A Supera Comunicação, agência de SJCampos, inicia atividades na Bahia.
O objetivo da agência é levar uma nova proposta de endomarketing: a comunicação estratégica com empregados. Uma visão mais voltada ao manejo de cultura organizacional e com uma postura consultiva por parte da agência, modelo que a Supera acredita e já pratica em outras regiões.
Perfil: superior completo em comunicação social – relações públicas, jornalismo ou propaganda.
Experiência de, pelo menos, 4 anos de trabalho em comunicação, preferencialmente com alguma passagem por comunicação interna.
Características cruciais: boa redação, senso crítico e inteligência na resolução de problemas, facilidade para comunicação e negociação. Disponibilidade para viagens. Ter carteira de habilitação (desejável veículo próprio, mas não é uma exigência).
Atuação: diretamente com os clientes da agência, gerenciar terceiros e trabalhar com total integração junto às demais áreas da Supera.
Entre as atribuições do Atendimento, as principais serão:
– Interlocução com todas as áreas da agência, a fim de auxiliar a operacionalização, organização e o andamento das demandas diárias.
– Acompanhamento de tomada de briefing, debriefing e participação em planejamentos e reuniões externas.
– Conhecimento de orçamentos, produção gráfica e produção de eventos.
– Organização de tráfego, preenchimento e acompanhamento de demandas no sistema da agência.
– Elaboração de propostas comerciais.
– Organização de planilhas, controles e rotina diária da conta.
Os interessados deverão encaminhar currículos para selecao@superacomunicacao.com.br, com o assunto específico “vaga para atendimento de contas corporativas” até a data de 16/2, exclusivamente.
Informar ainda estimativa de remuneração.
A vaga é para a unidade da Supera Comunicação de São José dos Campos.
Um dos primeiros critérios que a gente quer saber na hora de construir uma mensagem é o público-alvo, certo? Com base nele, conseguimos definir um tom para a comunicação, o visual mais adequado, o argumento que será atrativo e por aí vai.
Fácil! Porém, como o mundo muda o tempo todo, essa visão de público também mudou. Antes, ao pensar em CI, nós pensávamos no perfil dos empregados, no perfil da empresa, na sua relevância para a sociedade. Hoje, nós pensamos em tudo isso, mas não podemos parar aí. Precisamos analisar as comunidades em que essa empresa está inserida, o quanto seus processos interferem na vida das pessoas e, o mais importante, com quem o público interno se relaciona.
Espera aí, Vitor! Se o nosso foco é o público interno, por que você quer saber tudo isso?
Eu retruco: hoje em dia, qual mensagem fica apenas com seu receptor?
Todo mundo está conectado o tempo todo. Qualquer experiência é registrada, postada, compartilhada e comentada. Ainda mais se for uma boa experiência! A gente pode comprovar isso ao dar uma olhadinha na timeline: todo mundo é feliz! Eba!
Resumindo: a CI vai falar diretamente com o empregado, porém ele é uma pessoal sociável. Ele compartilha suas experiências nas redes, ele comenta com os amigos no churrasquinho do fds, ele chega em casa e desabafa com a mulher. Eu repito: ele é a propaganda da empresa e interfere na imagem dela perante o mercado. Parece bobeira, mas esses pequenos comentários e posts têm o poder de interferir na imagem corporativa, sim.
Aqui, vale outra reflexão: o funcionário trabalhou o dia inteirinho, chega em casa cansado, estressado e vai contar seu dia pra mulher. Se ela estiver bem informada, souber os benefícios da empresa e tudo o que ela faz pelo funcionário, essa mulher vai ouvir as reclamações e reforçar o lado positivo da empresa. Afinal, ela sabe como o emprego é importante para a família se manter.
Por outro lado, se ela não tiver informações, ela vai concordar com o marido e incentivá-lo a buscar outro emprego. O que isso significa? A empresa terá que contratar outro empregado, treiná-lo novamente, esperar o tempo de adaptação e todo esse processo de integração. Isso custa dinheiro! Além de interferir no turnover* da empresa, claro.
Viu? As consequências vão longe. É melhor manter esse funcionário dentro da empresa. E, mais que informado, é importante deixar a família dele e os amigos também informados. Na hora do aperto, todo mundo vai ajudá-lo a refletir.
Quanto mais experiências positivas com seus empregados, mais eles vão compartilhar com amigos e familiares e, consequentemente, mais suporte ele terá para continuar na empresa.
E ainda tem gente que acha que CI é só para funcionário.
* Turnover é a percentagem de substituições de funcionários antigos por novos. Isso reflete na capacidade da empresa em manter seus empregados. Se o turnover é alto, pode indicar que algo na empresa está errado.
Supera leva novidades ao Congresso de Comunicação Interna
É hoje a abertura do 18º Congresso Anual de Comunicação Interna, que acontecerá em São Paulo! Pelo segundo ano consecutivo, a Supera Comunicação é patrocinadora do evento e levará algumas novidades.
Na quinta-feira, dia 05 de junho, o talk show com os autores do livro “Comunicação com empregados: a comunicação interna sem fronteira” contará com a presença da Planejadora da Supera Comunicação, Thatiana Cappellano, além de Viviane Mansi e Bruno Carramenha, respectivamente Gerente de Comunicação e Relações Públicas da GE e Gerente de Comunicação da Unilever.
A 4ª edição da revista DNA, que traz os trabalhos desenvolvidos pela agência, também será lançada no congresso. Quem passar pelo estande da Supera no evento poderá levar um exemplar e conhecer um pouco mais do trabalho focado em comunicação interna estratégica, especialidade da agência. Os visitantes ainda poderão bater um papo com os diretores da Supera, que estarão no estande.