Mais um Fest’up

Capturando tendências

por Josué Brazil

Neste último fim de semana participei da 25ª edição do Festival Universitário de Propaganda promovido pela APP. O conhecido Fest’up. Quem me acompanha pelas redes sociais  percebeu que sempre dou muita importância a este evento anual, seja pela excelente possibilidade de ampliar os conhecimentos dos meus alunos quanto para perceber quais são as tendências do mercado de comunicação.

E foi nesta questão, de para onde caminha nossa atividade, que fiquei de olho no sábado e no domingo ao longo de todas as palestras. Algumas coisas se destacaram. E bastante.

25-FESTUP

A que mais me chamou atenção foi a tendência da propaganda, a comunicação como um todo ser VERDADEIRA. A propaganda deve estar ligada às verdades de seu público. Não adianta mais dourar a pilula. As pessoas não engolem mais. Uma peça publicitária bonita, bem feita e adequada não basta. Ela tem que ser bastante verdadeira. Deve encerrar um compromisso da marca/produto ou serviço com seu público e com a sociedade.

Outra coisa que me chamou a atenção é o conceito de comunicação líquida. Aquela que preenche todos os pontos de contato com o público,  se mistura e se molda. Ao mesmo tempo, por ser líquida, flui por todos os pontos de contato e permite respostas e interatividade. A comunicação é envolvente, mas não no sentindo da sedução, e sim no que se refere a ser fluída e maleável.

É impressionante perceber como grandes marcas têm se arriscado em projetos de comunicação ousados e verdadeiros. A maioria destes cases, é claro, são internacionais. Mas pode ter certeza que estes ventos já começam a soprar por aqui.

Está na hora das agências e anunciantes nacionais e regionais (nossos anunciantes) perceberem de vez este novo cenário. O cenário de um consumidor absolutamente cético em relação a projetos e peças tradicionais de comunicação mercadológica. Perceber que os consumidores atuais querem ser vistos como pessoas de verdade. E que querem posicionamentos verdadeiros das marcas, produtos e serviços.

Uma das coisas que ouvi lá, fruto de uma extensa pesquisa internacional, me chamou demais a atenção: “As pessoas acham que as marcas é que vão mudar o mundo”.

É para pensar. Bastante! E agir. Muito!

 

Consumidor digital

Reproduzo aqui excelente matéria da Meio&Mensagem. Confira!

Um olhar digital sobre o consumidor
Estudo da DM9DDB cria nova classificação do público a partir da relação com as inovações tecnológicas
FERNANDO MURAD| » 07 de Fevereiro de 2012 • 16:48
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Independentemente da geração a qual pertence, toda pessoa foi impactada de alguma maneira pelas mudanças trazidas pelo universo digital. Para entender como os diferentes grupos de consumidores estão se comportando neste novo cenário, é preciso fazer análises com critérios além dos convencionais como demográficos e, até mesmo, psicográficos. Pelo menos esta é a conclusão de um estudo feito pela DM9DDB sobre o comportamento digital que criou uma nova segmentação de consumidores batizada pela agência de perfis “digigráficos”.
O levantamento constatou que as mudanças no comportamento das pessoas¬ geradas pelas inovações digitais têm pouco ou nada a ver com sexo, idade ou classe social. Com isso, foram desenvolvidos três critérios que levam em conta quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em suas vidas, quais as intenções que elas têm ao consumir os diversos produtos digitais e, principalmente, quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade.
“O estudo é sobre perfis, mas trata de coisas mais profundas. Traz não só uma segmentação como um novo olhar sobre as mudanças importantes que ocorreram na vida das pessoas. Os perfis não são rígidos ou exclusivos. É mais um critério comportamental”, afirma Cynthia Horowicz, vice-presidente de planejamento da agência. “Será uma grande contribuição para que as marcas sofistiquem seu entendimento do consumidor na era digital”, complementa. O estudo etnográfico envolveu entrevistas em profundidade com 25 pessoas, de seis gerações, entre sete e 60 anos, conversas com especialistas de diversas áreas, e a aplicação de questionário em mais de 50 pessoas.
A proposta do trabalho não é substituir os critérios tradicionais, mas apresentar um olhar diferente que pode contribuir para melhorar as estratégias de marketing das empresas. “A cristalização dos insights para as marcas deve começar agora. Isso vai ajudar a redefinir o valor de cada mídia”, adianta Rodrigo Maroni, diretor de planejamento e estratégia digital da DM9DDB. O próximo passo do estudo será fazer um trabalho quantitativo para mensurar o tamanho de cada perfil dentro da população brasileira.
Cinco tipos
Após a conclusão das entrevistas com a amostra da pesquisa, realizada em parceria com a Vox Pesquisas, a equipe da agência elaborou cinco perfis que vão desde as pessoas que têm na tecnologia seu habitat natural e que formam suas personalidades a partir destas experiências, até aquelas que apenas recorrem a ela para ajudar a realizar de forma mais ágil suas tarefas cotidianas. Os cinco tipos foram denominados imersos, ferramentados, fascinados, emparelhados e evoluídos.
Na opinião de Maroni, a nova classificação permite aumentar a eficiência das ações digitais. “No início, a publicidade queria achar as pessoas geograficamente. Depois, em momentos, contextos. Agora está no ponto de falar com identidades diferentes”, conta. “Cada perfil exige uma comunicação diferente. Para falar com os imersos, por exemplo, é preciso saber conversar e dar valor para suas identidades virtuais, especialmente usando meios digitais, que é onde essas identidades ganham vida”, aponta.
“Acho que muitas empresas pecam no básico. Os sites não funcionam bem no iPad e no Blackberry, as lojas online também não. O bê-a-bá ainda precisa ser trabalhado. E poucas campanhas exploram a junção do online e do off-line. A integração ainda é a exceção”, conta Celeste Gonzalez, uma das pessoas ouvidas pela pesquisa. Nos últimos seis meses ela migrou do perfil emparelhado para o ferramentado. “Continuo muito plugada, mas perdi um pouco do desespero. A tecnologia vem para ajudar a nossa vida”, diz.
Os imersos são caracterizados por conseguirem definir melhor seus interesses e estabelecerem vínculos com o mundo por meio da tecnologia. Suas personalidades e identidades foram moldadas pela era digital e isso permitiu viver personagens diferentes. Já os ferramentados utilizam a tecnologia para ajudar nas tarefas cotidianas, mas eles não dependem dela e nem são definidos por ela. Os emparelhados vão um pouco além. Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira da jornada diária e consideram que a vida fica extremamente complicada sem ela.
No caso dos fascinados, computadores e gadgets são ícones da modernidade e comprá-los os ajudam a atestar que são antenados. Por fim, os evoluídos são as crianças e os adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. “Este perfil tem um pouco de demográfico. Quanto mais jovem, maior a chance de ser evoluído. E todos um dia serão evoluídos”, projeta Cynthia.

Um olhar digital sobre o consumidor

Estudo da DM9DDB cria nova classificação do público a partir da relação com as inovações tecnológicas

FERNANDO MURAD

Independentemente da geração a qual pertence, toda pessoa foi impactada de alguma maneira pelas mudanças trazidas pelo universo digital. Para entender como os diferentes grupos de consumidores estão se comportando neste novo cenário, é preciso fazer análises com critérios além dos convencionais como demográficos e, até mesmo, psicográficos. Pelo menos esta é a conclusão de um estudo feito pela DM9DDB sobre o comportamento digital que criou uma nova segmentação de consumidores batizada pela agência de perfis “digigráficos”.

O levantamento constatou que as mudanças no comportamento das pessoas¬ geradas pelas inovações digitais têm pouco ou nada a ver com sexo, idade ou classe social. Com isso, foram desenvolvidos três critérios que levam em conta quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em suas vidas, quais as intenções que elas têm ao consumir os diversos produtos digitais e, principalmente, quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade.

“O estudo é sobre perfis, mas trata de coisas mais profundas. Traz não só uma segmentação como um novo olhar sobre as mudanças importantes que ocorreram na vida das pessoas. Os perfis não são rígidos ou exclusivos. É mais um critério comportamental”, afirma Cynthia Horowicz, vice-presidente de planejamento da agência. “Será uma grande contribuição para que as marcas sofistiquem seu entendimento do consumidor na era digital”, complementa. O estudo etnográfico envolveu entrevistas em profundidade com 25 pessoas, de seis gerações, entre sete e 60 anos, conversas com especialistas de diversas áreas, e a aplicação de questionário em mais de 50 pessoas.

A proposta do trabalho não é substituir os critérios tradicionais, mas apresentar um olhar diferente que pode contribuir para melhorar as estratégias de marketing das empresas. “A cristalização dos insights para as marcas deve começar agora. Isso vai ajudar a redefinir o valor de cada mídia”, adianta Rodrigo Maroni, diretor de planejamento e estratégia digital da DM9DDB. O próximo passo do estudo será fazer um trabalho quantitativo para mensurar o tamanho de cada perfil dentro da população brasileira.

Cinco tipos

Após a conclusão das entrevistas com a amostra da pesquisa, realizada em parceria com a Vox Pesquisas, a equipe da agência elaborou cinco perfis que vão desde as pessoas que têm na tecnologia seu habitat natural e que formam suas personalidades a partir destas experiências, até aquelas que apenas recorrem a ela para ajudar a realizar de forma mais ágil suas tarefas cotidianas. Os cinco tipos foram denominados imersos, ferramentados, fascinados, emparelhados e evoluídos.

Na opinião de Maroni, a nova classificação permite aumentar a eficiência das ações digitais. “No início, a publicidade queria achar as pessoas geograficamente. Depois, em momentos, contextos. Agora está no ponto de falar com identidades diferentes”, conta. “Cada perfil exige uma comunicação diferente. Para falar com os imersos, por exemplo, é preciso saber conversar e dar valor para suas identidades virtuais, especialmente usando meios digitais, que é onde essas identidades ganham vida”, aponta.

“Acho que muitas empresas pecam no básico. Os sites não funcionam bem no iPad e no Blackberry, as lojas online também não. O bê-a-bá ainda precisa ser trabalhado. E poucas campanhas exploram a junção do online e do off-line. A integração ainda é a exceção”, conta Celeste Gonzalez, uma das pessoas ouvidas pela pesquisa. Nos últimos seis meses ela migrou do perfil emparelhado para o ferramentado. “Continuo muito plugada, mas perdi um pouco do desespero. A tecnologia vem para ajudar a nossa vida”, diz.

Os imersos são caracterizados por conseguirem definir melhor seus interesses e estabelecerem vínculos com o mundo por meio da tecnologia. Suas personalidades e identidades foram moldadas pela era digital e isso permitiu viver personagens diferentes. Já os ferramentados utilizam a tecnologia para ajudar nas tarefas cotidianas, mas eles não dependem dela e nem são definidos por ela. Os emparelhados vão um pouco além. Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira da jornada diária e consideram que a vida fica extremamente complicada sem ela.

No caso dos fascinados, computadores e gadgets são ícones da modernidade e comprá-los os ajudam a atestar que são antenados. Por fim, os evoluídos são as crianças e os adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. “Este perfil tem um pouco de demográfico. Quanto mais jovem, maior a chance de ser evoluído. E todos um dia serão evoluídos”, projeta Cynthia.

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Para entender melhor o consumidor

Artigo muito bom!

O consumidor brasileiro não é mais o mesmo. Aprende, aos poucos, a render-se menos ao impulso e a ser mais criterioso; está menos fiel a marcas e mais interessado no que há por trás delas; ficou menos pueril e mais exigente. Ele dá sinais de não querer mais comprar simplesmente para satisfazer um desejo de posse.

Aliás, o consumidor brasileiro, em breve, ambicionará não ser observado apenas como um consumidor. Nessa escalada rumo ao amadurecimento, ele vai querer ser lembrado como uma pessoa apta e ávida a se relacionar com outras, mas também como alguém aberto a aproximar-se de empresas e instituições que compartilharem de valores semelhantes aos seus.

O perfil desse consumidor ainda não está definido, mas em ligeira formação. Apesar de já ser possível se presenciar mudanças de atitude na hora da compra, o grande exercício que se coloca à frente de empresários e administradores é tentar projetar o resultado da soma de todas essas tendências para um futuro próximo.

Talvez daqui a 10 anos, a transformação esteja enraizada na cultura do País. Parece muito tempo? Para as empresas, uma década não é nada. Aquelas que, no passado, não enxergaram nada em volta além da própria projeção estarão em uma verdadeira corrida contra o tempo. O desafio será rever antigas crenças corporativas e tratar de desafiá-las uma a uma à sombra dessa nova relação que se estabelece com o consumidor, aliás, decididamente, mais parceiro do que cliente.

Em pouco tempo, não haverá mais lugar, por exemplo, para empresas que ignorem o impacto ambiental das suas atividades. Recente pesquisa feita pela Union for Ethical BioTrade mostra que 84% dos entrevistados deixariam de comprar produtos, se soubessem que a marca não respeita o meio ambiente ou não segue práticas comerciais éticas. A pesquisa focou no tema “biodiversidade” e ouviu sete mil entrevistados de sete países, dentre eles o Brasil.

Com a mesma vontade que defenderão o meio ambiente, as pessoas também estarão atentas às questões sociais. As empresas terão de estar conscientes do papel que devem assumir, não poupando esforços para que suas atividades também possam melhorar a vida de muita gente, desde colaboradores até a comunidade na qual está inserida.

Os consumidores brasileiros do futuro, ou melhor, as pessoas com que as empresas terão de saber se  relacionar amanhã estarão definitivamente interagindo pelas redes sociais, e disseminando informações. Grande parte, sentindo o gostinho de ascender socialmente, graças ao crescimento da classe média e ao aumento da expectativa de vida ativa do brasileiro.

Tudo indica ainda que, em pouco tempo, o consumidor aprenderá a separar o joio do trigo, ou melhor, reconhecerá as vantagens dos produtos da indústria nacional diante de determinados importados. Priorizará a qualidade, um pós-venda mais eficiente e a possibilidade de fazer parte da corrente que gera emprego, gira a economia e ajuda o Brasil a se desenvolver.

Num período de dez anos, ou talvez até menos, haverá no Brasil um mercado consumidor inteiramente renovado e que fará questão de integrar-se em grandes causas sociais. Nesse cenário, empresas à frente do tempo, que já praticavam administrações responsáveis, deverão levar ligeira vantagem na preferência do público. E todos irão evoluir, negócios e pessoas.

Por Carlos Alexandre Döhler, diretor comercial da empresa Döhler S/A

Fonte: http://www.adnews.com.br/pt/artigos/o-consumidor-do-futuro.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

O consumidor brasileiro não é mais o mesmo. Aprende, aos poucos, a render-se menos ao impulso e a ser mais criterioso; está menos fiel a marcas e mais interessado no que há por trás delas; ficou menos pueril e mais exigente. Ele dá sinais de não querer mais comprar simplesmente para satisfazer um desejo de posse.
Aliás, o consumidor brasileiro, em breve, ambicionará não ser observado apenas como um consumidor. Nessa escalada rumo ao amadurecimento, ele vai querer ser lembrado como uma pessoa apta e ávida a se relacionar com outras, mas também como alguém aberto a aproximar-se de empresas e instituições que compartilharem de valores semelhantes aos seus.
O perfil desse consumidor ainda não está definido, mas em ligeira formação. Apesar de já ser possível se presenciar mudanças de atitude na hora da compra, o grande exercício que se coloca à frente de empresários e administradores é tentar projetar o resultado da soma de todas essas tendências para um futuro próximo.
Talvez daqui a 10 anos, a transformação esteja enraizada na cultura do País. Parece muito tempo? Para as empresas, uma década não é nada. Aquelas que, no passado, não enxergaram nada em volta além da própria projeção estarão em uma verdadeira corrida contra o tempo. O desafio será rever antigas crenças corporativas e tratar de desafiá-las uma a uma à sombra dessa nova relação que se estabelece com o consumidor, aliás, decididamente, mais parceiro do que cliente.
Em pouco tempo, não haverá mais lugar, por exemplo, para empresas que ignorem o impacto ambiental das suas atividades. Recente pesquisa feita pela Union for Ethical BioTrade mostra que 84% dos entrevistados deixariam de comprar produtos, se soubessem que a marca não respeita o meio ambiente ou não segue práticas comerciais éticas. A pesquisa focou no tema “biodiversidade” e ouviu sete mil entrevistados de sete países, dentre eles o Brasil.
Com a mesma vontade que defenderão o meio ambiente, as pessoas também estarão atentas às questões sociais. As empresas terão de estar conscientes do papel que devem assumir, não poupando esforços para que suas atividades também possam melhorar a vida de muita gente, desde colaboradores até a comunidade na qual está inserida.
Os consumidores brasileiros do futuro, ou melhor, as pessoas com que as empresas terão de saber se  relacionar amanhã estarão definitivamente interagindo pelas redes sociais, e disseminando informações. Grande parte, sentindo o gostinho de ascender socialmente, graças ao crescimento da classe média e ao aumento da expectativa de vida ativa do brasileiro.
Tudo indica ainda que, em pouco tempo, o consumidor aprenderá a separar o joio do trigo, ou melhor, reconhecerá as vantagens dos produtos da indústria nacional diante de determinados importados. Priorizará a qualidade, um pós-venda mais eficiente e a possibilidade de fazer parte da corrente que gera emprego, gira a economia e ajuda o Brasil a se desenvolver.
Num período de dez anos, ou talvez até menos, haverá no Brasil um mercado consumidor inteiramente renovado e que fará questão de integrar-se em grandes causas sociais. Nesse cenário, empresas à frente do tempo, que já praticavam administrações responsáveis, deverão levar ligeira vantagem na preferência do público. E todos irão evoluir, negócios e pessoas.
Por Carlos Alexandre Döhler, diretor comercial da empresa Döhler S/AO consumidor brasileiro não é mais o mesmo. Aprende, aos poucos, a render-se menos ao impulso e a ser mais criterioso; está menos fiel a marcas e mais interessado no que há por trás delas; ficou menos pueril e mais exigente. Ele dá sinais de não querer mais comprar simplesmente para satisfazer um desejo de posse.Fonte: http://www.adnews.com.br/pt/artigos/o-consumidor-do-futuro.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter