Vaga para mídias sociais

Kaynak Comunicação Digital
Vaga em aberto: Estagiário (a) de mídias sociais.
– Cursando faculdade de Marketing, Jornalismo ou Publicidade;
– Funções: Geração de conteúdo e postagem. Noções de métricas, engajamento de público e planejamento estratégico.
– Ferramentas: software de monitoramento, gestão, atendimento e métricas de redes sociais é um diferencial. Pacote Office.
O candidato deve ser proativo, criativo, autodidata e acima de tudo apaixonado por redes sociais.
Os interessados (as) devem enviar o currículo para rh@kaynak.com.br ou entrar em contato através de nossas redes sociais:
– Facebook
– LinkedIn

Vaga na Kaynak Comunicação Digital

Vaga em aberto: Estagiário (a) de mídias sociais.

– Cursando faculdade de Marketing, Jornalismo ou Publicidade;

– Funções: Geração de conteúdo e postagem. Noções de métricas, engajamento de público e planejamento estratégico.

– Ferramentas: software de monitoramento, gestão, atendimento e métricas de redes sociais é um diferencial. Pacote Office.

O candidato deve ser proativo, criativo, autodidata e acima de tudo apaixonado por redes sociais.

Os interessados (as) devem enviar o currículo para rh@kaynak.com.br ou entrar em contato através de nossas redes sociais:

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– LinkedIn

Vaga aberta em Taubaté

Grupo VA contrata: DESIGN GRÁFICO.
Requisitos:
• Corel Draw
• Adobe Photoshop
• Facilidades com Redes Sociais
Interessados enviar seu currículo e portfólio para: desenvolvimento@grupova.com.br
Rua Floriano Peixoto, 340 – Centro Taubaté – SP

Grupo VA contrata Design Gráfico

Requisitos:

• Corel Draw

• Adobe Photoshop

• Facilidades com Redes Sociais

Interessados enviar seu currículo e portfólio para: desenvolvimento@grupova.com.br

O Grupo VA está situado em Taubaté na Rua Floriano Peixoto, 340 – Centro

Planejar é mergulhar

Na superfície vemos o que todo mundo vê

O mercado de bens de consumo, marcas e serviços tornou-se extremamente competitivo nos últimos anos. Isso não é novidade nem segredo. Muitos brasileiro foram adicionados ao cenário de consumo recentemente. E isso também já está desbotando, perdendo as cores de surpresa ou fato novo.

Num cenário como o atual, no mundo da comunicação, planejar e criar/adequar estratégias é de suma importância. Pipocam por todos os lados cursos de planejamento de mídia digital, planejamento de comunicação em redes sociais, planejamento de comunicação, de eventos etc. E as agências de propaganda ou de comunicação tentam aprimorar suas áreas de planejamento e estratégia. Mas, muitas vezes, não é fácil encontrar um profissional realmente lapidado para planejamento.

A formação escolar brasileira parece que deixou de lado o ensino do raciocínio, da análise, da interpretação. As escolas de ensino médio valorizam o vestibular e entopem os alunos de conteúdo. Sobra pouco ou quase nada para explorar e trabalhar a capacidade de análise. Isso traz sérias dificuldades para o aluno no curso superior. Sinto essa dificuldade nas salas de aula quando vou trabalhar planejamento de mídia.

mergulho

Há uma certa preguiça em pensar, analisar, compreender e pesquisar. Todo mundo quer fazer. Quer ir para a prática, para a ação. Nem sempre dá certo. Quase nunca!

Planejar é entender! Estratégia é, antes de tudo, ter uma clara visão do cenário para então encontrar um caminho. Para tanto, olhar as coisas apenas superficialmente não basta. Costumo brincar que ver o mar visto da areia é algo prazeiroso, mas como eu gostaria de saber mergulhar (de verdade, com equipamento e tudo. Mas os cursos são meio caros…) para descobrir o que está abaixo da linha da água. Com certeza é um outro mundo. Mas é o mar… do mesmo modo. Apenas vamos conhecê-lo melhor e de maneira mais, desculpem o trocadilho, profunda.

Outra coisa: planejar comunicação é planejar comunicação. Não importa se é digital, em redes sociais, em ações diferenciadas etc. Uma das coisas mais importantes em planejamento é encontrar uma metodologia, um método. E aí não há um único modo correto. Há várias e boas possibilidades. O mesmo ocorre com o roteiro de planejamento. Cada um usa aquele a que melhor se adapta. O roteiro não é receita. É um guia para estruturar e organizar o pensamento. Você pode e vai encontrar muitos roteiros diferentes. Mas todos eles só lhe ajudam a pensar!

Voltando ao mergulho, costumo dizer que, independente do método ou do roteiro, para planejar bem devemos pensar em três etapas:

1 – Pesquisar, conhecer, buscar, entrar no universo da marca/produto/serviço. Buscar informações (elas nunca estiveram tão disponíveis). Tentar compreender todas as possibilidades. É a fase da curiosidade, do querer aprender e entender as coisas. É a hora de mergulhar! É a hora de não ficar satisfeito apenas com a superfície;

2 – Depois de mergulhar e compreender o cenário, vem a etapa de encontrar uma resposta ao problema de comunicação. Hora de achar a saída! É a hora da proposição. Não adianta só pesquisar e entender. É preciso propor;

3 – Achou a proposição, a resposta? Agora é o momento de dizer como tornar real esse caminho. Hora de pensar nas ações estratégicas. De modo detalhado, amarrado à proposta, mostre como cada uma das ações fará o consumidor entender, sentir e incorporar a proposta do que é anunciado.

mergulhadores-fundo-mar

Esse é, claro, o meu modo de ver planejamento. Há muitos outros. Possivelmente até melhores. Mas assim eu consigo fazer. O importante é achar seu modo e por as coisas em movimento. Mas, insisto, mergulhe!!! Não fique satisfeito com a superfície. Ache um caminho novo, original, impactante e criativo para seus clientes vendo aquilo que poucas pessoas conseguem ver.

Bons mergulhos!

Os tempos da multimídia

Revirando meus arquivos digitais e as muitas pastas de artigos e textos que coleciono por obrigação profissional e total curiosidade, encontrei esse bom texto. Foi publicado originalmente em 11/01/10. Vale a leitura!

A era multimidiática: A nova mídia
11/01/10
Ao contrário do que muitos pensam, os retornos de mídia não são apenas ligados a números, GRP, penetração e afinidade. Para se conquistar tudo isso, o primeiro passo são as ideias, muito mais elas do que os algarismos. Não que os conceitos e pesquisas sejam descartados, mas a criatividade e a observação são pontos que vêm ganhando seu espaço, com maior ênfase na hora de se chegar ao nível de audiência desejado. A mídia é feita por pessoas, com base no comportamento de outras pessoas e, principalmente, no momento em que elas estão.
O target de hoje mudou e não é o mesmo de ontem. Não lidamos mais apenas com mulheres 100% casadas, com idade entre 35 e 45 anos, de classes A, B, C ou D. Atualmente, essas mesmas mulheres fazem parte de nichos cada vez mais específicos. Elas podem sim serem casadas e pertencerem as suas respectivas classes sociais, mas hoje têm o poder de escolher mais, se tornam cada vez mais independentes, donas de suas vidas e, com tudo isso, com maior liberdade de escolha.
A cada mudança, surge um novo perfil de consumo. Os dias de hoje nos levam a novas escolhas. A oferta é maior que a demanda, mas atualmente a demanda escolhe mais do que a oferta. Justamente porque nascem empresas que vão além da preocupação em simplesmente vender o seu produto. Elas procuram adequá-lo de acordo com as reais necessidades do mercado. Há uma pesquisa e identificação do interesse do consumidor, que permite uma maior leveza à criatividade, dessa vez mais assertiva, inspirada em valores mais consistentes, identificados através dos nichos cada vez mais segmentados.
Como diferenciar esse público? O foco hoje está no consumidor e só será possível distinguir seus gostos por meio do relacionamento com seu público, seja ele online ou off line. Mais do que nunca, é fundamental acompanhar o ciclo de vida desse target e hoje a tecnologia traz recursos que favorecem esse cenário. A mensuração é um dos pontos mais favoráveis nesse panorama. Ela permite ter acesso a retornos nunca antes imaginados.
E, a partir disso, uma nova estratégia, baseada no perfil de interesse de quem se almeja atingir, pode ser colocada em prática e, novamente aqui repito, com uma criatividade ainda mais leve, por conta de sabermos que estamos dando vazão a algo que vai ao encontro do que o target busca.
Por mais que digam que a televisão, a revista e o rádio estão convergindo para a internet, a novela tradicional continua existindo e gerando altos índices de audiência. Isso significa que ainda há diversas oportunidades para retornos na mídia eletrônica e impressa. E, o mais interessante é quando você cruza os dados de ações off line com online. Ou seja, busca o retorno de cada campanha e faz ações cruzadas e focadas no interesse de quem realmente quer te ouvir, ler ou navegar.
Estamos vivendo a era multimidiática. Assim como a mídia tradicional continua sendo importante – desde que a criação esteja baseada em um formato atrativo já identificado na mídia online -, a inserção de banners em portais que falam com o internauta adequado vem se tornando mais que essencial.
Não cabe aqui ficarmos explorando as mídias tradicionais – a não ser pela sua complementaridade -. Sabemos que as revistas estão em bancas de jornal, de forma massificada, em qualquer esquina. Sabemos também que basta ligar a televisão para sermos bombardeados por informações que muitas vezes nem queremos, mas ainda assim, vivemos em uma cultura em que esses tipos de mídias fazem parte de nossos momentos de lazer, da leitura do jornal no domingo, da TV no sábado à noite, no domingo a tarde etc. Estamos propensos a receber esse tipo de mensagem.
Mas, como reter a atenção de forma inusitada?
Este é o grande desafio da mídia: atingir as pessoas em situações que elas não estão preparadas para isso, porém esperando o que buscam, de forma surpreendente, como quando estão paradas em faróis, nas filas de supermercado ou navegando pela internet. É importante focar o instante certo.
Como novas formas de mídia agregadas a meios digitais, podemos citar as ações que a Fiat realizou para o Punto – “você no comando” – onde o usuário tinha acesso ao site por meio do celular. Ou ainda, uma ação para o lançamento do livro Menstruação, em que foi criado um hotsite onde as internautas preenchiam alguns dados, entre eles a data da última menstruação e, ao longo do mês, recebiam SMS alertando sobre seu período fértil e de tensão pré menstrual.
Outro exemplo muito bom que pode ser citado foi a ação realizada durante o lançamento do High School Musical em pontos de ônibus. As pessoas eram convidadas a ligar seu Bluetooth e recebiam ringtones, wallpapers e ícones gratuitamente. Em contrapartida, temos outra campanha, em que a agência Campbell-Ewald, ao lançar o Chevy Tahoe, usou de artifícios online para que o usuário editasse vídeos sobre o carro para competir em um concurso com foco na descoberta do autor da melhor propaganda.
O case do Chevy Tahoe não foi bem sucedido, pois a partir do momento em que você investe na era colaborativa, com ações interativas, está também sujeito a retornos negativos. O participante da respectiva campanha fica livre para explorar como quiser as ferramentas que lhe foram oferecidas. Nesse caso, os usuários fizeram vídeos pejorativos e racistas sobre o carro, mas isso não significa que deu errado com um produto/ cliente ou que com seu target também não irá funcionar.
Apenas vale como alerta para que, em ações como essa, tudo seja metodicamente pensado.
Contudo, podemos ver que novas mídias estão surgindo cada vez mais personalizadas e avançando conforme a tecnologia. Cabe a nós, profissionais de comunicação e marketing, nos adaptarmos a elas, ou melhor, aos usuários das mesmas. Hoje, usamos o celular como agenda, despertador, GPS, além de nos comunicarmos. Antes gravávamos nossos arquivos em disquetes, agora, em pen drives.
Ouvíamos música em casa, na vitrola e, hoje, no MP3. Ainda assim, os consumidores são resistentes aos novos meios e têm medo de ousar. Mas, isso é assunto de uma geração mais antiga, que está se adequando às tendências tecnológicas e digitais.
Temos agora que cuidar de uma nova geração, nascida no berço da tecnologia e que, certamente, olhará primeiro, a forma como sua empresa cria o seu produto para atraí-a e depois, com toda certeza, como usa a tecnologia não mais ao seu…mas a favor dela mesma. E, se acertar por conta dos recursos que temos já hoje (imagine em 10 anos), o trabalho de reter, fidelizar e…manter, será “tirado” de letra…mesmo com a concorrência. Por quê? Justamente pelos diversos perfis e nichos específicos que surgem diariamente. Certamente, se souber fazer, seu produto irá agradar exatamente quem espera por isso.
Por Lívia Cretaz, Assistente de Atendimento da Full Haus (agência de web marketing com foco em criação, campanhas e websites)

A era multimidiática: A nova mídia

Ao contrário do que muitos pensam, os retornos de mídia não são apenas ligados a números, GRP, penetração e afinidade. Para se conquistar tudo isso, o primeiro passo são as ideias, muito mais elas do que os algarismos. Não que os conceitos e pesquisas sejam descartados, mas a criatividade e a observação são pontos que vêm ganhando seu espaço, com maior ênfase na hora de se chegar ao nível de audiência desejado. A mídia é feita por pessoas, com base no comportamento de outras pessoas e, principalmente, no momento em que elas estão.

O target de hoje mudou e não é o mesmo de ontem. Não lidamos mais apenas com mulheres 100% casadas, com idade entre 35 e 45 anos, de classes A, B, C ou D. Atualmente, essas mesmas mulheres fazem parte de nichos cada vez mais específicos. Elas podem sim serem casadas e pertencerem as suas respectivas classes sociais, mas hoje têm o poder de escolher mais, se tornam cada vez mais independentes, donas de suas vidas e, com tudo isso, com maior liberdade de escolha.

A cada mudança, surge um novo perfil de consumo. Os dias de hoje nos levam a novas escolhas. A oferta é maior que a demanda, mas atualmente a demanda escolhe mais do que a oferta. Justamente porque nascem empresas que vão além da preocupação em simplesmente vender o seu produto. Elas procuram adequá-lo de acordo com as reais necessidades do mercado. Há uma pesquisa e identificação do interesse do consumidor, que permite uma maior leveza à criatividade, dessa vez mais assertiva, inspirada em valores mais consistentes, identificados através dos nichos cada vez mais segmentados.

Como diferenciar esse público? O foco hoje está no consumidor e só será possível distinguir seus gostos por meio do relacionamento com seu público, seja ele online ou off line. Mais do que nunca, é fundamental acompanhar o ciclo de vida desse target e hoje a tecnologia traz recursos que favorecem esse cenário. A mensuração é um dos pontos mais favoráveis nesse panorama. Ela permite ter acesso a retornos nunca antes imaginados.

E, a partir disso, uma nova estratégia, baseada no perfil de interesse de quem se almeja atingir, pode ser colocada em prática e, novamente aqui repito, com uma criatividade ainda mais leve, por conta de sabermos que estamos dando vazão a algo que vai ao encontro do que o target busca.

Por mais que digam que a televisão, a revista e o rádio estão convergindo para a internet, a novela tradicional continua existindo e gerando altos índices de audiência. Isso significa que ainda há diversas oportunidades para retornos na mídia eletrônica e impressa. E, o mais interessante é quando você cruza os dados de ações off line com online. Ou seja, busca o retorno de cada campanha e faz ações cruzadas e focadas no interesse de quem realmente quer te ouvir, ler ou navegar.

Estamos vivendo a era multimidiática. Assim como a mídia tradicional continua sendo importante – desde que a criação esteja baseada em um formato atrativo já identificado na mídia online -, a inserção de banners em portais que falam com o internauta adequado vem se tornando mais que essencial.

Não cabe aqui ficarmos explorando as mídias tradicionais – a não ser pela sua complementaridade -. Sabemos que as revistas estão em bancas de jornal, de forma massificada, em qualquer esquina. Sabemos também que basta ligar a televisão para sermos bombardeados por informações que muitas vezes nem queremos, mas ainda assim, vivemos em uma cultura em que esses tipos de mídias fazem parte de nossos momentos de lazer, da leitura do jornal no domingo, da TV no sábado à noite, no domingo a tarde etc. Estamos propensos a receber esse tipo de mensagem.

Mas, como reter a atenção de forma inusitada?

Este é o grande desafio da mídia: atingir as pessoas em situações que elas não estão preparadas para isso, porém esperando o que buscam, de forma surpreendente, como quando estão paradas em faróis, nas filas de supermercado ou navegando pela internet. É importante focar o instante certo.

Como novas formas de mídia agregadas a meios digitais, podemos citar as ações que a Fiat realizou para o Punto – “você no comando” – onde o usuário tinha acesso ao site por meio do celular. Ou ainda, uma ação para o lançamento do livro Menstruação, em que foi criado um hotsite onde as internautas preenchiam alguns dados, entre eles a data da última menstruação e, ao longo do mês, recebiam SMS alertando sobre seu período fértil e de tensão pré menstrual.

Outro exemplo muito bom que pode ser citado foi a ação realizada durante o lançamento do High School Musical em pontos de ônibus. As pessoas eram convidadas a ligar seu Bluetooth e recebiam ringtones, wallpapers e ícones gratuitamente. Em contrapartida, temos outra campanha, em que a agência Campbell-Ewald, ao lançar o Chevy Tahoe, usou de artifícios online para que o usuário editasse vídeos sobre o carro para competir em um concurso com foco na descoberta do autor da melhor propaganda.

O case do Chevy Tahoe não foi bem sucedido, pois a partir do momento em que você investe na era colaborativa, com ações interativas, está também sujeito a retornos negativos. O participante da respectiva campanha fica livre para explorar como quiser as ferramentas que lhe foram oferecidas. Nesse caso, os usuários fizeram vídeos pejorativos e racistas sobre o carro, mas isso não significa que deu errado com um produto/ cliente ou que com seu target também não irá funcionar.

Apenas vale como alerta para que, em ações como essa, tudo seja metodicamente pensado.

Contudo, podemos ver que novas mídias estão surgindo cada vez mais personalizadas e avançando conforme a tecnologia. Cabe a nós, profissionais de comunicação e marketing, nos adaptarmos a elas, ou melhor, aos usuários das mesmas. Hoje, usamos o celular como agenda, despertador, GPS, além de nos comunicarmos. Antes gravávamos nossos arquivos em disquetes, agora, em pen drives.

Ouvíamos música em casa, na vitrola e, hoje, no MP3. Ainda assim, os consumidores são resistentes aos novos meios e têm medo de ousar. Mas, isso é assunto de uma geração mais antiga, que está se adequando às tendências tecnológicas e digitais.

Temos agora que cuidar de uma nova geração, nascida no berço da tecnologia e que, certamente, olhará primeiro, a forma como sua empresa cria o seu produto para atraí-a e depois, com toda certeza, como usa a tecnologia não mais ao seu…mas a favor dela mesma. E, se acertar por conta dos recursos que temos já hoje (imagine em 10 anos), o trabalho de reter, fidelizar e…manter, será “tirado” de letra…mesmo com a concorrência. Por quê? Justamente pelos diversos perfis e nichos específicos que surgem diariamente. Certamente, se souber fazer, seu produto irá agradar exatamente quem espera por isso.

Por Lívia Cretaz, Assistente de Atendimento da Full Haus (agência de web marketing com foco em criação, campanhas e websites)