Ilharriba 2017 está chegando

Maior festival brasileiro de música latina promete agitar a Praça da Vila entre os dias 22 e 24 de setembro

Ilhabela vai entrar na primavera deste ano no embalo da música latina. Entre 22 e 24 de setembro, a ilha vai ser palco do Ilharriba! Una Fiesta Latina, festival internacional de música e dança latina, que chega à sua quarta edição já fazendo parte do calendário oficial de eventos do município.

É uma festa para ninguém ficar parado.

Sucesso de público e de crítica nas edições anteriores, o Ilharriba! 2017 traz
uma novidade: vai ocorrer agora em um novo endereço. Este ano, em razão do volume de público (mais de 8.000 pessoas por noite em 2016), o festival será realizado na Praça Coronel Julião de Moura Negrão, a Praça da Vila, na entrada do Centro Histórico de Ilhabela. Um cenário deslumbrante.

Basta olhar a programação para perceber: as atrações do Ilharriba! Una
Fiesta Latina prometem dar um tom caribenho a Ilhabela, sem perder o sotaque brasileiro e, em especial, a musicalidade baiana. No total, serão 10 shows em três noites de festival.

A primeira atração do festival, no dia 22, sexta-feira, será Cesar Cardozo, artista regional que abre a primeira noite do evento. Em seguida sobem ao palco Edwin Pitre e Son Caribe. Músico, compositor e pesquisador nascido no Panamá, Pitre festeja em Ilhabela seus 39 anos de Brasil e prepara um show que mistura música latina e MPB. Fecha a noite o vibrante Rumba D’Akokan, formado por músicos cubanos e brasileiros, inspirado na tradição das Rumbas de Quintal de Cuba.

A noite de sábado, 23, promete ser animada. Fernando Punk e Banda Ilhabela abrem a segunda noite. Em seguida o som bem brasileiro de Baianos Tocam Baianos, sobre ao palco com o quarteto que traz canções da Bahia com arranjos inusitados. Na sequência entra no palco o grupo Timba Havana, formado por músicos cubanos e brasileiros que vão embalar o público ao som da timba, gênero que é considerado uma evolução musical da salsa.

A noite de encerramento do festival começa com o artista regional Beto Di Franco e Banda. Depois a música porto-riquenha da Banda Azúcar toma conta do palco, conhecida por sua participação na trilha sonora de algumas novelas brasileiras. Mambo Jam Sessions dá sequencia a última noite de show, e traz salsa, mambo e rumba ao palco do Ilharriba!. Para fechar a noite abanda formada por músicos de Cuba, Colômbia, Chile e Brasil, a La Orkestra K.

Serviço

Os shows do Ilharriba! acontecem das 17h às 22h. Durante os três dias de
festival, o público vai poder dançar também ao som do DJ Bade e se encantar com as apresentações do Balé Julio Lima Company.

Idealizado e dirigido pela RCS Music, o Ilharriba! Una Fiesta Latina é
uma realização da Prefeitura de Ilhabela, da Secretaria de Cultura de Ilhabela e da Fundação Cultural de Ilhabela. A entrada dos shows é gratuita.

Ilharriba! Una Fiesta Latina
Data: De 22 a 24 setembro
Local: Praça Coronel Julião, em Ilhabela
Horário: Das 17k às 22h
Atrações: Dia 22 – Cesar Cardoso e Grupo, Edwin Pitre e Son Caribe, Rumba D’Akokan; Dia 23 – Fernando Punk e Banda Ilhabela, La Orkestra K, Banda Azúcar, Mambo Jam Sessions; Dia 24 – Beto di Franco e Banda, Baianos Tocam Baianos, Timba Havana.
Todas as Noites: DJ Bade, Balé Júlio Lima Company

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathalia Barcelos

Coluna Branding: a alma da marca

A aula da palavra “marca”

Gosto de refazer alguns caminhos, tentando observar e melhorar os passos que havia dado anteriormente. Encontrando olhares que passaram despercebidos.

Em um destes momentos, quando refazia uma de minhas aulas lecionadas neste semestre que, me deparei com um princípio sutil, mas muito profundo sobre o Branding.

Ao ensinar gestão de marcas é preciso explicar a origem das coisas. É na origem histórica das coisas que se encontra a “alma” que define qualquer símbolo. Uma palavra, assim como uma ilustração ou uma imagem pictórica, é um símbolo portador de um conceito.

E foi exatamente na origem semântica e histórica da palavra “Brand” que encontrei um conceito interessante que parecia estar escondido e protegido, pouco comentado no meio de estudo desta ciência.

“Branding não é um princípio da guerra mercadológica que promove a conquista, mas sim, uma ação de colonização.” E, a história das palavras que a constroem parece corroborar para entender este sentido.

No Brasil, a palavra que define os símbolos representantes de um conceito institucional é MARCA. Mas de onde vem esta palavra?

Em minhas pesquisas encontrei que a origem desta palavra é “MARKA” advindo do germânico. Está associada a um pequeno espaço delimitado de terra usado tanto para indicar um ponto estratégico de ataque, como também uma conquista de batalha que recebia a bandeira hasteada. Portanto, marca está ligado à arte da guerra, à propriedade conquistada em batalha.

Como exemplo, podemos citar a chegada à Lua, o símbolo de posse americano foi o hasteamento da bandeira estrelada. Esta é, portanto, a marca da conquista. Dessa forma, do pertencimento da Lua.

Mas há outra palavra na língua inglesa, de origem escandinava e que representa a ciência da gestão de marcas, do “Branding”, que é Brand, palavra derivada de “BRANDR” que representa a consequência da queima por fogo que modifica a carne deixando uma marcação.

A imagem mais associada a origem dessa palavra é a do FERRETE, o ferro que marca o gado após ser aquecido.

Alguém pode se perguntar, mas qual a diferença entre os dois conceitos? Se ambos definem a posse!?

Sim, marca de forma genérica é garantia da posse. Mas essa posse pode vir por combate e tomada ou por pertencimento e cultura.

Mesmo a queima por fogo uma outra forma de ver o Brand é um ato de cultura, é uma transformação natural.

O limite entre o significado dessas duas palavras é sutil, estreito, mas não pouco importante. Podemos construir uma marca pensando em conquistar mercados ou cultivar mercados.

Para o ato da conquista, a estratégia é de fortalecer suas vantagens para aproveitar as fraquezas do outro lado, portanto, a pesquisa de público tem como objetivo achar as vulnerabilidades para que possa levar vantagem na entrada, se preocupando apenas com a tomada do espaço na cabeça do consumidor.

Já o ato da cultura tem a preocupação com o transformar do consumidor, tem como objetivo procriar e reproduzir uma ideia.

De forma prática, o primeiro se baseia na atitude da propaganda clássica, que invade e reforça sua presença, e o segundo na construção da imagem a partir do cuidado com seus valores e seus pontos de contato com o consumidor.

Uma aula inteira, e o princípio da palavra já era o suficiente. E como uma boa cultura, precisava apenas que eu voltasse para alimentá-la. Um bom exemplo de que refazer caminhos tem muito mais a ver com fazer “Brand” do que com conquistar “marcas”.

Taubaté Shopping tem programas culturais para os fins de semana

O passeio no centro de compras fica ainda melhor com as atividades para todos os públicos

Aos fins de semana, o Taubaté Shopping recebe as atividades do “Domingo Cultural”, em um espaço criado para aguçar a imaginação das crianças e com infraestrutura preparada para recebê-las, com mesinhas, cadeiras e tapetes. As atividades variam a cada semana, com teatros, oficinas, mas sempre a partir das 14h, em frente à Polishop.

As próximas atividades especiais serão: dia 23, Oficina Artística de Cata-Vento, e dia 30, Teatro “A Camponesa e a Tenda Mágica”.

Mais cultura

Outra atração é a Geladeira Cultural, que chegou ao centro de compras por meio da parceria com a Società 30 Di Aprile, o Quiririm News e a Spell Comunicação Visual. A máquina é abastecida com livros e, além de incentivar o hábito da leitura, também sugere uma boa ação já que as pessoas podem pegar livros de forma gratuita e deixar novas obras na geladeira também. A “Geladeira Cultural” ficará no mall até o fim do ano e está localizada em frente à livraria Leitura.

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Fonte: Communicare – Assessoria de Imprensa – Camila Dezze

Por do Sol foi sucesso

Festival Pôr do Sol Musical chega ao fim em Ilhabela
Evento atraiu mais de 8.000 pessoas por noite na Praia do Perequê e reuniu grandes nomes da MPB

Sucesso de público, a terceira edição do Festival Pôr do Sol Musical atraiu, em média, mais de 8.000 pessoas por noite à beira do mar, na praia do Perequê, em Ilhabela, entre quinta-feira e domingo.

O evento reuniu nomes consagrados, como Toquinho, Zélia Duncan, Guilherme Arantes e Zeca Baleiro, com artistas regionais, como Beto di Franco, Larissa Cavalcanti, Renato Barsa e Felipe Blues Band. Sempre a partir das 18h30, cada noite do festival reuniu um músico da região e um astro da MPB. Zeca Baleiro encerrou o Por de Sol Musical na noite de domingo.

“É um prazer muito grande se apresentar em Ilhabela. É uma energia incrível, uma plateia fantástica, um cenário maravilhoso. Festivais como esse devem acontecer sempre”, disse o compositor, ainda no palco.

Zeca não falou sozinho

Todos os artistas que estiveram no palco da praia do Perequê elogiaram o evento e a alegria do público. “Vocês são um público fantástico”, disse Zélia Duncan. Para Toquinho, cantar em Ilhabela e na praia é uma experiência fantástica. “O mar, o cenário, o astral das pessoas influenciam a gente de uma forma incrível”, disse o músico, com 50 anos de carreira. “O show foi uma delícia, tinha gente de todas as idades, foi bem gostoso fazer”, afirmou Guilherme Arantes.

O festival foi uma realização da Prefeitura de Ilhabela, Fundação Arte e Cultura e Secretaria Municipal de Cultura, Sucesso com direção da RCS Music.

Aprovado

O prefeito de Ilhabela, Márcio Tenório, disse ter ficado satisfeito com o resultado do festival. “Em menos de 50 dias de governo ter um evento com essa qualidade é muito bom. É desse tipo de evento e de público, diferenciados, que Ilhabela precisa”, disse o prefeito.

Para o secretário de Cultura de Ilhabela, Nuno Gallo, a cidade é um celeiro musical importante. “Por isso, todo evento realizado através da música, abre espaço para nossos artistas e valoriza a nossa cultura”, afirmou.

Fonte:Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos