Serviços digitais: como cobrar?

Com a missão de difundir os serviços digitais de forma sustentável, a Associação Paulista das Agências Digitais – APADi (www.apadi.com.br) acaba de anunciar a segunda edição do Manual de Preços e Serviços Digitais. O documento, que será lançado no fim de 2011, será elaborado a partir de dados apurados junto ao próprio setor, com base nos valores médios praticados atualmente em todo o Estado de São Paulo.
Segundo Cláudio Coelho (Nocaute), presidente da entidade, a ideia é reunir agências e associações de todos os portes e especialidades para readequar os valores da segunda edição do Manual. “Nosso objetivo é convidar as associações e agências – inclusive as não associadas – para participar das discussões que vão delinear esta nova edição do documento.”
Assim como a elaboração da primeira edição do Manual de Preços e Serviços Digitais, a APADi realizará reuniões periódicas com agências e associações. Os interessados em participar dos encontros – mesmo não associados – deverão fazer inscrição na própria APADi, pelo e-mail apadi@apadi.com.br ou pelo telefone (11) 3871-0108.
Manual de Preços e Serviços Digitais APADi
Lançado em 2010, o Manual de Preços e Serviços Digitais APADi (www.manualdeservicosdigitais.com.br) inclui os preços médios dos produtos e serviços básicos mais solicitados pelos clientes das agências digitais associadas. Alguns trabalhos complexos não são precificados, mas o documento oferece diretrizes básicas dos principais itens que devem compor as propostas.
O documento inclui observações sobre variáveis que interferem diretamente na composição dos preços de cada agência, como impostos, tipos de atendimento, região da agência, particularidades sazonais, custos de software, precificação de ideias e custos de produção.
Segundo Coelho, embora o quesito preço não deva ser o principal critério para a escolha de uma agência, o objetivo deste documento é se tornar uma referência para que agências e clientes tenham parâmetros adequados na avaliação de custos das principais ações digitais.

Com a missão de difundir os serviços digitais de forma sustentável, a Associação Paulista das Agências Digitais – APADi (www.apadi.com.br) acaba de anunciar a segunda edição do Manual de Preços e Serviços Digitais. O documento, que será lançado no fim de 2011, será elaborado a partir de dados apurados junto ao próprio setor, com base nos valores médios praticados atualmente em todo o Estado de São Paulo.

Segundo Cláudio Coelho (Nocaute), presidente da entidade, a ideia é reunir agências e associações de todos os portes e especialidades para readequar os valores da segunda edição do Manual. “Nosso objetivo é convidar as associações e agências – inclusive as não associadas – para participar das discussões que vão delinear esta nova edição do documento.”

Assim como a elaboração da primeira edição do Manual de Preços e Serviços Digitais, a APADi realizará reuniões periódicas com agências e associações. Os interessados em participar dos encontros – mesmo não associados – deverão fazer inscrição na própria APADi, pelo e-mail apadi@apadi.com.br ou pelo telefone (11) 3871-0108.

Manual de Preços e Serviços Digitais APADi

Lançado em 2010, o Manual de Preços e Serviços Digitais APADi (www.manualdeservicosdigitais.com.br) inclui os preços médios dos produtos e serviços básicos mais solicitados pelos clientes das agências digitais associadas. Alguns trabalhos complexos não são precificados, mas o documento oferece diretrizes básicas dos principais itens que devem compor as propostas.

O documento inclui observações sobre variáveis que interferem diretamente na composição dos preços de cada agência, como impostos, tipos de atendimento, região da agência, particularidades sazonais, custos de software, precificação de ideias e custos de produção.

Segundo Coelho, embora o quesito preço não deva ser o principal critério para a escolha de uma agência, o objetivo deste documento é se tornar uma referência para que agências e clientes tenham parâmetros adequados na avaliação de custos das principais ações digitais.

Fonte: http://www.vitrinepublicitaria.net

Campanha no twitter gera contratação

Campanha #MolotovContrateAPaty é tema do Vanguarda Mix.
Para concorrer a uma vaga na Molotov Propaganda, a publicitária Patricia Mantovani criou uma campanha no twitter chamada #MolotovContrateAPaty. A iniciativa teve tanta repercussão nas redes sociais que virou tema do programa Vanguarda Mix, exibido no dia 13 de agosto. Além disso, a campanha atingiu seu objetivo: Patricia foi contratada como assistente de atendimento da agência.
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=f2uwhFB2UJM

Campanha no twitter gera contratação e vira tema de matéria na TV

Campanha #MolotovContrateAPaty é tema do Vanguarda Mix.

Para concorrer a uma vaga na Molotov Propaganda, a publicitária Patricia Mantovani criou uma campanha no twitter chamada #MolotovContrateAPaty. A iniciativa teve tanta repercussão nas redes sociais que virou tema do programa Vanguarda Mix, exibido no dia 13 de agosto. Além disso, a campanha atingiu seu objetivo: Patricia foi contratada como assistente de atendimento da agência.

Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=f2uwhFB2UJM

No conselho

Recebi o convite (e aceitei) para participar do Conselho Editorial da Revista Lettering que chega ao mercado agora no final de agosto. A publicação terá como foco o mercado de comunicação do Vale do Paraíba, Região Serrana e Litoral Norte.

A publicação vai ocupar um espaço importante, sem dúvida. E é, portanto, uma honra participar deste importante projeto. Agradeço à profissional de comunicação Leticia Maria, principal nome por trás da empreitada, o convite.

Atingindo objetivos

Esse texto foi escrito por Tuani Carvalho, aluna do segundo ano noturno de publicidade e propaganda da Unitau. Ela o publicou em seu Tumblr e eu pedi autorização a ela para reproduzi-lo aqui só para mostrar que eventos como o de ontem – Caravana APPVale – surtem efeito na formação de nossos alunos.

Segue o texto:

A Caravana APP Vale estacionou na Unitau e mudou o rumo das minhas idéias. A “mesa redonda” foi extremamente interessante e espontânea do começo ao fim. O tema era comunicação regional e diversos pontos polêmicos e controversos foram discutidos. Vale a pena parar para refletir e ampliar a nossa visão que, às vezes, é muito limitada.
Eu me tomo como exemplo, e assumo nunca ter reconhecido devidamente o valor da comunicação no Vale do Paraíba. Tenho a certeza de que não era a única a pensar: “Ok, me formo e vou pra São Paulo”. Pensava assim até algumas horas atrás.
É preciso reconhecer e valorizar o potencial que temos aqui por perto. Profissionais de altíssima qualidade e uma estrutura que não deve nada às renomadas agências da capital.
Um ponto-chave discutido foi o “preconceito” com tudo o que é regional (ou interiorano). O preconceito tanto por parte dos clientes que ainda conservam o pensamento de que o que vem de fora é muito superior em qualidade, quanto por parte das agências que barateiam os custos para não perderem as contas.
Como foi bem colocado na discussão, talvez a solução esteja na doutrinação dos clientes: educá-los para que possam aprender a valorizar o que é regional e de qualidade. Deve partir deles a iniciativa de pagar um preço justo pela qualidade do trabalho.
E é inegável a importância da comunicação na nossa região. Agências que vêm de fora e tomam por base apenas estatísticas saem em desvantagem se colocadas em comparação às agências do interior.
O fato de estarmos totalmente inseridos no ambiente e na sociedade da região, já nos dá uma visão muito mais ampla e profunda do mercado. Nós somos o público e convivemos com o público todos os dias. Temos muito mais referências e percepção das preferências, padrões e necessidades dos consumidores.
Depois de tanta discussão e reflexão, me resta dizer que, hoje, a minha vontade é permanecer no Vale até depois de me formar. Vejo uma possibilidade muito grande de crescimento no mercado valeparaibano, agora ainda mais palpável com a criação da APP Vale.
Espero ter a oportunidade de participar de mais eventos como esse e recomendo, quem puder, a fazer o mesmo.

A Caravana APP Vale estacionou na Unitau e mudou o rumo das minhas idéias. A “mesa redonda” foi extremamente interessante e espontânea do começo ao fim. O tema era comunicação regional e diversos pontos polêmicos e controversos foram discutidos. Vale a pena parar para refletir e ampliar a nossa visão que, às vezes, é muito limitada.

Eu me tomo como exemplo, e assumo nunca ter reconhecido devidamente o valor da comunicação no Vale do Paraíba. Tenho a certeza de que não era a única a pensar: “Ok, me formo e vou pra São Paulo”. Pensava assim até algumas horas atrás.

É preciso reconhecer e valorizar o potencial que temos aqui por perto. Profissionais de altíssima qualidade e uma estrutura que não deve nada às renomadas agências da capital.

Um ponto-chave discutido foi o “preconceito” com tudo o que é regional (ou interiorano). O preconceito tanto por parte dos clientes que ainda conservam o pensamento de que o que vem de fora é muito superior em qualidade, quanto por parte das agências que barateiam os custos para não perderem as contas.

Como foi bem colocado na discussão, talvez a solução esteja na doutrinação dos clientes: educá-los para que possam aprender a valorizar o que é regional e de qualidade. Deve partir deles a iniciativa de pagar um preço justo pela qualidade do trabalho.

E é inegável a importância da comunicação na nossa região. Agências que vêm de fora e tomam por base apenas estatísticas saem em desvantagem se colocadas em comparação às agências do interior.

O fato de estarmos totalmente inseridos no ambiente e na sociedade da região, já nos dá uma visão muito mais ampla e profunda do mercado. Nós somos o público e convivemos com o público todos os dias. Temos muito mais referências e percepção das preferências, padrões e necessidades dos consumidores.

Depois de tanta discussão e reflexão, me resta dizer que, hoje, a minha vontade é permanecer no Vale até depois de me formar. Vejo uma possibilidade muito grande de crescimento no mercado valeparaibano, agora ainda mais palpável com a criação da APP Vale.

Espero ter a oportunidade de participar de mais eventos como esse e recomendo, quem puder, a fazer o mesmo.