“Destination Gastronomia” é sucesso em São Francisco Xavier

Evento atrai 6.000 pessoas a “São Chico” em três dias em que os pratos principais foram a boa comida, alto astral, música de qualidade e muita, muita diversão

Boa comida, alto astral, boa música e muita diversão

Esse é um resumo exato do que foram os três dias do festival “Destination Gastronomia” em São Francisco Xavier. Com público estimado de 6.000 pessoas, o “DG/SFX” transformou a praça Cônego Antônio Manzi, no coração do distrito, entre os dias 9 e 11 de setembro, no palco de uma grande festa, onde a boa gastronomia, a cultura e a exuberância da natureza de “São Chico” foram os pratos principais.

“Superou todas as expectativas. Foi um sucesso de público e um sucesso como negócio”, disse Maurício Guisard, presidente do Destination São José dos Campos, entidade apoiadora do evento. Afinal o “Destination Gastronomia” levou a São Francisco Xavier 14 operações gastronômicas (11 locais, 3 de São José dos Campos), com o melhor da culinária da Serra da Mantiqueira: pães artesanais, trutas, pizzas, massas, arroz de bacalhau, porco no rolete, hambúrgueres especiais, mel, queijos e muito mais. O movimento do “DG/SFX” foi tão grande que extrapolou a praça, com hotéis lotados e restaurantes do distrito cheios.

Estiveram no “DG/SFX” as operações João de Barro, Serra das Águas, Brasa Belém, Pangea, Casa Mozi, Pesqueiro Pantanal, Bruno Pães, Deck Resto Bar, Artesao, IL Baresi e Dona Xica, todos de São Francisco Xavier; além de Cassiano, Bullguer e Egustto, de São José dos Campos. Além disso, o “DG/SFX” teve uma área dedicada a bebidas: os melhores rótulos de vinhos com a Amicci, cervejas artesanais da SP 50 Bier e da Cervejaria Bamberg, gins com a Alquimista da Serra e água com a Água Monteiro Lobato.

Estrelas da gastronomia da Serra da Mantiqueira marcaram presença no “DG/SFX”. Teve aula show com a chef Anouk Migotto, autora do livro “Donna Mantiqueira” às 13h, que ensinou a receita de um risoto delicioso cozinhando ali, na praça. Teve o chef Boccato (11h), criador da Escola Mantiqueira de Gastronomia. Teve o chef Jefferson da Matta (12h), do Hotel Toriba, cozinheiro raiz. E teve o chef Vitor Pompeu (13h), um dos responsáveis pelo projeto Saberes da Mantiqueira, com seu trabalho de valorização de produtores e elementos conectados à cultura caipira da região. Somando tudo, uma aula de boa cozinha ao alcance de todos.

O “Destination Gastronomia” foi uma realização da SP-Rio+, com o patrocínio da Supergasbras, Unimed São José dos Campos, Arroz Fantástico, Coneleste e da Riolax, com o apoio da associação “Destination São José dos Campos”, da Prefeitura de São José dos Campos e da Fundação Cultural Cassiano Ricardo. A gestão e produção foi assinada por Rose Dantas, da Aquarius Consulting.

E tem mais
Aberta em São Francisco Xavier, a segunda edição do “Destination Gastronomia” não fica só no distrito. Nos dias 7, 8 e 9 de outubro, o “DG” desembarca na cidade de São José dos Campos, de volta ao Parque Vicentina Aranha, palco de sua primeira edição, mas, desta vez, em uma versão maior que a realizada no primeiro semestre.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho

Uma viagem visual e sonora nas férias do Colinas Shopping

Sucesso em alguns dos principais museus do país, Im.fusion é uma experiência de cores e imersão tecnológica para todas as idades

O visual chama a atenção antes mesmo de entendermos o que ele significa. Uma “caixa preta” do tamanho de uma casa será instalada na praça de eventos do Colinas Shopping durante o mês de férias. Dentro dela, uma experiência tecnológica totalmente imersiva. Essa é a Im.fusion, uma exposição multimídia que já passou pelo Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

A instalação fica no centro de compras de 2 a 31 de julho, com diferentes ambientes e contextos que fazem as pessoas interagirem com som e imagem. São 12 minutos imersos em formas coloridas, com sensores e projeções cheias de efeitos especiais gráficos e sonoros.

“Nós queríamos muito que a nossa ação de férias durante as comemorações de 25 anos do Colinas fosse diferente de tudo que já fizemos, e nós conseguimos. A instalação tecnológica é sucesso por onde passa, como o Museu do Amanhã e o MIS. Temos certeza que vai encantar todo mundo aqui também”, afirma Priscilla Levinsohn, diretora de marketing do Colinas.

Im.fusion é uma instalação tecnológica que oferece uma experiência lúdica, capaz de despertar reflexões sobre a forma como interagimos com o micro e o macro, em diferentes contextos e ambientes.

O desenvolvimento de novas tecnologias e as conquistas científicas têm impactado a forma como o ser humano se relaciona com a natureza em escalas de proporções paradoxais. Ao mesmo tempo que manipulamos formas diminutas – como vírus e bactérias – exploramos imensidões como a Lua e Marte.

A experiência multimídia é feita em uma sala escura, com mais de 5 metros de largura, 4 metros de altura, e 10 metros de profundidade.

Os visitantes podem explorar três cenários, começando pelo “contato” com moléculas; depois, conferir a diversidade de um ecossistema; e, por fim, podem analisar a imensidão do universo.

A exposição funciona assim: diversas câmeras e sensores foram instalados nos três cenários. Durante o passeio, eles captam a movimentação das pessoas, e esse movimento interfere nas exibições, como se qualquer movimento gerasse uma consequência.

A visitação é gratuita, com limite de visitantes dentro da instalação (até oito pessoas por sessão). Portanto, será considerada a ordem de chegada. Durante a experiência, não é necessário nenhum contato físico durante o trajeto de sentido único para os visitantes.

Serviço:

Im.Fusion

Quando: todos os dias, de 2 a 31 de julho, das 12h às 20h

Gratuito

Onde: Colinas Shopping (Av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos – SP).

Sobre Im.Fusion

Im.Fusion é uma instalação tecnológica que propicia uma experiência lúdica, capaz de despertar reflexões sobre a forma como interagimos em diferentes contextos e ambientes. Do micro ao macro são explorados três cenários, partindo do contexto molecular, passando por uma floresta até a imensidão do universo. Em 12 minutos, os visitantes observam formas coloridas e interagem, por meio de sensores, com projeções cheias de efeitos especiais – gráficos e sonoros. A tecnologia empregada dispensa a necessidade de contato físico e a fantasia se faz por meio da aproximação. A instalação foi criada pela Deeplab Project e produzida pela Dellarte Soluções Culturais em parceria com a BM Produções, e conta com o apoio da On Projeções.

Fonte: CABANA – Suzane Rodrigues

Comunicação Interna: 4 dicas para engajar de verdade o colaborador operacional

Por Gabriel Kessler*

Uma boa experiência é considerada por 96% dos profissionais como fator relevante para se manter na empresa, segundo pesquisa do LinkedIn. Entretanto, as conversas sobre o assunto priorizam profissionais administrativos, geralmente. No meio disso, como fica o público operacional?

Investir em iniciativas que tenham como foco times operacionais é importante para o engajamento desse público e, consequentemente, para uma experiência mais positiva que resulte em melhores resultados e performance.

Uma das maiores consequências da pandemia foi o empoderamento do colaborador, que passou a ser menos tolerante com experiências medianas ou até mesmo ruins dentro das organizações.

E isso já pode ser notado: a grande resignação, por exemplo, mostra como motivos que antes eram determinantes para a permanência de talentos, como salários e benefícios, hoje não tem tanta influência no poder de decisão.

Sendo assim, empresas precisam correr para quebrar paradigmas e oferecer uma experiência cada vez melhor para seu público interno, caso contrário, eles não vão ficar parados esperando por isso.

Voltando o olhar para o operacional

Não é segredo que esses times não são alcançados com a mesma facilidade do que as áreas administrativas, seja por planejamentos ou estratégias obsoletos, o que acaba dificultando o sentimento de “uma só empresa” nesse público, que se sente prejudicado ou ignorado pela liderança e por áreas estratégicas, como RH e Comunicação Interna.

Essa diferença de tratamento, intencional ou não, causa uma experiência negativa aos colaboradores operacionais, podendo levar ao aumento do turnover e impactos no clima organizacional como um todo.

Outro fator que prejudica (e muito) é a adoção de ferramentas ou estratégias que não contemplem as necessidades desse público. Por exemplo: se uma empresa usar o e-mail como canal de comunicação interna principal, aqueles que não trabalham com computador não vão ficar a par da informação tão facilmente.

Indo além, mesmo contando com murais impressos ou a liderança como replicadores dessa informação, a disparidade segue forte. E a comunicação tem papel direto na experiência do colaborador, já que a falta de clareza e alinhamento por parte de Comunicação Interna com esse público atrapalha e até mesmo inviabiliza o sentimento de pertencimento dessas pessoas, assim como a confiança que elas têm na empresa.

Entra aí a tecnologia, que pode (e deve) ser usada como forma de quebrar as barreiras, sejam elas geográficas ou de tempo.

É importante salientar que a experiência do colaborador é formada por 6 fatores, de acordo com a State of the Sector (Gallagher): cultura organizacional; comunicação; reconhecimento, prêmios e benefícios; ambiente de trabalho; bem-estar; carreira. As áreas de Comunicação Interna e RH são responsáveis (de forma parcial ou integral) por todos esses pontos, então as dicas que compartilhamos abaixo são direcionadas aos profissionais desses departamentos.

Abaixo, listo quatro dicas. Confira!

1 – Antes de tudo, conheça seu público: Você conhece as características dos seus públicos operacionais? Sabe quais são suas necessidades, desejos e desafios? Antes de qualquer estratégia de comunicação interna, as organizações precisam entender a realidade dessas equipes. Dê voz e espaço para pessoas do operacional e, além disso, tenha interesse em conhecê-las.

2 – Envolva a liderança: Mesmo com uma boa cultura, clima e comunicação, se a relação com o líder não for positiva, muito dificilmente a experiência será. Líderes precisam gostar de gente, precisam entender pessoas. E a empresa deve capacitar esse público para que isso aconteça. No ambiente operacional, muitas vezes a liderança é o que liga profissionais ao resto da organização, aumentando ainda mais a importância dessa capacitação. Além disso, líderes precisam se esforçar para proporcionar (e fazer tudo que está ao seu alcance) a melhor experiência para seus liderados.

3 – Foco no propósito: O propósito tem ganhado cada vez mais espaço e importância na experiência do colaborador e agora, mais do que nunca, está conectado pelo valor percebido pelas pessoas nas organizações. Isso significa que: para ter uma comunicação interna melhor, é preciso pensar no propósito, no porquê as pessoas devem se sentir parte do todo. Vale a revisão da visão, missão e valores organizacionais.

4 – Comunicação fácil e democrática: Investir em uma ferramenta que promova a democratização da informação é de extrema importância para a experiência do colaborador operacional. A rede social corporativa ou aplicativo de comunicação interna, por exemplo, é uma solução criada justamente para atender as diferentes necessidades dos profissionais em geral, principalmente de quem fica na operação.

*Gabriel Kessler é CGO do Dialog.ci, startup responsável por desenvolver uma plataforma online de comunicação interna e RH, que funciona como um hub para o colaborador e melhorar o engajamento dentro das empresas.

Fonte: Comunica PR

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