Vaga para Supervisor de Comunicação

Vaga para Supervisor de Comunicação

Sobre a vaga

Supervisionar a execução do planejamento de comunicação institucional, garantindo alinhamento com as diretrizes estratégicas da Comunicação e da Diretoria Executiva.

Acompanhar e organizar o calendário de campanhas institucionais (processo seletivo, campanhas de bolsas, capta o, reativa o de doadores, parcerias, etc.), assegurando cumprimento de prazos, qualidade e coerência de marca.

Acompanhar indicadores de performance das campanhas e canais (engajamento, conversão, leads, doações, alcance), propondo ajustes estratégicos quando necessário.

Supervisionar o uso e organização das ferramentas (GetResponse, Kommo, MLabs, redes sociais, Adobe, Canva), garantindo boas práticas e governança de acessos.

Estruturar e acompanhar fluxos de trabalho, cronogramas e processos internos da Comunicação, promovendo eficiência operacional.

Orientar tecnicamente a equipe (Líderes e Analistas), oferecendo direcionamento, feedbacks e acompanhamento de entregas.

Antecipar riscos de comunica o e propor soluções estratégicas para preservar a reputação institucional. Ensino superior completo em Comunicação Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas ou áreas correlatas;

Disponibilidade para trabalhar em horário comercial;

Disponibilidade para firmar contrato no modelo PJ;

Interesse e motivação para atuar em uma organização de impacto social;

Experiência em planejamento de comunicação e organização de calendário editorial e de campanhas;

Vivência com ferramentas de automação de marketing e e-mail marketing;

Conhecimento em CRM e acompanhamento de funil de relacionamento;

Experiência com gestão de redes sociais e ferramentas de agendamento de publicações ;

Experiência na leitura e análise de indicadores de performance;

Experiência na elaboração de briefings e validação técnica de peças criativas.

Candidate-se por aqui

Entre redações e marcas, jornalistas redefinem a profissão no Brasil

Com menos espaço nas redações, jornalistas migram para novas frentes e redesenham o papel da profissão no Brasil – Crédito: Freepik

No Dia do Jornalista, mudanças no mercado ampliam atuação fora dos veículos e levantam debate sobre formação e prática

No momento em que a profissão celebra seu dia, em 7 de abril, o jornalismo brasileiro vive uma mudança silenciosa, mas consistente. Cada vez mais profissionais deixam as redações e passam a atuar em áreas como assessoria de imprensa, comunicação corporativa e produção de conteúdo.

O movimento ocorre em meio à redução de postos formais em veículos e à transformação no consumo de notícias, cada vez mais mediado por plataformas digitais. Dados da Federação Nacional dos Jornalistas indicam que parte significativa dos jornalistas já atua fora da mídia tradicional, com a assessoria de imprensa concentrando a maior parcela desses profissionais.

Para a jornalista Camila Augusto, que trabalhou em redação e hoje atua na formação de profissionais, a mudança reflete um novo cenário de atuação. “Hoje, o jornalista precisa entender que a formação não limita a atuação à redação. Existem outras frentes possíveis, mas elas exigem preparo específico”, afirma.

Camila Augusto – Crédito: Arquivo pessoal

Segundo ela, a transição tem exposto uma lacuna entre a formação tradicional e as demandas atuais do mercado, especialmente em áreas como comunicação estratégica, posicionamento e gestão de imagem.

Redações sob pressão

Ao mesmo tempo em que o mercado se amplia fora dos veículos, as redações enfrentam um cenário de enxugamento e reconfiguração.

Para a jornalista Angela Maria Curioletti, editora e fundadora do Portal Minutta, a saída de profissionais experientes impacta diretamente o fazer jornalístico. “Não é só a mão de obra que se perde. É a sensibilidade, a responsabilidade e a credibilidade. Jornalistas com experiência aprendem a desconfiar e a apurar com cuidado”, afirma.

Angela Maria Curioletti – Crédito: Arquivo pessoal

Segundo ela, o desafio vai além da formação de novos profissionais e passa pela sustentabilidade dos próprios veículos. “Ter um veículo vivo depende de bons jornalistas, mas também de estrutura. Precisamos produzir conteúdo e, ao mesmo tempo, sustentar equipe e credibilidade.”

Apesar das dificuldades, Curioletti afirma que o jornalismo pode se manter financeiramente viável, desde que haja adaptação. “Não dá mais para depender de um único modelo. É preciso se reinventar, testar formatos e buscar novas fontes de receita, sem abrir mão da responsabilidade.”

Fora da redação

Para parte dos profissionais, a saída das redações não representa ruptura, mas mudança de caminho.

O jornalista Paulo Novais, que iniciou a carreira em redação e televisão, passou a atuar com assessoria de imprensa ao buscar maior autonomia e atuação estratégica. “Foi um processo gradual. Eu percebi que poderia usar a bagagem da redação de forma mais estratégica, ajudando outras pessoas a se posicionarem melhor na mídia”, afirma.

Paulo Novais – Crédito: Arquivo pessoal

Segundo ele, a experiência em veículos continua sendo central na nova atuação. “A redação te ensina a apurar, a construir pauta e a entender o que é notícia. Isso continua sendo essencial.”

A principal diferença, está na lógica de trabalho. “Na redação, você está focado em informar. Fora dela, você precisa pensar em posicionamento, relacionamento e construção de reputação.”

Mudança de papel

A migração também implica uma redefinição da função do jornalista.

Ao deixar a redação, o profissional passa de observador externo a agente que representa interesses institucionais, o que exige maior clareza sobre sua atuação.

“O jornalista precisa entender quando está informando e quando está defendendo um interesse”, afirma Camila Augusto.

O cenário se torna mais complexo com a presença de influenciadores e produtores de conteúdo, que atuam no mesmo ambiente e aproximam informação, opinião e publicidade.

Um novo ambiente de informação

As mudanças na carreira acompanham a transformação no consumo de notícias. Relatório do Reuters Institute for the Study of Journalism aponta a consolidação das plataformas digitais como principal meio de acesso à informação e a fragmentação das audiências.

No Brasil, esse contexto inclui a redução de vínculos formais nas redações e o aumento da demanda por habilidades como produção multimídia, gestão de redes sociais e análise de dados.

Fonte: TH Comunica | Assessoria de Imprensa

Vaga para conteudista pleno

Pré-requisitos:

– Formação em Comunicação Social – Jornalismo, Relações Públicas, Publicidade ou áreas correlatas;
– Proatividade, organizado e visões crítica e analítica;
– Conhecimento do Pacote Office;
– Ter mais de 2 anos de experiência em Comunicação Interna (muito importante 🚨).

Atividades do dia a dia:

– Apurar e redigir notas e reportagens para canais de comunicação (TV, jornal, newsletter, etc.), além de posts para redes sociais;
– Gerir canais de comunicação;
– Conceituar campanhas com criatividade e inovação;
– Redigir conteúdos em diferentes formatos seguindo os alinhamentos do cliente (roteiro de vídeo e podcast, folder, guia, manual, etc.);
– Seguir cronogramas e prazos previamente combinados, além de participar de reuniões de alinhamento e briefing;
– Ter bom conhecimento técnico e vivência na gestão de projetos, conseguindo ser independente, produtivo e tomador de decisões.

Trabalho híbrido em São José dos Campos (SP) ou em home office em demais localidades.

Esta vaga combina com você? Mande seu currículo + pretensão salarial para selecao@superacomunicacao.com.br até 10/03. No assunto do e-mail, coloque CONTEUDISTA PLENO.