O segmento e os desafios das redes sociais são temas de palestra e curso no Taubaté Shopping
O projeto “Brain Fitness” receberá booktubers neste domingo (24); centro de compras também sediará curso com dicas e noções de redes sociais para comerciantes expandirem os seus negócios no ambiente virtual
As redes sociais têm se tornado cada vez mais canais de compartilhamento de ideias, opiniões e difusão de conhecimento, além dos efeitos no âmbito profissional. Uma prova desse cenário são os youtubers, famosos pelos vídeos na plataforma digital que alcançam milhões de seguidores. Em frente às câmeras, esses jovens falam sobre tudo, mostrando o dia a dia e compartilhando pensamentos. Na mesma linha vêm os booktubers, que produzem vídeos específicos sobre leitura. Em suas produções, eles mostram ser possível conciliar internet e livros e contribuem para incentivar o hábito da leitura, como provam Tatiana Feltrim, Danilo Leonardi e Isabella Lubrano, donos de grandes canais nas plataformas de vídeos e que fazem muito sucesso nas redes sociais.
Os três estarão no “Ler pra que”, no dia 24 de setembro, a partir das 16h, em frente ao Moviecom Cinemas. O evento é gratuito e é mais uma edição do “Brain Fitness”, um projeto realizado em parceria com a Livraria Leitura e o Almanaque Urupês, que reúne grandes nomes da literatura para um bate-papo, buscando fomentar o hábito e o gosto pela leitura.
Curso sobre “Redes sociais para negócios”
O curso “Redes sociais para negócios” é destinado aos empreendedores, lojistas e público em geral, que buscam aprender a usar as redes sociais para atrair clientes e marcar seu espaço nas mídias digitais. O curso tem carga horária de 2 horas, com aulas focadas em como gerenciar a sua marca nas redes sociais, como lidar com a crítica e os avanços do setor. As inscrições estão abertas para três turmas, até dia 1º de outubro, e o valor é R$ 60,00. Mais informações podem ser consultadas na fanpage Lab Negócios Digitais, que ministrará o curso, ou pelo telefone (12) 98169-4442.
Serviço
Brain Fitness – Ler pra que?
Dia 24/9 (domingo): às 16h.
Curso “Redes sociais para negócios”
Turma 1: 13/10 (sexta-feira): das 15h às 17h.
O que eu acho sobre a exposição Queer que foi cancelada após críticas na internet
Eu sempre me preocupo em selecionar temas ligados à arte para expor aqui nesse espaço. Porém, hora ou outra, acabo esbarrando em assuntos polêmicos do momento como o caso do banco que patrocinava uma exposição Queer e após críticas e repercussão negativa acabou sendo cancelada.
O que aconteceu?
Uma exposição Queer (tema ligado a gays, lésbicas, trans – todos que não seguem um padrão de heterossexualidade), estava acontecendo em Porto Alegre e algumas obras acabaram caindo na internet acompanhadas de acusações de apologia à pedofilia, zoofilia e ataques à religião cristã. Para se defender dos ataques de diversos clientes, o banco decidiu se desculpar e cancelou o patrocínio que deveria manter a exposição aberta até outubro.
O que eu acho das obras polêmicas?
As poucas imagens disponíveis na internet mostram que são obras provocativas. Falam de sexualidade, infância, religião, dentre outros pontos que podem ferir e não agradar muitas pessoas. Analisando friamente a parte técnica das obras, cada uma tem o seu valor. Algumas mais simples, pobres, outras mais ricas e interessantes, mas no geral não vi nada de especial ou inovador.
O que eu acho desse tipo de arte?
Por mais polêmica que uma instalação ou quadro sejam, precisamos pensar na intenção do artista. Ele se ocupou, ele pensou, ele agiu e finalmente teve um aval para expor seu trabalho. A qualidade, a forma, as ideias por trás daquela peça podem sofrer interpretações diversas, inclusive serem consideradas ofensivas. A arte não tem forma, mas tem gosto. A arte que aborda assuntos polêmicos vai ser sempre polêmica e gerar reações diversas. No passado, muitas obras foram censuradas e criticadas, por exemplo, por mostrar o nu, hoje são expostas em grandes museus, o que mostra um caminho natural da arte e da sociedade.
O que eu acho sobre a repercussão?
No geral, não acho que provocam tanto como dizem as repercussões da internet. Vejo aqui um exagero nesse sentido, tendo em vista conteúdos muito piores que as crianças e todos nós podemos ter acesso por outros meios fora do museu. Lugar esse, aliás, dedicado à reflexão, experimentação e análise de novos conceitos. Se você ficou pessoalmente ofendido com uma arte ou exposição, a melhor maneira de expressar isso é não indo ou não divulgando a exposição. Vejo aqui uma reação totalmente contrária e incoerente. Os que são contra a exposição acabaram tornando-a nacionalmente conhecida, na luta em proibi-la (mesmo que tenham conseguido).
O que eu acho disso tudo?
Estamos passando por uma fase social bastante conturbada. Não sabemos nos portar e respeitar a opinião dos outros (sejam liberais ou conservadores). As marcas não sabem se posicionar e estão morrendo de medo da internet. Estamos todos cuidadosos ao emitir uma opinião, pois poderemos ser incompreendidos ou pior, compreendidos e agredidos por pensar diferente. Para o público, falta essa noção de que somos todos diferentes. Para o artista, falta o entendimento de que ele poderá ofender muitas pessoas com sua provocação e precisa saber enfrentar as críticas. Afinal, esse é o mundo em que vivemos, onde a polêmica dá mais likes do que a própria arte ou reflexão.
E você? O que achou do assunto? Você acha que a arte deve ou não expor assuntos polêmicos e até “ofensivos” para alguns?
Pinterest ultrapassa 200 milhões de usuários ativos mensais, sustentado pelo engajamento e crescimento global
O Pinterest anuncia que mais de 200 milhões de pessoas usam o aplicativo todo mês, um crescimento de aproximadamente 40% ano após ano. Para celebrar essa ocasião, o Pinterest também anuncia que vai iniciar os testes de um dos recursos mais pedidos pelos usuários de Pins: subpastas.
Pinterest é um aplicativo de descobertas visuais que ajuda o usuário a encontrar e experimentar as melhores ideias personalizadas. O Pinterest passou essa marca histórica duas vezes e meia mais rápido do que quando conquistou os seus 100 milhões de usuários e com uma base de Pinners – como são chamados os usuários da plataforma – mais diversificada que nunca:
– Mais de 75% das signups são de fora dos Estados Unidos
– Mais de 50% dos usuários são de fora dos Estados Unidos
– As signups de homens estão crescendo três vezes mais rápido que as de mulheres
– Usuários ativos homens têm crescido mais de 50% ano a ano
Não se trata apenas do número de pessoas que estão usando o Pinterest, mas também como eles estão usando o aplicativo para encontrar ideias:
– O engajamento no aplicativo permanece forte, com impressões crescendo em 50% ano a ano.
– A busca no Pinterest continua a crescer 45% ano a ano, especialmente no celular, onde aproximadamente 85% das buscas acontecem. Fora dos Estados Unidos, as buscas cresceram 75% no ano.
– O crescimento de busca por celular está excedendo o crescimento de usuário em 32% fora dos Estados Unidos, e 13% em todo mundo.
– 98% dos Pinners compartilham como eles estão tentando novas coisas que encontram no Pinterest, comparado com a média de somente 71% em plataformas de mídia social (Estudo da Nielsen, em maio de 2017)
Na busca do Pinterest para adicionar mais 100 milhões de usuários, o feedback da sua base atual é muito importante. Por isso, o Pinterest inicia os testes de subpastas, ou seja boards dentro de boards, para ajudar os Pinners a organizarem as ideias que gostariam de experimentar. Por exemplo, se você tem um board de estilo de outono, logo será possível que você organize os Pins em seções de sapatos, casacos, camisetas e outros. O Pinterest também introduziu recentemente o zoom – outra ferramenta muito solicitada -, e ainda tem muito mais por vir.
Dados sobre o Brasil:
– Crescimento: o número de usuários ativos mensais quase dobrou no último ano.
– Engajamento: 5,3 milhões de ideias são salvas por dia no Brasil, um crescimento de 68% no últimos 12 meses.
– Busca: o número de buscas mensais no Brasil mais que dobrou nos últimos 12 meses.
19 milhões de visitantes únicos mensais no Brasil, segundo a comScore