“Cases” do mercado

Grupo Boticário revoluciona e-commerce com IA inspirada em uma consultora de beleza que cria rotinas, recomendações personalizadas e ainda ajuda a escolher presentes

Desenvolvida com a infraestrutura da Amazon Web Services (AWS), a assistente virtual recomenda do melhor skincare ao presente ideal e replica o atendimento das lojas físicas da marca O Boticário, oferecendo uma experiência natural, envolvente e verdadeiramente personalizada aos consumidores. Somente no primeiro mês de implementação, a assistente apresentou um aumento de 46% em conversão de vendas

O Grupo Boticário anuncia o lançamento da sua primeira assistente de inteligência artificial (IA) para e-commerce via aplicativo, que promove uma evolução na experiência de compra online dos consumidores da companhia. Projeto com o uso da tecnologia Amazon Bedrock Agents, da AWS, conectada ao e-commerce, busca resolver um dos maiores desafios do comércio digital: a personalização e a conexão humana na experiência de compra do consumidor, oferecendo ainda mais conveniência.

Imagine entrar no aplicativo de uma marca e, em vez de navegar por menus e filtros ou, até mesmo, usar a busca tradicional, ter uma conversa fluida e natural com uma especialista que ajuda a encontrar o produto perfeito. Essa é a proposta da assistente virtual, que se diferencia dos chatbots tradicionais por sua capacidade de interação 100% em linguagem natural, além da integração completa do portfólio de produtos, como se o consumidor estivesse interagindo com uma consultora de beleza. Com a capacidade de compreender mais profundamente os contextos dos clientes, a IA generativa vem se tornando uma ferramenta cada vez mais popular para auxiliar nas decisões de compra, na resolução de problemas cotidianos. Graças à sua capacidade de entender o contexto, ela oferece mais do que apenas recomendações de produtos. Por exemplo, a IA pode sugerir um creme para o corpo, explicar por que ele é ideal para um tipo de pele específica, como usá-lo e ainda montar uma rotina completa de cuidados. Isso proporciona uma experiência mais detalhada e personalizada ao consumidor.

A assistente, que inicialmente está disponível no app da marca de consumo O Boticário, foi treinada com base no modelo de atendimento proprietário do Grupo Boticário, para replicar a experiência acolhedora e especialista das lojas físicas no ambiente virtual, reforçando a visão omnicanal da empresa. Para tornar a experiência ainda mais pessoal, ela identifica o perfil, ajustando suas sugestões de acordo com esses dados, e é capaz de oferecer recomendações de produtos, consultar preços, verificar o status de pedidos e informar sobre o programa de fidelidade Beautybox, finalizando a jornada com a adição dos itens à sacola de compras.

A aposta em inovação utilizando inteligência artificial generativa se traduziu em resultados concretos para o Grupo Boticário: em seu primeiro mês de implementação, a assistente apresentou um aumento de 46% em conversão de vendas. Esse sucesso se reflete também no valor das transações, já que o ticket médio dos consumidores que usam a assistente virtual é 7,4% superior ao dos que não a utilizam. “O consumidor está mais exigente e busca experiências diferenciadas e únicas ao mesmo tempo. Atentos a essa necessidade, entendemos que era preciso ir além dos chatbots tradicionais para oferecer uma solução que não apenas simplificasse a descoberta de produtos, mas que também encantasse e fidelizasse”, explica Renato Pedigoni, CTO do Grupo Boticário. “A assistente de IA é uma importante alavanca comercial, mas seu lançamento vai além. Ela faz parte da jornada de aceleração da digitalização e inovação consolidada do Grupo, com mais de 60 projetos de IA proprietários que já impactam toda a cadeia de valor”, completa.

O próximo avanço já previsto para a ferramenta é a habilidade de conversar por áudio com a assistente virtual, ampliando ainda mais a acessibilidade e levando a experiência de compra a um novo nível de experiência do usuário, atendendo também uma característica do público consumidor brasileiro. A visão de longo prazo é transformar a assistente em uma consultora de beleza pessoal que acompanha o cliente em toda a sua jornada, da descoberta ao pós-venda.

Diferenciais, funcionalidades e futuro

A tecnologia por trás da assistente de IA utiliza a infraestrutura do Amazon Bedrock Agents, que permite criar assistentes de IA que podem entender solicitações de linguagem natural, e executar ações complexas. “Este é um exemplo claro de como a IA generativa pode ir além da eficiência operacional e realmente impactar a experiência do consumidor final. O assistente virtual é uma inovação que não apenas resolve um desafio de negócio, mas também encanta e fideliza o consumidor”, comenta Cleber Morais, diretor-geral da AWS no Brasil.

Integrada às APIs do e-commerce de O Boticário, a assistente opera com acesso a informações em tempo real sob sólidas medidas de segurança, precisão e integridade; garantindo a confidencialidade e a privacidade dos dados. Outro diferencial está em sua capacidade de ir além de um roteiro fixo. A assistente virtual foi desenvolvida para conectar pontos durante a conversa, funcionando como um modelo LLM (Large Language Model) integrado ao ecossistema de beleza do Grupo Boticário, permitindo a compreensão do contexto, a intenção e as nuances da interação, oferecendo recomendações e respostas muito mais ricas e assertivas do que os chatbots tradicionais, que geralmente seguem árvores de decisão.

“A nossa assistente de IA atua como uma verdadeira consultora de beleza pessoal. Ao entender o contexto da conversa com o cliente, ela consegue oferecer recomendações de produtos extremamente personalizadas, replicando a experiência de uma loja física diretamente no aplicativo. Essa abordagem elimina a necessidade de o consumidor navegar por menus complexos ou aplicar filtros, permitindo uma jornada de compra mais fluida e assertiva. Com a capacidade de sugerir itens que complementam a rotina de beleza do usuário, verificar o status de pedidos e até mesmo informar sobre o programa de fidelidade, a ferramenta se torna um guia essencial, simplificando a descoberta de produtos e garantindo que o cliente encontre exatamente o que precisa de forma rápida e eficiente”, reforça Pedigoni.

Fonte: Maquina Cohn Wolfe

Vaga para Gestor de Tráfego Pago Pleno

Imagem gerada pela IA do Canva

Modelo de Trabalho: Remoto / Prestador de Serviço

Agência de marketing digital com 5 anos de mercado, a Juice MKT, está em busca de um Gestor de Tráfego Pago Pleno parceiro, e proativo para integrar o seu time.

Responsabilidades

– Planejar, configurar e gerenciar campanhas de Meta Ads e Google Ads;
– Otimizar campanhas e acompanhar métricas de performance (CPC, CTR, CPL, ROAS, etc.);
– Criar estratégias para negócios locais, infoprodutos e lançamentos;
– Elaborar relatórios semanais e sugerir melhorias e otimizações desde alterações de público, criativo, até sugestões de mudanças na página do site;
– Configurar Pixel, API de Conversão e Tag Manager.
– Análise e Otimização de Dados.

Requisitos

– Experiência com tráfego pago (mín. 2 anos);
– Domínio de Meta Ads e Google Ads;
– Capacidade analítica e organização para gerenciar múltiplas contas;
– Conhecimento em funis de vendas e estratégias para negócios locais, infoprodutos e lançamentos
– Ser parceiro, respeitoso, proativo, analítico e estratégico no dia a dia.

Diferenciais

– Experiência com LinkedIn Ads ou TikTok Ads;
– Certificações Meta e/ou Google;
– Ser Subido PRO ou ter participado de outra mentoria de gestão de tráfego pago.

Se você se identifica com os pontos desta vaga e quer fazer parte do nosso time, preencha o formulário no link abaixo:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfzw0jo_3jvWEwzp8wlY66xOnDJGLwjJmclwBjV2ICdOG2v2A/viewform?pli=1

Coluna “Discutindo a relação…”

Marketing e Branding: muito mais amigos do que você imagina

Por Josué Brazil (com uma ajuda de IA)

Imagem gerada pela IA do Canva

Tem gente por aí que ainda insiste em colocar marketing e branding em lados opostos do ringue, como se fossem rivais históricos disputando quem tem mais razão. Mas a verdade é que eles jogam no mesmo time — e quando trabalham juntos, o resultado é muito mais potente.

Marketing é a engrenagem que movimenta o negócio, abre caminho, conecta, mede e ajusta. Já o branding é aquele fio condutor que dá sentido à jornada, define a identidade e garante que a marca não se perca no meio da correria diária. Se o marketing pensa em como chegar ao público, o branding responde à pergunta: por que o público deveria se importar com você?

O problema é que, nos últimos anos, o marketing ficou “encurtado” no imaginário de muita gente, reduzido quase que exclusivamente a métricas de performance: CAC, ROI, CTR, CPC, CPA, KPI (ufa!). A ideia de marketing, pra muita gente, passou a ser apenas a do marketing operacional, tático e de performance (muito em função do crescimento do chamado marketing digital). Claro, tudo isso é importante — ninguém aqui está demonizando relatórios ou dashboards. Mas marketing estratégico de verdade vai muito além de apertar botões e otimizar anúncios.

É aqui que o branding entra como parceiro indispensável. Ele é o responsável por dar consistência, por construir marcas que não apenas vendem, mas permanecem relevantes, desejadas e lembradas. Enquanto a performance olha para o clique de hoje, o branding trabalha para que exista alguém interessado em clicar amanhã.

O marketing estratégico olha para o longo prazo, preparara-se para o futuro e cria diferenciação sustentável. O marketing estratégico não é sobre campanhas isoladas, mas sobre posicionamento, consistência e geração de valor sustentável. E para tanto, o branding é peça fundamental.

Em resumo: marketing sem branding pode até dar resultados de curto prazo, mas é como correr uma maratona de fôlego curto. Branding sem marketing, por sua vez, corre o risco de ser só discurso bonito em PowerPoint. Juntos, eles garantem o equilíbrio entre o agora e o futuro, entre a necessidade de vender e o desejo de permanecer.

No fim das contas, o que chamamos de marketing estratégico nada mais é do que essa dança bem coreografada: performance sem perder de vista a essência, vendas sem abrir mão de valores, resultados que não sacrificam a história que a marca está construindo.

E, convenhamos, se o branding fosse apenas “antagônico” ao marketing, não haveria tanta marca que atravessa décadas, gerações e mudanças de mercado. A sobrevivência delas é a prova de que branding é — e sempre será — a alma de um marketing que pensa grande e pensa longe.