Catálogo da coleção 2015 está prestes a “sair do forno”
A KMS Comunicação, agência situada no Vale do Paraíba, fechou neste início de ano uma parceria com Fabiola Molina, nadadora olímpica mundialmente conhecida, para o desenvolvimento do catálogo da sua grife voltada à moda esportiva. Com o auxílio dos fotógrafos Anderson Ferreira e Carlos Montechi e dos modelos Laís Vilela e Felipe Martins, a agência desenvolveu um material diferenciado, visando atingir o consumidor final por meio dos ideais da marca: conforto, tecnologia, alto desempenho, e estampas exclusivas e coloridas.
Além dos modelos, Fabiola e os também nadadores Diogo Yabe e Walter Lessa participaram de fotos subaquáticas. “O material vai ficar muito interessante. Pesquisamos a fundo a história da Fabiola e tudo o que ronda o universo da natação. Toda a equipe da KMS acompanha o projeto”, afirma o Diretor de Criação, KK Abdalla.
Em tempos de crise, de diminuição de receitas, uma das primeiras medidas que vem a cabeça de boa parte dos empresários de todos os setores é a diminuição de suas equipes. Ou, em português claro, demitir parte da equipe.
Há tempos sabemos que o recurso mais importante para uma empresa de comunicação mercadológica (agência de propaganda, assessoria de imprensa, consultoria de relações públicas ou tudo isso junto e misturado) é o seu capital humano. Portanto, mesmo em tempos de crise é saudável pensar em manter sua equipe na totalidade.
Os gestores devem pensar, obviamente, em conter custos e manter a lucratividade. Mas dispensar (bom) capital humano nestes períodos pode ser um tiro no pé. Boas cabeças em seu time podem ajudá-lo a encontrar saídas criativas para superar momentos complicados e até mesmo gerar novas oportunidades de negócios com novos e “velhos” clientes.
Trocar colaboradores experientes e competentes por estagiários e assistentes para manter a empresa no azul pode ser, em médio e até curto prazo, um tiro no pé.
Por outro lado, sigo ouvindo de alunos e ex alunos relatos de agências que esgotam a capacidade de suas equipes com jornadas intermináveis e ambientes de trabalho desgastantes e mal geridos. Por sorte também tenho ouvido (em menor quantidade, infelizmente) histórias de empresas de comunicação que EFETIVAMENTE oferecem condições boas de trabalho, com respeito à legislação vigente – trabalhista e de estágio – e incentivos que promovam melhoria de produtividade e crescimento profissional.
A hora é de ter todos de um lado só. Torcendo e vibrando pelo mesmo time. O seu time. O “nosso” time! Equipes experientes, inovadoras, criativas e eficazes podem significar uma travessia do mar agora revolto com mais tranquilidade.
É hora de pensar em construir um modus operandi que realmente valorize e respeite os funcionários. Só discurso, só palestra de motivação não vai funcionar. Dar para receber nunca foi tão verdadeiro quanto agora. Partilhar sucessos, correr riscos juntos e motivar para a inovação serão elementos decisivos.
É hora de trabalhar com os melhores. De buscar os bons. Hora de segurar seu time.