Molotov cria para a Digitau

Molotov cria “Tentáculos” para divulgar os serviços e diferenciais da Digitau

A Molotov Propaganda criou para a Digitau – Serviço Especializado em Comunicação Visual – uma arte inusitada para a adesivação do veículo da empresa. A ação compõe um dos serviços oferecidos pela agência aos seus clientes: uso de mídias alternativas e diferenciadas de alto impacto visual.

“Pensamos em criar algo que mostrasse o diferencial da Digitau: a qualidade da impressão e dos serviços. Então, tivemos o insight de usar tentáculos de um polvo para representar isso, passando a ideia de algo real, como se estivessem saindo do veículo. Um jeito criativo, divertido e diferente de interagir com o público.”, conta Fabiano Rossi, diretor de arte da Molotov Propaganda.

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Ficha técnica

Tipo: Envelopamento de frota

Título: Tentáculos

Criação: Fabiano Rossi, Breno Dias, Eduardo Spinelli e Fabiano César
Direção de criação: Fabiano César e Eduardo Spinelli

Agência: Molotov Propaganda

Cliente: Digitau

Direção de planejamento: Fernando Griskonis

Aprovação do cliente: Eliezer Lopes

País: Brasil

Veiculação: 18/05/15

Direto da Criação!

Cuidado! Você pode estragar uma ideia que vale ouro

Não é de hoje que vemos publicitários da área de criação reclamar de clientes que insistem em modificar dali, “melhorar” daqui  suas ideias. Também não é de hoje que vemos ideias sendo estragadas por esta prática.

A ideia do “eu estou pagando!” já se tornou obsoleta há muito tempo. Será que alguém dúvida ai?

Acredito imensamente no talento e no profissionalismo de muitos publicitários criativos e creio que cada imagem, cor e fonte escolhidas foram pensadas de maneira estratégica para melhorar não só a imagem, mas também as vendas dos seus clientes.

A insegurança pode ser um fator determinante para que o cliente queira modificar uma campanha ou até mesmo um layout, mas é também nosso dever, como publicitários assegurar que cada ação feita terá resultados. Afinal, é pra isto que escolhemos a publicidade! Nosso trabalho não é apenas desenhar, pintar, montar layout, tirar fotos, “photoshopar” pessoas e etc..

Temos plena consciência, e esperamos que você também, de que a publicidade não é um jogo de azar, mas sim o único meio possível para sua marca chegar não só a mente, mas também aos corações das pessoas. É por isto que um bom criativo não faz apenas layout e textos, mas também consegue mexer com a imaginação e as emoções das pessoas em cada trabalho que realiza.

Infelizmente, como em cada profissão, também existem aqueles “criativos” que pensam que criatividade pode ser algo automatizado, utilizando de ferramentas não muito criativas para acelerar o processo do job e mostrar eficiência. Mas sabemos que boas ideias são raras e aparecem em momentos inesperados. Assim, acredito que todo criativo que se preze tem uma listinha no celular de inúmeras ideias a serem, ou não, executadas.

Gosto de dizer que o criativo nada mais é do que um consultor de ideias inovadoras, ideias que aos poucos vão se revoltando diante das chatices do dia-a-dia e mostrando cada vez mais às empresas que a melhor linguagem para se falar com seu público é a junção da simplicidade com a criatividade.

 

Este artigo é uma contribuição esporádica de Amaro Monteiro

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Vaga para diretor de arte

Milkshow busca diretor de arte

A Milkshow é hoje umas das maiores do Brasil no segmento de Marketing Rural especializado em Pecuária Leiteira !

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Tem escritório em Pinda, mas trabalhamos viajando o Brasil todo. Porém para esta vaga a pessoa ficará na sede executando artes, Catálogos dos Animais, Revista, Vídeos entre outros.

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Coluna “Discutindo a relação…”

Era uma vez um mundo distante…

Josué coluna correto

Havia um reino muito, muito distante.

Neste reino a propaganda, por uma questão de pura magia, era perfeita.

Neste reino, as agências de propaganda tinham equipes grandes o suficiente para atender todos os seus clientes sem precisar virar noites trabalhando.Isso ocorria muito, muito raramente e em situações especiais. E quando acontecia ninguém se vangloriava de ficar trabalhando horas a fio.

Lá (no reino), os criativos não tinham egos super/mega/blaster inchados e, embora gostassem de ganhá-los, não viviam desesperados por prêmios. Como eram assim, não havia criativos egoístas/egocêntricos e o ambiente nos departamentos de criação era pra lá de legal.

Também não havia concorrências predatórias. Todos mantinham bons preços pelos serviços prestados e valorizavam seu mercado de atuação acima de tudo. Os clientes, por sua vez, entendiam suas agências e tinham departamentos de marketing bem estruturados e sabedores das coisas da comunicação.

Neste reino, não se pagava BV, nem havia bola ou comissão para escolha de fornecedores. Nem taxas embutidas e/ou escondidas nos preços dos fornecedores.

Os atendimentos eram bem preparados, escreviam briefings bem redigidos e completos e lideravam internamente os trabalhos com precisão e empatia. Havia planners inteligentes, com ótima capacidade analítica e estratégica. E os mídias tinham um arsenal de pesquisas e dados a sua disposição e faziam mídia estratégica e técnica, sem chutes.

Os estagiários e os jovens publicitários em começo de carreira recebiam gordas bolsas e ótimos salários. E tinham sempre um sênior acima deles lhes ensinando os caminhos das pedras.

Neste mesmo reino, as agências buscavam contratar pessoas com perfil bem delineado (as vagas eram bem definidas) e não pediam estagiários com experiência.

Por pura magia mesmo, neste reino os donos de agências eram amigos pra valer e defendiam o mercado como um todo. Faziam reuniões constantes, trocavam informações sobre fornecedores e veículos e organizavam frequentemente eventos em prol do crescimento do mercado publicitário.

Quando alguém tinha uma nova ideia ou iniciativa para promover a propaganda os demais elogiavam, apoiavam, participavam e até ajudavam.

A magia era tão forte e a propaganda tão perfeita que um publicitário jamais falou mal do outro pelas costas ou mandou indiretas pelas mídias sociais.

De tão, tão perfeito, este mundo da propaganda era até chato…E ficava muito, muito distante do Vale do Paraíba.