SocialHub busca um(a) editor(a) de vídeo

Vaga de Editor de Vídeo

Foto de Matthew Kwong na Unsplash

Descrição:

O propósito da SocialHub é democratizar o marketing digital no Brasil através de um sistema simples, eficaz e acessível. Startup fundada em 2019, possui mais de 3 mil clientes ativos. Valoriza a meritocracia e reconhecem aqueles que demonstram empenho e resultados.

A empresa busca um (a) Editor de Vídeo com olhar criterioso, senso estético e atenção aos detalhes. Alguém que consiga transformar ideias, roteiros e gravações em claros e estratégicos, tanto para vídeos curtos quanto para conteúdos mais longos, como YouTube e videoaulas.

Essa pessoa será responsável por dar ritmo, clareza e identidade aos conteúdos em vídeo, garantindo que cada material esteja alinhado com o posicionamento da SocialHub e com a experiência que querem gerar para o público.

Procuram por pessoas:

Organizadas, detalhistas e que tenham um olhar crítico para edição. Que saibam se comunicar bem, tenham afinidade com gravações e sejam criativas na construção dos vídeos. O ideal é alguém que goste do processo de edição, tenha senso de ritmo, narrativa e se preocupe com cada detalhe da entrega final.

Requisitos:

* Experiência com ferramentas de edição de vídeo, como Premiere, CapCut ou similares.
* Boa comunicação verbal e facilidade para trabalhar em equipe.
* Organização e autonomia para lidar com múltiplas demandas.
* Capacidade de seguir roteiros e, ao mesmo tempo, contribuir com melhorias criativas na edição.

Diferenciais:

* Familiaridade com ferramentas como Notion.
* Experiência com edição de webinars, aulas ou conteúdos educativos.
* Interesse por aprendizado contínuo e por novas ferramentas de edição.

Principais Responsabilidades:

* Editar vídeos curtos para redes sociais (Reels, Shorts, TikTok), garantindo dinamismo e retenção.
* Editar conteúdos mais longos, como vídeos para YouTube, aulas e materiais educativos.
* Aplicar cortes, legendas, efeitos, trilhas e elementos visuais que melhorem a experiência do usuário.
* Garantir consistência visual e qualidade em todos os materiais produzidos.
* Colaborar com o time de marketing na construção de conteúdos mais estratégicos e atrativos.
* Sugerir melhorias nos vídeos, trazendo visão criativa e senso crítico para cada entrega.
* Organizar arquivos, projetos e fluxos de edição para otimizar o processo.

Local de Trabalho:
WeWork – Av. São João, 2405, Jardim das Colinas,
São José dos Campos – SP, 12242-000

Modelo de Trabalho:
Híbrido (a combinar).

Benefícios:
Faixa salarial: R$2.500 (PJ)
Vale transporte.

Chamar no número: (11)913026610 Iara

Conteúdo relevante, creators e IA redesenham a comunicação das marcas

Segundo especialista, o consumidor rejeita interrupções e valoriza experiências fluidas e autênticas no ambiente digital

A comunicação das marcas passa por uma transformação profunda. Enquanto a produção de conteúdo e a segmentação avançam com o apoio da inteligência artificial, o público se mostra cada vez mais seletivo e resistente a mensagens intrusivas. Nesse cenário, interromper deixou de ser eficaz e conversar, engajar e gerar valor se tornaram essenciais para a relevância das marcas.

Segundo Mauro Graeff Jr., sócio-fundador e CEO da Canarinho, hub de comunicação, as pessoas não estão sem tempo, apenas não aceitam desperdiçá-lo com conteúdos irrelevantes. “Quando algo é realmente bom, chega no momento certo e no formato ideal, o público assiste, interage e recomenda. Hoje, o publicitário deixou de ser um ‘interruptor’ para se tornar um criador”, afirma.

Esse movimento é intensificado pelo protagonismo do digital. Dados do Cenp mostram que quatro em cada dez reais investidos em publicidade no Brasil já são destinados à internet, com crescimento consistente do audiovisual. O vídeo se consolidou como linguagem nativa das plataformas, capaz de explicar produtos, gerar emoção e construir marca em poucos segundos. “O consumidor pesquisa, compara e decide no ambiente digital. A comunicação precisa acompanhar essa jornada de forma fluida e menos invasiva”, explica o executivo.

A influência digital também se tornou um pilar estratégico. Mais de 80% dos consumidores já compraram produtos indicados por creators, evidenciando o poder de credibilidade dessas vozes. Para o executivo, essa força atravessa toda a jornada do consumidor, da descoberta ao pós-venda, e reforça a necessidade de estratégias integradas.

Nesse contexto, a inteligência artificial ganha protagonismo ao reduzir custos e acelerar processos. “Quanto mais conteúdo automatizado existe, mais valiosa se torna a curadoria humana. A autenticidade passa a ser um diferencial competitivo”, aponta Graeff Jr enfatizando que vencerão as marcas que conseguirem unir criatividade, dados, tecnologia e coerência. “Em um ambiente de atenção fragmentada, não ganha quem fala mais alto, mas quem fala de forma contínua, conectada e consistente”, conclui.

Coluna Propaganda&Arte

Marketing Orgânico Fabricado: Quando o espontâneo é roteirizado para viralizar

Por R. Guerra Cruz

Gabriel Nobre e a ilusão do improviso musical

Imagine a cena: um vídeo simples, em um quarto, clima de brincadeira. Gabriel Nobre, músico que soma impressionantes 466 mil seguidores no Instagram, aparece ao lado de uma criança sorridente.

Ele conduz tudo com leveza e carisma: pede à menina que, sem pensar muito, crie uma melodia vocal. Em seguida, sugere que fale uma palavra qualquer. Depois, desafia a inventar um ritmo. Por fim, a criança solta uma frase, como se tudo brotasse assim do nada.

Mas é aí que começa a mágica: Gabriel, habilidoso, pega esse caldo de frases e sons e, diante da câmera, “transforma” tudo em uma música completa.

Em poucos minutos, surge uma canção suave, melódica, com letra sentimental e produção impecável. O clima é de improviso genial. A plateia virtual sente que está testemunhando um processo criativo espontâneo, quase milagroso.

Esse é mais um exemplo do que chamo de “Marketing Orgânico Fabricado” (eu inventei esse termo, viu? rs).

Quebra-cabeça montado, peça a peça

O truque está na condução:

● Gabriel faz perguntas abertas, mas direcionadas — a criança dificilmente dará respostas fora do que ele espera.
● Ele reage com entusiasmo a cada ideia, mostrando que “tudo é possível”, alimentando o clima de improvisação.
● Aos poucos, as sugestões da menina se encaixam perfeitamente na música final, indicando que a estrutura já existia — ela apenas completa espaços em branco com suas respostas.

No resultado final, fica fácil esquecer que tudo foi sutilmente roteirizado. O público embarca na emoção de ver uma suposta criação instantânea, esquecendo dos bastidores. Viralizou, claro

● O vídeo surfou na estética do espontâneo (esse formato de vídeo já existe, sem pegadinhas), mas traz no DNA a esperteza das campanhas modernas: um storytelling que parece real, mas é todo concebido para engajar.
● Gabriel não só expõe seu talento, também cria um espetáculo acessível, afetivo e altamente compartilhável.
● Os números comprovam o sucesso: com 466 mil seguidores no Instagram, quase 60 mil likes e mil comentários só neste vídeo específico, ele provou que de fato é criativo e estratégico.

Improviso para inglês ver (ou pro algoritmo ver)

No palco da internet, tudo é espetáculo. E em tempos de guerra com as AIs, parece que vale tudo mesmo.

Se antes a discussão era sobre a autenticidade dos processos humanos, agora a arena evoluiu. De um lado, a inteligência artificial compõe, canta, roteiriza, cria hits em massa e desafia o valor da arte feita à mão.

Do outro, artistas como Gabriel recorrem ao “marketing orgânico fabricado” para se destacar — encenam uma espontaneidade que, se não é exatamente real, ao menos parece mais humana do que qualquer algoritmo conseguiria.

A disputa é explícita: vale tudo para captar a atenção

Nenhum lado joga limpo — algoritmos manipulam feeds, roteiros simulam improviso, o público oscila entre o ceticismo e o encantamento.

No final, a guerra está aberta. Ganha quem for mais convincente — seja humano, máquina, ou uma mistura esperta dos dois.

Qual lado eu escolho?

Entre o poder infinito da IA e o charme humano, o que importa mesmo é soar autêntico o suficiente para tocar (e viralizar).

Para você não morrer de curiosidade:

● Postagem original aqui
● Música final aqui