Os Exportados

Direto para o mercado digital

A quarta entrevista da série é com Bruno César. Ele saiu daqui com pouca experiência e se jogou no mercado digital da grande capital paulista.

Veja o que ele tem para contar!

1 – Como você iniciou sua carreira aqui no Vale do Paraíba?
Minha carreira começou bem diferente da maioria dos meus colegas. Durante todo o período da faculdade, eu trabalhei na indústria automobilística em Taubaté. Em decorrência da falta de tempo e do tipo de trabalho que eu exercia, iniciei meu estágio na agência Zero12 (Pinda), apenas no inicio do 4° ano.
Fiquei no estágio durante 3 meses, e apesar do pouco tempo, coloquei em prática muita coisa que aprendi durante a faculdade. E tenho que confessar que esta experiência foi fundamental para que eu pudesse estar hoje aqui. Com o tempo cada vez mais escasso, decidi sair do estágio para me dedicar exclusivamente ao TCC .
Foram 9 meses trabalhando no meu “filho”. Ele me ajudou a entender o Digital, e posteriormente, me deu conteúdo para utilizar nas entrevistas que eu fiz aqui.
Formado e com o diploma nas mãos no início de 2013, vim para São Paulo atrás de oportunidades dentro do mercado Digital.

2 – Em que área atua atualmente e como chegou ao mercado de São Paulo?
Quando cheguei aqui fui contratado para trabalhar como Analista de Marketing Digital na Editora Inovação. Lá trabalhei com toda a parte de gerenciamento da plataforma do e-commerce do site Vitrine do Artesanato; elaboração de campanhas de E-mail Marketing; Adwords; produção de conteúdo para redes sociais; monitoramento e gerenciamento de marca na web; SAC 2.0 e participei de melhorias da interface e usabilidade da loja virtual. Foram 6 meses fazendo de tudo um pouco com Artesanato na web.
Fazem quase 7 meses que fui convidado para trabalhar no E-commerce do Magazine Luiza. Lá trabalho como Analista de Mídia Online voltado para performance, especificamente com a gestão das campanhas para comparadores de preço, como por exemplo, o BuscaPé.

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Bruno César, nosso quarto entrevista da série

3 – Quais as maiores dificuldades? E o que tem de melhor em relação ao mercado do Vale?
A cidade é uma das maiores dificuldades para quem vem do interior. O custo de vida, o ritmo frenético e o trânsito são apenas alguns pontos que assustam quando se chega à capital.
Mas depois de um tempo você se acostuma.
O mercado cobra muito de quem se dispõe a trabalhar por aqui. Você tem que ser muito bom para conseguir seu espaço, e pelo menos no Digital, se o seu desempenho estiver abaixo das metas da empresa, outro irá ocupar a sua vaga em breve.
O melhor do mercado de São Paulo é que você está dentro do “olho do furacão”. É aqui onde as coisas acontecem, os salários são melhores, você trabalha ao lado dos melhores profissionais do Brasil, e é o local onde você encontra prateleiras repletas de Leões.

4 – O mercado de São Paulo é mais exigente? Você tem que investir mais em você, em sua formação?
Atualmente estou cursando o MBA em Marketing Digital pela Faculdade Impacta de Tecnologia. Senti a necessidade de fazê-lo, quando identifiquei a demanda do mercado por profissionais cada vez mais qualificados e atualizados.
São Paulo está cheio de profissionais de várias partes do mundo, com diferentes formações e diferentes qualificações. Isso o torna extremamente competitivo. E fazer cursos de idiomas, especializações e pós-graduações são obrigatórios. Porque investir em sua formação lhe dará o melhor ROI para sua carreira.

Alameda traz novo profissional

Alameda tem gente nova em mídias sociais

A jovem publicitária Tuani Carvalho acaba de ingressar na equipe da Alameda Comunicação. Ela ocupa a função de Analista de Mídias Sociais desde a última segunda feira.

Formada na turma 2013 de Publicidade e Propaganda da Unitau, Tuani já tinha passagens pelo marketing do GACC e pela área de mídia da Mestra Comunicação.

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Tuani Carvalho, nova Analista de Mídias Sociais da Alameda Comunicação

Oscar, dicas e simplicidades

Ideias simples são mesmo fortes

por Josué Brazil

Com certo atraso gostaria de escrever sobre duas coisas bacanas que aconteceram na cerimônia de entrega do Oscar deste ano e que tudo mundo já acabou vendo e comentando. Mas creio que vale (ainda) a conversa.

Na verdade vou falar de três coisas, porque preciso dizer antes que a apresentadora deste ano acertou em tudo: foi segura, simples, precisa, simpática e não quis brilhar mais do que o evento.

Dito isso, a mesma tal apresentadora, Ellen DeGeneres, protagonizou duas situações muito simples e que provam, sobretudo, a força da comunicação. A primeira e mais comentada foi o selfie, fotografado num Sansung e postado no Twitter. Resultado: mega exposição e recorde de retuítes. Veja mais aqui: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,ellen-degeneres-foi-treinada-por-patrocinador-para-tirar-foto-no-oscar-2014,1137241,0.htm

A segunda foi a ideia um tanto maluca (achei que ela estivesse apenas brincando até ver o entregado no palco), mas bem conduzida e aceita pelas estrelas da festa, que entraram no clima e toparam a brinadeira. Resultado: a pizzaria chamada teve super exposição e teve e terá os negócios super alavancados. Sobre isso, saiba mais aqui: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,pizza-do-oscar-surfa-na-fama-apos-propaganda-gratuita,178933,0.htm

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Lógico que, em ambos os casos, houve a potencialização de uma das maiores audiências da cerimônia do Oscar dos últimos anos. Consequência de um ano de bons filmes e de grandes interpretações. Aqui no Brasil tivemos a recente divulgação de que a bilheteria do cinema cresceu 43% em 2013 em relação ao ano anterior.

Também vale mencionar que os promotores deram uma mudada na cerimônia, deixando-a mais curta, mais ágil, mais palatável. Isso, com certeza, influenciou na maior audiência.

Acho que #ficaadica para anunciantes e agências que mais vale uma ação simples, sem malabarismos tecnológicos e grandes pirotecnias. Vale a interação, a simpatia e empatia, o entender “pra valer” que telespectadores e consumidores são gente.

Simples assim!