Exposição conta a história da antiga Tecelagem Parahyba

Nova temporada da exposição Por Entre Fios

Após o sucesso do lançamento da exposição em novembro do ano passado, o Coletivo Criamundo, grupo audiovisual joseense iniciado em 2012 com foco na produção de documentários reiniciará a exposição POR ENTRE FIOS no mês de junho junto a Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

Idealizado pelo coletivo, o projeto conta a história da antiga Tecelagem Parahyba em São José dos Campos ao longo de seus quase 90 anos. Com depoimentos dos antigos operários, de líderes industriais e ícones como Ozires Silva e Maurício de Sousa; detalhes de um dos maiores marcos fabris de nosso país surge em exposição multimídia inédita.

A mostra contempla 30 fotografias em estilo industrial com 1 metro cada uma, 3 painéis panorâmicos de grande formato e a exibição do vídeo documental de 55 minutos com cenas originais da atual produção de cobertores e material de arquivo de época.

Apesar de o Vale do Paraíba ter um grande contingente de pessoas ligadas ao seguimento operário, até o momento pouco se tem documentado sobre a memória industrial de São José dos Campos, da potência econômica e da importância social de empresas como a Parahyba, Weiss e Embraer para o encerramento da fase sanatorial e a abertura de uma nova era joseense, culminando no nascimento do Parque da Cidade.

O Por Entre Fios conta com o apoio do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC ICMS) patrocínio master da Huesker Brasil e parceiros como Coopertêxtil, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, Luchetti, Yazigi, Embraer, Move Digital, Defender, Anhanguera, Casa de Bolos e Alphagraphics.

INFORMAÇÕES:

Local: Casa de Cultura Flávio Craveiro

Data: 10 de junho a 10 de julho

Endereço: Av. Lenin, 200 – Conj. Res. Dom Pedro I

Telefone: (12) 3903-2298

www.porentrefios.com.br

Mostra de Mazzaropi no Via Vale

Mostra conta com fotografias das gravações, paineis com tirinhas e cartazes dos filmes

A Universidade de Taubaté (UNITAU), em parceria com o Instituto Mazzaropi e o Via Vale Garden Shopping, realiza entre os dias 9 e 30 de junho a exposição “Mazzaropi” na Praça de Eventos do Via Vale Garden Shopping. A mostra conta com os cartazes originais dos filmes de Mazzaropi, fotografias produzidas durante a filmagem das cenas e paineis com tirinhas do Jeca Tatu.

O evento é uma homenagem ao autor e produtor de dezenas de filmes –no dia 13, é completado o aniversário de morte de Mazzaropi.

Todo o acervo de fotos e cartazes foi disponibilizado pelo Centro de Documentação e Pesquisa Histórica (CDPH) da UNITAU, instalado no Solar da Viscondessa em Taubaté. O Centro realiza um trabalho de conservação do acervo histórico da Universidade, que documenta grande parte da história da cidade de Taubaté e do Vale do Paraíba.

O CDPH conserva mais de 5.000 imagens das gravações dos filmes de Mazzaropi, além dos cartazes de divulgação produzidos pela própria PAM (Produções Amacio Mazzaropi) Filmes para a publicidade das obras. As fotografias retratam o artista e diversos atores durante as filmagens. Para a exposição, foram selecionadas 50 fotos, de 18 filmes.

“Esses documentos formam um acervo muito rico, que foi doado para a Universidade e fica em arquivo. Os pesquisadores, quando procuram o CDPH, utilizam as cópias das fotos digitalizadas. A exposição vai contar com os originais”, disse o coordenador do Centro, Prof. Dr. Mauro Castilho.

A exposição também receberá painéis de tirinhas do Jeca Tatu, criado e interpretado por Mazzaropi. As histórias desenvolvidas pelo cartunista Bruno Fonseca abordam temas da atualidade, como, por exemplo, a crise da água em São Paulo e o aumento do preço da gasolina. Esse material foi disponibilizado pelo Instituto Mazzaropi.

Fonte: ACOM/UNITAU

Publicitário expõe em Jacareí

Alegria” revela explosão de cores
“Alegria”, do artista plástico e publicitário Rodrigo Casagrande, pode ser vista pela primeira vez no Museu de Antropologia do Vale do Paraíba até 30 de outubro de 2014.

As obras de Casagrande impressionam pela explosão de cores. No papel canson, o artista recorre ao lápis de cor para a mistura de tons em cada desenho.

Parte da renda obtida com a exposição será destinada à ONG GURI NA ROÇA para construção da nova sede.

“As cores são ‘desinformadas’ mesmo. Não tenho preocupação em retratar formas, apenas brinco com as cores”, explica. “Já tentei seguir algumas sugestões de retratar flores, animais mas não deu certo. Rasguei tudo e joguei fora. É esse impacto que é a essência da cor”, completa.

A exposição reúne 40 desenhos, que começaram a ser produzidos há um ano. “Apesar de todo mundo achar bonito eu não via como arte e até parei de desenhar por uns tempos”, comenta Casagrande.

Ele conta que há um ano retomou a pintura e muitos amigos começaram a incentivá-lo a expor os trabalhos. Vieram então os convites para o Museu de Antropologia do Vale do Paraíba e para a Feira Internacional de Aviação, em Maringá (Pr). “Devo participar de exposições em São José dos Campos e também na França e Itália”, adianta.

O publicitário Rodrigo Casagrande

O publicitário Rodrigo Casagrande

Título

O nome da exposição foi uma sugestão do amigo e publicitário Kauê Máximo. “Eu acompanho o processo de criação dele (Casagrande) e sempre observo a ausência do branco e do preto. As cores são sempre vivas. E essa imensidão de cores transmite alegria”, comenta Máximo.

O artista e a técnica

Rodrigo Casagrande nasceu em São Paulo. O artista de 29 anos descobriu a técnica da pintura com o lápis de cor na escola aos 8 anos de idade. “Todas as crianças são estimuladas a fazer desenhos e colorir na escola. E os meus sempre chamavam a atenção dos professores, alguns até “encomendavam” meus desenhos e levavam para casa. Algumas pinturas também eram escolhidas para feiras de ciências e exposições na escola”, lembra.