Brasil está entre os que mais teve crescimento de e-commerce

Brasil é o 6º lugar no ranking do crescimento do comércio eletrônico de varejo

Tendo em mente que rapidez e praticidade podem ser facilmente considerados sinônimos de “vendas pela internet” e que cada vez mais consumidores se sentem atraídos e seguros para realizar compras enquanto conectados e com apenas um clique, o Cuponation, plataforma de descontos online, compilou dados atuais e as expectativas sobre o mundo do comércio eletrônico no Brasil e no mundo.

O Statista realizou recentemente um levantamento mundial sobre a previsão de vendas de varejo no comércio eletrônico entre 2020 e 2024. Feita com base na taxa de crescimento anual composta desse segmento, a pesquisa aponta que o Brasil ocupará a 6ª posição do ranking, com expectativa de 9.1% de desenvolvimento do comércio eletrônico de varejo.

Apesar de boa, a informação não surpreende: a ABComm divulgou em março deste ano que o Brasil teve um aumento médio de 400% mensal no número de lojas que abriram o comércio eletrônico devido à pandemia do Coronavírus, passando de 10 mil aberturas mensais para 50 mil. A estimativa é de que este dado exponencial apenas cresça nos próximos meses, com ou sem o isolamento social.

Não relacionando este fato somente ao momento atual do mundo e à percepção de economias no geral ao escolher a opção de vender online, o varejista consegue intensificar seu marketing e sua propaganda para chegar à mais consumidores. Oferecer cupons de descontos – que podem ser encontrados em sites como o Cuponation, por exemplo – é um dos melhores métodos. Afinal, apesar do desconto na compra, o varejista compensa com um número ainda maior de vendas.

Dentre as nações apresentadas no estudo do Statista, Turquia e Argentina são os países que estão em primeiro e segundo lugares na lista do aumento do comércio eletrônico no varejo, com uma taxa de 20,2% e 16,3%, respectivamente. O Reino Unido aparece em último lugar, com apenas 4,7% de projeção. Confira a pesquisa complea no infográfico interativo do Cuponation.

Fonte: Giovanna Rebelatto – Comuniquese

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WhatsApp cresce 900%

Número de usuários mensais do WhatsApp cresceu 900% nos últimos 7 anos

Manter-se em contato constante com as redes de amizades e de apoio é da vontade de todos, principalmente com a ajuda da tecnologia. Sabendo que o WhatsApp garante tal relação com apenas um clique, o Cuponation, plataforma de descontos online e integrante da alemã Global Savings Group, reuniu informações sobre a mídia social no mundo e também indica o por quê de este ser um dos aplicativos mais usado pelos brasileiros.

Recentemente a plataforma Statista divulgou uma pesquisa realizada entre 2013 e 2020 na qual registra, em milhões, o número de usuários ativos mensalmente no WhatsApp em todo o mundo. Os dados apontam que, desde março deste ano, cerca de dois milhões de indivíduos estão conectados o mês inteiro no App.

Analisando os pulos de crescimento desses números, o Cuponation observou que entre o começo e o fim do estudo o WhatsApp conquistou por volta de 900% de novos usuários mensais, já que em abril de 2013 havia em média 200 milhões de pessoas apenas.

Comparando a informação de 2020 com o penúltimo dado levantado na pesquisa lá em dezembro de 2017, a diferença é menos gritante, mas ainda assim significante: houve um aumento de 98,67% de usuários. Veja a pesquisa completa no infográfico interativo do Cuponation.

Anteriormente, a plataforma de estatísticas já havia produzidos outros dois levantamentos sobre a penetração global de uso ativo das principais redes e as mídias sociais mais populares do mundo, ambas em 2020.

Com semelhanças, nos dois estudos o WhatsApp garantiu o terceiro lugar, ficando atrás do Facebook e do Youtube. Enquanto no primeiro levantamento o assunto penetração mundial do uso regular do aplicativo foi de 48% (ou seja, quase metade do mundo), a segunda proposta aponta que o app conseguiu se posicionar em tal colocação justamente por causa dos dois milhões de usuários ativos que vem mantendo nas últimas semanas.

No Brasil, nem há a necessidade de qualquer comprovação: o Whatsapp é uma das “redes sociais” mais utilizadas pela população. Não porque é possível enviar isso ou aquilo, mas por que é fornecido de forma gratuita no país, já que o sistema de SMS e ligações é pago – ao contrário dos Estados Unidos, por exemplo, em que este sistema é 100% de graça, o que torna o aplicativo quase desconhecido pelos norte americanos.

Fonte: Comuniquese – Giovanna Rebelatto

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Pesquisa Cuponation aponta crescimento do Instagram

Instagram cresce 57% como plataforma de vendas nos últimos meses

Compartilhar fotos e funcionar como plataforma de vendas online: não é de hoje que as redes sociais deixaram de ser somente uma fonte de entretenimento. Sabendo que o crescimento exponencial dos e-commerces nas mídias sociais é um fato, o Cuponation, plataforma de descontos online, compilou dados tanto sobre o aumento das redes quanto do uso dessas plataformas como ponto de vendas nos últimos meses.

Nas últimas quatro semanas, a taxa de penetração mundial nas redes sociais diariamente foi por volta de 3.81 bilhões de pessoas – ou seja, mais de 50% das pessoas em todo o globo estavam conectadas – , de acordo com a pesquisa do Statista, sistema internacional.

Além disso, segundo o levantamento recente do Centro Regional de Estudos do Brasil, atualmente 78% das empresas brasileiras, sejam elas de porte grande ou pequeno, estão presentes em pelo menos uma mídia social e acreditam que as mídias online podem influenciar parcerias e acarretar um aumento de vendas.

Nesta porcentagem , 57% estão conectadas apenas e exclusivamente para realizar vendas online – o que representa um aumento significativo de investimento dos comerciantes em plataformas digitais no geral. Vale mencionar que em 2017 somente 42% das companhias brasileiras possuíam sites, e no segundo semestre de 2019 este dado totalizava 54%.

Conforme dados da consultoria Kantar, o Instagram, o Facebook e o Whatsapp cresceram em média 40% no Brasil desde a segunda quinzena de março deste ano. Dentre estes, o Instagram lidera em relação a vendas e compras via internet. Confira a pesquisa completa no infográfico interativo do Cuponation.

Em conjunto, o Ipos divulgou um estudo no ano passado em que registrava que 85% dos entrevistados acreditavam no Instagram como meio para a descoberta de novos produtos, enquanto 83% das pessoas disseram que já haviam tomado a decisão de comprar de fato um item vendido por um e-commerce que possui perfil na rede social.

Deste modo, está claro como os e-commerces podem e devem criar suas próprias oportunidades pensando fora da caixinha. As redes sociais estão cada vez mais próximas de todos os públicos e de forma direta e gratuita, basta saber usar para garantir o uso destas como plataformas de vendas.

Fonte: Giovanna Rebelatto

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O crescimento dos marketplaces no Brasil

Estudo aponta tendência de crescimento dos marketplaces online brasileiros

Apesar da liderança do Mercado Livre e B2W, mercado brasileiro apresenta grande fragmentação do setor, com destaque para o investimento feito pela Amazon no Brasil. Resultado indica forte tendência ao crescimento do setor nos próximos cinco anos

Gabriel Lima, CEO da Enext: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos”

Nos últimos anos o mercado de comércio eletrônico tem sido impulsionado pelos marketplaces, lojas virtuais que fazem a intermediação da compra entre o consumidor e o vendedor. Este modelo de intermediação de vendas online tem ajudado o mercado de e-commerce a manter os altos índices de crescimento, e para entender o comportamento da indústria no setor, a Enext, empresa focada em soluções para negócios digitais, realizou a 1º edição do estudo “O comportamento da Indústria nos Marketplaces Online Brasileiros”. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de janeiro de 2020.

O segmento de moda, esportes e acessórios teve a maior representatividade, com 23% das respostas, seguido pelo setor de serviços (que contempla serviços financeiros, viagens, entre outros ) com 18%. Em terceiro lugar, com 15%, houve um empate entre os setores de alimentos & bebidas e eletroeletrônicos & telefonia. Também tiveram relevância no estudo as empresas das áreas de beleza & saúde, com 10% das respostas, e materiais de construção, com 5% dos respondentes. Outros setores que apareceram na pesquisa foram os de móveis & acessórios, automotivo, químico, livros e brinquedos.

Quando perguntadas sobre quais marketplaces costumam utilizar para a venda de seus produtos, o Mercado Livre e a B2W apareceram como os principais players, com 68% e 60% das respostas, respectivamente. Nomes de grande relevância no mercado, como Magazine Luiza, Via Varejo e Amazon, apareceram logo em seguida, todos com 44% das respostas. De acordo com Gabriel Lima, CEO da Enext, estes números mostram a grande fragmentação do setor no mercado nacional, pois as empresas acabam comercializando através de diversos marketplaces, diferente do que ocorre em mercados mais desenvolvidos como os Estados Unidos e a China, onde a Amazon e Alibaba detêm quase que a totalidade do mercado, respectivamente: “No entanto, podemos perceber o resultado do investimento que a Amazon tem feito no Brasil, pois em pouco tempo conseguiu uma grande relevância e já tem o trafego de seu website superior a grandes varejistas”, afirma.

Ao analisar o estudo, Gabriel destaca ainda que há muito espaço para as empresas comercializarem seus produtos por meio destas plataformas, pois quando perguntadas se atualmente estão vendendo seus produtos em marketplaces, 45% afirmaram que ainda não utilizam o canal online para vendas: “Este número pode ser considerado bastante elevado, visto que a presença online das categorias e dos segmentos analisados já possuem vendas online quase em sua totalidade”, avalia.

Ao buscar entender os motivos pelos quais as empresas ainda não comercializam por meio de marketplaces, 38,9% afirmaram não ter conhecimento ou recursos disponíveis. Já as questões de ser irrelevante para o mercado, assim como o problema de conflito de canal, aparecem em segundo lugar, com 1/3 dos motivos pelos quais não são feitas vendas, deixando o quesito margem de vendas em último lugar, com pouco mais de 20% das respostas.

Apesar de ver os marketplaces como concorrentes, empresas reconhecem a importância dos players para os seus negócios

A maior parte das empresas que vendem por meio de marketplace preferem fazer de forma direta. 87% responderam que elas mesmas vendem e operam o relacionamento com o cliente: “Essa prática é feita pela maioria tanto para capturar as margens dos intermediários, eliminando os processos de distribuição, quanto para ter um relacionamento mais próximo com o seu consumidor, buscando entender o seu comportamento com uma quantidade e qualidade maior de informações e atendê-los com melhor nível de qualidade de acordo com as características de sua marca e posicionamento”, ressalta Gabriel.

Com relação à competição, 72,5% das empresas entendem que há uma concorrência entre os mesmos produtos por parte de elos diferentes da cadeia dentro de um mesmo marketplace, mas 80% delas acreditam que o canal se tornará um modelo relevante de negócios nos próximos cinco anos, sendo que mais da metade acredita que mais de 25% das buscas acontecerão por meio desse canal, enquanto mais de 1/3 acredita que 40% ou mais das buscas virão dos marketplaces: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos Marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos, assim como a relevância e importância do negócio”, avalia Gabriel, ao afirmar que o estudo realizado pela Enext mostra que o Marketplace, efetivamente, já é uma realidade para as empresas, mas que existe uma oportunidade latente: “Muitos players não estão comercializando seus produtos no canal, e os que estão ainda têm um grande desafio para potencializar a adoção”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Motim.cc – Bruno Lino

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Consumidor está otimista para as compras de Natal

Pesquisa ACI/Unitau revela que consumidor deve gastar acima de R$ 400 nas compras de Natal deste ano em São José dos Campos

Uma boa notícia para o comércio de São José dos Campos: o consumidor da cidade está otimista com as compras de Natal.

Isso é o que revela a mais recente pesquisa sobre tendências do consumo feita pela Associação Comercial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Para compor o levantamento foram ouvidas 394 pessoas entre os dias 25 e 29 de novembro em pontos estratégicos do comércio da cidade: Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e nos shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. A margem de erro da pesquisa ACI/Unitau é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os números do levantamento são positivos: 65% dos consumidores vão às compras de Natal este ano, acima do patamar inicial de 2018 (60%).

Para o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra, esse otimismo já está sendo sentido pelo comércio. “Os consumidores anteciparam as compras de Natal este ano. As lojas já estão abertas até mais tarde desde o final de novembro, o que nos leva a crer que este será o melhor Natal para o comércio de São José dos Campos desde 2012. Em 2018 tivemos um crescimento de 7% a 8% sobre o ano anterior e, em 2019, o crescimento deve bater a casa dos 10%”, disse.

De forma resumida e por tópicos, a pesquisa ACI/Unitau revela:

13o. salário
25,9% dos consumidores disseram que vão usar o 13o. salário para compras de Natal. Outros 27,1% vão colocar o dinheiro na Poupança e 26,9% devem utilizar o 13o para saldar dívidas.

Número de presentes
43% dos consumidores disseram que vão comprar de dois a três presentes neste Natal. Outros 11,7% devem comprar até quatro presentes.

Valores
41% dos consumidores devem gastar acima de R$ 400 nas compras de Natal. Outros 19,5% devem gastar de R$ 201 a R$ 300, seguidos de 16,3% que planejam gastar de R$ 101 a R$ 200.

Tipo de presente
44,9% dos consumidores planejam comorar roupas de presente de Natal. Brinquedos (22,9%) e calçados (19,8%) também foram citados com destaque.

Formas de pagamento
76,1% dos consumidores disseram que vão pagar à vista suas compras de Natal. Do total geral, 48% planejam pagar em dinheiro e 26,6% vão usar cartão de débito.

Física vs. virtual
82,9% dos consumidores pesquisados disseram que preferem fazer suas compras em lojas físicas. Desse universo, 36,7% disseram que gostam de ver o produto a ser comprado, 16,4% optam pela segurança na compra, 12,6% afirmaram ter mais segurança em relação à troca do produto e 12% querem ter o prazer de ir às lojas e comprar. No universo de consumidores que preferem lojas virtuais, 40,3% buscam preços menores e 31,9% optam por evitar filas.

Atenção
66,4% do público pesquisado disseram pesquisar preços antes da compra.

O que atrai
31,2% dos consumidores afirmaram que preço é o mais determinante na hora da compra. Outros 27,4% disseram que bom atendimento é fator principal e 21,8% citaram qualidade do produto como essencial.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

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Shopping atraiu novas operações

Pátio Pinda registra aumento de lojas com 26 novas operações

Centro de compras amplia o mix de serviços com inaugurações como a unidade comercial e administrativa da Unimed e a Kalunga, maior rede de papelaria do Brasil

O setor de shopping center no Brasil vem registrando bons números nos anos recentes. Pesquisa divulgada pelo Ibope em 2018 mostra que a vacância de lojas nos centros de compras apresentou redução nos últimos três anos: de 50% nos shoppings consolidados – inaugurados até 2012 –, e de 11% em empreendimentos mais recentes, inaugurados nos últimos cinco anos.

Com as portas abertas desde novembro de 2013, o Shopping Pátio Pinda entra na estatística de malls com números positivos de novas operações. De 2018 até o fechamento do primeiro semestre de 2019, o centro de compras registra 26 novas operações – todas em funcionamento – nos mais variados segmentos, como gastronomia, vestuário, acessórios, brinquedos, lazer, turismo, joias e serviços médicos. Entre as novas operações estão: Unimed, Laboratório Oswaldo Cruz, Espaço Laser, CVC, Chocolate Ink Tattoo, Montana Grill, Baunilha, Choperia do Pereira, Kalunga, Lojas Americanas Express, Miroa, Catylaine Jeans, Invenção Modas, Kid Stok, Ludoka, Jian Presentes e Vivacy, entre outras.

Crescimento em meio aos desafios da economia

“Nós acompanhamos com atenção o cenário econômico do País e da região, além de buscar estar em linha com as tendências positivas do mercado de shoppings centers, fazendo assim os ajustes necessários”, destaca novo gerente geral do Shopping Pátio Pinda, Mauro Fontes. “Investimos no mix de serviços, mas sem perder a essência do lazer e das melhores opções em compras.”

De janeiro de 2018 a junho de 2019, o Pátio Pinda registrou um aumento de fluxo médio de pessoas e veículos em 23%, com destaque em algumas datas especiais. Em outubro, no Dia das Crianças, o fluxo aumentou 32% em relação ao mesmo período ano anterior. Neste ano, no período de Dia das Mães e dos Namorados, o centro de compras registrou um aumento de fluxo de 29% na comparação com a época do ano passado.

Fonte: Communicare – Giovanni Romão – jornalista

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Otimismo do consumidor

Consumidor acha que economia do Brasil melhorou em 2019

Pesquisa ACI/Unitau revela que joseense está otimista com a economia do país e que espera 2019 melhor que 2018; desemprego é maior problema

A maioria dos cidadãos de São José dos Campos acha que a economia do Brasil melhorou em 2019.

Isso é o que mostra pesquisa feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento ouviu 382 pessoas entre os dias 23 e 26 de abril, em locais de grande circulação da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Vale Sul e Colinas. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

À pergunta feita pela ACI/Unitau se a economia do país melhorou em 2019, 54,6% dos entrevistados disseram que sim, contra 26,8% que disseram não e 18,6% que não souberam responder.

Não é só. Outras duas questões servem para corroborar essa tendência de otimismo.

Primeira: perguntados como se declaram em relação à economia em 2019, 48,5% dos entrevistados se declararam otimistas e 29% declararam ter um otimismo moderado (somadas, as taxas de otimismo somam 77,5%), contra 13,7% que afirmaram não ter expectativa, 5,5% que disseram estar pessimistas e 0,7% declararam um pessimismo moderado (taxas de péssimos, somadas, de 6,2%).

Segunda: perguntados como esperam o comportamento da economia em 2019 frente ao desempenho de 2018, 66,1% esperam um desempenho melhor, 19,2% acreditam em um desempenho igual e 7,8% aguardam um desempenho pior.

“Esse cenário, somadas as diversas respostas, mostra uma expectativa positiva do joseense em relação à economia do país em 2019. Isso tem se refletido nas vendas do comércio, que estão crescentes, como mostrou o movimento deste Dia das Mães, que atingiu uma alta de 5% a 6% sobre 2018” – disse o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra.

Maior problema

A pesquisa ACI/Unitau perguntou ao cidadão de São José dos Campos qual o principal problema da economia do país. Para 63,8% dos entrevistados, o principal problema é o desemprego, seguido por falta de ações do governo (8,8%), taxa de juros (7,5%), inflação (6,5%) e falta de investimentos públicos (5,2%).

Bolsonaro

O levantamento mediu ainda a aprovação do governo Jair Bolsonaro, pedindo que o cidadão de São José dos Campos desse uma nota de zero a 10 à administração federal. A nota que teve o maior número de citações foi 5, atribuída por 20,2% dos entrevistados, seguida pelas notas 4 (18,2%) e 6 (15,6%). As notas de zero a 4 somam 48,8% das respostas. As notas de 6 a 10 somam 30,9%.

Nesta terça-feira, a Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos irá disponibilizar dados da pesquisa realizada em parceria com a Unitau, que aponta a opinião dos moradores de São José dos Campos sobre as mudanças na economia durante o governo do presidente Bolsonaro.

Fonte: Matéria Consultoria e Mídia – Nathália Barcelos

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Comércio tem saldo positivo nas vendas de Natal

As vendas de Natal em 2018 superam a expectativa doo empresários do comércio de São José dos Campos

Isso é o que aponta a nova pesquisa da Associação Comercial e Industrial em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Informação). O levantamento foi feito entre 9 a 11 de janeiro e ouviu 249 empresários, em locais estratégicos: Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e shoppings Center Vale, Vale Sul e Colinas.

Segundo o levantamento, 50,8% dos empresários acredita que as vendas de 2018 superaram o patamar de 2017. E para 73,6% dos entrevistados, o patamar de vendas foi classificado como bom ou excelente. A pesquisa corrobora levantamento parcial realizado pela ACI logo após o Natal, que apontava um aumento de 7% nas vendas de dezembro com relação ao mesmo período de 2017. Esse é o segundo ano consecutivo de alta nas vendas de Natal no comércio de São José dos Campos. Em 2017, o aumento nas vendas foi de 5%.

A nova pesquisa ACI/Unitau mostra ainda que 53% dos consumidores optaram por comprar dois presentes de Natal e 23,2%, três presentes. Pelo levantamento, o valor do tíquete médio foi de até R$ 150 pata 48% dos entrevistados.

Para o presidente da ACI, Humberto Dutra, os dados mostram a movimentação da economia pós-mudança de cenário político do Brasil. “A população está mais confiante, acredita que o panorama da nossa economia vai mudar ao longo de 2019”, afirmou Dutra.

Cartão

Com relação a forma de pagamento registrada pelos empresários, a maioria dos consumidores optou por cartão de crédito (78,5%), contra 21,1% pagando em dinheiro ou cartão de débito. Não foi registrado pagamento em cheque.

Fonte: Matéria Consultoria e Mídia – Nathália Barcelos

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Shopping completa 21 anos

Colinas Shopping, em São José dos Campos (SP), completa 21 anos de olho no futuro

Gestão de um dos mais tradicionais centros de compras da região prioriza a experiência e o relacionamento, focando no novo perfil do consumidor

O Colinas Shopping, em São José dos Campos (SP), completa neste mês 21 anos de atividades, comemorando os bons resultados e mirando melhorias para cativar um novo perfil de cliente, cada vez mais exigente e interessado em experiências enriquecedoras.

Na era do streaming, com produtos e serviços digitais cada vez mais presentes na vida das pessoas, o foco é oferecer um entretenimento significativo, que resgate as relações interpessoais. “Também é importante ressaltar os valores da marca e atender às demandas reais do cliente”, ressalta o CEO do Grupo Colinas, Emerson Marietto.

Consolidado como um dos principais centros de compras do Vale do Paraíba, o Colinas Shopping fechou 2017 com 26 novas operações, mesmo com a economia do país ainda fragilizada. Os números positivos se devem, segundo o CEO, a um olhar voltado ao novo perfil de consumidor brasileiro.

“Enfrentamos uma mudança de comportamento do consumidor, que está relacionado não só à redução no poder de compra, mas também às novas opções de consumo como e-commerces e entretenimento on-line, entre outros. E são esses obstáculos que vencemos diariamente ao oferecer novas operações, produtos e serviços diferenciados, além da modernização de nossas estruturas”, afirma Marietto.

Emerson Marietto, CEO do Grupo Colinas

Com esse olhar voltado ao novo perfil do consumidor brasileiro, o shopping fez uma aposta inédita: inovar em eventos e feiras que levassem uma nova experiência ao público.

“As feiras, que em 2017 foram um experimento, se consolidaram e têm importante papel em 2018, já que as pessoas estão buscando mais qualidade de vida, estão olhando para o local. Sentimos que as pessoas querem que as empresas, assim como o Colinas Shopping, tenham um papel importante na vida delas não só por meio das compras, mas por meio de experiências”, diz.

Neste ano, o shopping investiu em eventos inovadores, como o bate-papo “Questões Femininas e Feministas”, que contou com a participação da atriz e cantora Clarice Falcão e da escritora Ruth Manus; a Cidade Portinho, projeto de educação para o trânsito; a iniciativa de doação de obras literárias “A Livraria”; e o Vegan Day, além de atrações especiais nas férias escolares, Carnaval e Páscoa.

Crescimento

Recentemente, o shopping concretizou importantes realizações comerciais, com destaque nacional. Um dos exemplos foi a inauguração da Thule Store Colinas, a primeira loja conceito da marca sueca nas Américas. A Thule é líder mundial em soluções de transporte de bagagens, equipamentos e itens esportivos.

Ampliando seu mix de lojas e promovendo entretenimento – até maio, foram 15 eventos –, o Colinas consolida seu investimento em um espaço mixed-use.

Entretenimento e lazer também conquistaram mais espaço. Além do Teatro Colinas, o mall teve a reinauguração da livraria Maxsigma – que ocupa uma área de 1.000 metros quadrados com área kids e cafeteria, entre outras seções – e lançou o Espaço Cultural do Colinas, “um espaço de convivência e de cultura para a cidade”, explica Marietto.

O hotel Golden Tulip São José dos Campos, que faz parte do complexo Colinas Shopping desde 2015, recebeu a certificação de excelência ao lado de apenas outros nove hotéis do Brasil e foi líder em qualificação de diversos portais de hotelaria.

“Estamos completando 21 anos de atuação buscando resgatar nossa essência. O objetivo é a consagração como um centro de entretenimento, com a realização de importantes eventos, implantar melhorias contínuas e zerar nossa vacância”, destaca o CEO do Grupo Colinas.

Fonte: Cabana – Suzane Rodriguez

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Retomada da economia faz com que número de Agências de Publicidade cresça no país

Estado de São Paulo abriu 344 agências de Publicidade somente em 2017, seguido pelo Paraná com 87

Investir no mercado brasileiro em 2017 parece que voltou a ser uma boa ideia, e não por acaso é que esse crescimento faz com que a demanda por marketing e propaganda gere um aumento das agências de publicidade no país.

Em seu mais novo levantamento de dados acerca do mercado brasileiro, o Empresômetro, empresa que trabalha com inteligência de negócios, identificou que, somente no ano de 2017, foram abertas mais de mil novas agências de publicidade no país, representando um aumento de 8,7% em relação ao ano anterior, segundo a Receita Federal do Brasil.

No total, em 2017, foram 1.047 novas agências, todas elas estão em atividade, conforme medição realizada pelo Empresômetro através do Índice de Atividade Empresarial dos últimos 12 meses, isto é, são empresas novas que estão realmente em funcionamento, gerando novos negócios e alimentando o ciclo econômico. Para se ter uma ideia, em 2015 foram abertas 1.024 agências, das quais 793 estão em atividade. O índice é estabelecido verificando a emissão de notas e pagamento de tributos através de prospecção de dados públicos e análise desses dados para confirmar se uma empresa é ativa.

Somente o Estado de São Paulo foi responsável por 344 novos negócios no setor, seguido pelo Paraná com 87, Rio de Janeiro 78 e Minas Gerais 75. “O que é possível perceber através do levantamento desses dados é o que porte desses empreendimentos ficaram, em sua maior parte, como pequenas empresas, não havendo volume expressivo de empreendedores individuais, somente dois em 2017”, diz o diretor do Empresômetro, Otávio Amaral.

O que diz o mercado

Corroborando esses dados, a última Visão de Ambiente de Negócios em Agências de Propaganda (VAN PRO), índice criado pela Fenapro – Federação Nacional das Agências de Propaganda para avaliar o setor e suas expectativas ao longo do ano, identificou uma melhora significativa nos negócios.

O ano de 2017 foi visto como o ano em que Serviços, Comércio e Indústria geraram as melhores perspectivas, fazendo com que as agências consultadas pela Fenapro vislumbrem um 2018 melhor que os anos anteriores. “Os resultados da pesquisa VAN PRO no terceiro trimestre refletem a melhora de humor do mercado, como um todo, gerando esperança de um fim de ano mais positivo para as agências e um 2018 bem melhor que o biênio 2016/ 2017”, afirma o presidente da Fenapro, Glaucio Binder.

Muito desse cenário se dá pela rendição da mídia tradicional à integração com o digital, novas ferramentas possibilitando a métrica do online como já feito nas mídias “físicas” e isso norteará o mercado publicitário, com novas possibilidade para novos empreendedores que demonstrarem conhecimento e dinamismo na missão de oferecer o serviço de publicidade nesse ano recém-iniciado.

“A expectativa é que, com os eventos que ocorrerão em 2018, entre Copa do Mundo, eleições, entre outros, além do aperfeiçoamento das mídias digitais, da métrica online e da publicidade focada, o crescimento nesse setor continue”, conclui Amaral.

Fonte: Descomplica Agência de Mídias – Janaína Fogaça

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