Vaga para redator(a) pleno

Vaga para Redator(a) Pleno ou Sênior

A OKRE é uma empresa de consultoria de marketing e comunicação para negócios B2B. Entregamos soluções em insights, como pesquisas qualitativas específicas para entender o comportamento da persona B2B. Implementamos e desenvolvemos projetos de Account-Based Marketing (ABM), além de conteúdos ricos personalizados, como estudos de caso, podcasts e eventos online.

Estamos com uma vaga aberta para REDATOR(A):

– Criar textos para peças digitais, como posts, emails, banners, landing pages e para anúncios em Google, Linkedin e Meta;
– Criar textos eventuais materiais ricos, como Blogposts e Estudos de Caso;
– Criar direcionamento para a equipe de criação sobre o visual das peças online e offline, como catálogos, folders, banners, convites e vídeos ou animações;

Pré-requisitos

– Ser “chato(a)” com texto: bom de português, ótima coesão e coerência, ortografia sempre revisada;
– Ter experiência com temas difíceis: atendemos empresas B2B de segmentos muito específicos, transformar assunto técnico em algo criativo vai ser desafio diário;
– Ter um bom storytelling;
– Ter boa comunicação e trabalho em equipe;
– Ter flexibilidade para aceitar pedidos de alteração: sempre vão acontecer;
– Ser uma pessoa proativa;
– Ter facilidade com roteiros de vídeo: marketing não vive só de texto, saber construir uma história em formatos diferentes é primordial;
– Entender de SEO;
– Gostar de contribuir com o planejamento macro: saber planejar conteúdo e ir além da produção para pensar a evolução da marca com o nosso time.

Buscamos ainda:

– Autogestão do tempo, pois trabalhamos de forma assíncrona;
– Diferencial: se souber arranhar o espanhol (portunhol não vale), já sai na frente!
– Diferencial: aprofundamento em Linkedin

– Contratação PJ
– Multibenefício Cartão Caju
– Trabalho remoto
– Daily diária por chamada de vídeo
– Reuniões sob demanda

Favor enviar portfólio e currículo para marianna@okrelab.com.br

Agência busca redator

Provoca busca redator

Requisitos necessários:

▪ Experiências em copy para redes sociais, campanhas, sites e materiais;

▪ Proficiência em Língua Portuguesa;

▪ Conhecimentos em Marketing Digital;

▪ Experiência em trabalho em equipe;

▪ Contrato PJ;

▪ Trabalho presencial em Taubaté

Se você ama criar textos envolventes, criativos e persuasivos, essa vaga é pra você!

Envie o seu CV vagas@agenciaprovoca.com.br

Inteligências Artificiais Generativas para pequenos negócios em Comunicação e Propaganda

Por Josué Brazil (com ajuda de uma IA Generativa)

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Pra começar a conversa…

Nos últimos anos, as Inteligências Artificiais Generativas (IAGs) têm revolucionado diversos setores, incluindo a comunicação e a propaganda. Para pequenos negócios, essas tecnologias oferecem oportunidades significativas de ampliação da produtividade e melhoria da qualidade das entregas, permitindo competir de forma mais eficaz com grandes empresas. A seguir, exploramos algumas das IAGs mais úteis para esses negócios e como elas podem ser implementadas para gerar valor.

Principais IAGs para Comunicação e Propaganda

1. Chatbots e Assistentes Virtuais
Exemplos: ChatGPT, IBM Watson Assistant.

Aplicações:

  • Atendimento ao Cliente: Respostas automáticas a perguntas frequentes, resolução de problemas simples e suporte 24/7.
  • Engajamento: Interação personalizada com clientes nas redes sociais e websites.

Benefícios:

  • Redução do tempo de resposta.
  • Aumento da satisfação do cliente.
  • Liberação de tempo para a equipe focar em tarefas mais complexas.

2. Geradores de Conteúdo
Exemplos: Copy.ai, Jasper, Writesonic.

Aplicações:

  • Criação de Texto Publicitário: Desenvolvimento de slogans, descrições de produtos e textos para campanhas.
  • Conteúdo para Blogs e Redes Sociais: Geração de posts e artigos otimizados para SEO.

Benefícios:

  • Aceleração do processo criativo.
  • Manutenção da consistência na qualidade do conteúdo.
  • Escalabilidade na produção de materiais de marketing.

3. Design Gráfico e Edição de Imagem
Exemplos: DALL-E, MidJourney, Adobe Firefly.

Aplicações:

  • Criação de Imagens: Geração de gráficos personalizados, ilustrações e imagens de campanha.
  • Edição e Melhoria de Imagens: Ajustes automáticos de qualidade e aplicação de filtros.

Benefícios:

  • Redução do tempo de criação de materiais visuais.
  • Acesso a designs de alta qualidade sem a necessidade de contratar designers externos.
  • Capacidade de personalizar imagens conforme a identidade visual da marca.

4. Análise de Dados e Insights
Exemplos: Tableau, Google Analytics com IA, Power BI com IA.

Aplicações:

  • Análise de Campanhas: Monitoramento e análise de performance de campanhas publicitárias.
  • Segmentação de Público: Identificação de padrões de comportamento e segmentação de audiência.

Benefícios:

  • Decisões baseadas em dados concretos.
  • Otimização de campanhas para melhor ROI.
  • Identificação rápida de oportunidades e problemas.

Como Implementar IAGs em Pequenos Negócios

  1. Identificação de Necessidades: Avaliar quais áreas do negócio podem se beneficiar mais com a automação e a inteligência artificial.
  2. Escolha das Ferramentas Adequadas: Selecionar as IAGs que melhor atendem às necessidades identificadas.
  3. Treinamento da Equipe: Garantir que a equipe esteja capacitada para utilizar as novas ferramentas.
  4. Monitoramento e Ajustes: Acompanhar o desempenho das IAGs implementadas e fazer ajustes conforme necessário.

Pra fechar a conversa…

As Inteligências Artificiais Generativas oferecem um potencial imenso para pequenos negócios em comunicação e propaganda. Ao adotar essas tecnologias, é possível não só aumentar a produtividade, mas também elevar a qualidade das entregas, proporcionando uma vantagem competitiva no mercado. A chave para o sucesso está na escolha correta das ferramentas, na integração eficaz dessas tecnologias no fluxo de trabalho diário e a criatividade humana.

OOH – uma história que aprendemos fora de casa

Por Rodrigo Kallas*

A publicidade out of home (OOH) é um verdadeiro sintoma dos nossos tempos, isto é, passa diariamente por transformações, de acordo com inovações tecnológicas que por ventura apareçam, um briefing de um cliente ou a peculiaridade de um público. Foi assim quando os outdoors sofreram restrições em São Paulo, em 2007, com a Lei da Cidade Limpa, e posteriormente com o advento dos painéis digitais nos espaços indoor.

O tempo é um fator determinante para nossa principal matéria-prima: a mídia veiculada em espaços de grande tráfego de pessoas, comunicando mensagens de grandes empresas, instituições e marcas. Muitas vezes, quando passamos por uma avenida e nos deparamos com abrigos de ônibus ou relógios de rua adornados com publicidade, pouco nos questionamos sobre o que há por trás: quantos profissionais envolvidos, o tempo de maturação até aquela peça estar em exibição, a importância desse segmento para a economia e para a zeladoria urbana e – mais do que tudo – não refletimos sobre o quão milenar é o OOH.

Existem, globalmente, marcos históricos que permeiam a nossa indústria, como a origem dos primeiros protótipos de outdoor nos Estados Unidos, em 1830, a formação da Outdoor Advertisement Association of America (OAAA), em 1890, e o boom de formatos no período pós-guerra, iniciado em 1945.

Trazendo o eixo para o nosso mercado, não poderia deixar de citar a criação da Associação Brasileira de Out of Home (ABOOH), em 2008, da qual sou orgulhosamente membro, e demais referências, como a já citada Lei da Cidade Limpa, sancionada pelo então prefeito, Gilberto Kassab, que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2007. A capital paulistana, cuja economia pujante é reconhecida em todo o mundo, deixou de ser a metrópole dos outdoors, tendo que se adaptar a uma nova legislação. E aqui, precisamos reforçar: é necessário ter um bom diálogo com as leis e o Poder Público. Sem ambos, não existimos.

Particularmente, tive o privilégio de crescer dentro do universo da publicidade e de ter acompanhado as transformações que o out of home passou no Brasil nas últimas décadas. Foram muitas, não podemos negar. O setor foi de pôsteres estáticos, sem tantos recursos tecnológicos, nos anos 1970, aos painéis digitais em fingers e túneis de led de aeroportos, em 2024.

Sou grato por ser uma testemunha viva e ocular do momento que a mídia out of home vive. Mas engana-se quem pensa que o OOH é um reflexo dos séculos 20 e 21. Há registros de mídia dessa mesma natureza em civilizações ancestrais, como os egípcios, que construíram estruturas feitas de pedra para comunicar leis e tratados. O outdoor mais antigo do mundo, descoberto por cientistas na região do Egito Antigo há 5,2 mil anos, era um hieróglifo de 50 centímetros de altura. A mesma prática pôde ser observada por arqueólogos que estudaram outros povos, como os gregos e os maias.

Os motivos pelos quais essa mídia sempre existiu, ainda que em outros formatos, são simplesmente explicados: seres humanos são tribais e querem se comunicar. Desde a Idade Antiga até os dias atuais em que trabalhamos, convivemos e buscamos entretenimento fora de casa, desejamos publicizar informações e dialogar com outros indivíduos – pois, juntos, compomos uma sociedade. Não importa se vai ser com um hieróglifo ou em um painel digital na Avenida Paulista: precisamos e buscamos dessas trocas, portanto, vivemos out of home.

*Rodrigo Kallas é CEO da Kallas Mídia OOH