O Núcleo de Mídias Sociais da Alameda Comunicação conta agora com um novo reforço. E com isso, tem gente que passa a ocupar nova função.
A especialista Juliana Arbocz chega para integrar a equipe na Gestão de Conteúdo e se junta à publicitária Tuani Carvalho, que passa a ocupar o cargo de Digital Planner/Buzz Intelligence.
Juliana e Tuani: Alameda reforça área de mídias sociais.
A Move Digital está desafiando novos talentos do mercado para a cobiçada vaga de Social Media.
REQUISITOS
• Ser organizada e meticulosa (indispensável);
• Redação impecável (no mínimo);
• Noções com produção e gerenciamento de conteúdo e boa noção de ferramentas de métricas e gerenciamento é muito importante;
• Criatividade é um ótimo requisito, mas não fique apenas na teoria, mãos à obra;
DESEJÁVEL
• Básico de photoshop e illustrator;
• Residir em São José dos Campos;
DETALHES
• Estágio;
• Horário: das 9h às 13h ou 14h às 18h – sim, você escolhe
• Salário: a combinar;
Email: jobs@movedigital.com.br
Assunto: Vaga – Social Media
Conheça a Move Digital: www.movedigital.com.br
A Kaynak Agência Digital, comandada por Lerrine Mewes Cruz, comemora seu primeiro quinquênio.
Sediada em São José dos Campos, a agência tem como principal área de atuação o marketing digital e desenvolvimento de soluções para internet.
Lerrine comemora os cinco anos da Kaynak
Para marcar esta data a Kaynak buscou um redesenho em seu logotipo realizado pela designer Brisa Diamante. Também estão em fase de desenvolvimento um novo site, um filme institucional produzido pelo Studio 8mm, uma consultoria de Endomarketing do Kenzo Takatori que atualizou o modelo de trabalho interno.
Também fazem parte do início do novo ciclo uma reforma na estrutura física e um animal de estimação: o dog Tobias Draper (em homenagem ao personagem principal da série Mad Men, Don Draper) , além de uma nova Fan Page.
“Na minha época não era assim, a gente conversava!!!” “Pára de mexer nesse celular e vai viver a vida!!!” “Uma geração de alienados” – bradam, raivosos, no Facebook direto de seus smartphones na Starbucks mais próxima de você.
Coluna Social Media
Você já deve ter lido na sua timeline algo do tipo. Gente defendendo “viver a vida de verdade”, compartilhando aquele vídeo “impressionante” de como as redes sociais afetam as nossas vidas (sempre de forma negativa).
Eu acredito que foi-se o tempo em que estar na internet era praticamente hibernar dentro do quarto, sem luz, rodeado de pacotes de salgadinho e dos restos mortais da pizza de 3 dias atrás. Todos já passamos – e sobrevivemos – à época da internet discada em que tínhamos hora marcada para sentar em frente àquele trambolho mágico. O mundo hoje é outro completamente diferente daquela caverna em que vivíamos.
Sou cria da Geração Y e como a maioria das pessoas que eu conheço, vivi em épocas completamente distintas: brinquei de boneca e de queimada, tive um computador em que só usava o Paint, presenciei o auge dos finados Orkut e MSN e hoje vivo nesse turbilhão de novidades que surgem a todo momento de forma ativa e constante.
E, por isso, não vou jamais endossar o coro daqueles que subestimam a vida em banda larga.
Com o avanço tecnológico que nos atingiu feito uma avalanche nos últimos anos, é possível postar uma foto no Instagram, compartilhá-la simultaneamente no Twitter e no Facebook enquanto faz um check-in no Foursquare e dá uma olhadinha no Tinder pra ver se tem um boy magia por perto.
Estar sempre com o seu smartphone em mãos não quer dizer que você não esteja vivendo a sua vida, curtindo a sua viagem, aproveitando o seu jantar romântico.
É claro que existem casos extremos e a influência da internet na vida das pessoas é, sim, algo que deve ser estudado e compreendido.
Mas, será que é realmente – ou exclusivamente – culpa da ferramenta? Será que as respostas para os exageros não estão em quem a maneja?
Quero dizer: entender – do ponto de vista psicológico mesmo – o que leva ao desespero por atenção; à carência; à violência; à reclusão, à depressão?
Resisto em acreditar que uma pessoa equilibrada em suas relações interpessoais e conflitos internos se torne refém de uma telinha brilhante e abra mão de sua “vida real” por causa dessa lavagem cerebral que tentam nos fazer acreditar que sofremos diariamente.
A nossa maneira de se relacionar com o mundo e com quem está por perto se transforma a cada dia e em muitos aspectos a internet aproxima mais do que afasta e desinibe mais do que cala, educa mais do que aliena. Mas essas histórias raramente são contadas. “Lutar contra o sistema” é bem o tipo de coisa que as pessoas tem gostado de fazer ultimamente, mesmo sendo, elas mesmas, partes integrantes e colaboradoras desse modelo de comportamento.