Dia Mundial do Emoji: 8 curiosidades por trás das carinhas

Por Andrea Santana*

Existem mais de 3 mil ícones cadastrados e até instituição de regulamentação

O Dia Mundial do Emoji é celebrado anualmente no dia 17 de julho, desde 2014. As famosas carinhas surgiram há mais de 20 anos e passaram por várias mudanças até chegarem aos padrões atuais. Desde a sua criação, surgiram muitas histórias curiosas e pouco conhecidas.

Os emojis são símbolos linguísticos e servem para tornar a comunicação mais eficiente. “Os símbolos (emojis e memes) servem para representar ideias, pensamentos e sentimentos. Afinal, existem emoções e experiências que são mais fáceis de serem representadas por símbolos do que descritas por palavras”, explica a professora de redação do Ensino Médio do Colégio Marista Pio XII, Andrea Santana.

Os emojis são utilizados em diversas plataformas, como redes sociais, aplicativos de mensagens e até mesmo em e-mails. Além das carinhas clássicas como a sorridente 😃 e a triste 😢, existem emojis para representar animais, alimentos, objetos e muito mais.

Uma curiosidade interessante é que os emojis são regulados pelo Consórcio Unicode, o que significa que eles possuem um padrão que garante que sejam exibidos corretamente em diferentes dispositivos e sistemas operacionais.

Veja oito curiosidades que você provavelmente não sabia sobre os emojis.

1. Como surgiu a data?

O Dia Mundial do Emoji foi criado pelo fundador da Emojipedia, Jeremy Burge, em 2014, como forma de comemorar os emojis e promover a utilização das carinhas. A data foi escolhida por conta do emoji de calendário do iOS, que mostra a data de 17 de julho. Desde então, a data foi incorporada também pela Microsoft e o Android, que passaram a exibir a data nos seus calendários.

2. Qual foi o primeiro emoji?

O primeiro emoji foi criado em 1999 pelo designer japonês Shigetaka Kurita. Na época, o profissional criou um pacote com 176 ícones focado no uso entre adolescentes por meio de pagers e celulares. O objetivo foi facilitar a comunicação em um sistema de Internet móvel que acabava de surgir.

Os desenhos representavam fenômenos climáticos, expressões faciais simples, elementos esportivos e itens como corações, barco, árvore, televisão e partes do corpo. O desenvolvedor conta que a inspiração para as imagens foram os mangás, os pictogramas e revistas japonesas.

3. Emojis foram parar no museu

Em 2016, o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) incluiu na sua coleção o pacote de 176 emojis originais criados por Shigetaka Kurita. O espaço já havia incorporado outros itens de inovação de design, como os telefones, computadores e o símbolo de “@”.

Assim, os emojis representavam uma reflexão sobre os novos costumes associados à escrita e uma nova forma de comunicação.

4. Qualquer pessoa pode sugerir

Pouca gente sabe que qualquer pessoa pode sugerir ícones novos. Para que isso aconteça, é preciso atender a alguns critérios como justificar porque a figura é necessária, além de uma comprovação de que há demanda.

Não se pode sugerir figuras que tenham marcas famosas, divindades religiosas, conteúdo ofensivo ou algo muito específico, como bandeiras de cidades. O processo entre o envio da sugestão, aprovação e lançamento do emoji pode levar até um ano e meio.

5. É possível monitorar emojis em tempo real

O site Emoji Tracker (emojitracker.com) monitora em tempo real a quantidade de uso de cada emoji no Twitter. Os números são atualizados com base na análise de todos os tuítes publicados desde 2013, ano de criação da plataforma. Atualmente, o primeiro lugar é a carinha chorando de rir (😂).

6. Palavra do ano

A carinha chorando de rir também foi eleita como a “palavra do ano” pelo Dicionário Oxford em 2015. Foi a primeira vez na história que a entidade selecionou uma imagem ao invés de uma palavra comum. A justificativa para a escolha foi a popularização das diferentes formas de comunicação digital daquele momento.

7. World Emoji Awards

Desde 2017, todos os anos a Emojipedia realiza o World Emoji Awards, premiação que reconhece os ícones mais utilizados no mundo. A votação é realizada por meio de análise dos números de visitas às páginas da Emojipedia, e também por votação no Twitter. O emoji da seringa, muito associado à vacinação contra o coronavírus, foi eleito o mais representativo de 2021.

8. Os emojis mais usados

O emoji mais utilizado em todo o mundo é a carinha chorando de rir (😂), seguida pela carinha chorando copiosamente (😭) e a carinha de súplica (🥺). Na lista também aparecem o coração vermelho, polegar para cima e rosto pensante. De acordo com a Emojipedia, ao menos metade dos comentários do Instagram incluem um emoji. No Twitter, um em cada cinco tuítes também são acompanhados das figurinhas.

*Andrea Santana é professora de redação do Ensino Médio do Colégio Marista Pio XII

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O fortalecimento dos business influencers

Conteúdo e influência digital apontam para o fortalecimento dos business influencers

Estudos de tendências, como o feito pela plataforma Influencer Marketing Hub, e pesquisas, como a realizada pela agência Gombo, apontam que os influenciadores especialistas em nichos restritos ganharão cada vez mais atenção dos internautas e espaço nas marcas alinhadas em uma mesma vertical

Recentemente, a Gombo – primeira agência brasileira especializada em influência, engajamento e projetos especiais para business influencers no LinkedIn – divulgou os resultados de um estudo inédito que realizou, a “Pesquisa de Comportamento do Usuário do LinkedIn”, feita em parceria com a Lumen Academy. Assim como mostram plataformas internacionais que antecipam tendências do setor, os influenciadores especialistas estão cada vez mais na mira dos investimentos em publicidade das marcas.

“A Gombo já nasceu com essa percepção de transformação do setor e, por isso, decidimos priorizar nossas atividades em projetos com business influencers. O que percebemos é que, antes, esse perfil era um grupo mais presente no LinkedIn, pelo próprio perfil da rede. No entanto, o fenômeno tem chegado rápido a outras plataformas e influenciadores que queiram manter sua relevância precisam estar atentos a isso”, conta Dimitri Vieira, Diretor de Conteúdo e cofundador da Gombo.

Uma publicação da plataforma Influencer Marketing Hub comprova que a Gombo acertou em cheio ao definir seu modelo de negócio, que figura na lista de 16 tendências para o futuro do marketing de influência. Segundo esse texto, a transformação rápida de comportamento das marcas no ambiente digital é um pouco do reflexo da pandemia, quando influenciadores tiveram que aprender na marra a reverberar os conteúdos aos consumidores que estavam em isolamento dentro de casa. E na lista do Influencer Marketing Hub do que deve ser observado de perto estão os business influencers.

“É como se um novo padrão de comportamento estivesse sendo moldado, ainda que de forma tímida, dando um novo direcionamento para o futuro da influência. Na nossa visão, e na era da Creator Economy, influência vazia não terá lugar na sociedade. É preciso ir além da influência e parece que muita gente entendeu e tem se reposicionado nesse sentido”, conta Erih Carneiro, COO e confundador da Gombo.

O que é um business influencer?

A categoria de business influencer ainda é algo novo, não apenas no Brasil, mas mundialmente. Afinal, a internet sempre foi mais receptiva aos generalistas que compartilhavam conteúdos sobre o seu estilo de vida e navegando por diversas áreas.

Uma imagem que costumamos ter de um influenciador é uma pessoa que engaja sua audiência contando sobre sua visita a um novo restaurante, uma viagem, destaca ou cria tendências de moda ao se vestir e recomenda séries nas plataformas de streaming, por exemplo.

Um business influencer traz uma visão mais orientada para negócios em seu posicionamento. Essa categoria de influenciadores é altamente especializada em uma área, a ponto de eles serem vistos como autoridades, por conta de seu alto nível de conhecimento. Também mantêm um portfólio de produtos e serviços que atendem empresas, facilitando a realização de negócios com pessoas (B2C), marcas (B2B) e fazendo com que não sejam dependentes de publiposts para monetizar. É exatamente como costuma ocorrer com influenciadores no LinkedIn.

E quem tem começado com esse perfil cresce rapidamente. Um exemplo disso é Dalva Corrêa, que entrou no LinkedIn apenas em 2019 compartilhando conteúdos de comunicação verbal e escrita com foco na língua portuguesa e não imaginava que esse tipo de conteúdo pudesse reverberar tanto. Atualmente, ela é LinkedIn Top Voice, uma referência para muitas pessoas na rede e atua como business influencer nas três frentes: B2C, B2B e publiposts.

Ela se apresenta como “uma professora de língua portuguesa que decidiu encorajar as pessoas a escreverem e mostrar que é possível aprender regras gramaticais de forma simples, leve e direta, sem nomenclaturas rebuscadas”.

“O LinkedIn é uma das redes onde mais nasceram os business influencers, pois é uma plataforma que sempre estimulou o compartilhamento de conhecimento especializado e, por isso, é lá onde estão os projetos que buscam esse público que é mais fiel, engajado e segmentado”, diz Erih Carneiro.

Fonte: vetor.am – Everaldo Fioravante