes e aos prazos.

Foto: Pixabay

Conhecimento em Pacote Adobe (Photoshop, Illustrator e InDesign);
Noções de produção gráfica será diferencial;
Refinamento estético no trabalho e bom gosto;

Local: WT Publicidade (Novamerica Office Park – Avenida das Nações Unidas, 18.801)
Contratação: CLT

Interessados enviar currículo para vagas@wtpublicidade.com.br

Transformação digital já é realidade no varejo brasileiro

Investimento em transformação digital já é realidade no varejo brasileiro, afirma estudo da SBVC

Por outro lado, cultura organizacional é principal dificuldade para a implementação da transformação digital.

Desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com Oasis Lab Innovation Space, o estudo “Transformação Digital no Varejo Brasileiro” faz uma radiografia de como andam os investimentos em transformação digital, automação e treinamento dos funcionários que atuam nas empresas do varejo brasileiro, assim como ferramentas de inteligência artificial nos pontos de venda.

Entre as principais conclusões que o estudo identificou, está a melhora da percepção dos consumidores em relação à loja física, segundo opinião dos varejistas. A experiência do consumidor e a rapidez em sua tomada de decisão aumentaram. Porém para as empresas do varejo, os investimentos em ferramentas utilizadas para a contribuição na transformação digital nas lojas físicas não traduzem em redução de custos, mas sim retorno financeiro de longo prazo e diferencial competitivo. Esse investimento em T.D., segundo os varejistas entrevistados, resumem-se em média 0,42% sobre o faturamento bruto.

Investimento TD

Ainda de acordo com a análise feita pela SBVC, 100% dos varejistas acreditam que líderes são co-criadores, e trabalham em parceria com seus funcionários. “Para verejistas, cultura de co-criação entre funcionários e líderes é essencial para o desenvolvimento cultural, digital e de relacionamento, que de alguma forma transparece ao mercado”. assegura Hélio Biagi, Fundador e CEO OasisLab Innovation Space.

Outro tema que merece atenção especial dos varejistas são as start-ups, 20% já investem em parcerias, e 80% pretende investir nos próximos 12 meses. “Sem dúvida são conclusões reveladoras e que sugerem uma reflexão para as empresas. Num momento em que eficiência e produtividade máxima tornam-se palavras de ordem, investir em parcerias passa a ser obrigatório”, afirma Eduardo Terra, presidente da SBVC.

Metodologia

Para a avaliação, as empresas ouvidas foram divididas por faturamento: 41% delas tinham faturamento até 500 milhões; 18% com faturamento entre 500 milhões e 1 bilhão de reais e 41% com faturamento acima de 1 bilhão de reais. E representam os maiores players do mercado, de 7 diferentes segmentos do varejo, como moda, calçados e artigos esportivos, super, hiper, atacarejo e conveniência, lojas de departamento, artigos do lar e mercadorias em geral, drogarias e perfumarias, foodservice, livrarias e papelarias e outros segmentos.

Download do Estudo

Sobre a SBVC – Fundada em 29 de maio de 2014, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) é uma organização sem fins lucrativos, aberta, multissetorial e com atuação complementar às demais entidades de classe do varejo. Sua missão é contribuir para o aumento da competividade do varejo, por meio de conteúdos e estudos de mercado, promovendo networking entre executivos do varejo de todos os segmentos. A entidade tem como objetivo defender os interesses do segmento e promover ações sociais. A SBVC é sustentada por quatro pilares fundamentais: Conteúdo, Relacionamento, Responsabilidade Social e Apoio Técnico.

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff – Coordenadora de Estudos e Pesquisas

Vaga para redator

Agência busca redator

Deze7 busca alguém que  goste de escrever, tenha experiência em redação publicitária.

REQUISITOS:

– Experiência de no mínimo 1 ano em redação publicitária;
– Vivência em criação de textos para campanhas/peças online e off-line;
– Pesquisa e imersão em marcas e conteúdo dos clientes;
– Copywriter;
– Criação de roteiros;
– Edição e revisão.

Coluna “Discutindo a relação…”

O que as pessoas pensam ou o que as pessoas sentem?

Coincidiu de a minha coluna cair exatamente no Dia do Consumidor. Sim, hoje, 15 de março, é o Dia do Consumidor. E a primeira coisa que me veio a cabeça é o discurso predominante atualmente no mundo da comunicação e do marketing que afirma que devemos, sempre, nos lembrar de que o consumidor é uma pessoa. É gente. Como a gente.

Longe de ser só uma expressão ou conceito “modinha”, entender que o lado humano das relações comerciais (e de comunicação comercial por consequência) é muito importante tornou-se algo obrigatório e fundamental. E para entender gente temos que lembrar que pessoas são movidas por razão e emoção. O tempo todo! Toda hora!

Então eu pergunto: é mais importante saber o que as pessoas pensam ou o que as pessoas sentem?

Difícil responder…

Em seu capítulo sobre planejamento para o livro “Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar”, o grande e inesquecível mestre Julio Ribeiro afirma: “Depois de muitos anos e uma centena de pesquisas, tenho constatado que, em geral, as pessoas não sabem por que fazem as coisas, mas sabem como se sentem fazendo. Acho mesmo que a maneira como as pessoas se sentem fazendo determinada coisa é mais importante do que a coisa em si.”

O grande publicitário e mestre do planejamento, Julio Ribeiro

Tendo a concordar com o mestre Julio Ribeiro. Compreender o que as pessoas sentem é mais importante do que tentar descobrir o que elas pensam. O lado mais humano, pessoal e próximo de um ser humano está ligado aos seus sentimentos. Conectar-se a seus sentimentos pode gerar muita empatia e engajamento.

Não por acaso ouvi recentemente que uma das métricas mais importantes e decisivas no mundo da comunicação e do marketing será, pasmem, o batimento cardíaco. Sim, o bater de nosso coração. Ele poderá ser medido através da Internet das Coisas (IoT), ou seja, através da troca de informações entre gadgets e, provavelmente um wearable (tecnologia vestível). Ao medir o batimento cardíaco das pessoas em determinadas situações e momentos podemos saber como elas estão se sentindo. E então entregar uma experiência mais bacana para esse consumidor…ops, para essa pessoa.

Smartwatchs, um exemplo de wearable

Dois outros conceitos têm muita relação com a questão de entender pessoas e atendê-las bem. Vejamos:

Dor(es) do consumidor – Todos temos conflitos e necessidades. Nossas dores. Trata-se aqui de descobrir e analisar o que aflige as pessoas em seu dia a dia, em seu cotidiano. De saber quais pequenos (ou grandes) conflitos uma marca/empresa/serviço/produto pode atenuar, evitar/prevenir ou mesmo resolver.

Pontos de paixão – trata-se exatamente de tentar descobrir e entender o que move as pessoas do ponto de vista emocional, subjetivo. O que elas amam? A que elas se entregam sem entender muito bem porque se entregam? Conectar-se aos pontos de paixão é tão ou mais decisivo de que atenuar ou resolver suas dores.

Em artigo para a Meio&Mensagem dessa semana, Gabriela Fernandez (estrategista da Today) escreve que “…um produto por si só pode não solucionar a necessidade do consumidor. Porque hoje a busca é por novas experiências.”

E mais a frente, no mesmo texto, também afirma: “Somos obrigados a deixar de lado a perspectiva racional, onde os resultados eram medidos com números de vendas e relatórios cheios de gráficos, para algo mais profundo. Estamos falando sobre mensurar sentimentos, percepções imediatas e frustrações.”

Bacana, né?! Eu curti muito. No fim fica mesmo a lição: temos que entender pra valer de gente. Temos que gostar de gente. Temos que pensar (e sentir) e propor um mundo para as pessoas. E isso passa pelo consumo, é óbvio.