Pesquisa sobre OOH

MÍDIA DIGITAL OUT OF HOME CONQUISTA CONSUMIDORES NO VAREJO
A mídia digital out of home, que registra um crescimento de 17% com a venda de espaços publicitário no primeiro bimestre deste ano, segundo o Projeto Intermeios, também tem conquistado a opinião dos consumidores. Segundo pesquisa promovida pela SubWay Link, uma das maiores empresas de MDOOH da América Latina, de autoria  da Ipsos Marplan MediaCT, com consumidores das redes Walmart, BIG e Bompreço, 69% afirma que as TVs apresentam conteúdo útil sobre os produtos que estão a venda nas lojas. 70% concorda que está mais agradável o tempo de espera na fila do caixa com a presença das mídias nos caixas, 67% conta que agora ficou mais gostoso fazer compras e mais de 60% foram impactados pela mídia durante o período na loja.
O estudo entrevistou 1.312 consumidores entre homens e mulheres, das classes sociais A, B e C que compram regularmente em lojas das redes localizadas na capital paulista, em Recife e em Porto Alegre. Todas as lojas contam com televisores e conteúdo produzido pela SubWay Link. Segundo o diretor geral da companhia, Arnold Correia, os números expressivos obtidos com o estudo comprovam a eficiência dessa mídia no engajamento e entretenimento da audiência.
“Com criatividade e conteúdo de relevância, as mídias digitais Out Of Home têm se consolidado no varejo, uma vez que possuem grande apelo junto aos consumidores no momento da compra, um dos grandes diferenciais da mídia tradicional”, afirma.
A pesquisa também focou na análise do recall dos produtos anunciados nessas mídias. Dos entrevistados, 30% afirmou ter visto ao menos uma propaganda nos televisores. Dentro desse universo, mais da metade (53,9%) das marcas lembradas se referiam a produtos anunciados por três meses consecutivos, enquanto o recall das marcas veiculadas por um mês foi de 34,3%. Para Correia, isso evidencia também que o retorno gerado pela mídia é maior com um investimento a longo prazo.
Resultados da pesquisa
Recall da mídia nas lojas – 69% dos consumidores lembram, espontaneamente, de terem visto TVs nos corredores e seções das lojas.
Recall de propaganda – 30% lembra ter visto algum tipo de propaganda nas TVs
Recall de marca estimulado – 53,9% lembra de ao menos uma marca anunciada por 3 meses consecutivos
Performance da mídia
27,8% intenção de compra positiva por produtos que foram anunciados uma vez
47,8% intenção de compra positiva por produtos que foram veiculados 3 (três) vezes consecutivas.
Utilidade
67% dos consumidores afirmam que as TVs tronaram as compras mais gostosas
69% afirmam que as TVs apresentam conteúdos úteis sobre produtos a venda nas lojas
Fonte para divulgação dos dados:
Fonte Ipsos: Pesquisa customizada e exclusiva para Subway Link realizado nos meses de Setembro e Outubro de 2010, nas praças de São Paulo, Recife e Porto Alegre, redes Walmart, bompreço e BIG. Amostra: 1.312 entrevistas com shoppers de ambos os sexos, classes ABC.

MÍDIA DIGITAL OUT OF HOME CONQUISTA CONSUMIDORES NO VAREJO

A mídia digital out of home, que registra um crescimento de 17% com a venda de espaços publicitário no primeiro bimestre deste ano, segundo o Projeto Intermeios, também tem conquistado a opinião dos consumidores. Segundo pesquisa promovida pela SubWay Link, uma das maiores empresas de MDOOH da América Latina, de autoria  da Ipsos Marplan MediaCT, com consumidores das redes Walmart, BIG e Bompreço, 69% afirma que as TVs apresentam conteúdo útil sobre os produtos que estão a venda nas lojas. 70% concorda que está mais agradável o tempo de espera na fila do caixa com a presença das mídias nos caixas, 67% conta que agora ficou mais gostoso fazer compras e mais de 60% foram impactados pela mídia durante o período na loja.

O estudo entrevistou 1.312 consumidores entre homens e mulheres, das classes sociais A, B e C que compram regularmente em lojas das redes localizadas na capital paulista, em Recife e em Porto Alegre. Todas as lojas contam com televisores e conteúdo produzido pela SubWay Link. Segundo o diretor geral da companhia, Arnold Correia, os números expressivos obtidos com o estudo comprovam a eficiência dessa mídia no engajamento e entretenimento da audiência.

“Com criatividade e conteúdo de relevância, as mídias digitais Out Of Home têm se consolidado no varejo, uma vez que possuem grande apelo junto aos consumidores no momento da compra, um dos grandes diferenciais da mídia tradicional”, afirma.

A pesquisa também focou na análise do recall dos produtos anunciados nessas mídias. Dos entrevistados, 30% afirmou ter visto ao menos uma propaganda nos televisores. Dentro desse universo, mais da metade (53,9%) das marcas lembradas se referiam a produtos anunciados por três meses consecutivos, enquanto o recall das marcas veiculadas por um mês foi de 34,3%. Para Correia, isso evidencia também que o retorno gerado pela mídia é maior com um investimento a longo prazo.

Resultados da pesquisa

Recall da mídia nas lojas – 69% dos consumidores lembram, espontaneamente, de terem visto TVs nos corredores e seções das lojas.

Recall de propaganda – 30% lembra ter visto algum tipo de propaganda nas TVs

Recall de marca estimulado – 53,9% lembra de ao menos uma marca anunciada por 3 meses consecutivos

Performance da mídia

27,8% intenção de compra positiva por produtos que foram anunciados uma vez

47,8% intenção de compra positiva por produtos que foram veiculados 3 (três) vezes consecutivas.

Utilidade

67% dos consumidores afirmam que as TVs tronaram as compras mais gostosas

69% afirmam que as TVs apresentam conteúdos úteis sobre produtos a venda nas lojas

Fonte para divulgação dos dados:

Fonte Ipsos: Pesquisa customizada e exclusiva para Subway Link realizado nos meses de Setembro e Outubro de 2010, nas praças de São Paulo, Recife e Porto Alegre, redes Walmart, bompreço e BIG. Amostra: 1.312 entrevistas com shoppers de ambos os sexos, classes ABC.

Fonte: http://midiarj.org.br/content/m%C3%ADdia-digital-out-home-conquista-consumidores-no-varejo

Jornal cresce em circulação

O meio Jornal apresentou crescimento médio de 4,2% na circulação no Brasil, comparando o primeiro semestre de 2011 e o mesmo período do ano passado. A constatação é do Instituto Verificador de Circulação (IVC), órgão responsável pela auditoria de jornais e revistas no País.
O aumento foi impulsionado em maior escala pelo crescimento nas vendas de publicações com preço de capa até 99 centavos, que avançou 12,9%. Consequentemente, o volume de vendas avulsas teve maior expansão, alcançando 5,1% em relação ao incremento de 3,2% nas assinaturas. A média diária de circulação brasileira nos primeiros seis meses deste ano é de 4.435.581 exemplares, novo recorde histórico para a auditoria da entidade.
O levantamento engloba toda a circulação paga auditada pelo Instituto. Em média, o grupo de jornais com preço de capa acima de 2 reais registrou avanço de 3,2% na circulação. Veículos com custo por exemplar entre 1 e 2 reais tiveram leve declínio médio de -1,1%. A observação da média corrente dos últimos 12 meses em relação aos 12 meses anteriores aponta alta de 3,9%.
Segundo o presidente executivo do IVC, Pedro Martins Silva, os jornais com preços mais acessíveis têm a distribuição concentrada na venda avulsa, justificando o destaque de ambas as vertentes. Com relação ao crescimento na circulação, o executivo credita os números positivos ao bom momento econômico do País. “O aumento da renda da população alavancou o crescimento mais vigoroso nos títulos populares. Em 2010, o meio se recuperou dos efeitos da crise econômica mundial de 2009 e o primeiro semestre deste ano solidifica o movimento de ascensão dos jornais brasileiros”, enfatiza Silva.

IVC CONSTATA CRESCIMENTO DE 4,2% NA CIRCULAÇÃO DO MEIO JORNAL NO PRIMEIRO SEMESTRE

O meio Jornal apresentou crescimento médio de 4,2% na circulação no Brasil, comparando o primeiro semestre de 2011 e o mesmo período do ano passado. A constatação é do Instituto Verificador de Circulação (IVC), órgão responsável pela auditoria de jornais e revistas no País.

O aumento foi impulsionado em maior escala pelo crescimento nas vendas de publicações com preço de capa até 99 centavos, que avançou 12,9%. Consequentemente, o volume de vendas avulsas teve maior expansão, alcançando 5,1% em relação ao incremento de 3,2% nas assinaturas. A média diária de circulação brasileira nos primeiros seis meses deste ano é de 4.435.581 exemplares, novo recorde histórico para a auditoria da entidade.

O levantamento engloba toda a circulação paga auditada pelo Instituto. Em média, o grupo de jornais com preço de capa acima de 2 reais registrou avanço de 3,2% na circulação. Veículos com custo por exemplar entre 1 e 2 reais tiveram leve declínio médio de -1,1%. A observação da média corrente dos últimos 12 meses em relação aos 12 meses anteriores aponta alta de 3,9%.

Segundo o presidente executivo do IVC, Pedro Martins Silva, os jornais com preços mais acessíveis têm a distribuição concentrada na venda avulsa, justificando o destaque de ambas as vertentes. Com relação ao crescimento na circulação, o executivo credita os números positivos ao bom momento econômico do País. “O aumento da renda da população alavancou o crescimento mais vigoroso nos títulos populares. Em 2010, o meio se recuperou dos efeitos da crise econômica mundial de 2009 e o primeiro semestre deste ano solidifica o movimento de ascensão dos jornais brasileiros”, enfatiza Silva.

Fonte: http://midiarj.org.br/content/ivc-constata-crescimento-de-42-na-circula%C3%A7%C3%A3o-do-meio-jornal-no-primeiro-semestre

Pesquisa bastante interessante

Em todos os países que participaram do estudo, a maioria das mulheres afirmam estar mais reticentes para confiar em anúncios de texto em telefones celulares (com 44% nos países desenvolvidos e 30% das mulheres nos países emergentes afirmando não confiar), anúncios em redes sociais (38% e 23%) e anúncios em dispositivos móveis, como smartphones e tablets ( 37% e 22%).
Quando se trata de buscar informações sobre novos produtos, a televisão segue sendo a forma de mídia mais difundida e a principal fonte de informação em todos os continentes. Em todos os 10 países emergentes e em 7 dos 11 países desenvolvidos analisados a televisão fica na frente de outras 14 origens de informação.
O Boca a Boca ficou na segunda ou terceira colocação como fonte de informações em 9 dos 10 mercados emergentes e 8 dos 11 desenvolvidos incluídos na pesquisa. Jornais impressos e revistas foram outras fontes de informações populares entre as mulheres de países emergentes, enquanto que a internet é mais difundida nos mercados desenvolvidos.
Apenas 6% das mulheres nos países desenvolvidos e 16% nos países emergentes afirmam ser bastante influenciados por anúncios da web com contexto social mostrados em sites de mídias sociais.
Mulheres nos países emergentes são mais fortemente influenciadas do que as mulheres de países desenvolvidos. A distribuição é bastante parecida entre os anúncios da web que são mais persuasivos. Anúncios com contexto social onde seja indicado que amigos gostaram ou seguiram alguma marca tem uma ligeira vantagem sobre anúncios que apareçam como atualização de notícias ou anúncios padrão.
Nos países emergentes, as mulheres indianas são as mais influenciáveis por estes três tipos de anúncio, enquanto as sul-africanas e as russas são as que menos se deixam convencer. Entre os desenvolvidos, as mulheres sul-coreanas são as que a publicidade mais influencia por meios de comunicação social, enquanto que as australianas e suecas ficam nas últimas posições.
Entre as mulheres de países desenvolvidos e emergentes, a respectiva penetração da TV ( 95% e 98%) e do celular (95% e 89%) são quase universais. Mulheres de países desenvolvidos tem taxas muito mais elevadas de conexão a internet (90% a 46%) e propriedade de smartphones (37% contra 18%).

Estudo global revela as mídias que mais influenciam as mulheres

Em todos os países que participaram do estudo, a maioria das mulheres afirmam estar mais reticentes para confiar em anúncios de texto em telefones celulares (com 44% nos países desenvolvidos e 30% das mulheres nos países emergentes afirmando não confiar), anúncios em redes sociais (38% e 23%) e anúncios em dispositivos móveis, como smartphones e tablets ( 37% e 22%).

Quando se trata de buscar informações sobre novos produtos, a televisão segue sendo a forma de mídia mais difundida e a principal fonte de informação em todos os continentes. Em todos os 10 países emergentes e em 7 dos 11 países desenvolvidos analisados a televisão fica na frente de outras 14 origens de informação.

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O Boca a Boca ficou na segunda ou terceira colocação como fonte de informações em 9 dos 10 mercados emergentes e 8 dos 11 desenvolvidos incluídos na pesquisa. Jornais impressos e revistas foram outras fontes de informações populares entre as mulheres de países emergentes, enquanto que a internet é mais difundida nos mercados desenvolvidos.

Apenas 6% das mulheres nos países desenvolvidos e 16% nos países emergentes afirmam ser bastante influenciados por anúncios da web com contexto social mostrados em sites de mídias sociais.

Mulheres nos países emergentes são mais fortemente influenciadas do que as mulheres de países desenvolvidos. A distribuição é bastante parecida entre os anúncios da web que são mais persuasivos. Anúncios com contexto social onde seja indicado que amigos gostaram ou seguiram alguma marca tem uma ligeira vantagem sobre anúncios que apareçam como atualização de notícias ou anúncios padrão.

Nos países emergentes, as mulheres indianas são as mais influenciáveis por estes três tipos de anúncio, enquanto as sul-africanas e as russas são as que menos se deixam convencer. Entre os desenvolvidos, as mulheres sul-coreanas são as que a publicidade mais influencia por meios de comunicação social, enquanto que as australianas e suecas ficam nas últimas posições.

Entre as mulheres de países desenvolvidos e emergentes, a respectiva penetração da TV ( 95% e 98%) e do celular (95% e 89%) são quase universais. Mulheres de países desenvolvidos tem taxas muito mais elevadas de conexão a internet (90% a 46%) e propriedade de smartphones (37% contra 18%).

Fonte: http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/estudo-global-revela-as-midias-que-mais-influenciam-as-mulheres