O cliente em primeiro e no centro das estratégias

Dia do Cliente, a celebração do ano que iguala todos

O empresário norte-americano Henry Ford tinha uma frase como máxima: “Não é o empregador quem paga os salários, mas o cliente”. Isso é algo que nenhum empreendedor deve se esquecer. Desde um padeiro com seu pequeno comércio em algum bairro da cidade até empresários do calibre de Ford.

No próximo dia 15 de setembro será comemorado o Dia do cliente, um dos poucos dias no ano em que uma celebração iguala todos. Porque afinal de contas, todos somos clientes.

Atualmente, na era da mobilidade e do mundo virtual, as empresas devem assumir o desafio de oferecer soluções e agregar valor a um cliente exigente e com pouco tempo. A frase “o cliente tem sempre razão” já não é suficiente. Deve-se ir muito além disso.

Para a Nuvem Shop – plataforma de e-commerce que oferece serviços que possibilitam a qualquer pessoa criar e profissionalizar sua própria loja online – o desafio não é simplesmente atender o cliente, mas apoiá-lo no desenvolvimento, crescimento e êxito de seu negócio, e ainda mais, contribuir com sua felicidade. Por isso a empresa conta com a área de Customer Success.

Na opinião dos especialistas, quais são os desafios mais importantes para atender ao cliente hoje?

“O maior desafio é conseguir oferecer uma experiência homogênea em todos os canais, de boa qualidade, e o mais rápido possível”- ressaltou Alejandro Vazquez Co-Founder & Chief Customer Officer da Nuvem Shop.

“Acredito que hoje em dia os clientes gostem que tudo seja resolvido na hora. Então, ter um atendimento em tempo real, com soluções imediatas é imprescindível ”, completou Natalia Lopez, Scalable Channel da empresa.

Nenhuma marca duvidaria do poder que o usuário exerce hoje. Entretanto, as formas de dimensionar e dar lugar a esse cliente dentro da estratégia variam de empresa para empresa. Neste contexto, ao mesmo tempo que cresce o compromisso das companhias para entender e se aproximar dos clientes, a tendência lógica leva a pensar em uma estratégia client first.

Client first: é uma abordagem adequada?

Vazquéz da Nuvem Shop expressa: “Ser cliente-first ou customer-oriented não necessariamente é assumir que o cliente sempre tem razão. Ser uma empresa customer-first implica em escutar seus principais usuários, aqueles de quem a empresa realmente resolve os problemas, e desenvolver um melhor produto e serviço”.

“Realmente a Nuvem se preocupa muito com o feedback e sugestões dos nossos clientes. No entanto, isso não significa que o cliente tem razão sempre, pois muitas vezes, por ter visibilidade de uma parte e não do todo, a solução desejada pode não resolver a questão a longo prazo. Por isso, nos preocupamos em absorver o feedback e processar uma solução que realmente ajude profundamente o cliente”, completou Carol Izidoro também da área de Customer Service da Nuvem Shop.

O cliente entra em contato por todos os canais disponíveis e quer uma resposta rápida porque esse é o seu negócio e a depender da ajuda oferecida pelas áreas de Customer, saberá se pode fazer ou não determinada ação (“tempo real”, “quero agora, de imediato”).

As empresas têm o desafio de responder sem aumentar as equipes de forma desmedida: a chave é a escalabilidade. Que o cliente tenha as respostas ao alcance das mãos, que não tenha nem mesmo que escrever um email, não porque lhe seja incômodo, mas porque diretamente tudo é tão claro que não há necessidade.

Em que medida é possível a atenção personalizada?

“Existe uma tendência de tentar oferecer tudo isso apoiado em inteligência artificial e machine learning. Em muitos cenários será o melhor caminho para o usuário, complementado eventualmente pela ajuda relevante de um profissional, como nossos Assessores Nuvem, que podem gerar muito valor nas interações pessoais, seja por e-mail, chat ou telefone” salientou Vazquez.

“Escalabilidade, para mim, é o objetivo – ou deveria ser – de toda a empresa. Por mais que o cliente goste de conversar e saber que existem pessoas reais conversando com ele, esperar para “dar um passo” em seu próprio negócio, dependendo de outras pessoas, é andar na contra mão”, assentiu Natalia Lopez.

O cliente em primeiro e no centro das estratégias. Tempo real e escalabilidade se apresentam como as palavras chave desta nova era. O desafio é grande, mas, sem dúvidas, as companhias que saibam responder, farão a diferença.

Fonte: Partner Press&RP

Escolha de tecnologias adequadas é fundamental para a transformação digital das empresas

Grande volume de informações só será aproveitado pelas corporações que optarem pelas ferramentas corretas para melhorar suas operações e processos

* por Alexandre Azevedo, Head da TOTVS Private

Especialistas em aviação dizem que um Boeing 787 Dreamliner produz 1 terabyte de dados em cada voo. Veja bem, esse é apenas um simples exemplo da imensa quantidade de informação que circula ao redor da sua empresa. Agora, acrescente a isso a previsão de que até 2020 o mundo terá 50 bilhões de dispositivos conectados à internet. É, de fato, muita coisa! Como aproveitar esse colossal volume de dados e transformá-lo em negócios para sua companhia? A resposta passa por adaptar e preparar sua organização para o processo de transformação digital que já está em curso e a pleno vapor.

Alexandre Azevedo, Head de TOTVS Private

A transformação digital impacta nossas vidas de diferentes maneiras e ocorre em todas as esferas da sociedade. Por conta disso, é mandatório que empresas de diferentes setores e portes acompanhem esse movimento. Além disso, é importante ressaltar que a transformação digital não se trata apenas da adoção de novas tecnologias, embora este seja um vetor primordial. Trata-se de uma mudança na visão do negócio, que se apoia no uso de recursos tecnológicos.

Há muitos caminhos para conduzir esse processo. Um exemplo é a transformação de sistemas, antes acessados apenas no desktop, em aplicativos, possibilitando o acesso às informações a qualquer hora e de qualquer lugar. Economia de custo e ganho de tempo são drivers importantes neste caso. Tempo, inclusive é um dos grandes pontos da transformação digital, pois é um dos ativos mais importantes no mundo de hoje.

Portanto, racionalizar processos e diminuir o tempo gasto em qualquer atividade são alguns dos segredos para a transformação digital. Nos bancos, por exemplo, está havendo um movimento para reduzir o tempo gasto na abertura de contas. Muitos deles, inclusive, já permitem que isso seja realizado 100% pela web, o que agiliza a operação e melhora a experiência oferecida ao cliente.

No entanto, diante de uma infinidade de tecnologias disruptivas as empresas ainda têm dúvidas sobre quais delas contribuirão para o aprimoramento de suas rotinas ou operação. Ainda é comum, em grandes corporações, cada área de negócio escolher a tecnologia que melhor se adapta à sua realidade. Isso pode levar uma empresa a ter diferentes fornecedores, o que pode acarretar em problemas de interoperabilidade, embora a integração de sistemas ou linguagens distintas não é mais tão crítico como no passado.

De qualquer forma, é importante ressaltar que não existe certo e errado na escolha das tecnologias mais adequadas para a transformação digital. O que existe, na verdade, é a necessidade de entender o mix de sistemas e aplicações mais coerente às demandas da sua organização. É isso que deve direcionar essa escolha. E a melhor maneira de fazê-lo é de forma conjunta, avaliando as necessidades de todas as áreas de negócio.

O avanço das empresas está relacionado à maneira como as novas tecnologias serão utilizadas. Algumas tendências, contudo, são claras: como a Internet das Coisas (IoT), Big Data e mobilidade. Fazer uso delas é fundamental, desde que alinhado às necessidades do seu negócio.

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

Para uma ideia acontecer!

Como tirar uma ideia do papel e colocá-la na rua. Confira oito dicas de um especialista no assunto

Algumas dicas valem ouro na hora de começar uma startup, mas onde encontrá-las, com quem falar, por onde começar? A IN3, software house nascida dentro de uma venture builder, desenvolve projetos desde sua concepção até o produto final e seu CEO Ale Porto tem alguns conselhos para quem quer começar uma startup.

Confira oito conselhos de quem ajuda diariamente startups a transformar ideias em realidade:

– Pesquisar o mercado e identificar quem são os concorrentes. É sempre importante reconhecer se existe espaço para mais um negócio ou, quando disruptivo, se questionar do porquê não foi feito ainda ou se existe algum caso sem sucesso;

– Saber com quem vai se associar, muitos negócios chegam ao fim por escolhas erradas de sócios;

– Ter um business plan do seu negócio muito bem detalhado. Muitas pessoas tem boas idéias, mas não sabem como monetizá-las;

– Não querer abraçar o mundo e fazer tudo sozinho. Se você não conhece bem alguma área, como por exemplo, jurídica ou financeira, é bom recorrer a especialistas para ajudar no seu crescimento do seu negócio;

– Testar! Essa é a melhor maneira de saber se o negócio realmente funciona. Colher feedbacks com o público e até mesmo com amigos e familiares;

– Contratar uma equipe correta é essencial para o sucesso da empresa, equipe e produtividade caminham juntas;

– Uma ideia não acontece sozinha, a prática é muito mais complicada do que parece:

– Acreditar no negócio e ter muita força de vontade fazem a diferença nos momentos mais complicados;

– Timing é a palavra de ordem, saber o momento certo de colocar o produto na rua pode mudar o curso de uma startup.

“Um bom aplicativo se vende sozinho, porém não meça esforços para investir em marketing”, completa Ale Porto.

Fonte: Incube Mobi – Thaina Protta

Fundador do Orkut fala sobre tendências nas redes sociais

10 tendências no ambiente de redes sociais

Muitas novas redes sociais vêm surgindo e nos deixando curiosos sobre seu potencial e o quanto podem engajar os usuários. Orkut Buyukkokten que há treze anos fundou a maior rede social do mundo, o orkut.com, e agora está à frente do app hello, uma rede social que aproxima as pessoas por seus interesses, lista os 10 pontos que considera cruciais para o sucesso no ambiente de redes sociais.

1. Conheça seu poder e suas fraquezas
A maioria dos serviços de mídia social mede o sucesso pela quantidade de usuários que possuem, ou pela quantidade de tempo gasto pelos usuários em seus serviços. Eu acredito que essa é uma fraqueza. As redes sociais devem nos unir, não nos fazem gastar mais tempo usando nossos dispositivos. E apesar das redes sociais terem mudado a forma como acessamos a Internet de maneira positiva (por exemplo, nos oferecendo informações que nunca pensamos antes explorar), o serviço ainda não foi otimizado para nos ajudar a nos aproximar realmente de forma significativa, mesmo com o tempo todo que estamos passamos online.

2. Esteja preparado – evolução e mudanças são inevitáveis
Eu acredito que o orkut.com ajudou o mundo a se tornar um lugar melhor conectando-nos uns aos outros e aproximando-nos todos juntos. O ambiente virtual social evoluiu tremendamente desde que o orkut.com foi lançado em 2004. O orkut.com foi construído para desktops e navegadores, pensado para uma geração diferente. A nova geração cresceu com redes sociais principalmente consumidas em smartphones. Eu vejo a hello como um sucessor espiritual do orkut.com e uma continuação da evolução das redes sociais.

3. Paixões e interesses são o que nos conectam
As tecnologias devem nos aproximar – criando conexões que fortalecem nossas amizades e nos ajudam a conhecer pessoas incríveis que compartilham algo em comum conosco. O ambiente social deve nos fazer descer e deixar inspirados para explorar o mundo a partir do que nos apaixona. Eu sabia que as redes sociais precisavam de uma mudança, por isso quis lançar a hello.

4. Sempre focar no comportamento do consumidor
Eu acredito que é muito importante manter-se atualizado sobre o comportamento do consumidor, tendências geracionais e tecnologia. A inovação é um aspecto fundamental para manter um produto relevante e competitivo. O Orkut foi construído em uma era diferente, em que as pessoas adoravam redes sociais em seus desktops e navegadores. Nós construímos a hello em uma plataforma móvel que reflete a mudança que vivemos sobre onde e como as pessoas acessam seus dados.

5. Nova mudança deve acontecer em breve no mercado
As redes sociais mudaram a maneira como compartilhamos, interagimos e nos comunicamos com nossos amigos, colegas de família e desconhecidos. Hoje a maior parte do tempo que temos for a do trabalho passamos em aplicativos de redes sociais. A maioria de nós tem smartphones, está online o tempo todo e interagindo com amigos em várias redes sociais. Agora, com o vídeo e a transmissão ao vivo tornando-se ainda mais populares, estamos começando a ver outra mudança na forma como as redes sociais mudaram a maneira como usamos a Internet.

6. Gigantes e start ups podem coexistir
Google, Facebook e Amazon têm uma enorme base de usuários e oferecem ótimos benefícios para seus consumidores. Para os recém-chegados que possuem produtos similares, é mais difícil competir com essas empresas. No entanto, existem muitos mercados, necessidades e serviços que não são abordados, o que traz uma grande oportunidade para startups. O tempo todo vemos pequenas e emergentes empresas crescendo. 7. A inteligência artificial é uma ferramenta para uma vida melhor
A aprendizagem de máquinas e a AI permitiram muitos avanços na segurança de dados, detecção de fraude, processamento de linguagem natural, cuidados de saúde e até mesmo, para termos carros inteligentes. Com o avanço da tecnologia, a realidade virtual se tornou acessível às massas. Eu vejo isso como um novo meio, a maneira como fomos apresentados ao rádio, walkmans, TVs e smartphones. A IA pode proporcionar uma experiência imersiva em que podemos visualizar e interagir com pessoas e ambientes de uma maneira completamente nova e realista. É um meio revolucionário que alcança muitas indústrias, incluindo jogos, saúde, educação e entretenimento.

8. Humanos e algoritmos devem trabalhar juntos para evitar propagandas falsas
As notícias falsas se espalham rapidamente por conta de pessoas que desejam ser as primeiras a compartilhar informações, em busca de obter mais cliques, likes e seguidores. Se as conexões sociais fossem mais autênticas e não conduzidas por métricas de vaidade, isso também amenizaria essa questão. Os algoritmos gerados por computador são menos capazes de distinguir o que é real e o que é falso comparado aos humanos. Entretanto, apenas com interação humana não é possível ter uma solução escalável para lidar com problemas como a propagação de notícias falsas. Eu acredito que a melhor abordagem é uma combinação de humanos e algoritmos de computador.

9. Ambientes virtuais devem estar livres de haters
Eu acho muito importante promover uma comunidade que tenha bons valores. Isso inclui auto-expressão, autenticidade, compaixão e amor. Além dos valores da comunidade, também é necessário que as redes ofereçam ferramentas para que seus consumidores lidem com conteúdos ou indivíduos indesejados. É um equilíbrio delicado esse de permitir liberdade de expressão, mas também permitir aos membros da comunidade a capacidade de adaptar seu ambiente de rede social.

10. Uma missão clara e forte deve ser definida
A hello é uma plataforma única com um propósito fundamentalmente diferente. Sua missão é não apenas conectar pessoas que já se conhecem, mas também facilitar a construção de novas conexões, por meio de interesses comuns. A maneira mais natural para nos conectamos em nossas vidas é compartilhando o que temos em comum. Na hello usamos usa essa lógica para ajudar a apresentar os membros uns aos outros.

Orkut B.

Fonte:  HUG Comunicação Corporativa – Thamiris Rezende