Exposição em clima de Copa do Mundo

Com a chegada do mundial de futebol, Taubaté Shopping recebe exposições sobre o esporte

Uma das mostras tem como tema a Seleção Brasileira e a outra que remete ao principal objeto do esporte: a bola

Apesar de ter dado seus primeiros passos na Inglaterra, foi no Brasil que o futebol quis fazer morada. O esporte mais popular do País tem seu ápice de quatro em quatro anos na disputa do torneio mundial, que reúne as maiores e melhores seleções do planeta em uma competição que dura um mês. O mundial deste ano será na Rússia e já tem sua abertura na próxima quinta-feira (14). O Taubaté Shopping resolveu entrar no clima e traz duas exposições sobre o tema.

A primeira proposta é da ABAPC (Associação Brasileira dos Artistas Plásticos Contemporâneos) e busca trazer um novo olhar sobre a bola – que remete também a ciclos, círculos e esferas –, objeto presente tanto no futebol quanto no dia a dia de cada pessoa. “A bola nos deu um novo olhar para a vida, incorporando a alma nacional; e na alma libertária, um significado mais abrangente e positivo”, diz trecho da explicação sobre a exposição. A mostra “Planeta Bola” permanece no centro de compras até o dia 30 de junho e pode ser conferida gratuitamente na Alameda Cultural.

A outra exposição, intitulada “Os segredos da hexabilidade”, exalta alguns jogadores da Seleção Brasileira, entre os 23 convocados que estarão no Mundial em busca da sexta conquista do torneio para o Brasil, mantendo-se assim como a maior seleção campeã da história. A mostra destaca jogadores como Neymar, Philipe Coutinho, Fagner e Gabriel Jesus, entre outros atletas que podem fazer a diferença na competição. O projeto estará no shopping, próxima à escada rolante de acesso ao Moviecom cinema, até dia 15 de julho, data da final do mundial.

Fonte: Communicare – Giovanni Romão

Via Vale recebe exposição em prol do Centro de Zoonoses de Taubaté

Projeto visa promover a conscientização sobre a problemática do abandono e maus tratos dos animais

Desde que abriu suas portas, o Via Vale Garden Shopping segue firme em seu conceito Pet Friendly. No mall, os pets são bem vindos e muito bem recepcionados com “Espaço Pet”, que fica próximo ao Walmart no primeiro piso. Além disso, constantemente o Garden promove eventos que visam a conscientização sobre o cuidado e carinho para com os animais. E pensando nisso, no mês de fevereiro o shopping está recebendo e apoiando a “Exposição CCZ Zooparceiros”, realizada pela ONG Amigos Plantando o Bem.

O objetivo da exposição é a divulgação dos animais que foram resgatados pelo Centro de Zoonoses de Taubaté e posteriormente doados, além de mostrar o trabalho realizado pelo CCZ junto à população taubateana. Para isso, mais de dez totens com fotos dos animais que esperam por adoção no CCZ de Taubaté, estão espalhados no primeiro piso do mall, em frente à loja União.

“Esse projeto visa promover a conscientização da população sobre a problemática do abandono e maus tratos. Queremos incentivar a adoção responsável e destacar a ajuda que o CCZ de Taubaté precisa, seja na doação de insumos ou na adoção dos animais que estão esperando por um lar”, destaca Bruna Marcon, responsável pelo Marketing do Via Vale.

Amigos do Oscar

Não é novidade para ninguém que o mascote oficial do Garden é o cachorrinho Oscar. E no final de semana dos dias 17 e 18 de fevereiro, o Via Vale recebe o projeto “Amigos do Oscar”. Trata-se de um evento de adoção de animais, em parceria com a Associação Vida de Taubaté.

Cerca de 50 cães e gatos estarão na portaria do P2 no Garden, esperando para encontrar um novo lar. O objetivo do evento é promover a adoção responsável dos animais e proporcionar uma nova chance para àqueles que têm vivido nas ruas.

Fonte: Assessoria de imprensa Via Vale

Via Vale recebe a exposição ‘Não precisa sorrir” e ressalta o Setembro Amarelo

Dados sobre o índice de suicídios no Brasil é preocupante e a exposição promove o diálogo sobre o tema

Ainda considerado um tabu, o suicídio é um problema de saúde pública e o diálogo sobre o assunto ainda parece ser esquecido embora o número de vítimas tenha aumentado, consideravelmente, nos últimos anos. Em todo o país, o tema é abordado no Setembro Amarelo que oferece informação e principalmente o diálogo sobre o tema. Pensando nisso, o Via Vale Garden Shopping recebe a exposição “Não precisa sorrir”, de 25 de setembro a 01 de outubro.

A mostra é assinada pela fotografa Luiza Carelli e está disponível para visitação próximo a Polo Wear, piso 1, durante o horário de funcionamento do shopping. Entre os registros de Luiza, o objetivo é fazer com que o assunto seja discutido sem discriminação e ressaltar que muitos casos podem e devem ser evitados. “Precisamos promover o diálogo e oferecer ajuda a quem precisa. A cada dez casos de suicídio nove podem ser prevenidos, caso a pessoa tenha a atenção dos outros a seu redor e busque ajuda, ressalta a fotografa.

Números preocupantes

No Brasil, 11 mil pessoas em média tiraram a própria vida por ano. É a quarta maior causa de morte de brasileiros entre 15 e 29 anos, informam dados do Ministério da Saúde divulgados na última quinta-feira (21). Entre 2011 e 2015, o número de suicídios cresceu 12%.

Principal causa do suicídio, a depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) referentes a 2015. Em 10 anos, de 2005 a 2015, esse número cresceu 18,4%. A prevalência do transtorno na população mundial é de 4,4%.

SERVIÇO
Exposição ‘Não precisa Sorrir” – Luiza Carelli
DATA: de 25 de setembro a 01 de outubro
HORÁRIO: durante funcionamento do shopping
LOCAL: próximo a Polo Wear, piso 1

Coluna Propaganda&Arte

O que eu acho sobre a exposição Queer que foi cancelada após críticas na internet

Eu sempre me preocupo em selecionar temas ligados à arte para expor aqui nesse espaço. Porém, hora ou outra, acabo esbarrando em assuntos polêmicos do momento como o caso do banco que patrocinava uma exposição Queer e após críticas e repercussão negativa acabou sendo cancelada.

O que aconteceu?
Uma exposição Queer (tema ligado a gays, lésbicas, trans – todos que não seguem um padrão de heterossexualidade), estava acontecendo em Porto Alegre e algumas obras acabaram caindo na internet acompanhadas de acusações de apologia à pedofilia, zoofilia e ataques à religião cristã. Para se defender dos ataques de diversos clientes, o banco decidiu se desculpar e cancelou o patrocínio que deveria manter a exposição aberta até outubro.

O que eu acho das obras polêmicas?
As poucas imagens disponíveis na internet mostram que são obras provocativas. Falam de sexualidade, infância, religião, dentre outros pontos que podem ferir e não agradar muitas pessoas. Analisando friamente a parte técnica das obras, cada uma tem o seu valor. Algumas mais simples, pobres, outras mais ricas e interessantes, mas no geral não vi nada de especial ou inovador.

O que eu acho desse tipo de arte?
Por mais polêmica que uma instalação ou quadro sejam, precisamos pensar na intenção do artista. Ele se ocupou, ele pensou, ele agiu e finalmente teve um aval para expor seu trabalho. A qualidade, a forma, as ideias por trás daquela peça podem sofrer interpretações diversas, inclusive serem consideradas ofensivas. A arte não tem forma, mas tem gosto. A arte que aborda assuntos polêmicos vai ser sempre polêmica e gerar reações diversas. No passado, muitas obras foram censuradas e criticadas, por exemplo, por mostrar o nu, hoje são expostas em grandes museus, o que mostra um caminho natural da arte e da sociedade.

O que eu acho sobre a repercussão?
No geral, não acho que provocam tanto como dizem as repercussões da internet. Vejo aqui um exagero nesse sentido, tendo em vista conteúdos muito piores que as crianças e todos nós podemos ter acesso por outros meios fora do museu. Lugar esse, aliás, dedicado à reflexão, experimentação e análise de novos conceitos. Se você ficou pessoalmente ofendido com uma arte ou exposição, a melhor maneira de expressar isso é não indo ou não divulgando a exposição. Vejo aqui uma reação totalmente contrária e incoerente. Os que são contra a exposição acabaram tornando-a nacionalmente conhecida, na luta em proibi-la (mesmo que tenham conseguido).

O que eu acho disso tudo?
Estamos passando por uma fase social bastante conturbada. Não sabemos nos portar e respeitar a opinião dos outros (sejam liberais ou conservadores). As marcas não sabem se posicionar e estão morrendo de medo da internet. Estamos todos cuidadosos ao emitir uma opinião, pois poderemos ser incompreendidos ou pior, compreendidos e agredidos por pensar diferente. Para o público, falta essa noção de que somos todos diferentes. Para o artista, falta o entendimento de que ele poderá ofender muitas pessoas com sua provocação e precisa saber enfrentar as críticas. Afinal, esse é o mundo em que vivemos, onde a polêmica dá mais likes do que a própria arte ou reflexão.

E você? O que achou do assunto? Você acha que a arte deve ou não expor assuntos polêmicos e até “ofensivos” para alguns?