Empresa de São José dos Campos lança tênis em collab com a Diadora

Tênis da Diadora em collab com a PONTZ é um modelo icônico do casual esportivo. Foto: divulgação.

PONTZ assina parceria inédita e lança tênis casual esportivo; no Brasil, a marca italiana é licenciada pelo Grupo Oscar

Lançado originalmente em 1980, um dos tênis mais icônicos da Diadora ganha uma nova versão, fruto de uma parceria inédita com a PONTZ, empresa sediada em São José dos Campos (SP). Em edição limitada, o modelo resgata o DNA esportivo da marca italiana, licenciada no Brasil pelo Grupo Oscar.

“É um projeto especial, uma iniciativa pioneira, pois nunca fizemos nada parecido com uma empresa desse segmento. Pensamos no modelo, em como aplicar a essência da PONTZ e combinar isso com a história e a tradição da Diadora. Estamos muito felizes com o resultado e a parceria”, disse Thiago Tavares, gerente de produtos da Diadora.

Renato Souza, líder da PONTZ, ressalta que o lançamento não tem objetivos comerciais, mas o propósito de fortalecer a cultura da empresa, que atua em todo o país e conta atualmente com cerca de 350 colaboradores. A parceria também celebra o encerramento da fase de estruturação da empresa e a nova fase de crescimento, além dos ótimos resultados alcançados no último ano no mercado de consórcios, cotas contempladas e seguros.

Renato Souza, da PONTZ, e Thiago Tavares, da Diadora. Foto: divulgação.

“Nossa expectativa é que o mercado conheça cada vez mais o sistema de consórcio e cotas contempladas, além do maior interesse da população em preservação de vida e bens, por meio dos seguros. Para a PONTZ, 2026 será um ano especial. Sentimos que a nossa árvore está com raízes muito fortes. O momento é de cultivar e crescer”, afirmou Souza.

Collab

O tênis da Diadora que leva a assinatura da PONTZ é produzido no Brasil, mas mantém a identidade e a releitura de modelos clássicos da coleção internacional. Ícone da marca desde seu lançamento, o modelo segue em linha graças à versatilidade, transitando de looks mais despojados a composições mais sofisticadas.

Com toque macio, é estruturado com espuma, para oferecer conforto, e a palmilha foi desenvolvida com densidade mais alta para o uso prolongado. O solado de borracha garante maior aderência e durabilidade. “O tênis apresenta texturas que reforçam um visual mais refinado. Ele foi pensado para acompanhar o dia inteiro, com foco absoluto no conforto”, finalizou Tavares.

A edição do tênis da Diadora em collab com a PONTZ é uma edição limitada aos funcionários e parceiros.

Sobre a PONTZ

A PONTZ é uma empresa brasileira que atua no mercado de consórcios, cotas contempladas e seguros gerais. Com atuação nacional e mais de 350 colaboradores e consultores certificados pela ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), a empresa consolidou-se como referência em ética, inovação e cuidado com as pessoas.

Comprometida com a comunidade, é patrocinadora master do São José Esporte Clube (futebol masculino) e do PONTZ São José Basketball (basquete feminino), ambos em todas as categorias de base. Também patrocina uma promessa do esporte olímpico BMX, a jovem atleta Dani Damásio, que acumula títulos no Brasil e no exterior.

Fonte: Renata Del Vecchio

Empresa busca Assistente de marketing

Vaga para Assistente de marketing

A vaga é para trabalhar na Gcont Contabilidade em Pindamonhangaba

Descrição da vaga

Atuará nas atividades internas e demais funções pertinentes ao cargo. Necessário conhecimento na área de atuação.

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Raiz Latina Cosmética pela primeira vez em Shopping

Raiz Latina Cosmética abrirá pela primeira vez em Shopping com promoções especiais

A novidade da marca chegará no Shopping Jardim Oriente no dia 1° de fevereiro, a partir das 14h. Clientes receberão análise capilar gratuitamente, descontos nas linhas de lançamento e brindes

A empresa Raiz Latina de cosmética, com sede em São José dos Campos (SP), irá abrir seu primeiro ponto de venda em um shopping. O quiosque será inaugurado no próximo dia 1° de fevereiro (domingo), a partir das 14h, no Shopping Jardim Oriente, zona sul da cidade. O quiosque ficará em frente ao Hipermercado Shibata.

Para a inauguração, a Raiz Latina irá fazer gratuitamente, com equipamento específico, avaliação capilar onde a pessoa poderá conferir a qualidade do fio e da raiz do cabelo. E o profissional de beleza irá orientar o tipo de tratamento.

O quiosque da Raiz Latina contará com mais de 130 itens das linhas de cosmética capilar da linha tradicional a linha premium RL, com produtos para profissionais da beleza e home care.

A empresa aproveitará a inauguração do shopping para lançar novos produtos como: o sabonete corporal em barra frutado floral gourmand e perfumaria Voga

A Raiz Latina tem mais de 20 anos no mercado de beleza capilar. Conta com indústria própria, com sede em São José dos Campos (SP). A marca começou com vendas para profissionais cabeleireiros e distribuidores. Em 2020, partiu também para a venda on line.

Agora, inaugurará sua primeira unidade física em shopping onde comercializará para profissionais cabeleireiros, barbeiros, distribuidores e consumidores finais.

“Nosso objetivo é realizar um atendimento diferenciado e oferecer um mix variado das nossas linhas capilares. Ter um ponto físico é a realização de um sonho, é estar mais perto dos nossos consumidores e uma oportunidade para que mais pessoas conheçam a Raiz Latina”, declarou Telma dos Santos, CEO e proprietária da Raiz Latina.

Serviço – Inauguração – Quiosque Raiz Latina

Quando: 1° de fevereiro (domingo)

Horário: 14h às 20h

Local: corredor em frente ao Hipermercado Shibata

Ação Promocional: Clientes receberão análise capilar gratuitamente e ainda, descontos nas linhas de lançamento e brindes. (@raizlatina.oficial).

A era dos agentes: o que a NRF 2026 ensina sobre o futuro do varejo, do crédito e da tecnologia

Por Eduardo Mônaco*

Chegamos ao fim de mais uma NRF – feira sobre o varejo que acontece anualmente em Nova Iorque e traz insights importantes sobre o mercado. Mais uma vez, tive a oportunidade de acompanhar de perto as discussões, agora com o olhar atento para o impacto do mercado de crédito no varejo.

Se em edições anteriores a inteligência artificial era uma promessa, em 2026 ela se consolidou como infraestrutura. Mas o que realmente marcou esta edição não foi apenas a presença da IA em todos os palcos, foi a entrada definitiva do varejo na era dos agentes.

A tecnologia deixou de ser tratada como ferramenta isolada e passou a ocupar o papel de sistema operacional do negócio. Empresas se posicionam cada vez mais como AI-first, desenhando processos, jornadas e decisões a partir de modelos inteligentes.

Esse movimento ficou evidente na apresentação de Sundar Pichai, CEO do Google, ao introduzir o Universal Commerce Protocol, um padrão aberto que permite que agentes conversacionais não apenas recomendem produtos, mas executem transações diretamente no diálogo. Ainda não é algo que veremos em escala imediata, mas aponta para a arquitetura do próximo ciclo do e-commerce.

Da busca ao contexto: quando a jornada deixa de ser “procurada” e passa a ser “vivida”

Um dos insights mais relevantes do evento foi a transição das interfaces. Houve um tempo em que comprar online era sinônimo de acessar um site. Passamos do PC para o mobile e, agora, para a voz, para smart TVs, wearables e dispositivos conectados. A jornada deixa de ser linear e passa a ser situacional.

Estávamos acostumados a “buscar” produtos. O novo modelo inverte essa lógica: os produtos passam a entrar na rotina das pessoas a partir do contexto. É o avanço do content commerce, do conversational commerce e, sobretudo, do agentic commerce, no qual agentes entendem intenção, histórico e momento, executando ações de forma autônoma.

Essa mudança vai além da tecnologia: é essencialmente comportamental — e traz implicações profundas para empresas que operam em ambientes de decisão, especialmente no crédito.

À medida que a jornada de compra se torna mais conversacional, a jornada de crédito tende a seguir o mesmo caminho. Consumidores já recorrem a modelos de IA para entender opções e tomar decisões financeiras. O próximo passo é a oferta de crédito integrada a esses ambientes, de forma fluida e contextual.

Essa transformação também alcança o universo B2B. Gestores de risco passam a interagir diretamente com seus modelos de crédito, solicitando simulações, entendendo decisões e testando políticas em tempo real. Motores de crédito conversacionais representam não apenas uma nova interface, mas uma nova forma de governar risco, estratégia e eficiência. Nesse cenário, a tecnologia deixa de ser suporte e passa a atuar como copiloto da tomada de decisão — um futuro que já estamos construindo na Serasa Experian.

Outro aprendizado relevante do evento foi a expansão do varejo para além do transacional. Retail media, serviços logísticos e, sobretudo, embedded finance se consolidam como frentes estruturais de receita em uma indústria que já movimenta mais de US$ 148 bilhões. O desafio passa a ser criar novas camadas de valor, integrando serviços financeiros à experiência do cliente não como complemento, mas como parte natural da jornada.

O futuro das lojas (e das agências): a tecnologia a serviço da humanização

Curiosamente, em meio a tanta automação, um tema foi recorrente: humanização. A loja física não desaparece, ela se transforma. Passa a atuar como hub logístico, centro de serviços, espaço de conteúdo e experiência de marca. Tudo otimizado por IA, mas desenhado para encontros humanos.

O paralelo com o setor financeiro é direto. Agências bancárias deixam de ser pontos operacionais para se tornarem ambientes de relacionamento, aconselhamento e experiência. Temos exemplos do terminal VIP de um aeroporto até um café-coworking.

A tecnologia viabiliza. A diferenciação vem da experiência.

IA como cultura, não como projeto

Talvez o insight mais estratégico da NRF 2026 seja este: IA não é uma tendência a ser “adotada”, mas uma transformação a ser incorporada à cultura organizacional. Empresas que tratam a IA como um projeto isolado rapidamente encontram limites. As que avançam de forma consistente são aquelas que a colocam no centro da educação, da infraestrutura e da governança, sempre com supervisão humana.

Não se trata de substituir pessoas, mas de ampliar a capacidade de decisão, combinando escala algorítmica com julgamento humano.

Volto da NRF 2026 convencido de que estamos entrando em uma nova era: a era dos agentes, dos ecossistemas e da inteligência como infraestrutura. Para o varejo, para o crédito e para a tecnologia, o desafio já não é “se” a IA fará parte do negócio, mas como ela será integrada à estratégia, à cultura e à experiência. O futuro não será definido apenas por quem adotar a melhor tecnologia, mas por quem souber combiná-la com visão de negócio, responsabilidade e foco genuíno no cliente — e por quem tiver coragem de fazer as perguntas certas antes que o mercado imponha as respostas.

*Eduardo Mônaco é vice-presidente de crédito e plataformas da Serasa Experian