Cannes Lions anuncia mudanças no julgamento dos trabalhos para 2017
Organização define que grupos menores melhorarão qualidade das discussões na sala do júri
O Estadão, representante oficial do Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade, informa que a organização do evento anunciou mudanças nos júris para a próxima edição. O tamanho dos painéis de júri presentes em Cannes será reduzido em 92 membros, assegurando o mais alto padrão de debate significativo.
A primeira fase do processo de votação para o Promo & Activation, Media e Direct Lions será concluída nas semanas antes do Festival por um júri de shortlist. Os jurados serão selecionados usando o mesmo processo e critérios dos grupos de premiação e mantidos com os mesmos padrões rigorosos de neutralidade e justiça. O tamanho dos júris também será reduzido nas categorias Film, Radio, Print & Publishing, Outdoor, Digital Craft, Creative Effectiveness e Mobile.
“Proteger a integridade dos Leões é fazer com que as pessoas certas estejam na sala de julgamento. Alguns júris foram muito maiores do que outros no passado como resultado do número de inscrições que eles têm para julgar. Esse e o caso de Titanium, de dez pessoas extremamente qualificadas, considerado o padrão ideal. Depois de uma extensa consulta com jurados de edições anteriores e a indústria em geral, concluímos que podemos reduzir o número de membros do júri, permitindo-lhes ainda mais tempo para julgar os trabalhos”, diz José Papa, diretor-gerente da organização Cannes Lions.
“Eu preferiria ser julgado por um número menor de jurados, mais focados, mais responsáveis e mais qualificados. A responsabilidade coletiva e a qualidade da discussão são perdidas se você tem muitos jurados. O tamanho não é garantia de força”, comenta John Hegarty, fundador do Bartle Bogle Hegarty e presidente do júri de Titanium neste ano.
Philip Thomas, diretor-executivo do Cannes Lions, acrescenta que o padrão de julgamento e qualidade dos júris é um dos principais fatores que contribuem para o valor de longa data do Cannes Lions. “Defender o valor do Leão é fundamental.”
A edição de 2017 do Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade acontece entre 17 e 24 de junho.
Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone
Além das competências técnicas, os profissionais de marketing precisam ser criativos, dinâmicos, solucionadores inovadores de problemas, líderes de novos projetos e possuir a capacidade de enxergar tendências e novos modelos de gestão para implementar de forma empreendedora as inovações nas organizações em que trabalham.
O curso livre Marketing: Criatividade e Inovação, do Senac São José dos Campos, capacita o profissional para a utilização de técnicas para geração de novas ideias no trabalho individual ou em equipes multidisciplinares, por meio de ferramentas que estimulam a criatividade e a busca por inovação, objetivando a solução de problemas, o desenvolvimento de novas formas de atuação e o atendimento às necessidades dos projetos e desafios da empresa.
As aulas acontecem de 30 de julho a 3 de setembro, das 8 às 12 horas, aos sábado. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (12)2134-9000, pessoalmente na unidade ou pelo Portal www.sp.senac.br/sjcampos.
Serviço:
Local: Senac São José dos Campos
Endereço: Rua Saigiro Nakamura, 400, Vila Industrial
Informações e inscrições: (12) 2134-9000 / www.sp.senac.br/sjcampos
Fonte: KMS Comunicação e Marketing – Bruna Sales/Thaís Mazini
Levantamento do Estadão mostra Brasil como terceiro país com mais Leões no Cannes Lions 2016
País recebeu 90 troféus, mais Agência do Ano, ficando atrás, no geral, somente dos Estados Unidos e Reino Unido
De acordo com levantamento do Estadão, representante oficial do Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade no Brasil, com informações da organização do evento, na edição deste ano, o Brasil ficou em terceiro lugar no total de Leões conquistados. Foram 90 troféus mais Agência do Ano à AlmapBBDO. Das 23 categorias, o Brasil só não recebeu Leões em Glass, Creative Effectiveness, Innovation, Film Craft e Titanium.
Conforme os dados, este ano o País teve um total de 2.805 peças inscritas em Cannes Lions, Lions Health, Lions Innovation e Lions Entertainment. Houve queda de quase 10% em relação a 2015, quando Cannes recebeu 3.114 trabalhos brasileiros.
Dos 91 países que inscreveram peças, 61 levaram troféus para casa. Foram 43.101 trabalhos (novo recorde) e 1.360 Leões. A surpresa foi o total de peças inscritas pelos Estados Unidos, 9.702, muito acima de 2015, o que representou mais de 22% de todos os trabalhos julgados neste ano. O Reino Unido teve 3.214 peças inscritas.
Ao que parece, os resultados levaram em conta essa proporção, pois EUA tiveram 355 Leões, Reino Unido, 164, e Brasil, 90. Em seguida, na ordem, ficaram, no Top 10, Austrália (70), Alemanha (63), Nova Zelândia (57), França (55), Suécia (51), Japão (46) e Argentina (40). Esse foi, com poucas mudanças, quase o mesmo cenário no total de peças inscritas por país entre os dez que mais inscreveram: Alemanha, Austrália, França, Japão, Índia, Espanha e Canadá.
Para acessar as listas completas de inscrições e prêmios por país, clique nos links: para Leões, http://goo.gl/vnjL6P, e para inscrições, http://goo.gl/GG5csZ.
Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone
De maneira geral a ideia de criatividade se atribui aos profissionais da propaganda e se opõe, de certo modo, a um dos pilares do jornalismo constituído no mundo moderno, que é o compromisso, sobretudo, com a verdade. No entanto, para sobreviver a um mercado que oscila e, todos os anos, recebe novos profissionais formados, é necessário abusar da criatividade profissional.
E quando falamos em criar, estamos falando justamente de inovar o jornalismo no mercado de trabalho, encontrando novas brechas e limites para que a profissão nunca deixe de se atualizar, afinal com o advento do jornalismo informativo, a área aderiu um modelo industrial de produção que requer uma análise cautelosa. Além disso, o mercado de trabalho está cada dia mais receptivo com um novo jeito de atuação, o empreendedorismo. Mas como consciliar uma profissão que necessita de um trabalho em equipe com a arte de empreender, que geralmente vem acompanhada de uma solitária jornada?
Pensando nessa pergunta e em como respondê-la, preparamos uma lista de 5 dicas para o profissional de jornalismo, que deseja também encontrar o seu “lugar ao Sol” com criatividade sem perder seu compromisso com a verdade. Confere ai:
1)FUJA DO PADRÃO:
Vivemos em uma era onde o jornalismo brasileiro vem carregado de notícias e fotografias idênticas, há pouca busca pelo diferente e talvez, até pelo ‘olhar de outro modo’. No primeiro ano da faculdade conhecemos a jornalista Eliane Brum e seu livro “A Vida que Ninguém Vê” e embora já comemore alguns anos de formada, a essência dessa profissional ainda é um ótimo parâmetro de criatividade.
Afinal, como o título sugere, Eliane foge dos padrões e busca sempre o outro lado da moeda.
Para o jornalista que deseja espaço no mercado, a criatividade e o exercício dela na profissão é, não somente “criar”, mas sim recriar o que estamos acostumados a ver todos os dias. É necessário, sobretudo, ver além das manchetes e releases prontos recebidos na caixa de email, o jornalista do mundo moderno precisa ter a sede “de fazer a diferença” todos os dias. Busque novos olhares, busque novas técnicas e não permita que a zona de conforto te prenda apenas em um único ângulo da foto.
2)NÃO CAIA NAS ARMADILHAS DO SENSACIONALISMO
Sabemos que a ansiedade por atrair o público a todo custo é a grande culpada pela sociedade do espetáculo e também por uma mídia superestimada. Para se destacar, aparentemente, vale tudo, mas eu te digo que será o caminho contrário que lhe trará grandes resultados futuros. Destaque-se pela verdade e pelo respeito as histórias que conta, busque sempre a empatia em suas matérias, sem jamais ferir a imparcialidade. Não permita que o jornalismo se torne apenas uma ferramenta de entretenimento, recoloque-se no mercado mostrando que vale a pena manter a pauta, ainda que ela não envolva escândalos ou tragédias. Afinal, a grande luta do jornalismo no mundo moderno é manter viva a informação sem interferências.
3)JORNALISMO VAI ALÉM DE REDAÇÕES E ESTÚDIOS DE TV.
Para sobreviver no mercado de trabalho, você precisa entender que o jornalismo não se resume apenas em notícias de jornal e televisão, mas sim que ele faz parte do enorme leque da Comunicação Social, pensando assim você saberá que há muitas mais ferramentas na profissão do que a sociedade quer que você acredite. Invista no corporativo, no pessoal e no empreendedorismo. A comunicação rompe barreiras e pode, sim, mudar o mundo se usada da maneira correta. Nunca se esqueça que um jornalista é peça importante dessa mutação, instigando o pensamento e a reflexão por onde quer que passe.
Enxergue a profissão como um gancho e desenvolva novas pautas dentro de um mesmo cenário, use neologismos, faça analogias e metáforas, abuse da criatividade, dessa forma seus textos e produções se destacarão por si mesmos.
4)ATUALIZE-SE SEMPRE E SOBRE TUDO.
O mal do século são as informações instantâneas e a superficialidade com que as mesmas são executadas. Saia da margem amplie e aprofunde seus conhecimentos. Nunca se esqueça que um profissional atualizado sempre terá lugar no mercado. Pesquise, seja curioso, descubra o jornalismo digital, o mundo moderno, suas mudanças e suas novas tecnologias. Use a mutação a seu favor, afinal “o que melhor se adapta as mudanças é quem sobrevive”
5)USE O JORNALISMO PARA EMPREENDER
Pense fora da caixa e use o jornalismo, a comunicação social e todas as ferramentas que eles possuem, para criar seu próprio negócio. Não se prenda apenas as oportunidades de mercado, crie seu lugar no mercado e faça a diferença. O mercado carece de assessorias, textos críticos e pontos de vista argumentativos, além de cliques que consigam enxergar além. Esteja sempre a frente e não perca a sensibilidade. O jornalista que faz da criatividade uma aliada, esse sim, sobrevive no mercado de trabalho, pois consegue enxergar novas possibilidades por trás de qualquer crise.