Biro Biro na área

BZ Propaganda assina nova campanha da Black Cola
A partir de março, comercial de TV estrelado por Biro Biro será veiculado em 6 estados brasileiros
A BZ Propaganda, de São José dos Campos, assina a nova campanha da Black Cola, que traz como estrela um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, o ex-jogador do Corinthians Biro Biro.
A campanha será lançada, em março, nos estados São Paulo. Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grade do Sul, Tocantins e Santa Catarina, com presença do craque nos comerciais de TV, nos anúncios de jornais e de revistas e nos materiais de pontos de venda.
Para o diretor da BZ Propaganda, Mario Celso Stefano, a campanha tem superado as expectativas, principalmente pela figura de Biro Biro, até hoje considerado um ícone do futebol. Todos os projetos foram desenvolvidos pela BZ, nos anos de 2010 e 2011.
“Estamos muito felizes por desenvolver esse tipo de trabalho e de oferecer novas opções aos consumidores. Tenho certeza de que a campanha atingirá, com sucesso, os mais variados públicos”, diz Mario Celso.
O refrigerante Black Cola é envazado e distribuído pelo Grupo Kalena, que também tem outros produtos, além do chopp que leva o mesmo nome.

BZ Propaganda assina nova campanha da Black Cola

A partir de março, comercial de TV estrelado por Biro Biro será veiculado em 6 estados brasileiros

A BZ Propaganda, de São José dos Campos, assina a nova campanha da Black Cola, que traz como estrela um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, o ex-jogador do Corinthians Biro Biro.

A campanha será lançada, em março, nos estados São Paulo. Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grade do Sul, Tocantins e Santa Catarina, com presença do craque nos comerciais de TV, nos anúncios de jornais e de revistas e nos materiais de pontos de venda.

Para o diretor da BZ Propaganda, Mario Celso Stefano, a campanha tem superado as expectativas, principalmente pela figura de Biro Biro, até hoje considerado um ícone do futebol. Todos os projetos foram desenvolvidos pela BZ, nos anos de 2010 e 2011.

“Estamos muito felizes por desenvolver esse tipo de trabalho e de oferecer novas opções aos consumidores. Tenho certeza de que a campanha atingirá, com sucesso, os mais variados públicos”, diz Mario Celso.

O refrigerante Black Cola é envazado e distribuído pelo Grupo Kalena, que também tem outros produtos, além do chopp que leva o mesmo nome.

Mais uma no mercado

Chega mais uma revista ao Vale do Paraíba

O meio revista segue crescendo em quantidade de títulos. Prova disso é a chegada da primeira edição da Revista Orphila. Ela já está disponível nas bancas! Trata-se de uma publicação trimestral que fala exclusivamente de Moda e Beleza para a região do Vale do Paraíba. A matéria de capa da edição de estréia é uma entrevista com Isabeli Fontana, assinada pela já famosa blogueira de moda Cris Bedendo. A edição da publicação é de Marcelo Claret.

Além da venda em bancas há a possibilidade de assinar a revista. Se você quer conhecer a publicação, visite o estande no CenterVale Shopping (SJCampos), a partir deste sábado.

orphila

Na hora de concorrer a vaga…

Pamela Botelho é publicitária formada pela Unitau e já teve vivência profissional até nos EUA. Trabalha atualmente em uma empresa/instituição aqui do Vale do Paraíba e precisou selecionar candidato a uma vaga em comunicação. Dessa experiência acabou surgindo esse interessante e útil texto para quem está correndo atrás de uma colocação. Lá vai:

Quero
um
emprego,
pensando
bem…quero
uma
carreira.
Você
acabou
de
se
formar,
está
algum
tempo
sem
emprego
ou
apenas
buscando
por
algo
melhor,
independente
do
motivo
da
busca
vale
lembrar
que
a
partir
do
momento
que
se
decide
concorrer
por
uma
vaga
você
está
participando
de
um
Processo
de
Seleção.
Não
seja
imediatista,
tome
um
tempo
para
pensar
no
assunto
e
saber
o
porque
você
quer
participar
desse
ou
daquele
processo,
não
mande
seu
curriculo
o
mais
rápido
possível
porque
você
simplesmente
precisa
de
um
emprego.
O
Mercado
é
competitivo
e
você
precisa
se
destacar.
Por
menos
informações
que
você
tenha,
pelo
menos
a
área
ou
nome
da
empresa
são
mencionados,
então,
se
apresente
para
aquele
do
outro
lado,
que
vai
receber
duzias
de
emails,
de
forma
que
ele
se
lembre
de
você
e
queira
saber
mais.
Pesquise
sobre
a
empresa,
escreva
uma
carta
de
apresentação
contando
o
porque
acredita
que
deveria
ser
chamado.
Mesmo
que
não
tenha
experiência,
demonstre
seu
interesse
escrevendo
como
entende
do
assunto,
sua
vivência,
afinal
o
que
tem
feito
com
seus
anos
acadêmicos,
são
de
extrema
importância
para
mostrar
seus
interesses
e
determinação.
Quantas
vagas
você
realmente
almeja
a
ponto
de
ler
sobre
o
assunto,
pesquisar
sobre
a
empresa,
e
perceber
que
pode
fazer
a
diferença
para
ambas
as
partes?
Com
certeza
dessa
forma
não
seria
possivel
mandar
10
curriculos
por
dia,
mas
demonstraria
que
sabe
o
que
quer
e
busca
uma
carreira
profissional,
não
está
apenas
apertando
o
enter
na
expectativa
de
encontrar
aquilo
que
aparecer.
Faça
seu
curriculo
com
cuidado,
lembre
que
ainda
não
o
conhecemos.
Se
decidir
colocá-­‐lo
no
corpo
do
email,
não
deixe
de
anexar
o
arquivo
também.
Não
liste
os
lugares
que
trabalhou,
mas
conte
o
que
aprendeu,
desenvolveu
e
conquistou
na
empresa.
Sem
experiência?
Não
apenas
liste
os
congressos
que
participou
durante
a
faculdade,
a
outra
parte
pode
pensar
que
é
apenas
uma
“viagem”,
fale
o
porque
deve
ser
considerado.
Não
precisa
contar
onde
estudou
no
primário,
mas
vamos
adorar
saber
quais
os
cursos
que
fez
e
projetos
que
realizou.
No
mais,
faça
porque
relmente
acredita
no
que
é
proposto,
na
sua
capacidade
e
ambição,
porque
senão
os
dias
não
vão
passar
de
frustracões
e
talentos
perdidos.

Quero um emprego, pensando bem…quero uma carreira

Você acabou de se formar, está há algum tempo sem emprego ou apenas buscando por

algo melhor, independente do motivo da busca vale lembrar que a partir do momento

que se decide concorrer por uma vaga você está participando de um Processo de

Seleção.

Não seja imediatista, tome um tempo para pensar no assunto e saber o porque você

quer participar desse ou daquele processo, não mande seu currículo o mais rápido

possível porque você simplesmente precisa de um emprego.

O Mercado é competitivo e você precisa se destacar. Por menos informações que

você tenha, pelo menos a área ou nome da empresa são mencionados, então, se apresente

para aquele do outro lado, que vai receber duzias de emails, de forma que ele se lembre

de você e queira saber mais. Pesquise sobre a empresa, escreva uma carta de apresentação

contando o porque acredita que deveria ser chamado. Mesmo que não tenha experiência,

demonstre seu interesse escrevendo como entende do assunto, sua vivência, afinal o

que tem feito com seus anos acadêmicos, são de extrema importância para mostrar seus

interesses e determinação.

Quantas vagas você realmente almeja a ponto de ler sobre o assunto, pesquisar sobre

a empresa, e perceber que pode fazer a diferença para ambas as partes? Com certeza

dessa forma não seria possível mandar 10 currículos por dia, mas demonstraria que

sabe o que quer e busca uma carreira profissional, não está apenas apertando o

enter na expectativa de encontrar aquilo que aparecer.

Faça seu currículo com cuidado, lembre que ainda não o conhecemos. Se decidir

colocá-­‐lo no corpo do email, não deixe de anexar o arquivo também. Não liste os lugares

que trabalhou, mas conte o que aprendeu, desenvolveu e conquistou na empresa.

Sem experiência? Não apenas liste os congressos que participou durante a faculdade, a

outra parte pode pensar que é apenas uma “viagem”, fale o porque deve ser considerado.

Não precisa contar onde estudou no primário, mas vamos adorar saber quais os cursos

que fez e projetos que realizou. No mais, faça porque realmente acredita no que é

proposto, na sua capacidade e ambição, porque senão os dias não vão passar de

frustrações e talentos perdidos.

Consumidor digital

Reproduzo aqui excelente matéria da Meio&Mensagem. Confira!

Um olhar digital sobre o consumidor
Estudo da DM9DDB cria nova classificação do público a partir da relação com as inovações tecnológicas
FERNANDO MURAD| » 07 de Fevereiro de 2012 • 16:48
comentários0comentáriosDEIXE SEU COMENTÁRIO»imprimirx-a+a
Independentemente da geração a qual pertence, toda pessoa foi impactada de alguma maneira pelas mudanças trazidas pelo universo digital. Para entender como os diferentes grupos de consumidores estão se comportando neste novo cenário, é preciso fazer análises com critérios além dos convencionais como demográficos e, até mesmo, psicográficos. Pelo menos esta é a conclusão de um estudo feito pela DM9DDB sobre o comportamento digital que criou uma nova segmentação de consumidores batizada pela agência de perfis “digigráficos”.
O levantamento constatou que as mudanças no comportamento das pessoas¬ geradas pelas inovações digitais têm pouco ou nada a ver com sexo, idade ou classe social. Com isso, foram desenvolvidos três critérios que levam em conta quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em suas vidas, quais as intenções que elas têm ao consumir os diversos produtos digitais e, principalmente, quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade.
“O estudo é sobre perfis, mas trata de coisas mais profundas. Traz não só uma segmentação como um novo olhar sobre as mudanças importantes que ocorreram na vida das pessoas. Os perfis não são rígidos ou exclusivos. É mais um critério comportamental”, afirma Cynthia Horowicz, vice-presidente de planejamento da agência. “Será uma grande contribuição para que as marcas sofistiquem seu entendimento do consumidor na era digital”, complementa. O estudo etnográfico envolveu entrevistas em profundidade com 25 pessoas, de seis gerações, entre sete e 60 anos, conversas com especialistas de diversas áreas, e a aplicação de questionário em mais de 50 pessoas.
A proposta do trabalho não é substituir os critérios tradicionais, mas apresentar um olhar diferente que pode contribuir para melhorar as estratégias de marketing das empresas. “A cristalização dos insights para as marcas deve começar agora. Isso vai ajudar a redefinir o valor de cada mídia”, adianta Rodrigo Maroni, diretor de planejamento e estratégia digital da DM9DDB. O próximo passo do estudo será fazer um trabalho quantitativo para mensurar o tamanho de cada perfil dentro da população brasileira.
Cinco tipos
Após a conclusão das entrevistas com a amostra da pesquisa, realizada em parceria com a Vox Pesquisas, a equipe da agência elaborou cinco perfis que vão desde as pessoas que têm na tecnologia seu habitat natural e que formam suas personalidades a partir destas experiências, até aquelas que apenas recorrem a ela para ajudar a realizar de forma mais ágil suas tarefas cotidianas. Os cinco tipos foram denominados imersos, ferramentados, fascinados, emparelhados e evoluídos.
Na opinião de Maroni, a nova classificação permite aumentar a eficiência das ações digitais. “No início, a publicidade queria achar as pessoas geograficamente. Depois, em momentos, contextos. Agora está no ponto de falar com identidades diferentes”, conta. “Cada perfil exige uma comunicação diferente. Para falar com os imersos, por exemplo, é preciso saber conversar e dar valor para suas identidades virtuais, especialmente usando meios digitais, que é onde essas identidades ganham vida”, aponta.
“Acho que muitas empresas pecam no básico. Os sites não funcionam bem no iPad e no Blackberry, as lojas online também não. O bê-a-bá ainda precisa ser trabalhado. E poucas campanhas exploram a junção do online e do off-line. A integração ainda é a exceção”, conta Celeste Gonzalez, uma das pessoas ouvidas pela pesquisa. Nos últimos seis meses ela migrou do perfil emparelhado para o ferramentado. “Continuo muito plugada, mas perdi um pouco do desespero. A tecnologia vem para ajudar a nossa vida”, diz.
Os imersos são caracterizados por conseguirem definir melhor seus interesses e estabelecerem vínculos com o mundo por meio da tecnologia. Suas personalidades e identidades foram moldadas pela era digital e isso permitiu viver personagens diferentes. Já os ferramentados utilizam a tecnologia para ajudar nas tarefas cotidianas, mas eles não dependem dela e nem são definidos por ela. Os emparelhados vão um pouco além. Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira da jornada diária e consideram que a vida fica extremamente complicada sem ela.
No caso dos fascinados, computadores e gadgets são ícones da modernidade e comprá-los os ajudam a atestar que são antenados. Por fim, os evoluídos são as crianças e os adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. “Este perfil tem um pouco de demográfico. Quanto mais jovem, maior a chance de ser evoluído. E todos um dia serão evoluídos”, projeta Cynthia.

Um olhar digital sobre o consumidor

Estudo da DM9DDB cria nova classificação do público a partir da relação com as inovações tecnológicas

FERNANDO MURAD

Independentemente da geração a qual pertence, toda pessoa foi impactada de alguma maneira pelas mudanças trazidas pelo universo digital. Para entender como os diferentes grupos de consumidores estão se comportando neste novo cenário, é preciso fazer análises com critérios além dos convencionais como demográficos e, até mesmo, psicográficos. Pelo menos esta é a conclusão de um estudo feito pela DM9DDB sobre o comportamento digital que criou uma nova segmentação de consumidores batizada pela agência de perfis “digigráficos”.

O levantamento constatou que as mudanças no comportamento das pessoas¬ geradas pelas inovações digitais têm pouco ou nada a ver com sexo, idade ou classe social. Com isso, foram desenvolvidos três critérios que levam em conta quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em suas vidas, quais as intenções que elas têm ao consumir os diversos produtos digitais e, principalmente, quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade.

“O estudo é sobre perfis, mas trata de coisas mais profundas. Traz não só uma segmentação como um novo olhar sobre as mudanças importantes que ocorreram na vida das pessoas. Os perfis não são rígidos ou exclusivos. É mais um critério comportamental”, afirma Cynthia Horowicz, vice-presidente de planejamento da agência. “Será uma grande contribuição para que as marcas sofistiquem seu entendimento do consumidor na era digital”, complementa. O estudo etnográfico envolveu entrevistas em profundidade com 25 pessoas, de seis gerações, entre sete e 60 anos, conversas com especialistas de diversas áreas, e a aplicação de questionário em mais de 50 pessoas.

A proposta do trabalho não é substituir os critérios tradicionais, mas apresentar um olhar diferente que pode contribuir para melhorar as estratégias de marketing das empresas. “A cristalização dos insights para as marcas deve começar agora. Isso vai ajudar a redefinir o valor de cada mídia”, adianta Rodrigo Maroni, diretor de planejamento e estratégia digital da DM9DDB. O próximo passo do estudo será fazer um trabalho quantitativo para mensurar o tamanho de cada perfil dentro da população brasileira.

Cinco tipos

Após a conclusão das entrevistas com a amostra da pesquisa, realizada em parceria com a Vox Pesquisas, a equipe da agência elaborou cinco perfis que vão desde as pessoas que têm na tecnologia seu habitat natural e que formam suas personalidades a partir destas experiências, até aquelas que apenas recorrem a ela para ajudar a realizar de forma mais ágil suas tarefas cotidianas. Os cinco tipos foram denominados imersos, ferramentados, fascinados, emparelhados e evoluídos.

Na opinião de Maroni, a nova classificação permite aumentar a eficiência das ações digitais. “No início, a publicidade queria achar as pessoas geograficamente. Depois, em momentos, contextos. Agora está no ponto de falar com identidades diferentes”, conta. “Cada perfil exige uma comunicação diferente. Para falar com os imersos, por exemplo, é preciso saber conversar e dar valor para suas identidades virtuais, especialmente usando meios digitais, que é onde essas identidades ganham vida”, aponta.

“Acho que muitas empresas pecam no básico. Os sites não funcionam bem no iPad e no Blackberry, as lojas online também não. O bê-a-bá ainda precisa ser trabalhado. E poucas campanhas exploram a junção do online e do off-line. A integração ainda é a exceção”, conta Celeste Gonzalez, uma das pessoas ouvidas pela pesquisa. Nos últimos seis meses ela migrou do perfil emparelhado para o ferramentado. “Continuo muito plugada, mas perdi um pouco do desespero. A tecnologia vem para ajudar a nossa vida”, diz.

Os imersos são caracterizados por conseguirem definir melhor seus interesses e estabelecerem vínculos com o mundo por meio da tecnologia. Suas personalidades e identidades foram moldadas pela era digital e isso permitiu viver personagens diferentes. Já os ferramentados utilizam a tecnologia para ajudar nas tarefas cotidianas, mas eles não dependem dela e nem são definidos por ela. Os emparelhados vão um pouco além. Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira da jornada diária e consideram que a vida fica extremamente complicada sem ela.

No caso dos fascinados, computadores e gadgets são ícones da modernidade e comprá-los os ajudam a atestar que são antenados. Por fim, os evoluídos são as crianças e os adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. “Este perfil tem um pouco de demográfico. Quanto mais jovem, maior a chance de ser evoluído. E todos um dia serão evoluídos”, projeta Cynthia.

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