Consumidores optarão, na Páscoa, por compras online e em pequenos produtores

Pesquisa revela que, nesta Páscoa, consumidores optarão por compras online e pequenos produtores irão brigar com grandes marcas

Segundo a The Insiders, responsável pelo levantamento, o marketing com foco em pessoas reais irá impulsionar o setor, já que 86% dos entrevistados disseram ser diretamente influenciados pela opinião de amigos e parentes na hora da escolha

Mesmo com a redução de renda e desemprego em alta, a perspectiva é que a Páscoa neste ano deve continuar a movimentar o comércio. Segundo pesquisa realizada pela The Insiders, empresa de marketing que conecta marcas a pessoas reais, 68% das mais das 5.400 pessoas entrevistadas vão comprar ovos de páscoa e, destes, 72% pretendem fazer suas compras online. O compilado dos dados também revelou que grandes marcas brigarão de igual para igual com mercado informal de pequenos produtores, que ganharam um espaço relevante na lista de preferência de ovos de Páscoa: 56% declararam optar pelos chocolates caseiros no lugar das tradicionais do varejo.

Imagem de S. Hermann & F. Richter do Pixabay

Este movimento traz, em contrapartida, uma outra informação também abordada na pesquisa: o marketing com foco em pessoas reais irá impulsionar o setor, uma vez que 86% dos entrevistados disseram ser diretamente influenciados pela opinião de amigos e parentes na hora de escolher o produto, contra apenas 15% que levam em consideração a opinião dos grandes e famosos influencers que atuam nas mídias sociais. “O comportamento das pessoas mudou e influenciadores reais, com quem se tem uma genuína troca no ambiente online, têm muito peso na decisão dos consumidores, ainda mais em uma data afetiva como a páscoa. Pensar em pessoas reais para alavancar as campanhas de marketing para esse dia pode ser a chave para o aumento das vendas e do lucro em meio a uma época de crise”, comenta Joel Amorim, diretor da The Insiders na América Latina.

Não é à toa que essa análise ganha mais peso frente às estratégias de marketing popularmente utilizadas. No levantamento, 49% dos respondentes afirmaram que irão se informar sobre preços e produtos por meio de blogs e redes sociais. “A compra pela internet já é uma realidade muito forte, principalmente neste período de pandemia. Apostar em marketing de influência, ainda mais em uma figura real, com que o público se identifique, é com toda certeza uma maneira de atrair compradores e fazer com que as vendas sejam impulsionadas durante o período”, explica Amorim.

Para o diretor, a estratégia, nesse caso, deve ser bem estruturada e mais do que procurar na rede social uma vitrine para a marca, deve-se apostar em vantagens a ser compartilhada com o consumidor, já que 94% declararam gostar de cupons de descontos ou benefícios na hora da compra. Apesar do momento delicado em que o país vive, a pesquisa revela que a Páscoa ainda acessa uma memória afetiva importante na vida dos clientes. A data é vista como um dia de celebração da vida, em que mesmo distantes fisicamente, as pessoas querem se fazer presentes, amenizando os impactos que o distanciamento social tem causado no dia a dia das famílias.

Fonte: Markable Comunicação

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O que está na lista de Páscoa das favelas brasileiras?

Aplicativo Outdoor Social Inteligência prevê como serão as compras de Páscoa das 15 maiores favelas do Brasil

Em pesquisa feita pelo Outdoor Social inteligência, que mapeia dados de consumo da população periférica brasileira, cerca de 50% dos entrevistados vão comprar ovo de Páscoa em loja de departamento. Em seguida, 22,5% farão a compra em super mercado fora da comunidade. Os ovos caseiros, que são fonte de renda para muitas famílias, conquistam 16,3% dos entrevistados, e, indo na contramão do momento atual de compras online, apenas 1,4% afirmam que farão a compra dos ovos pela internet.

Image by anncapictures from Pixabay

Dentre as marcas de chocolate preferidas, a Garoto segue na frente com 59%,2%, seguida de Lata (56,7%), Diamante Negro (35,8%) e Kinder (27,4%). Nessas regiões, a tradição dos ovos segue mais forte com as crianças e adolescentes: 69% dos ovos comprados serão entregues aos jovens dessa faixa de idade.

A pesquisa também revela que o costume de comer peixe na Sexta-Feira Santa é comum para 26% dos entrevistados. Entre o peixe favorito, a Tilápia é o mais mencionado.

A pesquisa ouviu 400 pessoas das favelas: Baixada Nova Jurunas e Condor, Belém (PA); Cidade de Deus, Manaus (AM); Pirambú, Fortaleza (CE); Coroadinho, São Luís (MA); Casa Amarela, Recife (PE); Complexo de Amarelinha (englobando os bairros: Chapada do Rio Vermelho, Santa Cruz e Vale das Pedrinhas, em Salvador (BA); Sol Nascente, Brasília (DF); Aglomerado da Serra, Belo Horizonte (MG); Rocinha e Rio das Pedras, Rio de Janeiro (RJ); Heliópolis e Paraisópolis, São Paulo (SP); São Domingos Agrícola, Curitiba (PR); e Cruzeiro do Sul, Porto Alegre (RS).

Sobre o Outdoor Social®

Criado em 2012, o Outdoor Social® é um negócio de impacto que atua no mercado brasileiro de publicidade como uma mídia OOH para a comunicação com a periferia e no desenvolvimento de pesquisas de opinião e consumo com este público. Presente em 6.200 comunidades em todo o país, a empresa conta com 150 agentes comunitários, responsáveis pela análise do local, cadastramento e contato junto a moradores de comunidades que cedem seus muros para a colação de painéis publicitários, grafites ou promoções, de forma remunerada. Com uma economia circular e gerando renda dentro das favelas, o sistema já beneficiou mais de 30 mil famílias. Para mais informações: www.outdoorsocial.com.br ou pelo Instagram @outdoorsocial

Tide Social – Assessoria de Imprensa do Outdoor Social®

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47% dos brasileiros têm comprado mais online desde o início da pandemia, mostra Ipsos

Em decorrência da Covid-19, entrevistados do mundo todo estão frequentando o comércio local com menos frequência do que antes

A crise do novo coronavírus, e o consequente isolamento social a nível global, trouxeram mudanças significativas nos hábitos de consumo da população, com impacto especialmente em economias locais. Segundo a pesquisa Shopping During The Pandemic, realizada pela Ipsos com entrevistados de 28 países, 47% dos brasileiros têm feito mais compras online do que faziam antes da pandemia de Covid-19. No mundo todo, são 43%.

Os respondentes que mais aumentaram a frequência com que fazem compras online, desde o início da crise sanitária, foram os do Chile (59%), Reino Unido (55%), Turquia e Coreia do Sul (54%). Enquanto 47% das pessoas no Brasil estão comprando mais pela internet, 17% relataram comprar menos e 36% compram tanto quanto antes.

Com o aumento das compras em plataformas digitais, 36% dos entrevistados no país disseram que estão comprando menos em lojas pequenas, de comércio local, se comparado ao período pré-pandemia. Por outro lado, 49% afirmaram ir a lojas tanto quanto antes e 15% têm frequentado tais estabelecimentos com mais frequência do que antes da crise do novo coronavírus. No que diz respeito aos hábitos de compra, o brasileiro tem evitado frequentar lojas locais mais do que a média das nações. No mundo todo, o percentual de pessoas que tem saído menos para comprar em comércios da proximidade é de 30%.

Globalmente, as pessoas com poder aquisitivo mais alto tiveram o crescimento mais significativo nas compras online: 49% fazem mais compras pela internet do que antes. Entre os respondentes de baixa renda, são 37%; na classe média, são 43%.

O perfil que mais aderiu às compras online durante a crise de Covid-19, além de ser de alta renda, é também majoritariamente feminino e jovem. De todas as participantes do estudo, 45% disseram estar comprando mais pela internet, contra 41% dos homens. Além disso, 45% dos entrevistados com menos de 35 anos aumentaram o consumo online na pandemia, contra 40% entre os mais velhos, de 50 a 74 anos.

“Enquanto 49% das pessoas de classe alta aderiram às compras online no mundo, no Brasil o número chegou a 59%. Além disso, as mulheres brasileiras também foram mais seduzidas por esta modalidade de compra (53%, contra 45% globalmente). Sendo assim, é importante que as marcas que querem chegar até o consumidor digital do Brasil pensem em estratégias que atraiam estes públicos”, analisa Rafael Lindemeyer, diretor de negócios na Ipsos.

Restaurantes versus delivery

Assim como a ida às lojas físicas, o brasileiro tem evitado comer fora mais do que o resto do mundo. Dos respondentes do país, 67% declararam estar indo a restaurantes locais com menos assiduidade do que antes. Considerando todas as nações, são 63%.

Apesar da queda da clientela nos salões dos restaurantes de bairro, apenas 1 entre cada 4 brasileiros (25%) disse ter pedido mais delivery no período pandêmico. Em contrapartida, 35% estão comprando menos comida por delivery e 40% escolhem a modalidade de entrega em casa tanto quanto faziam antes.

Image by Please Don’t sell My Artwork AS IS from Pixabay

De 28 países, apenas 8 apresentam um índice de pessoas que aumentaram o consumo por delivery mais alto do que o de pessoas que diminuíram o consumo por delivery. São eles: Chile, Colômbia, Malásia, Estados Unidos, Bélgica, Coreia do Sul, Alemanha e Holanda. Na média do mundo todo, 23% têm recorrido com mais frequência à entrega de refeições, contra 32% que estão pedindo menos delivery e 45% que não mudaram seus hábitos.

“Os indicadores refletem comportamentos adquiridos durante o confinamento. Comprar menos por delivery não significa que o mercado de aplicativos esteja prejudicado, pois está em plena expansão, mas sim que restaurantes que não se adequam a este novo canal perdem apelo ao consumidor. É importante que as empresas do ramo tenham uma estratégia para não ficar de fora do leque de decisão do comprador”, ressalta Lindemeyer.

As pessoas que menos têm saído para comer são mulheres: 66% do total de participantes do sexo feminino diminuíram suas idas a restaurantes, enquanto 59% dos homens fizeram o mesmo. A faixa etária de 50 a 74 anos está se prevenindo mais, pois 68% relataram queda na frequência com que comem fora. Entre aqueles com idade de 35 a 49 anos, são 64% e, entre os entrevistados com menos de 35 anos, 57%.

A pesquisa on-line foi realizada com 20.504 entrevistados de 28 países, com idades de 16 a 74 anos, entre os dias 20 de novembro e 04 de dezembro de 2020. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Fonte: Giusti Comunicação – Jéssica Díez Corrêa

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Novas operações: empreendedores investem no Taubaté Shopping e anunciam abertura de lojas no primeiro trimestre de 2021

Centro de compras também reforça o sistema de vendas online e disponibiliza canal de comunicação para facilitar o atendimento aos clientes

No primeiro trimestre de 2021, oito novas operações serão inauguradas no Taubaté Shopping. Os empreendimentos abrangem variados segmentos e chegam para ampliar o mix de lojas do centro de compras. “Mapeamos o comportamento de compra dos nossos clientes e buscamos constantemente as melhores marcas para compor o complexo”, comenta Ana Cristina Ribeiro, Gerente Geral do Taubaté Shopping.

Em breve, o público poderá conferir as delícias da KFC (Kentucky Fried Chicken), rede de restaurantes fast-food especializada em frango frito; da Port’s Burguers, que traz em seu cardápio variados e deliciosos lanches; além dos produtos da Design 18k Joias, especializada em peças criadas de forma artesanal, mas com processos altamente tecnológicos e da loja Luz da Lua, uma das principais marcas de bolsas, calçados e acessórios.

Logo mais também estarão disponíveis as principais novidades da Kings Sneakers, marca que reforça o estilo de vida urbano e traz o tênis como seu carro chefe; da Me.Linda, rede que oferece aos clientes mais que cosméticos e perfumaria, promovendo a filosofia de que “beleza é ser feliz”; da Vialaser, clínica de depilação que traz a tecnologia dos dois principais lasers do mundo; da Escova Express, operação com foco em escova de cabelos, maquiagem e estética facial.

Sistemas delivery e drive-trhu
Várias operações intensificaram suas vendas online e continuam atendendo os clientes com conforto e segurança. O centro de compras também possui um canal de comunicação para enviar a lista de lojas que realizam entregas pelos sistemas delivery ou drive-thru. Para receber a relação basta enviar um “oi” para o número (12) 98888-1111.

Mais oportunidades para quem quer empreender
A AlugueOn é a nova plataforma de marketplace do Grupo AD, em parceria com o Taubaté Shopping, para locação de áreas comerciais, como lojas, quiosques e espaços de mídias. A ferramenta digital amplia as oportunidades de negócios de locação em apenas um clique, traz modernidade, praticidade e agilidade ao cliente no processo. Um dos grandes diferenciais da AlugueOn está na consultoria especializada, que conta com a expertise varejista e que poderá auxiliar o locatário a identificar a melhor oportunidade para o cliente.

Fonte: Communicare – Giovanni Rodrigues

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O que difere o cérebro masculino e feminino?

por Tatiana Lacaz*

A diferença de gênero também é um ponto decisivo para o foco de campanhas publicitárias, homens e mulheres pensam diferente na hora de efetuar a compra.

Desde o início da humanidade, ficou determinado que o homem sairia para caçar e conseguir o sustento para a sua família, desenvolvendo habilidades mais agressivas e uma maior competitividade, já a mulher ficaria em casa cuidando dos serviços doméstico e dos filhos, o que a tornou mais empática e sábia para conviver em família e compartilhar recursos.

Image by Tumisu from Pixabay

Com o ingresso da mulher no mercado de trabalho, as grandes guerras e até mesmo a Revolução Industrial, o gênero feminino passou a ter essas funções menos demarcadas, ainda que algumas se mantivessem, agora as mulheres ocupam cargos de chefia que as fazem pensar diferente de antigamente.

Mas o que difere o cérebro feminino do masculino?

As mulheres realmente amadurecem mais cedo, o cérebro feminino atinge a maturidade aos 11 anos de idade, principalmente nas áreas de fala e da escrita, já o cérebro masculino leva três anos a mais para amadurecer. O uso distinto dos hemisférios (o hemisfério direito está ligado às emoções, enquanto o esquerdo está ligado a razão) é outra característica marcante.

O cérebro feminino consegue ter uma maior interatividade entre esses dois hemisférios, permitindo que elas realizem mais de uma atividade ao mesmo tempo, enquanto os homens tendem a se concentrar em uma única tarefa por vez.

É perceptível que a mensagem publicitária não pode ser executada da mesma forma para homens e mulheres, uma vez que as distinções cerebrais e hormonais geram comportamentos diferentes.

O gênero masculino está mais focado no preço, enquanto as mulheres se preocupam mais em como serão atendidas.

Como as mulheres compram?

As mulheres tendem a fidelizarem as marcas que já conhecem e confiam, esse comprometimento com uma determinada marca, normalmente vem das referências de amigas e até entre mães e filhas, para as mulheres, se uma experiência foi positiva para alguém que ela conhece, seus neurônios-espelho começam a entrar em ação, querendo testar o produto para confirmar ou não, a experiência passada.

Image by StockSnap from Pixabay

O gênero feminino possui uma grande necessidade em trocar experiências, portanto, é importante fazer o uso de depoimentos, promoções, eventos, fan pages, comerciais ou até mesmo spots em que elas fiquem à vontade para trocar informações umas com as outras.

As marcas devem compreender os valores femininos para que elas sintam-se sensibilizadas.

‘’De acordo com Barletta, as mulheres pensam em quatro fatores na hora de tomar suas decisões de compra: valores sociais, que se resumem a crenças e atitudes nas quais acreditam, valores de vida e de tempo, que aparecem como implicações sobre as diferenças entre os papéis masculinos e femininos; pontos-chave de comunicação, que nada mais são que os rituais típicos das mulheres e as diferentes expressões de um produto; e por fim, dinâmicas sintetizadoras, consideradas as diferenças na forma como as mulheres percebem e processam a mensagem transmitida.’’

Toda mãe tem cérebro feminino, mas nem toda mulher tem cérebro de mãe.

Todas as mulheres e gestantes se enquadram nas características citadas anteriormente, porém, durante o período da gravidez o cérebro feminino tende a sofrer algumas alterações.

Nessa fase, o foco das mulheres não é mais produtos relacionados a sua necessidade, o seu comportamento e a sua preocupação tende a ser o bebê. Como, então, as mensagens publicitárias devem se voltar a esse target? Afinal, nada é mais importante para uma mãe do que a saúde e a felicidade de seus filhos.

As propagandas precisam de muita criatividade, interação entre mães e filhos, e os cuidados com o bebê, o carinho na amamentação e a sensação de alívio em assistir uma noite de sono tranquilo, devem ser ressaltados.

Como os homens compram?

Diferentemente das mulheres, quando os homens entram no shopping eles já sabem onde querem ir e o que estão buscando, seja pegar um cinema, passar no supermercado ou até mesmo ir a sua loja predileta de sapato, sendo bem mais práticos na hora de tomar uma decisão.

O responsável por isso, de acordo com cientistas é a testosterona, o maior objetivo do cérebro masculino, além da praticidade é a autonomia. As campanhas de marketing voltadas para esse target, vão direto ao ponto. Outro fator a ser levado em consideração para alcançar esse público é o desempenho e o preço.

Image by Capri23auto from Pixabay

De acordo com pesquisadores, a aspiração também tem que ser trabalhada. Um comercial que mostra as novas aquisições trazidas pelo produto tendem a ganhar o coração do gênero masculino, porque eles acham que terão esses mesmos benefícios se adquirirem o que foi ofertado.

Campanhas publicitárias com conotações sexuais também agradam esse público, porque o espaço destinado ao impulso sexual no hipotálamo cerebral masculino é 2,5 vezes maior que no hipotálamo das mulheres.

Use e abuse por curvas em suas ações de marketing, elas são associadas a sexualidade, fertilidade, saúde e nutrição, despertando o interesse dos homens.

É sabido que não basta desenvolver apenas campanhas com o objetivo de vender um produto ou fornecer um serviço, é necessário desenvolver cada uma das peças proporcionando emoções, para que a mensagem fique, de fato, gravada no subconsciente do seu consumidor. Elas produzem fortes estímulos eletroquímicos que influenciam todas as informações que recebemos.

As propagandas que transmitem emoção fazem com que o público relembre cenas já vivenciadas e associem aos produtos e serviços oferecidos, as emoções criam os comandos necessários para induzir os clientes a continuar com o processo de decisão por um determinado produto.

O grande desafio do marketing é conseguir atrair a atenção do expectador para a mensagem, como o cérebro humano é emotivo, as emoções auxiliam a prender a atenção do público-alvo do início até o fim. Mas, cuidado, quando fizer uso do marketing emocional, lembre-se que será justamente a emoção a responsável por causar lembranças no consumidor. Por isso, defina com cautela qual o sentimento você quer deixar para o seu público, ele sempre será lembrado pelo subconsciente.

A propaganda emocional é um dos caminhos para reter a atenção dos consumidores, sendo uma estratégia de suma importância no que diz respeito ao posicionamento de marca. Afinal, elas são anunciadas de duas formas: a primeira tem o intuito de sanar os problemas que o afligem, a segunda forma é oferecer ao consumidor a sensação de bem-estar e possa desfrutar dos benefícios oferecidos pela marca.

O texto publicitário é uma arma poderosa para todos aqueles que tem o objetivo de deixarem suas marcas no subconsciente dos seus consumidores.

Nos estudos intrínsecos a neurologia, faça a opção de escolher termos para atrair a atenção do seu público, isso fará toda a diferença e dará mais relevância a sua mensagem em comparação com as outras.

*Tatiana Lacaz
Graduanda em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda no Centro Universitário Teresa D’Ávila
Redatora na PsPonto – Agência de Comunicação e Marketing

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Covid-19: Como a pandemia influencia as preocupações e decisões financeiras do brasileiro?

Com menos dinheiro para gastar, o planejamento financeiro se faz cada vez mais necessário

Enquanto nos aproximamos do fim do terceiro mês da pandemia do novo coronavírus, somos invadidos por uma série de preocupações. A instabilidade da economia e o consequente efeito da crise impactam diretamente na renda e os hábitos de consumo são proporcionalmente afetados. À medida que a pandemia avança cresce a preocupação da população e, no caso do Brasil, a situação política e econômica faz com que os índices sejam maiores que a média global.

Com menos dinheiro para gastar, o planejamento financeiro se faz cada vez mais necessário, assim como o interesse pelos preços, descontos e promoções.

Desde o início do isolamento social, o e-commerce tem apresentado crescimento entre os consumidores, com destaque para os domicílios com crianças. A realidade de uma quarentena com filhos em casa cria necessidades específicas que o e-commerce pode atender em diversos aspectos, fazendo desse público o mais inclinado a aumentar ainda mais as compras online no futuro. Esse comportamento indica uma oportunidade para as lojas online, mesmo depois da pandemia.

Fonte: Tamer – Karina Rodrigues
Assessora de Imprensa

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O consumidor e a compra de material escolar

ACIT divulga pesquisa sobre comportamento dos consumidores em relação à compra de material escolar

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realizou uma pesquisa junto aos consumidores da cidade que tem filhos em idade escolar ou são estudantes, para saber qual é o comportamento em relação as compras de material escolar.

Dentre os entrevistados, a maioria era composta pelo sexo feminino (57,1%), sendo a maior parte com faixa etária entre 25 a 40 anos (33,8%) e entre 41 a 60 anos (31,9%). Em relação a renda familiar, 55,2% está na faixa entre “R$ 2.000,01 a R$ 3.000,00”, 30,5% entre “R$ 3.000,01 a R$ 4.000,00”.

Obs: Os dados divulgados na arte estão somados em algumas categorias, por isso estão diferentes do texto, onde estão divulgados de forma mais detalhada.

Das pessoas que tem alguém em casa que está em idade escolar, 52,7% estudam em escolas públicas, 22,3% em escolas particulares, 11,2% em escolas estaduais, 0,4% tem pessoas que estudam na faculdade. Somente 13,4% deles não tem ninguém estudando.

Quanto a necessidade da compra de material escolar, 64,5% disseram “sim”, que terão que comprar, 20,4% disseram “não”, 7,8% disseram que já compraram e 7,3% disseram que a própria escola fornece.

Uma das preocupações da pesquisa era levantar como os consumidores se preparam para esse período, se fazem alguma reserva e se pesquisam preços. Sobre um planejamento financeiro para as compras, 37,4% manifestou que faz isso “às vezes”, 36,2% “quase sempre”, 15,3% “sempre”, 9,2% “raramente” e 1,8% “nunca”.

Sobre a frequência com que as pessoas fazem a pesquisa de preço antes da compra, 42,3% disse “quase sempre”, 29,4% “sempre”, 26,4% “às vezes”, 1,2% “nunca” e apenas 0,6 respondeu “raramente”.

Desses, mais de 90% realizam ou preferem realizar suas compras nas lojas físicas, e a justificativa para esse comportamento é porque eles gostam de ver o produto ou porque não gostam de esperar a entrega. Além disso, 12,4% dos consumidores acredita que as lojas físicas oferecem maiores promoções e descontos.

Em relação reaproveitam o material escolar que sobrou no ano anterior, a maioria (89,6%) respondeu que sempre reutiliza. Já a compra coletiva não é usual entre os entrevistados.

Os gastos são também uma preocupação, e a previsão da maior parte dos consumidores (43,8%) em relação ao ano passado é gastar menos, 32,5% disseram que pretender gastar a mesma quantia e 23,8% acreditam que vão investir mais. Esse comportamento se confirma porque ao serem questionados porque pretendem gastar menos, 37,0% disseram que estão sem dinheiro e 22,5% disseram que estão reduzindo custos. O preço continua sendo o grande chamariz para a venda, seguida por promoções e sorteios

Quanto aos valores, as faixas seguem a seguinte porcentagem: 38,8% espera gastar “de R$ 100,01 a R$ 200,00”, 28,1% entre “R$ 200,01 a R$ 300,00”, 18,8% “até R$ 100,00”, 13,8% entre “R$ 300,01 a R$ 400,00” e apenas 0,6% espera gastar “de R$ 400,01 a R$ 500,00”, e a preferência (63,8%) é para pagamento à vista e em dinheiro (31,8%).

A pesquisa foi realizada pela FAPETI (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação da Universidade de Taubaté) no período de 14 a 20 de janeiro de 2020 e foram entrevistadas 210 pessoas. A margem de erro é de seis pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bruna Abifadel

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Consumidor está otimista para as compras de Natal

Pesquisa ACI/Unitau revela que consumidor deve gastar acima de R$ 400 nas compras de Natal deste ano em São José dos Campos

Uma boa notícia para o comércio de São José dos Campos: o consumidor da cidade está otimista com as compras de Natal.

Isso é o que revela a mais recente pesquisa sobre tendências do consumo feita pela Associação Comercial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Para compor o levantamento foram ouvidas 394 pessoas entre os dias 25 e 29 de novembro em pontos estratégicos do comércio da cidade: Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e nos shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. A margem de erro da pesquisa ACI/Unitau é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os números do levantamento são positivos: 65% dos consumidores vão às compras de Natal este ano, acima do patamar inicial de 2018 (60%).

Para o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra, esse otimismo já está sendo sentido pelo comércio. “Os consumidores anteciparam as compras de Natal este ano. As lojas já estão abertas até mais tarde desde o final de novembro, o que nos leva a crer que este será o melhor Natal para o comércio de São José dos Campos desde 2012. Em 2018 tivemos um crescimento de 7% a 8% sobre o ano anterior e, em 2019, o crescimento deve bater a casa dos 10%”, disse.

De forma resumida e por tópicos, a pesquisa ACI/Unitau revela:

13o. salário
25,9% dos consumidores disseram que vão usar o 13o. salário para compras de Natal. Outros 27,1% vão colocar o dinheiro na Poupança e 26,9% devem utilizar o 13o para saldar dívidas.

Número de presentes
43% dos consumidores disseram que vão comprar de dois a três presentes neste Natal. Outros 11,7% devem comprar até quatro presentes.

Valores
41% dos consumidores devem gastar acima de R$ 400 nas compras de Natal. Outros 19,5% devem gastar de R$ 201 a R$ 300, seguidos de 16,3% que planejam gastar de R$ 101 a R$ 200.

Tipo de presente
44,9% dos consumidores planejam comorar roupas de presente de Natal. Brinquedos (22,9%) e calçados (19,8%) também foram citados com destaque.

Formas de pagamento
76,1% dos consumidores disseram que vão pagar à vista suas compras de Natal. Do total geral, 48% planejam pagar em dinheiro e 26,6% vão usar cartão de débito.

Física vs. virtual
82,9% dos consumidores pesquisados disseram que preferem fazer suas compras em lojas físicas. Desse universo, 36,7% disseram que gostam de ver o produto a ser comprado, 16,4% optam pela segurança na compra, 12,6% afirmaram ter mais segurança em relação à troca do produto e 12% querem ter o prazer de ir às lojas e comprar. No universo de consumidores que preferem lojas virtuais, 40,3% buscam preços menores e 31,9% optam por evitar filas.

Atenção
66,4% do público pesquisado disseram pesquisar preços antes da compra.

O que atrai
31,2% dos consumidores afirmaram que preço é o mais determinante na hora da compra. Outros 27,4% disseram que bom atendimento é fator principal e 21,8% citaram qualidade do produto como essencial.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

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Colinas Shopping sorteia um BMW X1 em campanha de Natal

Automóvel de luxo será o grande prêmio, com sorteio no dia 30 de dezembro

O Colinas Shopping sorteará um BMW X1 em sua campanha de fim de ano. O prêmio é válido para compras realizadas de 20 de novembro a 29 de dezembro – a cada R$ 400, o cliente já pode concorrer ao automóvel de luxo.

Com o tema “A Doce Magia do Natal”, a campanha é protagonizada pela Família Noel, com Papai e Mamãe Noel recebendo o público no shopping, e pelo Mr. Gift – personagem exclusivo do centro de compras. O BMW X1, equipado com rack e bagageiro Thule, será sorteado no dia 30 de dezembro.

A cada R$ 400 em compras, os clientes estão aptos a participar do sorteio. Para tanto, precisam trocar as suas notas fiscais por um cupom – a troca pode ser realizada na ilha de autoatendimento, no próprio shopping, ou via o app Prizor. Se as compras forem realizadas de segunda a quarta-feira, os clientes têm cupom em dobro. Notas fiscais que forem cadastradas pelo app Prizor também dão direito a dois cupons.

Economia

Neste fim de ano, o Colinas Shopping prevê um aumento de 8% em relação ao fluxo de clientes e de 15% em relação às vendas. “Estamos promovendo uma programação especial, e gratuita, em novembro e dezembro, com música e oficinas, por exemplo. Sabemos que além do desejo de concorrer aos prêmios, e especialmente a um BMW X-1, a experiência dentro do shopping é fundamental para estimular ainda mais as vendas”, afirma Margarete Sato, gerente de marketing do Colinas Shopping.

Horário estendido

Até o dia 13 de dezembro, de segunda a sábado, o shopping abre normalmente, das 10h às 22h, e aos domingos, das 13h às 20h.

A partir de 14 de dezembro, o Colinas Shopping passa a atender em horário estendido, até 23 de dezembro: de segunda a sábado, das 10h às 23h; e aos domingos, das 13h às 21h.

No dia 24 de dezembro, o Colinas Shopping atende ao público em horário especial, das 10h às 18h. Já no dia 25 de dezembro, a abertura das lojas é facultativa.

Decoração

Na “Doce Magia do Natal”, é bom ganhar presentes, mas também é o momento de viver – e registrar – esta época do ano. Nesse universo mágico, a Praça de Eventos do Colinas Shopping, no piso térreo, se tornou um espaço para encanto e diversão de toda a família, com a réplica de uma fábrica de doces, uma grande árvore de Natal de 11 metros de altura e um Kid Play, com entrada gratuita.

No décor, cupcakes, balas, bombons e guloseimas clássicas do Natal, como biscoitos de gengibre e bengalas de açúcar, tomam contam do colorido cenário, onde duendes trabalham para que tudo saia perfeitamente doce.

Já no piso superior, um balanço de bengalas de açúcar se tornou o lugar perfeito para uma foto em família. No mesmo piso, a Candy House está com uma programação gratuita de oficinas natalinas, com atividades diárias. A programação completa está em www.colinasshopping.com.br/natal

Campanha de Natal Colinas Shopping

Sorteio: um BMW X1, equipado com produtos Thule

Data: BMW X1 será sorteado no dia 30 de dezembro

Para concorrer: a cada R$ 400 em compras, realizadas entre 20 de novembro e 29 de dezembro, o cliente pode trocar suas notas fiscais por um cupom e concorrer aos prêmios

Onde: Colinas Shopping (Av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos – SP)

Fonte: CABANA | Alexia Silva – Assistente de Comunicação

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Campanha sorteia estadia em resort

Campanha de Namorados do Colinas Shopping sorteia viagem para o resort Hard Rock Hotel, em Cancún

De 31 de maio a 13 de junho, a cada R$ 300 em compras, o cliente troca suas notas fiscais por um cupom para concorrer ao prêmio

Com o tema “Leve o amor por onde for”, o Colinas Shopping lança a sua campanha de Namorados, que sorteará uma viagem para Cancún, com hospedagem no resort Hard Rock Hotel. De 31 de maio a 13 de junho, a cada R$ 300 em compras, o cliente troca suas notas fiscais por um cupom para concorrer à viagem.

Para dobrar as chances, as compras realizadas de segunda a quarta-feira que totalizarem R$ 300 valem dois cupons. As notas fiscais cadastradas e validadas diretamente no aplicativo Prizor também dão direito a dois cupons a cada R$ 300 em compras.

O Resort Hard Rock Hotel é all inclusive e suas acomodações têm vista privilegiada para o lindo mar caribenho e jacuzzi duplo. “A ideia do prêmio é proporcionar uma experiência em um lugar que seja eternizado na memória e na vida do casal”, conta a gerente de marketing do Colinas Shopping, Margarete Sato.

Para criar um ambiente ainda mais romântico no centro de compras, o Colinas Shopping terá uma arte especial: dois pares de asas estilizados pela artista plástica Gislaine Eras, no Boulevard Colinas, em frente ao Cinemark. Além desse, outro cenário promete muitos cliques entre os apaixonados: uma réplica da escultura LOVE, ícone da pop art, criada pelo artista plástico Robert Indiana.

Para completar, um chatbot no Messenger do Facebook do shopping dará dicas de presentes que podem ser encontrados no Colinas.

Histórias

Para mostrar que o amor se apresenta de formas diferentes e, às vezes, inusitadas, personagens da vida real foram entrevistados pelo Colinas Shopping e abriram o coração.

Dois destes personagens, os empresários Thieli Martinelli e João Ricardo Gaião, que moram em São José dos Campos, e formam um casal de contos de fadas. Juntos há mais de 20 anos, eles têm três filhos e começaram o namoro aos 14, com a típica timidez de adolescentes das cidades do interior (ambos são de pequenos municípios de Minas Gerais).

Já o segundo casal ouvido pelo Colinas Shopping é de um perfil bastante diferente. O jornalista Armindo Ferreira e a publicitária Juliana Ferreira encontraram no gosto comum pela cultura pop do cinema, quadrinhos e séries de TV a fórmula para acrescentar leveza e diversão à rotina de casados. Os personagens do universo pop estão presentes na ornamentação da casa, nas roupas e até nas brigas do casal.

Última personagem entrevistada, a enfermeira Camila Carvalho passou a vida entre relacionamentos. Mesmo encontrando momentos de felicidade neles, como no nascimento da filha — que hoje já tem 18 anos –, atualmente ela aposta em um relacionamento peculiar: namorar causas e a si mesma. Há dois anos, ela se preocupa com sua felicidade em trabalhos voluntários com índios de tribos isoladas da Amazônia, entre outros afazeres.

Os vídeos com detalhes sobre essas diferentes faces do amor na vida real serão exibidos nas redes sociais do Colinas Shopping a partir do dia 7 de junho (facebook.com/colinasshopping e instagram.com/colinasshopping).

Fonte: Cabana Press – João Pedro Teles

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