Brasil: promissor mercado para a publicidade móvel
O Brasil se apresentando como um dos países com maior potencial de mercado para a publicidade nos dispositivos móveis. Os anunciantes, as agências de publicidades, os portais móveis vislumbram a possibilidade de novas receitas justamente porque o país se mostra como um dos mais avançados quando o assunto é a divulgação de produtos e serviços através do aparelho celular, smartphones e tablets.
Com a publicidade no celular, os consumidores têm a possibilidade de acessar informações sobre uma ampla variedade de produtos e serviços de qualquer lugar, seja no trabalho, escola ou lazer. E os números são altamente animadores. Uma estudo do eMarketer apontou que os investimentos em publicidade móvel no Brasil devem alcançar US$ 41 milhões em 2012.
O aumento do número de assinantes, que passará de 174 milhões em 2009 para 212 milhões em 2014, também é levado em conta pelos analistas, além do amadurecimento do mercado brasileiro e o aumento da oferta de aparelhos com mais recursos multimídia, que permitem maior experiência do usuário.
O Brasil é considerado um dos cinco mercados móveis mais importantes do mundo, o quinto maior usuário de internet, e o Google.com no celular teve um crescimento de quase 3.000% em dois anos. Isso coloca o país no topo da lista de prioridades quando o assunto é investimentos para novas oportunidades de negócios, incluindo a publicidade móvel.
Nossa atuação na oferta de plataforma móvel para publicidade mostrou que o Brasil perde apenas para a Índia, com quase 1 bilhão de acessos aos anúncios móveis. Os números das análises de mercado reforçam a elevada capacidade do mercado publicitário focado nos dispositivos móveis.
Por seu lado, as agências de publicidade podem ocupar importante papel neste processo. São elas as responsáveis por escolher as melhores mídias para a veiculação das suas peças e são elas que as criam. E o Brasil é considerado o país com o maior número de agências premiadas de todo o mundo.
Os anunciantes só têm a ganhar com isso. Afinal são eles que pagam os anúncios e desejam que o usuário dos serviços móveis se sintam à vontade para experimentar esta nova modalidade de publicidade online e móvel, que vêm ampliando também a capacidade de segmentação dos públicos alvo.
Além disso, os dispositivos móveis possuem maior penetração que a Internet porque o número de usuários móveis e mais que o dobro dos Internautas. Aqui está um dos motivos de nosso entusiasmo com o promissor mercado da publicidade móvel.
Para se ter uma ideia, no ano de 2011 o Brasil representou um grande salto para o tráfego na rede de nossa companhia, começando com apenas 6.9 milhões de acessos e chegando a dezembro último com mais de 500 milhões de acessos, posicionando o país no segundo posto, atrás apenas da Índia.
A plataforma Android ficou entre as que mais cresceram neste universo. Somente em dezembro do ano passado a plataforma registrou aumento de 39,06%, seguido pelos dispositivos equipados com Blackberry e iPhone. Na primeira posição estão os usuários com aparelhos dotados de Symbian, com 49,96% do total de acessos.
Como o celular é um dispositivo de uso pessoal, ele oferece capacidade avançada de personalização dos anúncios publicitários, e os números comprovam a capacidade dos serviços e dispositivos móveis oferecerem informação privilegiada aos anunciantes sobre o perfil do consumidor.
Por Alan Chang, CEO da MobGold
O Brasil se apresentando como um dos países com maior potencial de mercado para a publicidade nos dispositivos móveis. Os anunciantes, as agências de publicidades, os portais móveis vislumbram a possibilidade de novas receitas justamente porque o país se mostra como um dos mais avançados quando o assunto é a divulgação de produtos e serviços através do aparelho celular, smartphones e tablets.
Com a publicidade no celular, os consumidores têm a possibilidade de acessar informações sobre uma ampla variedade de produtos e serviços de qualquer lugar, seja no trabalho, escola ou lazer. E os números são altamente animadores. Uma estudo do eMarketer apontou que os investimentos em publicidade móvel no Brasil devem alcançar US$ 41 milhões em 2012.
O aumento do número de assinantes, que passará de 174 milhões em 2009 para 212 milhões em 2014, também é levado em conta pelos analistas, além do amadurecimento do mercado brasileiro e o aumento da oferta de aparelhos com mais recursos multimídia, que permitem maior experiência do usuário.
O Brasil é considerado um dos cinco mercados móveis mais importantes do mundo, o quinto maior usuário de internet, e o Google.com no celular teve um crescimento de quase 3.000% em dois anos. Isso coloca o país no topo da lista de prioridades quando o assunto é investimentos para novas oportunidades de negócios, incluindo a publicidade móvel.
Nossa atuação na oferta de plataforma móvel para publicidade mostrou que o Brasil perde apenas para a Índia, com quase 1 bilhão de acessos aos anúncios móveis. Os números das análises de mercado reforçam a elevada capacidade do mercado publicitário focado nos dispositivos móveis.
Por seu lado, as agências de publicidade podem ocupar importante papel neste processo. São elas as responsáveis por escolher as melhores mídias para a veiculação das suas peças e são elas que as criam. E o Brasil é considerado o país com o maior número de agências premiadas de todo o mundo.
Os anunciantes só têm a ganhar com isso. Afinal são eles que pagam os anúncios e desejam que o usuário dos serviços móveis se sintam à vontade para experimentar esta nova modalidade de publicidade online e móvel, que vêm ampliando também a capacidade de segmentação dos públicos alvo.
Além disso, os dispositivos móveis possuem maior penetração que a Internet porque o número de usuários móveis e mais que o dobro dos Internautas. Aqui está um dos motivos de nosso entusiasmo com o promissor mercado da publicidade móvel.
Para se ter uma ideia, no ano de 2011 o Brasil representou um grande salto para o tráfego na rede de nossa companhia, começando com apenas 6.9 milhões de acessos e chegando a dezembro último com mais de 500 milhões de acessos, posicionando o país no segundo posto, atrás apenas da Índia.
A plataforma Android ficou entre as que mais cresceram neste universo. Somente em dezembro do ano passado a plataforma registrou aumento de 39,06%, seguido pelos dispositivos equipados com Blackberry e iPhone. Na primeira posição estão os usuários com aparelhos dotados de Symbian, com 49,96% do total de acessos.
Como o celular é um dispositivo de uso pessoal, ele oferece capacidade avançada de personalização dos anúncios publicitários, e os números comprovam a capacidade dos serviços e dispositivos móveis oferecerem informação privilegiada aos anunciantes sobre o perfil do consumidor.
O homem nunca foi poste. É verdade! Sempre se moveu e se mudou. No início mudava mais, sempre em busca de caça. Depois fixou-se um pouco mais ao aprender a plantar seus alimentos. Depois vieram as cidades. A civilização. E a evolução dos meios de transporte: animais, trens, carros, barcos e navios, aviões.
O ser humano passou a viver essencialmente em grandes concentrações urbanas e o tempo tornou-se um bem raro. Enviar mensagens publicitárias que consigam estabelecer diálogo eficiente com os diferentes públicos alvo ficou extremamente difícil.
A propaganda em dispositivos móveis pode contatar o consumidor naqueles momentos em que ele não estaria disponível em/para outras mídias. Pode contatar o público naqueles momentos que passamos a chamar de microtédio – filas, elevadores, salas de espera, intervalos entre uma atividade e outra etc. Isso a torna interessantíssima a ponto de muitos apostarem fortemente em seu crescimento, a ponto de considerá-la a bola da vez.
Interação, engajamento, alto nível de resposta e atenção voluntária são aspectos positivos que merecem destaque no móbile marketing. Entretanto, o terreno é fértil, mas ainda pouco conhecido. Todos estão aprendendo: clientes/anunciantes, agências de comunicação, agências digitais e operadoras de serviços móveis.
O crescimento exponencial na venda de smartphones no Brasil associada à venda significativa de tablets, torna ainda mais atrativa a publicidade móvel. Inclusive para campanhas voltadas para a classe C.
A revista PróXXIma (publicação do Grupo Meio&Mensagem), em sua última edição, traz um excelente panorama do mobile marketing no Brasil. A matéria aborda agências especializadas, clientes, agências “convencionais”, operadoras de telefonia celular, enfim, ouve todos os players deste emergente e já bastante importante setor. A matéria traz números que ilustram bem essa importância. É leitura obrigatória para quem quer ficar antenado com o que acontece de mais novo no mundo da comunicação mercadológica.
O bacana da publicidade móvel é que há soluções aplicáveis a todos os portes de anunciantes. Há espaço para a aplicação do mobile marketing em campanhas regionais de comunicação. Podem ser criadas ações extremamente dirigidas e focadas tanto em promoção como em institucional e fidelização.
A aposta é que 2012 é o ano do mobile no Brasil. O cenário está pronto. Já há demanda e dinheiro suficientes para gerar uma massa de investimento no setor. Vamos ver se os atores estarão dispostos a encenar com grandeza esse novo ato da comunicação. Afinal de contas, o homem continua não sendo poste.
Comunicação onde o público está
O homem nunca foi poste. É verdade! Sempre se moveu e se mudou. No início mudava mais, sempre em busca de caça. Depois fixou-se um pouco mais ao aprender a plantar seus alimentos. Depois vieram as cidades. A civilização. E a evolução dos meios de transporte: animais, trens, carros, barcos e navios, aviões.
O ser humano passou a viver essencialmente em grandes concentrações urbanas e o tempo tornou-se um bem raro. Enviar mensagens publicitárias que consigam estabelecer diálogo eficiente com os diferentes públicos alvo ficou extremamente difícil.
A propaganda em dispositivos móveis pode contatar o consumidor naqueles momentos em que ele não estaria disponível em/para outras mídias. Pode contatar o público naqueles momentos que passamos a chamar de microtédio – filas, elevadores, salas de espera, intervalos entre uma atividade e outra etc. Isso a torna interessantíssima a ponto de muitos apostarem fortemente em seu crescimento, a ponto de considerá-la a bola da vez.
Interação, engajamento, alto nível de resposta e atenção voluntária são aspectos positivos que merecem destaque no mobile marketing. Entretanto, o terreno é fértil, mas ainda pouco conhecido. Todos estão aprendendo: clientes/anunciantes, agências de comunicação, agências digitais e operadoras de serviços móveis.
O crescimento exponencial na venda de smartphones no Brasil associada à venda significativa de tablets, torna ainda mais atrativa a publicidade móvel. Inclusive para campanhas voltadas para a classe C.
A revista PróXXIma (publicação do Grupo Meio&Mensagem), em sua última edição, traz um excelente panorama do mobile marketing no Brasil. A matéria aborda agências especializadas, clientes, agências “convencionais”, operadoras de telefonia celular, enfim, ouve todos os players deste emergente e já bastante importante setor. A matéria traz números que ilustram bem essa importância. É leitura obrigatória para quem quer ficar antenado com o que acontece de mais novo no mundo da comunicação mercadológica.
O bacana da publicidade móvel é que há soluções aplicáveis a todos os portes de anunciantes. Há espaço para a aplicação do mobile marketing em campanhas regionais de comunicação. Podem ser criadas ações extremamente dirigidas e focadas tanto em promoção como em institucional e fidelização.
A aposta é que 2012 é o ano do mobile no Brasil. O cenário está pronto. Já há demanda e dinheiro suficientes para gerar uma massa de investimento no setor. Vamos ver se os atores estarão dispostos a encenar com grandeza esse novo ato da comunicação. Afinal de contas, o homem continua não sendo poste.
O meio revista segue crescendo em quantidade de títulos. Prova disso é a chegada da primeira edição da Revista Orphila. Ela já está disponível nas bancas! Trata-se de uma publicação trimestral que fala exclusivamente de Moda e Beleza para a região do Vale do Paraíba. A matéria de capa da edição de estréia é uma entrevista com Isabeli Fontana, assinada pela já famosa blogueira de moda Cris Bedendo. A edição da publicação é de Marcelo Claret.
Além da venda em bancas há a possibilidade de assinar a revista. Se você quer conhecer a publicação, visite o estande no CenterVale Shopping (SJCampos), a partir deste sábado.