Jornal cresce em circulação

O meio Jornal apresentou crescimento médio de 4,2% na circulação no Brasil, comparando o primeiro semestre de 2011 e o mesmo período do ano passado. A constatação é do Instituto Verificador de Circulação (IVC), órgão responsável pela auditoria de jornais e revistas no País.
O aumento foi impulsionado em maior escala pelo crescimento nas vendas de publicações com preço de capa até 99 centavos, que avançou 12,9%. Consequentemente, o volume de vendas avulsas teve maior expansão, alcançando 5,1% em relação ao incremento de 3,2% nas assinaturas. A média diária de circulação brasileira nos primeiros seis meses deste ano é de 4.435.581 exemplares, novo recorde histórico para a auditoria da entidade.
O levantamento engloba toda a circulação paga auditada pelo Instituto. Em média, o grupo de jornais com preço de capa acima de 2 reais registrou avanço de 3,2% na circulação. Veículos com custo por exemplar entre 1 e 2 reais tiveram leve declínio médio de -1,1%. A observação da média corrente dos últimos 12 meses em relação aos 12 meses anteriores aponta alta de 3,9%.
Segundo o presidente executivo do IVC, Pedro Martins Silva, os jornais com preços mais acessíveis têm a distribuição concentrada na venda avulsa, justificando o destaque de ambas as vertentes. Com relação ao crescimento na circulação, o executivo credita os números positivos ao bom momento econômico do País. “O aumento da renda da população alavancou o crescimento mais vigoroso nos títulos populares. Em 2010, o meio se recuperou dos efeitos da crise econômica mundial de 2009 e o primeiro semestre deste ano solidifica o movimento de ascensão dos jornais brasileiros”, enfatiza Silva.

IVC CONSTATA CRESCIMENTO DE 4,2% NA CIRCULAÇÃO DO MEIO JORNAL NO PRIMEIRO SEMESTRE

O meio Jornal apresentou crescimento médio de 4,2% na circulação no Brasil, comparando o primeiro semestre de 2011 e o mesmo período do ano passado. A constatação é do Instituto Verificador de Circulação (IVC), órgão responsável pela auditoria de jornais e revistas no País.

O aumento foi impulsionado em maior escala pelo crescimento nas vendas de publicações com preço de capa até 99 centavos, que avançou 12,9%. Consequentemente, o volume de vendas avulsas teve maior expansão, alcançando 5,1% em relação ao incremento de 3,2% nas assinaturas. A média diária de circulação brasileira nos primeiros seis meses deste ano é de 4.435.581 exemplares, novo recorde histórico para a auditoria da entidade.

O levantamento engloba toda a circulação paga auditada pelo Instituto. Em média, o grupo de jornais com preço de capa acima de 2 reais registrou avanço de 3,2% na circulação. Veículos com custo por exemplar entre 1 e 2 reais tiveram leve declínio médio de -1,1%. A observação da média corrente dos últimos 12 meses em relação aos 12 meses anteriores aponta alta de 3,9%.

Segundo o presidente executivo do IVC, Pedro Martins Silva, os jornais com preços mais acessíveis têm a distribuição concentrada na venda avulsa, justificando o destaque de ambas as vertentes. Com relação ao crescimento na circulação, o executivo credita os números positivos ao bom momento econômico do País. “O aumento da renda da população alavancou o crescimento mais vigoroso nos títulos populares. Em 2010, o meio se recuperou dos efeitos da crise econômica mundial de 2009 e o primeiro semestre deste ano solidifica o movimento de ascensão dos jornais brasileiros”, enfatiza Silva.

Fonte: http://midiarj.org.br/content/ivc-constata-crescimento-de-42-na-circula%C3%A7%C3%A3o-do-meio-jornal-no-primeiro-semestre

Do Vale para a capital

Da esquerda para direita: Ana Letícia, Gabriel, Andreza, Rodrigo, Rivalayne, Fernando e Caroline
A Talent recebeu no mês de junho sete novos colaboradores: Gabriel Sotero (redator), Caroline Domingues (assistente de atendimento), Rodrigo Scapolan e Fernando Muto (assistentes de arte), Ana Letícia Ohl, Rivalayne Almeida e Andreza Salgueiro, como assistentes de mídia.
Nascido em Aracaju (SE), Gabriel vive em São Paulo há sete anos. Com passagens pela JWT, DM9 e Publicis, foi Young Lions em 2009, e acabou de ser premiado com um Leão de Prata em Cannes, categoria Press, com uma campanha para Bayer. Na Talent, faz parte do grupo do Rodrigo Bombana e Alexandre Nego Lee.
Ex-Tesla, Rino, Extrude e Blend Comunicação, Caroline (nascida em São Paulo) é formada na ESAMC, em Sorocaba. Na Talent completa a equipe de atendimento de Dafra e ANTF.
Ex-Publicis, Reunion Sports&Marketing e Gragnani, o paulistano Rodrigo é formado pela Cásper Líbero e Miami Ad/School. Na Talent, completa o time criativo de Felipe Luchi e Philippe Degen.
Com passagens pela Africa e Leo Burnett, Fernando já atendeu clientes como Phillip Morris, Warner, Itaú, Vivo e Folha de SP. Na Talent, faz parte do grupo do Rodrigo Bombana e Alexandre Nego Lee.
Formada na UNITAU, de Taubaté, Ana Letícia já passou pela Publicarte, na mesma cidade, onde atendia clientes locais. Na Talent, integra o time de mídia de NET.
Nascida em Sergipe, Rivalayne mora em São Paulo há quatro anos. Formada pela Universidade Cidade de São Paulo, já passou pela On Line Editora, Assessoria de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe e Marketing do Governo de Sergipe. Na Talent, faz parte do time de mídia que cuida de Cargill, MaxHaus, Sara Lee, Dafra, Tilibra, ANTF e a+ Medicina Diagnóstica.
Natural de Recife, Andreza acaba de se mudar para São Paulo. Com passagens pela Rede Globo Nordeste e Makplan Marketing e Planejamento (Recife), ela é formada pela Universidade Católica de Pernambuco. Na Talent, integra o time de mídia do Santander.

Ex-aluna da Unitau é destaque

A Talent recebeu no mês de junho sete novos colaboradores: Gabriel Sotero (redator), Caroline Domingues (assistente de atendimento), Rodrigo Scapolan e Fernando Muto (assistentes de arte), Ana Letícia Ohl, Rivalayne Almeida e Andreza Salgueiro, como assistentes de mídia.

Destaque especial para Ana Letícia Ohl. Formada na UNITAU, de Taubaté, Ana Letícia já passou pela Publicarte, na mesma cidade, onde atendia clientes locais. Na Talent, integra o time de mídia de NET.

Pesquisa bastante interessante

Em todos os países que participaram do estudo, a maioria das mulheres afirmam estar mais reticentes para confiar em anúncios de texto em telefones celulares (com 44% nos países desenvolvidos e 30% das mulheres nos países emergentes afirmando não confiar), anúncios em redes sociais (38% e 23%) e anúncios em dispositivos móveis, como smartphones e tablets ( 37% e 22%).
Quando se trata de buscar informações sobre novos produtos, a televisão segue sendo a forma de mídia mais difundida e a principal fonte de informação em todos os continentes. Em todos os 10 países emergentes e em 7 dos 11 países desenvolvidos analisados a televisão fica na frente de outras 14 origens de informação.
O Boca a Boca ficou na segunda ou terceira colocação como fonte de informações em 9 dos 10 mercados emergentes e 8 dos 11 desenvolvidos incluídos na pesquisa. Jornais impressos e revistas foram outras fontes de informações populares entre as mulheres de países emergentes, enquanto que a internet é mais difundida nos mercados desenvolvidos.
Apenas 6% das mulheres nos países desenvolvidos e 16% nos países emergentes afirmam ser bastante influenciados por anúncios da web com contexto social mostrados em sites de mídias sociais.
Mulheres nos países emergentes são mais fortemente influenciadas do que as mulheres de países desenvolvidos. A distribuição é bastante parecida entre os anúncios da web que são mais persuasivos. Anúncios com contexto social onde seja indicado que amigos gostaram ou seguiram alguma marca tem uma ligeira vantagem sobre anúncios que apareçam como atualização de notícias ou anúncios padrão.
Nos países emergentes, as mulheres indianas são as mais influenciáveis por estes três tipos de anúncio, enquanto as sul-africanas e as russas são as que menos se deixam convencer. Entre os desenvolvidos, as mulheres sul-coreanas são as que a publicidade mais influencia por meios de comunicação social, enquanto que as australianas e suecas ficam nas últimas posições.
Entre as mulheres de países desenvolvidos e emergentes, a respectiva penetração da TV ( 95% e 98%) e do celular (95% e 89%) são quase universais. Mulheres de países desenvolvidos tem taxas muito mais elevadas de conexão a internet (90% a 46%) e propriedade de smartphones (37% contra 18%).

Estudo global revela as mídias que mais influenciam as mulheres

Em todos os países que participaram do estudo, a maioria das mulheres afirmam estar mais reticentes para confiar em anúncios de texto em telefones celulares (com 44% nos países desenvolvidos e 30% das mulheres nos países emergentes afirmando não confiar), anúncios em redes sociais (38% e 23%) e anúncios em dispositivos móveis, como smartphones e tablets ( 37% e 22%).

Quando se trata de buscar informações sobre novos produtos, a televisão segue sendo a forma de mídia mais difundida e a principal fonte de informação em todos os continentes. Em todos os 10 países emergentes e em 7 dos 11 países desenvolvidos analisados a televisão fica na frente de outras 14 origens de informação.

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O Boca a Boca ficou na segunda ou terceira colocação como fonte de informações em 9 dos 10 mercados emergentes e 8 dos 11 desenvolvidos incluídos na pesquisa. Jornais impressos e revistas foram outras fontes de informações populares entre as mulheres de países emergentes, enquanto que a internet é mais difundida nos mercados desenvolvidos.

Apenas 6% das mulheres nos países desenvolvidos e 16% nos países emergentes afirmam ser bastante influenciados por anúncios da web com contexto social mostrados em sites de mídias sociais.

Mulheres nos países emergentes são mais fortemente influenciadas do que as mulheres de países desenvolvidos. A distribuição é bastante parecida entre os anúncios da web que são mais persuasivos. Anúncios com contexto social onde seja indicado que amigos gostaram ou seguiram alguma marca tem uma ligeira vantagem sobre anúncios que apareçam como atualização de notícias ou anúncios padrão.

Nos países emergentes, as mulheres indianas são as mais influenciáveis por estes três tipos de anúncio, enquanto as sul-africanas e as russas são as que menos se deixam convencer. Entre os desenvolvidos, as mulheres sul-coreanas são as que a publicidade mais influencia por meios de comunicação social, enquanto que as australianas e suecas ficam nas últimas posições.

Entre as mulheres de países desenvolvidos e emergentes, a respectiva penetração da TV ( 95% e 98%) e do celular (95% e 89%) são quase universais. Mulheres de países desenvolvidos tem taxas muito mais elevadas de conexão a internet (90% a 46%) e propriedade de smartphones (37% contra 18%).

Fonte: http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/estudo-global-revela-as-midias-que-mais-influenciam-as-mulheres