Dança das cadeiras

Uma edição especial

A jovem e recem formada publicitária Karina Reis assume, na semana que vem, uma posição no setor de Content da DPZ (SP).

Talentosa criativa, embaixadora do Clube de Criação de São Paulo na Universidade de Taubaté, Karina vinha atuando na Triadaz.

Mais uma vez o Vale do Paraíba prova que é uma fábrica de talentos para a publicidade brasileira. Voa, Karina. Toda sorte e sucesso do mundo pra você.

Dança das cadeiras

Maio tem poucas (e boas) movimentações

O mês não parece muito agitado, mas há trocas de cadeiras relevantes, mesmo sendo poucas. Separamos duas delas que ocorreram muito recentemente.

Ana Luiza Bulhões, estudante de Mídias Sociais Digitais, começou a trabalhar como Estagiária em Criação na Agência Job Shot.

O estudante de publicidade e propaganda João Gouvêa, acaba de assumir o posto de Assistente de Criação na DPZ em São Paulo. João também é diretor da APP Vale, embaixador da APP Brasil e embaixador do CCSP (Clube de Criação de São Paulo).

Coluna “Discutindo as relação…”

O adeus do Z

Os três sempre foram uma referência para mim e, acredito, para mais de meio mundo publicitário. O D, o P e o Z mudaram totalmente a propaganda brasileira. Trouxeram inteligência, brasilidade, charme e elegância. Acrescentaram excelência criativa, rigor estético e ética profissional. Trouxeram leões e muitos outros prêmios para o Brasil.

O P e o Z eram catalães. E, como eu descobri através de um vídeo comemorativo aos 50 anos da carreira do Z, conheceram-se no primeiro dia de cada um deles no primeiro emprego no Brasil (ou algo parecido com isso). É muito boa armação do destino, né?!

O Z era artista plástico. E um BAITA diretor de arte. Era divertido, bem humorado e talentosíssimo! Ajudou a formar uma montanha de profissionais de criação nos longos e fantásticos anos de DPZ. Aliás, a DPZ era uma agência tão original à época, que tinha dois andares e duas equipes completas de criação: uma comandada pelo P e outra pelo Z.

O Z se foi ontem. Tomei um enorme baque, confesso! Era fã de carteirinha. Infelizmente nunca tive a oportunidade de vê-lo em carne e osso. Nem uma única palestrazinha sequer…Mas admirava e muito mesmo à distância.

Escrevi no meu perfil de Facebook que a propaganda brasileira acabava de ficar um tanto menos rica. Perder o Z é como perder um Pelé, um Rivelino, um Zico, um Ademir da Guia… É como perder um Ademar Ferreira da Silva, um João do Pulo. É perder um W… e um P (que infelizmente já tinha ido também). É perder alguém insubstituível. Sim!

Acredito que a propaganda brasileira siga sendo competente, criativa, forte e que continuem surgindo profissionais que sejam referência para outros futuros profissionais. Mas, para os que são da minha geração, a despedida do Z faz calar, faz pensar, faz a alma ficar triste…

O Z vai deixar o céu ainda mais interessante, divertido e, claro, criativo e prazeroso. Não tenho dúvidas.

Um grande abraço, mesmo que ainda mais de longe agora, Zaragoza!