Entre as três melhores

Monsanto é eleita uma das três Melhores Multinacionais para Trabalhar na América Latina 2016
A empresa de soluções agrícolas inovadoras ficou na terceira posição entre as 25 do ranking latino-americano do Great Place to Work

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A Monsanto – empresa dedicada à agricultura e referência em inovação tecnológica – foi eleita uma das ‘Melhores Multinacionais para Trabalhar na América Latina 2016’, pelo Great Place To Work (GPTW), conquistando o terceiro lugar entre as 25 companhias listadas pelo ranking.

A lista latino-americana 2016 do GPTW analisa as organizações reconhecidas, entre junho de 2015 e março de 2016, em três ou mais países. Segundo o instituto, são pesquisadas, além de fatores associados ao ambiente de trabalho e ao engajamento dos colaboradores, as experiências relatadas pelos times internos. Para que as empresas sejam consideradas “melhores lugares para trabalhar”, os funcionários precisam se sentir tratados de forma humanitária (não apenas como mais um empregado), ter gestores que cumprem sua palavra e um sentimento de “família” no trabalho. Na avaliação, a Monsanto foi apontada por ter altos níveis de confiança e por ter práticas bem estruturadas para atrair, integrar e desenvolver seus profissionais.

“Este é um importante reconhecimento regional, que valoriza a nossa capacidade de construir um ótimo ambiente de trabalho em diferentes países”, afirma Aline Cintra, líder em Aquisição de Talentos da América Latina. Segundo ela, a premiação da Monsanto está relacionada à conquista do GPTW no México e na Guatemala, além do Brasil. Aline participou da cerimônia de premiação, no dia 19 de maio, na Riviera Maya, no México, ao lado da líder de Assuntos Corporativos Laura Tamayo e do líder de Recursos Humanos para Supply Chain, Ricardo Olvera, ambos responsáveis por América Latina Norte.

Clique aqui para ver a lista completa do GPTW América Latina 2016.

A ‘Melhores Empresas para Trabalhar’ é pioneira e uma das mais respeitadas pesquisas internacionais sobre ambiente de trabalho, sendo desenvolvida em 53 países, nos seis continentes, classificando as empresas por país, região, continente e etapa global. Em todos os rankings, ano a ano, a Monsanto vem conquistando posições elevadas, resultado do alto índice de satisfação e engajamento de seus funcionários. Em 2015, a Monsanto figurou pela 16ª vez consecutiva na lista das Melhores Empresas para Trabalhar do GPTW Brasil.

Sobre a Monsanto
Somos uma empresa agrícola que desenvolve soluções integradas e seguras para pequenos, médios e grandes produtores colaborando para o avanço responsável da agricultura e da produção de alimentos. Produzimos uma grande variedade de sementes que vão desde frutas e legumes até as principais culturas – como milho, soja e algodão – que ajudam os agricultores a produzir alimentos nutritivos, seguros e a preços acessíveis para atender à população mundial crescente. Trabalhamos para encontrar soluções agrícolas sustentáveis que auxiliam os agricultores a conservar os recursos naturais, a usar dados para melhorar as práticas agrícolas, usar a água e outros recursos importantes de forma mais eficiente, e proteger suas colheitas de pragas e doenças. Por meio de programas e parcerias com agricultores, pesquisadores, organizações sem fins lucrativos, universidades e outros públicos colaboramos para ajudar a resolver alguns dos maiores desafios do mundo.

Fonte: Alameda Comunicação – Tawana Miquelino

Melhores fornecedores para PMEs

Conheça os melhores fornecedores de produtos e serviços para PMEs

Pesquisa Escolha Estadão PME definiu quais são os fornecedores que estão lado a lado das pequenas e médias empresas

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Ao entrevistar 1,5 mil empresários, ao longo de dois meses, o Estadão e a Officina Sophia, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers, realizaram o mais completo estudo sobre o mercado de pequenas e médias empresas no Brasil com foco no relacionamento do canal com seus principais fornecedores. Batizada de Escolha Estadão PME, a pesquisa analisou 17 áreas que ilustram caderno especial publicado nesta segunda-feira (30) no jornal.

Além da composição do ranking, o levantamento procurou conhecer as marcas que são objetos de desejo dos empreendedores. A pesquisa deve ser vista como referência para esse mercado, norteando o empreendedor na escolha dos fornecedores de serviços e produtos nas áreas mais relevantes para o dia a dia do seu negócio. O estudo, que visa a compreender a relação das PMEs com seus fornecedores de serviços e produtos, além da edição impressa, contará com site dedicado no Portal Estadão (com conteúdo responsivo para tablets e mobile) e boletins na Rádio Estadão.

“O principal desafio de quem fornece para esse setor é que o empresário de pequeno porte não aceita ser tratado como pequeno. Ele pode estar na base da pirâmide entre as empresas, mas enquanto pessoa física, ele está acima da média econômica, tratado com exclusividade pelas empresas que o atendem”, diz Paulo Secches, presidente da Officina Sophia. “Temos 3 milhões de respostas de satisfação em nosso banco de dados e o brasileiro, geralmente, é muito generoso para graduar. Em uma escala de zero a dez, a nota média é de 8,57. Os empresários, nessa pesquisa, deram nota média de 8,26, o que comprova serem mais críticos.”

Clique aqui para conhecer os escolhidos pelos PMEs ou visite o site e veja a pesquisa completa.

Metodologia – Para a composição do ranking, os pesquisadores usaram uma escala de zero a dez, sendo que as notas obtidas entre oito e dez foram ponderadas com pesos proporcionais chegando-se ao índice de satisfação que determinou as companhias vencedoras. Para chegar ao ranking, procurou-se compreender quais fornecedores, na opinião das PMEs, geram maior satisfação, e quais são os drivers de preferência. A análise completa é composta por 17 categorias essenciais em cinco grandes setores: Financeiro, Seguradora, Comunicação, Bens de Consumo e Serviços. A pesquisa foi realizada entre 29 de setembro e 30 de novembro de 2015, ouvindo 1,5 mil empresários em todo o Brasil. Foram selecionados empreendedores que faturam, por ano, a partir de R$ 500 mil e no máximo R$ 12 milhões.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Coluna Entre Parenteses

O jornalismo e a criatividade no mundo moderno

Como sobreviver em um mercado instável e em crise

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De maneira geral a ideia de criatividade se atribui aos profissionais da propaganda e se opõe, de certo modo, a um dos pilares do jornalismo constituído no mundo moderno, que é o compromisso, sobretudo, com a verdade. No entanto, para sobreviver a um mercado que oscila e, todos os anos, recebe novos profissionais formados, é necessário abusar da criatividade profissional.

E quando falamos em criar, estamos falando justamente de inovar o jornalismo no mercado de trabalho, encontrando novas brechas e limites para que a profissão nunca deixe de se atualizar, afinal com o advento do jornalismo informativo, a área aderiu um modelo industrial de produção que requer uma análise cautelosa. Além disso, o mercado de trabalho está cada dia mais receptivo com um novo jeito de atuação, o empreendedorismo. Mas como consciliar uma profissão que necessita de um trabalho em equipe com a arte de empreender, que geralmente vem acompanhada de uma solitária jornada?
Pensando nessa pergunta e em como respondê-la, preparamos uma lista de 5 dicas para o profissional de jornalismo, que deseja também encontrar o seu “lugar ao Sol” com criatividade sem perder seu compromisso com a verdade. Confere ai:

1)FUJA DO PADRÃO:

Vivemos em uma era onde o jornalismo brasileiro vem carregado de notícias e fotografias idênticas, há pouca busca pelo diferente e talvez, até pelo ‘olhar de outro modo’. No primeiro ano da faculdade conhecemos a jornalista Eliane Brum e seu livro “A Vida que Ninguém Vê” e embora já comemore alguns anos de formada, a essência dessa profissional ainda é um ótimo parâmetro de criatividade.
Afinal, como o título sugere, Eliane foge dos padrões e busca sempre o outro lado da moeda.
Para o jornalista que deseja espaço no mercado, a criatividade e o exercício dela na profissão é, não somente “criar”, mas sim recriar o que estamos acostumados a ver todos os dias. É necessário, sobretudo, ver além das manchetes e releases prontos recebidos na caixa de email, o jornalista do mundo moderno precisa ter a sede “de fazer a diferença” todos os dias. Busque novos olhares, busque novas técnicas e não permita que a zona de conforto te prenda apenas em um único ângulo da foto.

2)NÃO CAIA NAS ARMADILHAS DO SENSACIONALISMO

Sabemos que a ansiedade por atrair o público a todo custo é a grande culpada pela sociedade do espetáculo e também por uma mídia superestimada. Para se destacar, aparentemente, vale tudo, mas eu te digo que será o caminho contrário que lhe trará grandes resultados futuros. Destaque-se pela verdade e pelo respeito as histórias que conta, busque sempre a empatia em suas matérias, sem jamais ferir a imparcialidade. Não permita que o jornalismo se torne apenas uma ferramenta de entretenimento, recoloque-se no mercado mostrando que vale a pena manter a pauta, ainda que ela não envolva escândalos ou tragédias. Afinal, a grande luta do jornalismo no mundo moderno é manter viva a informação sem interferências.

3)JORNALISMO VAI ALÉM DE REDAÇÕES E ESTÚDIOS DE TV.

Para sobreviver no mercado de trabalho, você precisa entender que o jornalismo não se resume apenas em notícias de jornal e televisão, mas sim que ele faz parte do enorme leque da Comunicação Social, pensando assim você saberá que há muitas mais ferramentas na profissão do que a sociedade quer que você acredite. Invista no corporativo, no pessoal e no empreendedorismo. A comunicação rompe barreiras e pode, sim, mudar o mundo se usada da maneira correta. Nunca se esqueça que um jornalista é peça importante dessa mutação, instigando o pensamento e a reflexão por onde quer que passe.
Enxergue a profissão como um gancho e desenvolva novas pautas dentro de um mesmo cenário, use neologismos, faça analogias e metáforas, abuse da criatividade, dessa forma seus textos e produções se destacarão por si mesmos.

4)ATUALIZE-SE SEMPRE E SOBRE TUDO.

O mal do século são as informações instantâneas e a superficialidade com que as mesmas são executadas. Saia da margem amplie e aprofunde seus conhecimentos. Nunca se esqueça que um profissional atualizado sempre terá lugar no mercado. Pesquise, seja curioso, descubra o jornalismo digital, o mundo moderno, suas mudanças e suas novas tecnologias. Use a mutação a seu favor, afinal “o que melhor se adapta as mudanças é quem sobrevive”

5)USE O JORNALISMO PARA EMPREENDER

Pense fora da caixa e use o jornalismo, a comunicação social e todas as ferramentas que eles possuem, para criar seu próprio negócio. Não se prenda apenas as oportunidades de mercado, crie seu lugar no mercado e faça a diferença. O mercado carece de assessorias, textos críticos e pontos de vista argumentativos, além de cliques que consigam enxergar além. Esteja sempre a frente e não perca a sensibilidade. O jornalista que faz da criatividade uma aliada, esse sim, sobrevive no mercado de trabalho, pois consegue enxergar novas possibilidades por trás de qualquer crise.

Mães empreendedoras

Mulheres celebram o empreendedorismo materno

Em confraternização, Conselho da Mulher Empreendedora faz lançamento
de projeto de livro que visa incentivar a entrada das mamães no mundo dos negócios

entrepreneur-593360_640Elas são mães e também empresárias. Compartilhando experiências, aprendem, cada dia mais, a manter o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.

E é para celebrar o mês dedicado a elas, mães, que as empresárias do CME (Conselho da Mulher Empreendedora) de São José dos Campos promovem, no dia 17, a partir das 18h30, uma festa pra lá de especial no Sdrifs Buffet Infantil.

Além de proporcionar um momento de interação e descontração entre as empresárias e seus filhos, o evento também marca o lançamento do projeto de um livro que abordará o “empreendedorismo materno”.

“Muitas de nós entramos para o mundo empresarial depois de nos tornarmos mães. A maternidade, muitas vezes, nos direciona para um reposicionamento de carreira e, em muitos casos, o empreendedorismo acaba aflorando e se tornando uma solução”, afirma Janaína Dias, presidente do CME.

As histórias de 20 mulheres bem sucedidas, que passaram por essa experiência e serão coautoras do livro, estarão registradas no projeto que ainda terá a psicóloga e empresária Andréa Mourão como organizadora.

“Com esse projeto, esperamos estimular o empreendedorismo feminino, mostrando que é possível ser mãe e também empresária, mas, principalmente, compartilhar as belas histórias de força e superação daquelas mulheres que, a partir de alguma demanda dos seus filhos, passaram a empreender”, afirma Andréa.

Serviço
Dia das Mães do CME e lançamento do projeto do livro sobre “empreendedorismo materno”
Dia 17 de maio, às 18h30
No Sdrifs Buffet Infantil – R. Brigadeiro Osvaldo Nascimento Leal, 294 – Jardim São Dimas