Vaga para Designer Gráfico & Video Editor (Social / Motion / IA)

Presencial – São José dos Campos/SP, Modelo PJ, Nível: Júnior | Pleno

A GS2 está buscando um perfil criativo, rápido e atualizado com o novo momento da criação com IA.

Queremos alguém que vá além do “post bonito”.
A GS2 busca uma pessoa com olhar estratégico para redes sociais, velocidade de execução e repertório visual moderno.

O que essa pessoa vai fazer:

* edição de vídeos curtos (Reels, Shorts e TikTok)
* motions e animações
* criação de peças ON e OFF
* criativos para campanhas
* conteúdos para redes sociais
* apoio em campanhas e projetos estratégicos

Ferramentas importantes:

Adobe (Photoshop, Illustrator, Premiere, After Effects e InDesign)
CapCut / Captions
IA aplicada à criação:
ChatGPT, Runway, Veo 3, Midjourney, Firefly, Canva AI etc.

Diferenciais:

* inbound marketing
* tráfego pago
* landing pages
* branding
* social media design
* ClickUp / Trello / Kanban

Perfil buscado:

* organizado(a)
* ágil
* proativo(a)
* criativo(a)
* aberto(a) a feedbacks
* com senso de urgência e vontade de crescer

Sobre a GS2:
Uma agência focada em marketing, vendas, dados e tecnologia, com forte atuação em IA aplicada ao marketing através da GS2 Next.

Interessados podem enviar currículo + portfólio no privado email : rh@grupos2mkt.com

Assunto: Designer Gráfico / Motion Designer

Onze campanhas assinadas pela Mestra Comunicação são finalistas em Prêmio da Abrasce

Cases dos shoppings Moxuara (ES), da Ilha (MA), Jardim Oriente (SP), Limeira (SP), Boulevard Genève (SP) e administradoras AD e Sá Cavalcante concorrem em diversas categorias na premiação que celebra inovação do setor

Onze campanhas assinadas pela Mestra Comunicação são finalistas no maior prêmio nacional do setor de shoppings centers, realizado pela Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers). Os cases foram criados para os shoppings Moxuara (Cariacica – ES), Shopping da Ilha (São Luís do Maranhão), Jardim Oriente (São José dos Campos – SP), Limeira (SP), Boulevard Genève (Campos do Jordão – SP) e administradoras AD e Sá Cavalcante, e concorrem em diversas categorias.

A premiação, que acontece no próximo dia 25 de junho, em São Paulo, reconhece inovações no setor e celebra projetos inovadores. Em 2026, é o terceiro ano consecutivo que a Mestra Comunicação tem campanhas selecionadas na premiação.

Para o Diretor de Criação da Mestra Comunicação, Wellington Serrão, a seleção é um reconhecimento do esforço e envolvimento de todo o time para que a agência se mantenha, ano a ano, como especialista no setor varejista. “Não existem mais barreiras geográficas para que possamos desenvolver campanhas com o DNA de cada marca e a realidade cultural onde estão inseridas. Temos um time extremamente envolvido, criativo e estamos sempre em busca de evolução para que possamos trazer resultados de sucesso para nossos clientes”, afirma.

CASES – As campanhas da Mestra Comunicação, selecionadas pela instituição, são: “Natal para todos: Inclusão no Centro da Experiência” (categoria Ações de Natal – Shopping Moxuara), “Desafio nas alturas: primeira corrida de Salto Alto” (categoria Eventos e Promoções – Shopping Moxuara); “Papai Noel se encanta com Patrimônio Mundial da Unesco” (categoria Ações de Natal – Shopping da Ilha); “O Jeito Maranhense de celebrar com a Mães” (categoria Eventos e Promoções – Shopping da Ilha), “Boulevard Genève – O novo Boulevard Genève” (categoria Campanhas Institucionais – Boulevard Genève); “Brinquedos que conta histórias – uma viagem afetiva no tempo” (categoria Eventos e Promoções – Administradora AD); “Sá+: notas fiscais que criam relações duradouras” (categoria Inovação – Administradora Sá Cavalcante”; “ICOM: atendimento em libras – a inclusão nos conecta – categoria Newton Rique de Sustentabilidade” e “Exposição Retratando São José dos Campos – Protagonismo e voz à melhor idade” (categoria Ações de Impacto Social – ambas do Shopping Jardim Oriente); “Um Encontro Aconchegante com o Papai Noel” (categoria Ações de Natal – Limeira Shopping) e “Cine Gourmet – Edição Namorados (categoria Eventos e Promoções – Limeira Shopping).

O Dia das Mães do Shopping da Ilha (São Luís do Maranhão) trouxe o resgate da cultura local com a campanha “O Jeito Maranhense de celebrar com a Mãe”, estrelada pela influenciadora maranhense Thaynara Og e sua mãe, Antonieta.

O Dia das Mães do Shopping da Ilha (São Luís do Maranhão) trouxe o resgate da cultura local com a campanha “O Jeito Maranhense de celebrar com a Mãe”, estrelada pela influenciadora maranhense Thaynara Og e sua mãe, Antonieta.

“Papai Noel se encanta com Patrimônio Mundial da Unesco” foi o mote de uma websérie natalina, desenvolvida especialmente para o Shopping da Ilha, em São Luís do Maranhão.

Campanha desenvolvida para o Shopping Moxuara, em Cariacica (ES), atraiu milhares de pessoas para uma corrida inédita de salto alto.

ESPECIALISTA EM SHOPPING – Com 27 anos de história, a Mestra Comunicação é uma agência especializada em shoppings centers. É o terceiro ano consecutivo que a agência tem campanhas indicadas pela premiação, tendo conquistado, em 2023, o bronze na categoria institucional com a campanha de 25 anos do Shopping Grand Plaza, em Santo André (SP).

Fortalecida em pilares sólidos – criatividade e inovação, agilidade e entregas no prazo e informação e entendimento do todo -, a expertise da Mestra Comunicação no setor varejista já resultou em campanhas de sucessos realizadas para diversas marcas de shopping de mais de 10 administradoras. Atualmente, fazem parte do time de clientes Mestra 13 shoppings e administradoras em todo o território nacional.

A força do independente em um mercado em transformação

Imagem gerada pela IA do Canva

Por Fabio Tramontano*

Como sócio de uma agência independente e alguém que já fundou três agências e vive esse mercado há duas décadas, eu tenho acompanhado de perto uma mudança estrutural bem clara no setor de comunicação no Brasil. E não é só sobre crescimento de números. O que está acontecendo é uma transformação real na forma como o mercado funciona: como as decisões são tomadas, como as relações se constroem e como clientes, agências, veículos e produtoras se conectam no dia a dia.

Os números ajudam a dimensionar esse cenário. Em 2024, o mercado brasileiro movimentou R$ 26,3 bilhões em compra de mídia, com crescimento de 12,17% em relação ao ano anterior. Considerando o setor como um todo, estamos falando de algo em torno de R$ 88 bilhões. Ao mesmo tempo, entre 2020 e 2023, surgiram mais de 6.500 novas agências, levando o Brasil a cerca de 22.600 empresas ativas em comunicação. E um dado chama atenção: aproximadamente 93% dessas empresas são pequenas e médias agências, ou seja, o motor desse ecossistema está justamente no independente.

Esse contexto revela algo maior do que um movimento pontual. A publicidade brasileira está passando por uma descentralização de verdade. O crescimento do número de boutiques e independentes, a força de iniciativas como o Círculo das Agências Independentes e até a presença cada vez mais frequente dessas agências em painéis e discussões internacionais, como em Cannes, não são coincidência nem efeito colateral. São consequência direta dessa nova dinâmica que vem se consolidando.

É claro que o mercado está desafiador. A complexidade do ecossistema aumentou. São mais canais, mais dados, mais tecnologia e menos tempo para decidir. A pressão por eficiência e resultados mensuráveis também cresceu, muitas vezes em ciclos curtos demais para o tamanho das ambições das marcas. E, ao mesmo tempo, grandes estruturas seguem operando com modelos engessados, que dificultam respostas rápidas em um cenário cada vez mais instável e volátil. Só que, junto com isso, existem oportunidades muito claras aparecendo para quem sabe ler o momento. As marcas estão buscando parceiros, e não apenas fornecedores. Querem proximidade, visão estratégica, senioridade real na tomada de decisão e velocidade na execução. Quem conseguir equilibrar criatividade, dados e relacionamento humano tende a aproveitar bem essa fase.

É aí que as agências independentes ganham ainda mais relevância. Coisas que, por muito tempo, foram tratadas como “tradicionais”, como proximidade, senioridade e agilidade, voltaram a ser diferenciais estratégicos. A proximidade porque o cliente fala com quem decide, sem camadas excessivas, nem filtros políticos. A senioridade porque os sócios, de fato, estão envolvidos no dia a dia do trabalho e não apenas aparecendo no discurso comercial. E a agilidade porque as decisões acontecem na mesa, e não em comitês globais, fluxos intermináveis ou calls que não acabam. Esse tripé é mais natural em estruturas independentes porque a tomada de decisão está concentrada em quem está na linha de frente, e não diluída dentro de um grupo multinacional que, muitas vezes, responde a interesses distantes da realidade local.

No campo criativo, isso também faz diferença. Agências independentes costumam operar com menos ruído interno e mais foco no problema real do cliente, o que abre espaço para experimentação, risco calculado e soluções menos padronizadas. E a inovação, nesse cenário, não está só em tecnologia de ponta ou ferramentas mirabolantes. Ela aparece principalmente na capacidade de conectar estratégia, cultura e execução com leitura fina do comportamento local, sem perder de vista o que realmente gera impacto no negócio. Muitas boutiques brasileiras têm se destacado justamente por isso: ideias simples, bem executadas e com resultado concreto. Não por acaso, campanhas independentes vêm ganhando espaço em premiações e, mais importante ainda, mostrando consistência para marcas de médio e grande porte.

Para o cliente, os ganhos são bem práticos. Existe mais atenção e personalização, menos perda de contexto entre briefing e entrega, mais coerência estratégica no longo prazo e relações mais transparentes com veículos e produtoras. E ainda tem um ponto de risco que muita gente ignora: a dependência de estruturas gigantes, onde contas podem ser redistribuídas, fundidas ou deslocadas sem que o anunciante tenha controle sobre isso.

O caso recente da Omnicom, com redistribuição de contas e reorganização de marcas, agências e lideranças, escancarou essa lógica. Em grandes grupos, decisões estratégicas frequentemente seguem uma lógica financeira e global, que nem sempre está alinhada às necessidades específicas de cada marca. Para os clientes, isso pode significar perda de histórico, troca de equipe, mudança de cultura criativa e até conflitos de interesse. O peso que cada conta passa a ter dentro dessa nova configuração do grupo nem sempre corresponde à sua importância estratégica para o anunciante. E isso, na prática, reforça o valor do independente: relações mais estáveis, visão de longo prazo e menos exposição a decisões corporativas que não consideram o impacto direto no negócio do cliente.

No fim das contas, o mercado publicitário brasileiro está mais pulverizado, mais diverso e, de certa forma, mais humano. Em meio à automação, tecnologia e escala, cresce o valor das relações próximas, de decisões rápidas e de liderança presente. As agências independentes deixaram de ser só uma alternativa e passaram a ser, cada vez mais, uma resposta natural ao que o mercado exige hoje. Valorizar esse movimento é fortalecer um ecossistema mais equilibrado, criativo e sustentável para clientes, profissionais, veículos e produtoras. Talvez a maior inovação desse momento seja justamente uma bem simples: voltar a colocar as pessoas e não apenas os processos no centro das decisões.

*Fabio Tramontano é sócio e cofundador da W+E, agência independente e full service focada em construção e posicionamento estratégico de marcas, que nasceu em 2022 para otimizar processos, livre de burocracias e compreendendo a alta performance da comunicação como resultado da proximidade dos sócios com os clientes, desde a estratégia até a execução.

De job pontual a conta fixa: um case fictício sobre construção de recorrência

Imagem gerada pela IA do Canva

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

Esse é o terceiro e último texto da série que iniciamos na última terça feira. Você pode ler os textos anteriores aqui e aqui.

Quando se fala em transformar clientes pequenos em contas recorrentes, a teoria é clara — mas é na prática que as nuances aparecem. Para ilustrar esse processo, vale observar um case fictício, mas bastante próximo da realidade de muitas agências e profissionais independentes.

Tudo começa com a “Padaria Nova Estação”, um negócio de bairro que procura uma agência para criar uma campanha simples de inauguração. O pedido inicial é direto, com orçamento limitado e foco em panfletagem e redes sociais básicas. Um típico cliente pequeno, com demanda pontual e expectativa restrita.

A primeira virada acontece na entrega. Em vez de apenas executar o job, a agência apresenta não só as peças, mas uma leitura do posicionamento da marca, sugestões de linguagem e um pequeno direcionamento estratégico. Esse movimento amplia a percepção de valor. O cliente não vê apenas “posts”, mas começa a enxergar construção de marca.

Após a campanha inicial, a agência não encerra o contato. Pelo contrário: realiza um follow-up estruturado, apresentando resultados (mesmo que simples) e propondo ajustes. Pequenas melhorias são sugeridas — frequência de postagem, padronização visual, testes de promoções. Aqui, o cliente ainda não tem contrato, mas já percebe continuidade.

Com o tempo, a relação evolui para um modelo mensal básico. Nada sofisticado: gestão de redes sociais e apoio em ações promocionais. O ponto-chave é que o serviço passa a impactar diretamente o fluxo de clientes da padaria. Quando o dono percebe aumento no movimento em dias de campanha, a lógica muda — deixa de ser custo e passa a ser investimento.

A partir daí, novas frentes são incorporadas: campanhas sazonais, identidade para embalagens, parcerias locais. A agência passa a participar de decisões mais amplas, e não apenas da comunicação. Esse é o momento em que a dependência estratégica começa a se formar — no melhor sentido possível.

Esse tipo de evolução não é exceção. Segundo a Bain & Company, empresas que priorizam relacionamento com clientes têm crescimento de receita significativamente superior ao mercado. No caso da padaria, o que começou como um job pontual se transforma, ao longo de meses, em uma conta recorrente com previsibilidade de receita.

Aprendizado

O aprendizado aqui é claro: grandes contas não surgem prontas. Elas são construídas na soma de boas entregas, visão consultiva e relacionamento consistente. E, muitas vezes, estão escondidas exatamente onde poucos estão olhando — nos pequenos clientes que ainda não descobriram o próprio potencial.