Sócios da Molotov Propaganda participam de workshop no Senac São José dos Campos
O Senac São José dos Campos promove amanhã, dia 11, o workshop “Criatividade Flex – Venha fazer um test drive” e os sócios da Molotov Propaganda, Eduardo Spinelli, Fabiano César e Fernando Griskonis, foram convidados a contar suas experiências e bater um papo com o público.
Os sócios da Molotov Foto: Mário Nunes.
O evento terá início às 19h com a palestra de Sibele Monice, bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e em Desenho Industrial – Comunicação Visual pela Universidade Mackenzie. Sibele é especialista em Artes Visuais – Cultura e Criação pelo Senac São Paulo e, atualmente, é Docente Coordenadora do Curso Técnico de Publicidade do Senac Santana.
Após a palestra, os sócios da Molotov irão abordar temas importantes para estudantes e profissionais do mercado como “criative briefing”, “briefing x planejamento”, “entendendo o briefing”, “storytelling”, entre outros.
“Essa participação é muito importante para a Molotov e para o mercado. Iremos apresentar um pouco do que vivemos dentro da agência na elaboração de uma campanha e na busca pela diferenciação da comunicação para os nossos clientes.”, conta Fernando Griskonis, sócio e diretor de planejamento da Molotov Propaganda.
Participe. A inscrição é gratuita. Para mais informações, acesse www.sp.senac.br/sjcampos.
O Senac São José dos Campos fica localizado na rua Saigiro Nakamura, 400, no bairro Vila Industrial.
Sem dúvida, ele é o queridinho da vez. Eu me lembro de ter ouvido falar dele há uns 4 anos – pelo menos – em uma das aulas do Josué. E acho extremamente engraçado ver o mercado todo agitado e querendo fazer story hoje. Para mim, não parece ser algo tão novo. Mas tudo bem, um bom story ainda vale muito a pena. Então, eu sempre me empolgo quando surgem essas oportunidades. Abro parêntese para lembrar que aqui eu falo do mercado corporativo. E é exatamente nesse segmento que o desafio começou. O conceito de storytelling eu aprendi em sala de aula e até hoje me lembro dos diversos exemplos que a turma toda assistiu. Depois, o grupo de amigos ainda trocou mais alguns exemplos e, para fechar, eu e a Isa decidimos abordá-lo em nosso TCC. Então, fomos ouvir redatores que já tinham feito stories e entender um pouco mais sobre o processo de criação. Não existe uma fórmula, claro. Mas existem ingredientes. O ponto de partida, o ponto de virada, o clímax, o desfecho, são exemplos.
Com as entrevistas, eu entendi melhor como dar vida ao que estava dentro da cabeça. Mas tudo ainda continuava a ser teoria.
Agora é pra valer!
Muitos anos depois, finalmente, eu me deparei com o desafio de fazer um story. Foi uma mistura de medo com ansiedade. E tinha um agravante: era um storytelling corporativo. Minha primeira interrogação foi: Isso vai funcionar, gente? E, durante todo o processo, eu ainda me questionava muito. Foi uma oportunidade de colocar a teoria toda em prática, mas também de achar um novo jeito de se fazer story, já que os funcionários eram o público. Fui amarrando as mensagens com as histórias de vida que recebi e, então, tinha o roteiro do primeiro storytelling da minha vida. Bingo! Só que não. Estava fácil demais. O cliente retornou dizendo que não tinha verba para fazer vídeo. Gente, e agora? No meu limitado pensamento, story só ia funcionar em vídeo. Então, fui caçar um formato mais barato para adaptar o vídeo. Afinal, quem disse que só pode ser vídeo?
Quadro a quadro.
Depois de quebrar a cabeça um pouco, cheguei no formato de histórias em quadrinhos. E as barreiras cresciam: o cliente queria que a marca tivesse mais relevância na história. Ixi, para mim, a graça da coisa era exatamente deixar a marca em segundo plano. Fui ajustando até o ponto em que o cliente aprovou e eu achei que ficou interessante.
Nessa primeira experiência, eu já descobri que storytelling corporativo pedia uma narrativa um pouquinho diferente. O tempero da marca, infelizmente, precisava ser caprichado. Depois desse episódio, outros vieram. Assim, fui descobrindo diversos formatos para encaixar a técnica do storytelling. E é isso que eu gostaria de reforçar ao contar essa história toda: invente novos formatos para técnicas que já existem. Ultimamente, eu tive a oportunidade de fazer um storytelling que era corporativo, mas (até que enfim!) poderia ser um vídeo. Eu fiquei bem satisfeito com o resultado, mas, se eu não tivesse sambado tanto antes para aprender a moldar a técnica, tenho certeza de que não teria ficado tão legal.
Desde meu primeiro story (que precisava ser impresso, pra Vale Fertilizantes) até o último (que poderia ser um vídeo, pra 3M), eu me envolvi nas histórias e me diverti muito amarrando a mensagem corporativa aos acontecimentos da vida.
Antes de pensar que é impossível para o seu cliente ou para o segmento em que você atua, procure maneiras diferentes de fazer. Molde a técnica aos recursos que você tem, acredite, divirta-se e coloque vida.
Perfil: Superior em Propaganda e Marketing ou Design Gráfico, completo ou em curso.
Experiência de, pelo menos, 1 ano na área de Criação.
Características cruciais: proatividade, engajamento, facilidade em aprender e senso crítico apurado.
Atuação: trabalhar na área de Criação, principalmente, com materiais editoriais.
Entre as atribuições necessárias, as principais serão:
– Conhecimento em programas gráficos.
– Diagramação de revistas e jornais e criação de projetos gráficos editoriais.
– Desdobramento e alteração de campanhas e peças gráficas.
– Fechamento de arquivo.
Os interessados deverão encaminhar currículos e portfólio para selecao@superacomunicacao.com.br, com o assunto específico “Vaga para Assistente de Arte”, até 16/02.
A vaga é para a unidade da Supera Comunicação de São José dos Campos.
Perfil: superior completo em propaganda e marketing ou design gráfico.
Experiência de, pelo menos, 3 anos em agências, preferencialmente com alguma passagem por comunicação corporativa.
Características cruciais: senso crítico e inteligência na resolução de problemas, busca por soluções de comunicação, facilidade para comunicação e bom repertório artístico.
Atuação: trabalhar na área de Criação.
Entre as atribuições necessárias, as principais serão:
– Interlocução com todas as áreas da agência.
– Acompanhamento de tomada de briefing, debriefing e participação nos planejamentos e reuniões.
– Coordenação de terceiros e assistentes de arte envolvidos nos trabalhos sob sua responsabilidade.
– Conhecimento em programas gráficos.
Os interessados deverão encaminhar currículos e portfólio para selecao@superacomunicacao.com.br, com o assunto específico “vaga para diretor de arte pleno”, até 16/2.
Informar ainda estimativa de remuneração.
A vaga é para a unidade da Supera Comunicação de São José dos Campos.