Vincere Comunicação lança e-book sobre a internet e as eleições 2012
A posse dos prefeitos eleitos encerra de maneira oficial o processo eleitoral de 2012, pelo menos nas cidades onde não teremos novas eleições. Para marcar este encerramento, a agência digital Vincere Comunicação, de Taubaté, lançou esta semana o e-book “Internet e Eleições 2012: a prática do compartilhamento”.
Ao longo de 56 páginas, os jornalistas Ednelson Prado e Ariane Fonseca falam da experiência obtida durante as campanhas eleitorais das quais participaram, em 2012. São relatos de alguns acontecimentos que chamaram a atenção dos profissionais que atuam com comunicação digital. Ao todo, a agência Vincere Comunicação gerenciou e monitorou as contas de cinco candidatos, sendo três do Vale do Paraíba e um do Litoral Norte, em São Paulo, e um de Porto Velho, em Rondônia.
Além de falar de alguns dos momentos das campanhas, o e-book descreve percepções sobre ações que podem, e devem ,ser desenvolvidas para que uma campanha eleitoral na internet atinja resultados satisfatórios para os candidatos.
Prefaciado pela jornalista e coordenadora do curso de pós-graduação da Universidade de Taubaté (Unitau), Letícia Maria, o e-book aborda temas como a negociação com os candidatos, a formação das equipes, a importância do envolvimento dos candidatos e demais membros da assessoria. Também são considerados no livro a importância do entrosamento entre o trabalho offline e o online, a partir de um planejamento que integre o comando da campanha com os responsáveis por cada área.
Fica claro no livro digital que a internet é uma realidade da qual não é possível fugir, quando se fala em campanha, e que o sucesso de um candidato na rede mundial depende e muito do profissionalismo com o qual ele e sua equipe encaram essa nova ferramenta de propaganda eleitoral.
“Acreditamos que conseguimos traduzir em palavras um pouco daquilo que vivenciamos e acreditamos ser necessário para um bom trabalho durante uma campanha eleitoral na internet. Esperamos que o material sirva de orientação para todos aqueles que forem se utilizar da rede nas próximas campanhas”, finalizou o jornalista Ednelson Prado.
Para fazer o download do e-book, acesse: http://goo.gl/jpmpi
MARKETING TRENDS 2013 po Francisco Alberto MADIA de Souza
A editora M.books lança este mês o livro que irá mostrar as mais importantes tendências de marketing para os próximos anos.
Este livro é o resultado de um trabalho sistemático e permanente do corpo de consultores do MADIAMUNDOMARKETING, mapeando, rastreando, organizando e analisando informações, com o objetivo de identificar as mais importantes tendências do marketing e dos negócios para os próximos anos.
Essas tendências estão lastreadas nas movimentações e performances empresariais e sempre ilustradas, neste livro, através de cases essenciais e relevantes para todas as empresas em atuação no Brasil, assim como para o ensino das melhores práticas do marketing nas Escolas e Universidades.
Seu conteúdo conta com a colaboração inestimável de todos os alunos do MBA em Marketing da MADIA MARKETING SCHOOL, no processo de discussão, validação e seleção dessas tendências.
No Centro do Poder, de Regina Augusto, será lançado nesta quinta-feira 22, às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo
Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/
Por Selma Santa Cruz*
Os milhares de jovens que disputam vagas nas escolas de publicidade ou ingressam na profissão sonhando com salários polpudos, prêmios internacionais e uma carreira glamourosa, não têm ideia de quanto devem a este senhor octogenário e algo sisudo, sempre de cachimbo na boca, cuja trajetória é o tema de No Centro do Poder, da jornalista Regina Augusto, diretora-editorial de Meio & Mensagem, que chega às livrarias nesta semana pela Editora Livros de Safra (o lançamento acontece nesta quinta-feira 22, às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo; e haverá também noite de autógrafos em Porto Alegre, no dia 29, às 18h30, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country). Isto porque na década de 1950, quando Petrônio Corrêa se associou a Antonio Mafuz e Luiz Macedo, na então provinciana Porto Alegre, para montar a MPM — que durante quase duas décadas liderou o ranking das agências de propaganda do País —, esta já era uma profissão celebrada nos Estados Unidos, onde vivia sua era de ouro, tão bem retratada em Mad Men. Porém, naquele Brasil ainda predominantemente rural e atrasado, onde uma ligação interurbana demorava dias para ser completada, e a televisão começava a engatinhar como mídia, o ofício representava, com frequência, apenas um bico, ocupação transitória de estudantes a caminho de uma “profissão de verdade”. E uma ocupação, por sinal, nada prestigiada: como muitos publicitários atuavam basicamente na venda de espaços em jornais, era comum o uso de placas em estabelecimentos comerciais proibindo a entrada de “pedintes, vendedores e publicitários propagandistas”.
Petrônio Corrêa foi um dos expoentes da geração que trabalhou pela profissionalização e valorização da propaganda no Brasil, porque entendeu seu papel como motor de um sistema econômico centrado na produção e no consumo de massa. Nunca, portanto, um fim em si mesma, mas um meio para promoção de marcas e negócios. O adolescente de origem modesta que saiu de Santo Ângelo, no interior do Rio Grande do Sul, para abrir caminhos na capital, tinha veia de empreendedor. Foi esta sua visão de negócios, além da forte vocação associativa, que acabou por torná-lo a principal liderança do mercado em seu tempo. E quase uma unanimidade, em termos de prestígio, pela capacidade ímpar de construir consensos entre visões e interesses muitas vezes concorrentes — de veículos, anunciantes e agências, por exemplo — em benefício da indústria como um todo.
Esta contribuição ficará consolidada como legado nas três entidades que se tornaram pilares do mercado brasileiro de comunicação, a partir da Lei no 4.680, de 1965, que estabeleceu o comissionamento das agências em 20% da verba de mídia de seus clientes: o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), de 1980, o Instituto para Acompanhamento da Publicidade (IAP), de 1997, voltado ao monitoramento dos investimentos públicos em propaganda, e o Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), fundado em 1988, que estabeleceu normas de remuneração após a desregulamentação do setor, um ano antes. Parece haver consenso de que todos estes marcos de defesa da indústria foram fruto da habilidade política e da tenacidade de Petrônio, que soube viabilizar acordos aparentemente impossíveis. Gilberto Leifert, que trabalhou com ele na consolidação do Conar, é testemunha deste empenho: “Colocar em funcionamento um órgão de ética baseado em normas de autorregulamentação, em 1980, ainda durante o regime militar, num país conhecido por não levar a sério as leis e dar um jeitinho em tudo, exigiu muito esforço.”
O Scup, plataforma de monitoramento e gestão de mídias sociais com clientes entre as maiores empresas do Brasil, lança na segunda-feira, 05, em noite de autógrafos na Livraria Cultura, o livro “Monitoramento e Métricas de Mídias Sociais: do estagiário ao CEO”, produzido pela DVS Editora, um guia prático para toda a empresa aprender a usar as redes de forma estratégica e eficiente. O livro propõe uma metodologia de trabalho e análises completas nas redes sociais, e tem como objetivo disseminar as melhores práticas deste universo, para todos os profissionais que atuam ou se interessam pelo tema. A publicação é de autoria de Diego Monteiro e Ricardo Azarite, especialistas em social media.
“As informações provenientes das redes são extremamente relevantes para todas as áreas e níveis hierárquicos das organizações. Devem dominá-la os profissionais de marketing, recursos humanos, logística, atendimento ao consumidor entre outros. Isso porque uma informação coletada na rede pode ser útil, de maneiras diferentes, a todos os setores de uma organização”, afirma Diego Monteiro, cofundador do Scup e coautor da publicação.
A publicação é dividida em duas partes – aspecto de negócios e aspecto técnico de monitoramento e métricas. A primeira revela a importância do monitoramento e detalha as etapas e dificuldades de uma empresa que deseja dialogar com os clientes no mundo digital. A todo o momento, o debate é ilustrado por depoimentos de profissionais da área que atuam em instituições como Vivo, Philips, Grupo Fleury, FAAP e outras.
“Percebemos que as empresas contratavam a nossa plataforma, mas não sabiam a melhor maneira de usar a ferramenta e de analisar o comportamento colhido de acordo com os dados provenientes do monitoramento. Tudo o que a ferramenta proporciona deve ser utilizado a favor do desenvolvimento da organização, e, por isso, usamos as histórias desses clientes para contar os problemas e as soluções”, analisa Monteiro.
A partir desse cenário, os autores unem os pontos até chegarem à metodologia de trabalho chamada SMC (Social Media Cycle), apresentada no livro e que caracteriza a ideia do Scup de atrelar estratégia à rotina diária de mensuração de resultados. “Queremos que todo o mercado esteja conectado, trocando informações e crescendo juntos. A metodologia basicamente une informações e experiências para alavancar o padrão de monitoramento de redes sociais”, explica Monteiro.
A obra reúne depoimentos e casos reais de grandes clientes da empresa, com tabelas, gráficos e números e outras informações e análises de grande relevância para as áreas de Business Intelligence e CRM. Ainda, traz direcionamentos e dicas para a prática do SAC 2.0, atividade cada vez mais adotada por empresas de todos os segmentos.
Livro aborda monitoramento e métricas
O Scup, plataforma de monitoramento e gestão de mídias sociais com clientes entre as maiores empresas do Brasil, lança na segunda-feira, 05, em noite de autógrafos na Livraria Cultura, o livro “Monitoramento e Métricas de Mídias Sociais: do estagiário ao CEO”, produzido pela DVS Editora, um guia prático para toda a empresa aprender a usar as redes de forma estratégica e eficiente. O livro propõe uma metodologia de trabalho e análises completas nas redes sociais, e tem como objetivo disseminar as melhores práticas deste universo, para todos os profissionais que atuam ou se interessam pelo tema. A publicação é de autoria de Diego Monteiro e Ricardo Azarite, especialistas em social media.
“As informações provenientes das redes são extremamente relevantes para todas as áreas e níveis hierárquicos das organizações. Devem dominá-la os profissionais de marketing, recursos humanos, logística, atendimento ao consumidor entre outros. Isso porque uma informação coletada na rede pode ser útil, de maneiras diferentes, a todos os setores de uma organização”, afirma Diego Monteiro, cofundador do Scup e coautor da publicação.
A publicação é dividida em duas partes – aspecto de negócios e aspecto técnico de monitoramento e métricas. A primeira revela a importância do monitoramento e detalha as etapas e dificuldades de uma empresa que deseja dialogar com os clientes no mundo digital. A todo o momento, o debate é ilustrado por depoimentos de profissionais da área que atuam em instituições como Vivo, Philips, Grupo Fleury, FAAP e outras.
“Percebemos que as empresas contratavam a nossa plataforma, mas não sabiam a melhor maneira de usar a ferramenta e de analisar o comportamento colhido de acordo com os dados provenientes do monitoramento. Tudo o que a ferramenta proporciona deve ser utilizado a favor do desenvolvimento da organização, e, por isso, usamos as histórias desses clientes para contar os problemas e as soluções”, analisa Monteiro.
A partir desse cenário, os autores unem os pontos até chegarem à metodologia de trabalho chamada SMC (Social Media Cycle), apresentada no livro e que caracteriza a ideia do Scup de atrelar estratégia à rotina diária de mensuração de resultados. “Queremos que todo o mercado esteja conectado, trocando informações e crescendo juntos. A metodologia basicamente une informações e experiências para alavancar o padrão de monitoramento de redes sociais”, explica Monteiro.
A obra reúne depoimentos e casos reais de grandes clientes da empresa, com tabelas, gráficos e números e outras informações e análises de grande relevância para as áreas de Business Intelligence e CRM. Ainda, traz direcionamentos e dicas para a prática do SAC 2.0, atividade cada vez mais adotada por empresas de todos os segmentos.