Setembro é o Mês da Boa Ideia em nova campanha da Cachaça 51
Líder de mercado transforma o mês da cachaça, em celebração à brasilidade, trazendo a cultura de boteco como protagonista
Setembro é oficialmente o Mês da Cachaça, mas para a Cachaça 51, a mais lembrada do Brasil, a data ganhou um novo nome: Mês da Boa Ideia. Ícone nacional e sinônimo da categoria, a marca decidiu assumir para si o comando da festa, reforçando sua conexão com os brasileiros, que sempre estão prontos para comemorar. Afinal, quando se fala em “Boa Ideia”, ninguém precisa pensar duas vezes: a resposta é Cachaça 51.
A campanha aposta em um visual que traduz o espírito popular e urbano: estampas gráficas que remetem aos azulejos típicos dos botecos brasileiros, aplicadas em cartazes no estilo lambe-lambe, colados em muros e fachadas. A tipografia, lembra os traços feitos à mão e reforça a estética espontânea das ruas.
“Nossa intenção é criar uma linguagem que se comunica diretamente com o Brasil real, com sua diversidade, sua força comunitária e seu jeito criativo. A Cachaça 51 é uma das marcas mais tradicionais do país e, ainda assim, consegue sempre inovar e continuar próxima das pessoas”, afirma Marina Flávia da Silva, head de marketing e trade marketing da Cia. Müller de Bebidas, fabricante da 51.
A celebração do Mês da Boa Ideia não ficará restrita à comunicação visual. A marca programou ações em bares, junto a bartenders e pontos de venda, valorizando os espaços de encontro e celebração. Nas redes sociais, haverá produção de conteúdo inédito, incluindo receitas e dicas para quem prefere montar o próprio boteco em casa, preparando caipirinhas e drinks com Cachaça 51. A versatilidade da bebida será representada pela tradicional Cachaça 51, e também pelas versões 51 Ouro e a 51 Mel, que permitem novas experiências de consumo, seja em drinks ou em dose.
A cachaça que representa a cultura brasileira
Para a Cia. Müller de Bebidas, o Mês da Boa Ideia é uma forma de valorizar não apenas a cachaça, mas também o povo brasileiro e sua capacidade de celebrar a vida. A Cachaça 51 é a cachaça do Brasil e dos brasileiros, presente em momentos de celebração e no dia a dia. Nada mais justo do que transformar o Mês da Cachaça em Mês da Boa Ideia, reforçando essa ligação afetiva que a marca tem com o país. Mais do que uma campanha, este é um movimento que reafirma a posição da Cachaça 51 como uma marca que tem história e representa a cultura brasileira.
Halisson Tadeu Pontarola, presidente da Central de Outdoor – Crédito: Divulgação
Por Halisson Tadeu Pontarola*
Há algo de único em caminhar por uma cidade e perceber como a mídia exterior faz parte da nossa vida cotidiana. Seja um painel no meio do trânsito, uma mensagem no caminho para o trabalho ou uma campanha que se torna assunto nas rodas de conversa, o outdoor é presença viva na paisagem urbana. Ele acompanha o ritmo das cidades, muda com elas e, muitas vezes, ajuda a contar suas histórias. É por isso que, quando chega 31 de agosto, o Dia Nacional do Outdoor, não comemoramos apenas um formato publicitário, celebramos uma tradição que se reinventa e segue relevante em um mundo cada vez mais digital e conectado.
No Brasil, evoluímos para um cenário onde o físico e o digital se misturam, criando novas possibilidades de interação e impacto. Adaptar-se às particularidades regionais e ao perfil de cada público continua sendo essencial, mas o futuro traz oportunidades ainda mais ousadas. Segundo a PQ Media, em 2026 o Digital Out of Home (DOOH) deve representar 36,5% do bolo publicitário global, contra 28,8% em 2021. Esse avanço será impulsionado por tendências como hiper personalização por meio de inteligência artificial e dados, integração com a digitalização urbana, uso de geolocalização e dados em tempo real e o fortalecimento da sustentabilidade nas campanhas e conteúdos interativos.
Tenho abordado sobre a mídia regenerativa como um caminho para o futuro do OOH. Essa visão permanece firme: mais do que comunicar, podemos regenerar e cuidar dos espaços onde estamos presentes, entregando valor real para as cidades e para as pessoas. É alinhar criatividade, tecnologia e responsabilidade para que nossos ativos publicitários contribuam com o ordenamento urbano, a valorização da paisagem e o bem-estar coletivo. Isso inclui olhar com prioridade para projetos de recuperação de ambientes que já tiveram grande valor no passado, mas que hoje demandam ações para retomar a vitalidade, o uso e o pertencimento.
A mídia, nesse contexto, atua como facilitadora, ela estrutura a presença responsável, organiza e conecta marcas ao interesse público de recuperar o espaço. Quando entramos como parceiros na zeladoria, cria-se um ciclo positivo: à noite, o local se mantém iluminado e convidativo; durante o dia, ganha um novo atrativo, e as pessoas se sentem à vontade para permanecer, porque o ambiente está limpo e seguro. Isso incentiva o uso qualificado do espaço e ajuda a transformar a cultura e os hábitos de circulação.
Em São Paulo, considerada uma das capitais com o maior índice de pixação do mundo e também reconhecida pelo grafite em seus muros, muitas vezes o OOH é colocado no centro de um debate sobre o que chamam de poluição visual. Mas, se analisarmos com atenção, veremos que existem ao menos quatro elementos que causam muito mais desconforto visual do que outdoors planejados e regulamentados. A pixação, quando feita de forma ilegal, degrada fachadas e muros, transmitindo a sensação de abandono e insegurança. A sinalização mal colocada ou mal dimensionada confunde motoristas e pedestres, além de gerar sobreposição de informações que poluem a paisagem. A fiação exposta, muitas vezes emaranhada nos postes, cria um cenário caótico e perigoso, interferindo na estética e na segurança urbana. Já a ausência ou má conservação de calçadas prejudica a mobilidade, compromete a acessibilidade e impacta diretamente a qualidade de vida.
Em contraste, quando bem inserida, com curadoria estética, integração ao espaço e respeito, a mídia OOH evita o desconforto visual e atua como parceira na preservação e valorização da paisagem. A iluminação qualificada de um ativo de OOH gera efeito imediato de segurança e orientação, enquanto padrões técnicos, manutenção contínua e responsabilidade compartilhada viabilizam ações de zeladoria e requalificação, tornando as cidades mais organizadas, seguras e funcionais.
O Dia Nacional do Outdoor é um convite para celebrar e repensar nosso papel. Seguiremos desenvolvendo campanhas que, além de gerar impacto visual, contribuam para a melhoria dos espaços urbanos e para a experiência de quem circula por eles. O futuro do OOH será definido não apenas pela tecnologia ou pelos formatos, mas pelo valor efetivo que entregarmos às cidades e às pessoas.
*Halisson Tadeu Pontarola é presidente da Central de Outdoor
O investimento em publicidade digital no Brasil cresce ano após ano. O estudo Digital AdSpend 2025, realizado pelo IAB Brasil em parceria com a Kantar IBOPE Media, mostra que esse número chegou a R$ 37,9 bilhões em 2024, um crescimento de 8% em relação a 2023. Contudo, mesmo as campanhas mais eficientes enfrentam um obstáculo previsível e, ainda assim, pouco administrado: a fadiga publicitária.
Segundo estatísticas da Hubspot, 91% dos usuários afirmam que a publicidade está mais invasiva e 87% dizem ser expostos a um volume maior de peças. As causas mais comuns incluem conteúdo repetitivo, segmentação ineficaz, alta frequência e formatos intrusivos. Isso acontece porque as marcas operam em um ambiente de alta exposição e atenção fragmentada. Com a multiplicação de canais e formatos digitais, as campanhas ganham alcance imediato, mas as mensagens têm curta vida útil.
Com isso, a trajetória mais comum das campanhas envolve um início sólido, marcado por picos de taxa de cliques e interações acima das expectativas, seguido por um declínio gradativo. Não há um gatilho único, nem um alerta para o fracasso, mas, sim, um desgaste que cresce até que uma intervenção aconteça.
De acordo com uma pesquisa recente da MGID, as taxas de cliques (CTR) podem cair mais de 15% após a primeira semana de lançamento de uma campanha, o que indica que a saturação do público ocorre mais rapidamente do que projetado pela maioria dos anunciantes e que a mitigação exige ação antes que a curva de queda se consolide. Esse declínio silencioso, conhecido como fadiga publicitária, tornou-se inevitável, mas é possível evitar que esse processo se prolongue por mais que o necessário.
Ajustando a estratégia
Ao notar os primeiros sinais de fadiga publicitária em uma campanha, a abordagem predominante no mercado é a de reduzi-la a um problema criativo, resolvendo a questão com novas peças ou ajustes na mensagem. Essa leitura, no entanto, é incompleta, pois ignora o desalinhamento entre expectativa da audiência, critérios algorítmicos que impactam na entrega e a repetição de exposição a um mesmo estímulo.
Em muitas empresas, o ciclo entre perceber a fadiga e implementar uma mudança ainda passa por solicitações de novos assets, com várias instâncias de aprovação e publicação manual em múltiplas plataformas – um ritmo incompatível com a dinâmica do consumo digital. Cada dia de atraso na correção resulta em perdas de alcance, aumento do custo por aquisição e a diminuição do retorno da verba de mídia. Por isso, a melhor estratégia é reduzir ao máximo o tempo entre a detecção e a ação.
Outro elemento-chave do problema é a fragmentação da gestão de frequência dos criativos. A prática de definir limites por canal, isoladamente, desconsidera o impacto acumulado sobre as mesmas pessoas em diferentes plataformas. Quando as segmentações se sobrepõem, o alcance se concentra e a saturação acelera. Neste caso, trabalhar com frequência deduplicada por indivíduo, ajustar cadências e estabelecer validade para cada peça criativa é fundamental para evitar ciclos de repetição.
O cenário de privacidade pós-LGPD acrescenta mais uma camada de complexidade. Com menos sinais individuais disponíveis, muitas marcas tendem a aumentar a pressão sobre públicos próprios e segmentos derivados – prática que, sem gestão rigorosa de exposição, acelera a fadiga. A solução, nesse caso, não é insistir nas mesmas audiências, mas expandir o alcance de forma qualificada, diversificando mensagens e equilibrando cadências.
Para que os ajustes de rota ocorram no momento certo, é importante definir indicadores que funcionem como alertas. Métricas retrospectivas, como CTR e ROAS, são essenciais, mas insuficientes para detectar a fadiga logo no início. Ao incluir sinais antecedentes (como taxa de visualização qualificada, tempo médio de exposição, viewability, frequência incremental por audiência e variação de engajamento por peça e formato), aumenta-se a capacidade de identificar o problema antes que ele afete todo o conjunto da campanha.
Esse cuidado precisa considerar, também, as especificidades do mercado brasileiro, no qual a diversidade regional influencia diretamente a tolerância à repetição de criativos e abre espaço para variações adaptadas, que elevam a relevância sem inflar a frequência. Dessa forma, otimizar o conteúdo para o contexto real de consumo contribui para prolongar a vida útil das peças.
Incorporar a fadiga ao planejamento, portanto, não significa aceitá-la como inevitável, mas transformá-la em gatilho para ajustes rápidos e inteligentes. Campanhas que já nascem com rotação planejada, limites claros de frequência por pessoa, monitoramento contínuo de sinais e processos ágeis de substituição preservam relevância das campanhas por mais tempo. Em um cenário de atenção disputada como o brasileiro, a capacidade de detectar, aprender e se adaptar antes que o desgaste se consolide é o que distingue campanhas sustentáveis daquelas que perdem força prematuramente.
Abril celebra 75 anos com filme criado pela Cherryland
Com marcas que eternizaram momentos históricos na vida das pessoas e da sociedade, o grupo estreia campanha e fortalece a proximidade com a audiência
Imagens da campanha “Abril. Há 75 anos à frente”, da Cherryland
A Editora Abril comemora 75 anos de história e, para marcar a data, lançou um filme criado pelo Hub Criativo Cherryland. A produção, que traz o conceito “Abril. Há 75 anos à frente”, celebra a relação única que a Abril construiu com os brasileiros.
Desde o seu primeiro passo, em 1950, a editora lançou títulos que passaram a fazer parte do dia a dia de milhões de brasileiros. O vídeo é um convite à memória de uma instituição que durante três gerações fez do “inovar com afeto e excelência” seu maior propósito. Hoje, a alma da Abril está em cada produção de conteúdo, com credibilidade, proximidade e contexto.
Mais do que relembrar, o filme mostra que a Abril tem transformado a maneira de se conectar com o público: mais digital, em novos formatos e em múltiplos canais.
“Celebrar 75 anos é reconhecer a nossa história e também reafirmar o compromisso de continuar ao lado do público, sempre em evolução. A Abril é feita de marcas que acompanham as pessoas em cada fase da vida.”, diz Andrea Abelleira, VP de Publishing da Abril. “Foi um privilégio criar esse filme para uma marca tão icônica. Buscamos traduzir a beleza dessa relação duradoura com o público e mostrar que ela continua tão relevante hoje quanto sempre foi.”, diz Natália Pescaroli, head de atendimento da Cherryland.
A campanha estreia na segunda-feira, dia 25, e será veiculada em plataformas digitais nos cinemas e, em setembro, estará TV aberta e fechada, reforçando o legado e a atualidade da marca.