Um novo desafio: evitar que a mensagem seja invasiva

Comunicação online X Invasão de privacidade

por Marcos Alex Rodrigues

Toda oportunidade de comunicar, gerar novos leads e fidelizar clientes deve ser muito bem avaliada. Quando falamos de comunicação online, o cuidado precisa ser redobrado. Nesta era digital em que vivemos, é preciso conhecer muito bem os canais de comunicação para que a mensagem não seja invasiva.

E-mail marketing, SMS e Whatsapp são as ferramentas online mais utilizadas para a exposição de empresas, marcas e produtos. Mas qual destas opções é a melhor? Qual deve ser a estratégia para evitar a dispersão da mensagem e a irritação dos usuários?

Antes de começarmos a planejar a comunicação temos que entender um pouco sobre cada um deste canais. O Whatsapp, por exemplo, é uma ferramenta de uso pessoal e a utilização indiscriminada de mensagens para pessoas fora da sua lista de contatos, é encarada como uma abordagem sem autorização, passível de punição pela própria ferramenta; ou seja, não deve ser usada para abordar prospects. Nesse caso é muito mais aceitável fazer um telefonema, enviar um SMS ou uma correspondência física ou digital.

Mas se a intenção é manter o relacionamento com a sua carteira de clientes, essas regras não se aplicam. É preciso apenas descobrir qual ferramenta ou aplicativo possui o melhor retorno, para a sua empresa. Alguns clientes irão preferir mensagens de texto, outros, notificações ou imagem, enfim… é preciso conhecer a base de dados para que a comunicação seja desenvolvida com eficácia, objetivando respostas diretas.

Vale ressaltar que esse tipo de contato mais direto deve ser feito somente com seus clientes e novos leads, de modo que os esforços não sejam perdidos com um público alvo errado. É preciso canalizar a informação para obter o menor índice de rejeição e consequentemente a melhora nos resultados.

Sobre o autor:

Presidente da Central Mailing List, (www.centralmailinglist.com.br) Marcos Alex Rodrigues é um cientista de dados que há mais de 20 anos inseriu a comercialização de banco de dados no mercado. Hoje, além desse serviço, a empresa também trabalha com a correção, atualização, enriquecimento de database (banco de dados), disparos de e-mail marketing inteligente, SMS e geração de leads. Tudo isso, de maneira consciente, fazendo o uso coerente das informações e seguindo as regras de mercado com altos níveis de segurança. Projetos de consultoria mercadológica para a definição de público alvo atendendo as demandas dos departamentos de marketing, vendas, prospecção, retenção, fidelização, cobranças, pesquisas, TI e RH também faz parte da portfólio da empresa.

Fonte: Ludmila Baldoni – Agência Girassol

Coluna Propaganda&Arte

Financiamento Coletivo: você precisa saber o que é Whuffie

O financiamento coletivo no Brasil está crescendo. É o tal do Crowdfunding (do inglês, financiamento pela multidão) que está ganhando o gosto dos brasileiros. E por que não aproveitar para arrecadar uma grana e tirar grandes ideias do papel?

O que já é um ecossistema de apoios bem forte nos Estados Unidos, agora parece estar ganhando raízes nas terras tupiniquins. Principalmente com o site Catarse.me, que já ajudou a financiar milhares de projetos em sua história recente, movimentando mais de R$50 milhões.

Achou pouco? Muito? Fato é que alguns projetos estão conseguindo arrecadar mais de R$500 mil para colocar suas ideias na rua. Como o caso da MOLA, um projeto de engenharia que foi um sucesso acima da média em suas duas campanhas até então, que somadas chegam a R$1,3 milhão.

Se você se interessou, preciso lhe avisar que não é tão simples assim fazer um projeto bombar e ultrapassar 100% de arrecadação. Você precisa primeiro entender o que é whuffie e ter um planejamento de longo prazo.

Tara Hunt, expert em mídias sociais, colocou que o whuffie ou capital social, seria uma moeda on-line, um valor que você adquire na sociedade digital, mediante sua contribuição, redes de contatos e ações que sejam valorizadas por algum grupo.

Podemos dizer que os influenciadores digitais, como youtubers e blogers, possuem um alto whuffie, já que conseguem movimentar vendas e influenciar opiniões. Mas não só eles. Aquela pessoa que você respeita profissionalmente e até segue nas redes sociais, pois sempre posta material relevante, também deve ter um ótimo whuffie (pelo menos para você e para um nicho especializado).

Em uma campanha de financiamento coletivo você fica sabendo exatamente o “valor” que você tem para a sociedade. Claro, não estou entrando no mérito da ideia do projeto em si, que precisa ser no mínimo de interesse público, mas é muito bom saber que ao compartilhar uma informação, conversar em grupos e comunidades virtuais, você está agregando whuffie à sua pessoa e fazendo o seu nome. Com o passar do tempo tudo isso poderá se tornar apoios virtuais. Isso mesmo, apoios financeiros para uma ideia útil, criativa ou divertida sua.

Já pensou tirar aquela sua ideia do papel? Um livro, quadrinho, filme, música, projeto social, produto ou jogo? O ambiente do crowdfunding brasileiro está cada vez mais competitivo e o seu capital social pode fazer a diferença quando lançar a sua campanha. Pense no whuffie, mas não se esqueça de ser você. Não faça tudo isso pelo reconhecimento, pois as pessoas percebem quando algo não é real, mesmo no meio digital.

A experiência do usuário em primeiro lugar!

Coloque a experiência do usuário no topo da lista de prioridades

por Karin Lublin*

Os smartphones tornaram as pessoas mais conectadas entre si e com as várias possibilidades de empresas e serviços. Mas, por outro lado, desenvolveram um novo comportamento que exige das companhias mudanças contínuas em diversos aspectos do negócio.

Tendo tudo na palma da mão e cada vez mais pressa, as pessoas não estão mais dispostas a esperar, por isso, o tempo passou a ser determinante na experiência. Se antes aguardar seis segundos para um site carregar era normal, hoje um segundo já faz a diferença entre ficar ou sair de uma página.

Então, não basta ter um portal atrativo, cheio de funcionalidades e design, e uma comunicação bem estruturada para captar a atenção do potencial cliente e fidelizar a audiência. Muito mais importante e decisivo é entender com quem você se comunica e quais são os gostos, desafios, problemas e inquietudes desse público, para que a sua empresa possa ofertar a solução mais acertada, aquela que fará o consumidor se decidir de imediato. Essa tendência, que está fazendo companhias em todo o mundo se tornarem mais competitivas e distribuírem os investimentos assertivamente é a UX, ou User Experience (experiência do usuário).

As companhias que querem ter negócios online precisam entender muito bem como proporcionar a melhor experiência ao usuário para alcançar o sucesso, que deve refletir não apenas na relação com o consumidor, mas também nas métricas mais importantes.

As maiores referências em vendas online já perceberam o valor da UX. A Amazon, por exemplo, uma das maiores no segmento de tecnologia, descobriu que 100 milissegundos de atraso no carregamento do site reduzem em 1% a receita. Assim, conseguiu aumentar em 2% a receita depois de elevar em 500 milissegundos o carregamento de suas páginas. Já o Walmart, em análise de 2012, constatou que quando o tempo de carregamento do site varia entre 1 e 4 segundos, a taxa de conversão cai consideravelmente. Por outro lado, a cada 1 segundo a menos no load das páginas, a taxa de conversão aumenta em 2%.

E não é só o tempo de carregamento. Os caminhos para encontrar as soluções também são extremamente importantes para que o cliente consiga chegar rapidamente ao que procura e precisa. A UX exige que a empresa esteja comprometida em aprender e conhecer como as experiências digitais podem se desenvolver da melhor maneira para o público que se pretende impactar.

Se a companhia ainda não tem um site ou aplicativo, a experiência do usuário deve ser pensada desde o início, com base no estudo do comportamento da audiência. Mas se o portal já está em funcionamento – hoje a realidade de praticamente todas as empresas -, o caminho é buscar melhorias, seja por meio de testes gratuitos de navegabilidade disponíveis na internet ou com o suporte de uma empresa especializada, que te ajudará a descobrir as diversas variáveis que impactam sua marca para identificar como melhorar a web performance, reduzindo o tempo de navegação, aprimorando a experiência nas páginas e diminuindo a taxa de abandono, por exemplo.

Como toda quebra de paradigma, o início da adoção da UX pode não ser tão confortável. É preciso fazer testes para achar um caminho que corresponda realmente ao que o usuário quer, e não ao que você pensa que ele pode querer.

É um trabalho contínuo, que exige renovações frequentes, testes AB e atenção às novas possibilidades de mercado quanto a modelo, desempenho e identificação de uso do usuário. A novidade do momento neste universo é a personalização, onde a comunicação da empresa com seus consumidores precisa ser pensada de forma a tornar o cliente agente, entendendo que é ele quem comanda a navegação.

É preciso entender que tudo é digital. Se antes os clientes guardavam as experiências com as marcas para si, hoje compartilham nas redes sociais e são capazes de levar a mensagem para milhares de pessoas em todo o mundo. Saber como impactar positivamente essas pessoas com as suas ofertas e com web performance é o que determinará o sucesso dos seus negócios.

*Karin Lublin é especialista em User Experience (UX) na Exceda, líder na América Latina em soluções de segurança e web performance e representante da Akamai.

Fonte: Grupo RMA

Smart Offices: o trabalho mudou!

Smart Offices e a transformação da cultura de trabalho

por Renato Batista, CEO da NetGlobe

Desde a primeira metade do século XX que se discute a importância e o impacto dos espaços de trabalho no bem-estar e na produtividade dos trabalhadores. A célebre frase de Winston Churchill “We shape our buildings; thereafter they shape us” não se refere exatamente à vida nos escritórios, mas ajuda a definir a importância de se criar um ambiente de trabalho que propicie o conforto e o bem-estar, gerando o aumento da produtividade. Nós moldamos os espaços e eles, em seguida, moldam a nós mesmos.

Renato Batista

Outro agente transformador da vida humana, inclusive no âmbito do trabalho, é a tecnologia. Algumas das maiores empresas do mundo, como Facebook, Google e Yahoo recentemente apostaram em espaços de trabalho que estimulam encontros casuais e o convívio entre profissionais de diversas áreas, para que novas ideias floresçam de modo natural. Então, esse modelo passou a ser replicado no mundo todo. Porém, o design do espaço de trabalho apenas se tornará completo se contemplar as novas tecnologias de comunicação e colaboração digital.

Soluções integradas de gerenciamento de salas de reunião, por exemplo, trarão mais assertividade no uso dos espaços dentro de um escritório, diminuindo o tempo ocioso, tanto das salas quanto dos profissionais que esperam para utiliza-las. Ferramentas de videocolaboração encurtam distâncias, favorecendo as interações e trocas de experiências entre funcionários, o que, comprovadamente, auxilia no aumento de produtividade dentro de uma empresa. Investir na infraestrutura de um escritório, trazendo tecnologia de ponta para sistemas de som, projetores sem fio e serviços de conectividade, dão retorno garantido.

Além de atuar como agente facilitadora do dia a dia de trabalho, a tecnologia é quem vai fornecer dados concretos da efetividade do investimento em espaços de trabalho mais abertos e colaborativos. Sem ela, tudo pode não passar de provas de conceito. Em um mundo cada vez mais competitivo, o espaço para tentativa e erro é menor. Portanto, sairão na frente as empresas que pensarem seus escritórios e demais locais de trabalho como verdadeiros Smart Offices, combinando as inteligências da arquitetura e da tecnologia.

Fonte: About Com -Danilo Fernandez