Dicas para um bom desempenho na Black Friday

Quatro dicas da Mandic Cloud para um bom desempenho na Black Friday

Impulsionado pela pandemia, período conta com forte expectativa por parte dos consumidores e empresários de todo o Brasil

De acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), nos últimos dez anos, a Black Friday se tornou o período de vendas mais aguardado do ano pelos consumidores brasileiros. É também um momento de alta lucratividade para o varejo, considerando os descontos agressivos e a grande demanda de atendimento em todos os setores. Neste ano, com o isolamento social desencadeado pela pandemia do novo coronavírus, o consumidor desenvolveu novos hábitos de compras, fortalecendo o consumo on-line. Com isso, é previsto um aumento expressivo no acesso às plataformas de e-commerce, o que demanda uma preparação especial da infraestrutura dos ambientes de vendas.

A Black Friday de 2020 promete ser a maior de todos os tempos, visto que os downloads de aplicativos de compras no Brasil cresceram 100% durante a pandemia, segundo estudo da empresa americana AppsFlyer. Dessa forma, a Mandic, referência em gerenciamento de cloud e DevOps na América Latina e líder brasileira na gestão de ambientes em nuvem, destaca práticas efetivas para que as companhias alcancem um bom desempenho nas operações on-line, a fim de atender o alto volume de compras.

Segundo a consultoria, a data mais importante do mundo para o varejo requer cuidados que vão desde a obtenção de um suporte de TI bem estruturado, que opere em todas as frentes de negócios, até uma boa campanha de marketing. Para Karina Costa, diretora nacional de negócios da Mandic Cloud, um erro comum das companhias, não só para este período de promoções, mas também em grande parte das estratégias de negócios, é a desvalorização do serviço de infraestrutura de qualidade.

“Na hora de investir em um sistema de TI, muitos lojistas não levam em consideração a importância de optar por um servidor que comporte uma alta quantidade de acessos. Em datas de picos de vendas, ou em outras ocasiões imprevisíveis, como o cenário atual, no qual a expectativa é de concentração de vendas no meio digital, um ambiente despreparado pode afetar toda a estratégia de vendas. Outro equívoco é deixar para programar a campanha de marketing na última hora, sem pensar em uma estratégia centralizada. Isso impacta todo o projeto de forma negativa, pois há menos tempo para que seja possível criar um trabalho de qualidade”, afirma Karina.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Nesse sentido, é importante ter um ambiente de vendas bem estruturado, com um sistema de suporte que ofereça apoio desde o início das operações. A diretora reuniu alguns pontos importantes, que devem ser levados em consideração durante a preparação das estratégias para esse período:

1. Invista em um sistema de TI de qualidade: é preciso que as operações estejam baseadas em um servidor adequado, para comportar a alta na quantidade de acessos prevista para a data. Qualquer instabilidade na plataforma pode fazer com que o cliente perca o interesse na compra, e ainda prejudique a reputação da marca.

2. Estabeleça um plano estratégico: a base para alcançar um bom desempenho em períodos desafiadores é desenhar uma estratégia que preveja todas as possíveis demandas e determine prazos para que as ações estejam em conformidade. O tempo de programação deve levar em conta o tamanho da operação: grandes empresas do varejo, por exemplo, se preparam para o período de Black Friday desde o começo do ano.

3. Tenha uma equipe de marketing sólida e uma campanha diferenciada: nesse período, as ofertas são bastante agressivas, e os consumidores ficam mais exigentes. Assim, é preciso contar com um time preparado para lidar com as adversidades e propor soluções criativas para atrair e reter os clientes. A melhor estratégia é pensar na experiência dos clientes em todos os canais de venda e atendimento.

4. Esteja preparado para qualquer inconveniente técnico: por causa do alto pico de acessos, as plataformas de vendas podem apresentar lentidão e falhas, problemas que abrem vantagem para a concorrência. Por isso, o suporte técnico deve ter a experiência necessária para operar ajustes de forma rápida e eficiente. Com uma consultoria bem preparada, esse tipo de instabilidade não fica sem solução.

Com base nessas dicas, fica evidente a relevância de contar com um parceiro tecnológico desde o começo do planejamento, para entender todas as ações que serão aplicadas no período e desenvolver um processo completo, com gerenciamento, segurança e monitoramento. Neste ano, como as vendas físicas serão minimizadas, é preciso garantir que os meios digitais estejam preparados com ferramentas para suportar e atender às altas demandas dos consumidores.

“A expectativa para a data é grande, pois agora o consumidor está em casa, com mais tempo para pesquisa e disposição de compra para adquirir produtos que deseja. Na Mandic, apoiamos nossos clientes em todo o processo da campanha para a Black Friday, desde o início até a finalização, atuando como seu parceiro de negócios para garantir bons resultados. O que mais determina o sucesso da Black Friday é a tecnologia por trás dos processos, os mecanismos e a plataforma que processam as informações e garantem o bom funcionamento da campanha”, finaliza Karina.

Fonte: Mandic Cloud Solutions – RPMA Comunicação

Uma boa estratégia para engajar equipes: gamificação

Gamificação com instrumento de engajar equipes

*por Luiz Alexandre Castanha

Em meio a um cenário cada vez mais desafiador para aprimorar a qualificação e aumentar a produtividade de profissionais, a educação corporativa tem sido uma solução cada vez mais adotada pelas empresas e algumas abordagens inovadoras têm se destacado.

É o caso da gamificação (do inglês gamification). O uso do design e da mecânica de jogos para enriquecer conteúdos educativos aumenta o engajamento, a produtividade e a sensação de pertencimento e propósito dos trabalhadores à corporação.

Luiz Alexandre Castanha

E a verdade é que a gamificação não é nenhuma novidade. Já tem dez anos de história, mas segue evoluindo de forma exponencial. Seu uso continua crescendo porque é amplamente validada em termos de resultados.

O mercado de gamification foi avaliado em US$6.8 bilhões em 2018, com a projeção de que a área alcance a marca de US$40 bilhões por volta de 2024. O retorno que a gamificação traz para as empresas fala por si próprio. Cada vez mais ouvimos sobre a qualidade do ambiente do trabalho, a motivação dos colaboradores e seu desempenho.

O momento também ajuda: nunca se jogou tanto no Brasil. De acordo com a 7ª edição da Pesquisa Game Brasil (PGB), em 2020, 73,4% dos brasileiros dizem jogar jogos eletrônicos, independentemente da plataforma, um crescimento de 7,1% em relação ao ano passado.

As aplicações de gamification crescem nos mais diversos segmentos, em todo o mundo. Na área da Saúde, por exemplo, elas geralmente envolvem automonitoramento, atividades físicas e formação de profissionais de saúde, como é o caso da solução gamificada adotada em um hospital de referência de São Paulo. Trata-se de um simulador digital centrado no treinamento de uma situação de socorro a uma vítima de parada cardiorrespiratória.

No setor de Mobilidade também vemos cada vez mais novidades. No final de 2019, foi lançado o programa Uber Rewards – programa de fidelidade para usuários do app de transporte, que já chegou a 15 cidades brasileiras. Com ele, a empresa pretende aumentar a vantagem sobre os concorrentes. Seguindo o exemplo da Uber, o mercado de mobilidade e logística tende a apostar no gamification como fator de diferenciação e competitividade.

Já para treinamentos corporativos, o conceito de gamificação vem se apresentando como um complemento importante em e-learnings e outras soluções digitais voltadas à especialização, aprimoramento técnico e produtividade.

Utilizando recursos similares aos de jogos eletrônicos, são criados cenários capazes de envolver cada colaborador em um esforço individual, mas com metas e objetivos compartilhados.

A estratégia propõe uma competição saudável entre os colaboradores, com recompensas estimulantes. Além da chance de compartilhar evoluções pessoais e buscar soluções complementares para os desafios.

O exército americano, por exemplo, desenvolveu um simulador em realidade virtual para treinamento dos seus soldados. Utilizando um sistema de captura de movimentos, o game cria um ambiente realista, por meio de um equipamento com um display no capacete (que não tira a visão periférica) e permite que soldados e treinadores assumam diferentes papéis para simular vários cenários, com civis ou soldados inimigos.

A multinacional Microsoft também usa a gamificação para os colaboradores, por meio de um sistema que ajuda as equipes de testes a encontrarem falhas nas traduções dos softwares da empresa.

Desta forma, a estratégia tem se mostrado bastante efetiva em corporações. Tornar o trabalho mais eficiente usando a tecnologia para estimular os colaboradores e também divertir é algo possível.

E o que podemos perceber diante disso tudo é que não existem limites para a gamificação. Aplicar as técnicas dos jogos em universos que vão além da imaginação, com caminhos por ora mais lúdicos, por ora mais técnicos, é algo que tem um potencial indiscutível.

Ao lembrar que o Brasil é o 13º maior mercado de games do mundo, podemos perceber que temos conhecimento na área e habilidades a serem exploradas como maneira de expandir a aplicação do gamification, que é uma tendência mundial, sobretudo neste novo momento.

A ideia é exatamente não remar contra o que surge e vem de novo, e sim, aliar todas essas ferramentas digitais que temos hoje. É essencial avaliar o contexto para escolher a estratégia correta para educação. Só assim será possível tornar as atividades mais produtivas e os funcionários mais engajados e qualificados.

*Luiz Alexandre Castanha é especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais. Mais informações em https://alexandrecastanha.wordpress.com/

Fonte: Conecte Comunicação – Eliane Tanaka

Evento do Grupo de Planejamento

Fique por dentro da estratégia da nova Globo 

Se já no início do ano o assunto era a velocidade das transformações no consumo de mídia e de entretenimento, agora em tempos de pandemia e quarentena esse cenário só se intensificou mais e mais. As telas deixam de apenas competir pra se somarem, e a programação ao vivo passa a conviver de maneira natural e até complementar com conteúdos OTT e de redes sociais. Da produção a distribuição, tudo passou a se transformar.

Nesse cenário, Eduardo Schaeffer (diretor de negócios integrados em publicidade da Globo) vai contar como, no memento que ele assume a diretoria de negócios integrados, o seu negócio passou a se ter que se renovar por completo pra seguir com o sucesso de antes.

Schaeffer vai compartilhar com a gente tudo sobre a nova Globo, como constantemente se adapta a esse momento, mostrando cases do novo modelo de negócios e como um portfólio completo e com meios complementares se tornou um dos principais pilares da Nova Globo.

Para esse papo ficar ainda mais interessante, Gabriel Borges (VP de Estratégia na AMPFY) vai moderar a conversa e ainda vai trazer as perguntas de quem estiver participando.

Data e horário do evento:
26 de agosto (quarta-feira) às 19 horas.

Para se inscrever basta clicar aqui. O evento é gratuito mas as vagas são limitadas, então nem perde tempo e já se inscreve!

Como fazer divulgação por buzz marketing

Três passos para iniciar uma divulgação através do Buzz Marketing

por Achiles Batista Ferreira Junior

O conceito do Marketing boca a boca é simples e na maioria das vezes acontece de forma natural e espontânea. Há algum tempo, o mercado percebeu que a prática até então inocente e natural pode ser induzida a formar opinião de grupos específicos e esses, posteriormente, geram notícia e opiniões sobre suas experiências.

Achiles Batista Ferreira Junior

Antes, ao divulgar um produto ou serviço de forma isolada, a consequência natural era gerar o marketing boca a boca, resultado de uma boa experiência ocorrida sem programação prévia. Agora, recebeu uma nova roupagem e passou a ser uma estratégia direcionada a públicos que podem ser considerados “chaves” para fomento de opinião em relação a sua experiência. Assim surge o Buzz Marketing que consiste em criar um boca a boca positivo em torno de um produto, transformando consumidores selecionados em veículos espontâneos de mensagem. Esta, a seguir, espalha-se em círculos concêntricos, dos geradores de tendências, ao público consumidor.

O conceito de Buzz Marketing é originário dos circos que precisavam divulgar seus espetáculos e usavam de pequenas demonstrações nas cidades para gerar movimentação e “falatório” sobre a novidade e assim, garantir a curiosidade das pessoas em relação as atrações circenses.

Imagine então, que você tem um bom produto ou presta um bom serviço, com certeza alguém vai lhe indicar; porém, o desafio é manter um padrão para ser sempre lembrado de forma positiva e contínua pela sua qualidade e não pelas suas deficiências.

É possível estimular de forma estratégica essa prática para gerar o Buzz Marketing:

1 – Reunir pessoas chaves, podem ser de micro a grandes influenciadores, ou mesmo dependendo do seu negócio, líderes comunitários, pessoas que exercem algum tipo de influência sobre o público desejado, essas pessoas selecionadas serão voluntárias e farão uso de seu produto/serviço.

2 – Tão logo essas pessoas experimentarem seus produtos/serviços através de uma degustação bem elaborada, iniciam a fase de relato de experiência, e se no caso, for uma experiência positiva, isso pode ser reforçado, seja por postagens em grupos de interesse virtuais ou físicos, assim logicamente será gerado o boca a boca positivo, dando maior crédito para empresa e possivelmente aumentando as vendas.

3 – Com o tempo você terá conhecimento de seu mercado e as melhores formas de divulgação, escolhendo o público formador de opinião com mais assertividade. Imagine, por exemplo, que você seja um profissional de vendas de produtos de estética, ter o testemunho positivo de alguém que forma opinião perante esse mercado e assim gera todo um “buchicho” ou “burburinho” sobre seus produtos, logicamente sempre com a preocupação de obter comentários positivos, porque o contrário também funciona, mas nesse caso seria para acabar com seu negócio, portanto, caso opte pelo Buzz Marketing tenha certeza da qualidade sempre.

Achiles Batista Ferreira Junior é coordenador dos cursos de Marketing e Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter