Bom evento

O Agile Vale vem aí

Comunicação e tecnologia estão cada vez mais próximos. Venha saber mais sobre TI. Mais um evento da Designa no Vale do Paraíba.

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Data
Sexta, 26 de Setembro de 2014, 08:00h

Local
Faro Hotel – São José dos Campos – SP

Rua Síria, 25, Jardim Oswaldo Cruz, São José dos Campos, SP, 12216-540, Brasil

Organização
Designa

A Designa é uma empresa de TI que presta serviços de desenvolvimento de software sob encomenda, utilizando métodos ágeis, entregando software funcionando no menor tempo possível e gerando ROI para o cliente o quanto antes. Também é responsável pela organização de alguns eventos TI no Vale do Paraíba como Agile Vale, Startup Vale e RuPy.

Mais informações: http://www.eventick.com.br/agile-vale-2014

Vale muito a pena ler

Quem acompanha o Publicitando sabe que não temos o hábito de postar conteúdo de outros blogs e sites. Ao menos não com muita frequência. Mas em casos em que vale muito a pena, reproduzimos na íntegra um conteúdo. É o caso deste excelente editorial da Regina Augusto, editora da Meio&Mensagem.

Confira:

Como tratamos os nossos talentos
Se nos últimos anos deu certo tratar equipes com desrespeito, gritos e uma carga de pressão e de trabalho desproporcionais, hoje existe a necessidade de rever tais atitudes. Caso contrário, sobrarão poucos sobreviventes nas equipes para perpetuar tais agências

REGINA AUGUSTO | » 08 de Setembro de 2014• 08:08

O texto do articulista de Meio & Mensagem André Kassu, sócio da Crispin Porter + Bogusky, publicado na última edição teve uma repercussão grandiosa nas redes sociais e recebeu uma avalanche de comentários. Com o provocante tema “Essa tal felicidade”, Kassu fez uma reflexão bastante dura sobre a relação entre a realização profissional e o clima nas agências, em especial, na criação. “A insatisfação ronda as agências como uma bruma silenciosa. É muito difícil perceber os sinais olhando de cima da neblina. Eles, em geral, começam nos assistentes, na ala júnior, nas pontas em que o salário não é suficiente para anestesiar. Nas outras áreas há o dinheiro, o status, os antidepressivos e ansiolíticos”.

O eco que o artigo causou está diretamente ligado à urgência de se pensar na sustentabilidade de tais práticas nas agências. Vivemos um momento no qual as novas gerações que estão chegando agora ao mercado de trabalho, a tal da Y – diferentemente do comportamento que tinha nessa idade quem hoje está perto dos 40 anos – tem pouca flexibilidade para se sujeitar a situações profissionais degradantes. Esses jovens fazem isso por algumas razões: têm mais opções; chegam ao mercado de trabalho com muito mais preparo e bagagem e por isso podem fazer escolhas; e, por último e não menos importante, se engajam com propostas que de fato façam sentido para seus objetivos de vida.

Essa é a grande diferença do momento atual. Há cada vez mais relatos de jovens profissionais que simplesmente desistem da carreira na publicidade após uma experiência desagradável em agências. Na ponta oposta, aumenta o número de profissionais mais maduros que estão amargurados com os rumos de suas trajetórias profissionais e em especial da falta de oportunidade em trabalhar em agências cuja proposta e clima realmente sejam atraentes. No entanto, por conta dos seus altos salários, da idade e de todos os compromissos que têm, perduram em trilhar nos seus destinos mal ajambrados.

Se nos últimos anos deu certo tratar equipes com desrespeito, gritos e uma carga de pressão e de trabalho desproporcionais, hoje existe a necessidade de rever tais atitudes. Caso contrário, sobrarão poucos sobreviventes nas equipes para perpetuar tais agências. E os que restarem não necessariamente serão os melhores.

Há alguns anos, tive a oportunidade de conhecer diversas agências de ponta nos mercados norte-americano e europeu e, dentre várias, a coisa que mais chamou a atenção nessas empresas era seu clima leve, descontraído e amigável. Basicamente o que se espera de uma empresa dita criativa.

Os salários dos profissionais de criação no Brasil são os maiores do mundo por uma série de razões. No entanto, eles são a face mais visível de um ciclo vicioso que está corroendo por dentro os talentos.
A questão aqui é tudo menos dinheiro. É sobre comprometimento, realização pessoal e a sensação de fazer parte de algo realmente transformador. Ou, como diria Kassu, essa tal felicidade.

Este editorial faz parte da edição 1626 do Meio & Mensagem, com data de 8 de setembro de 2014.

Leia Mais: http://www.meioemensagem.com.br/home/meio_e_mensagem/blog-da-regina/2014/09/08/Como-tratamos-os-nossos-talentos.html#ixzz3D6dq9KS0

Gerenciamento de crise em mídias sociais

Em São Paulo

Kelly Nagaoka, da Nagaoka Mídias Sociais, participará no dia 25/09, das 14h30 às 15h30, do painel de gerenciamento de crise do Social Media Week, evento que ocorrerá no MIS em São Paulo.

Kelly Nagaoka, da Nagaoka Mídias Sociais

Kelly Nagaoka, da Nagaoka Mídias Sociais

Kelly foi convidada por Israel Degásperi. Também participarão do painel Marcelo Salgado, do Bradesco e Eduardo Prange da Seekr.

Veja mais aqui: http://socialmediaweek.org/saopaulo/events/gerenciamento-de-crise/

{De dentro pra fora}

De dentro pra quê? Calma, gente. Vocês já vão entender o motivo desse simples nomezinho. Esta coluna terá a missão de falar sobre Comunicação Interna, com o grande desafio de provar que CI (a partir de agora, CI será Comunicação Interna pra gente, ok?) não precisa ser chata. Isso mesmo: CI sem chatice!

Vitor coluna

O funcionário vem em primeiro lugar

Antes de tudo, precisamos entender a importância que a CI pode ter para uma empresa. Sabe quando você vai fazer trabalho em grupo e tem aquele colega bem legal que não faz a parte dele direito? Aquele que só atrapalha, faz piada fora de hora, é preguiçoso. Enfim, ele não está envolvido com o trabalho, não está engajado. As empresas têm o mesmo problema: funcionário sem engajamento. E funcionário sem engajamento não veste a camisa, não se esforça, não tem proatividade, não colabora. Isso afeta no clima de trabalho, no desenvolvimento da equipe e, claro, nos resultados.

E o que a comunicação tem a ver com isso? Tudo! Além de informar as coisas básicas do dia a dia, a CI tem a difícil missão de envolver esse colega desorientadinho do grupo. Ou seja, ela precisa estabelecer um diálogo com o funcionário, trazê-lo para perto da empresa, fazê-lo entender as decisões, envolvê-lo e convencê-lo de que ele é importante. Isso só é possível se a gente for além do jornalzinho e do e-mailzinho, concorda? Afinal, todas as experiências dele na empresa serão compartilhadas com a família, com os amigos e nas redes sociais. Ele é a melhor propaganda da empresa! E também interfere na imagem dela perante o mercado.

Quando a Comunicação Interna é estratégica, ela ganha visibilidade e reconhecimento dentro da empresa. Deixa de ser algo do dia a dia e vira uma área fundamental para o sucesso do negócio. Golaço! Pode comemorar.