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Ex-alunos da UNITAU vencem prêmio de comunicação
Cinco ex-alunos do Departamento de Comunicação Social da Universidade de Taubaté (UNITAU) foram premiados na Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação da região Sudeste (Expocom-Sudeste), evento que premia trabalhos produzidos por estudantes de graduação em Comunicação Social e que aconteceu entre os dias 28 e 30 de junho, na Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP –, em Ouro Preto, MG.
Mayara Barbosa, Diego Migotto, Kadu Schiavo, Renata Sattori e Tiago Eulálio apresentaram seus trabalhos de conclusão de curso, conquistando as melhores colocações de três das 68 categorias do prêmio.
Formada em Jornalismo, Mayara Barbosa, foi premiada na categoria de Jornalismo interpretativo, com o livro-reportagem biográfico Fabíola Molina: um mergulho da vida. Diego Migotto e Kadu Schiavo, formados em Jornalismo e em Publicidade e Propaganda, respectivamente, foram vencedores na modalidade Produção editorial e transdisciplinar, com o trabalho Faces da extinção.
Além deles, os recém-formados jornalistas Renata Sattori e Tiago Eulálio venceram na área de Jornalismo opinativo, apresentando o livro-reportagem Jornalismo contemporâneo brasileiro: um perfil por várias faces.
Agora, os vencedores de cada categoria vão para a disputa da fase nacional, que será realizada em Fortaleza – CE, entre os dias 3 e 7 de setembro, concorrendo com trabalhos de todo o país, quando, na oportunidade, o Congresso comemorará seus 35 anos de existência.
Tiago Eulálio ainda não sabe mensurar o retorno desse reconhecimento, mas afirma estar bastante contente. “É muito gratificante ter um trabalho reconhecido numa esfera maior que a da Universidade. Aliás, acho um prêmio justo para a UNITAU. A Instituição tem um excelente corpo docente e esse prêmio também é desses profissionais”, comemorou.
Segundo ele, a expectativa para a fase nacional é a melhor possível. “A de vencer e, com isso, ganhar uma visibilidade maior, o que possibilitaria um caminho mais fácil à publicação comercial e ao ingresso em cursos stricto sensu relacionados ao tema do trabalho”, relatou.
Para o Diretor do Departamento de Comunicação da Universidade, Prof. Mes. Maurílio Prado Láua, a premiação dos alunos é motivo de muito orgulho. “Isso demonstra que o Departamento está no caminho certo, trabalhando de forma correta para colocar bons profissionais no mercado de trabalho. Também enalteço o esforço conjunto de alunos e professores em produzir bons trabalhos dentro da Universidade”.
Fonte: ACOM/UNITAU
Texto: Luiz Malheiros
Dois dias de rivalidades e paixões futebolísticas
Dois dias seguidos de decisão de campeonatos de futebol movimentando dois grandes clubes paulistas: Libertadores da América e Copa do Brasil. Vivemos momentos de euforia, êxtase, frustração, muita provocação nas rodas de amigos e nas redes sociais. Um buzz incrível, pelo menos no estado de S.Paulo.
Rivalidade, emoção, torcidas e… negócios! Negócios em comunicação e marketing, principalmente. O anúncio da Nike, o anúncio da Marabraz, a Band mostrando o jogo que a Globo não quis, estádios lotados e muitas oportunidades de ações de comunicação para diversas marcas.
Fico pensando cá com meus botões se sabemos explorar mesmo todo o potencial do futebol aqui em terras brasilis…
Sabemos, todos, clubes, marcas/anunciantes, agências de comunicação, departamentos de marketing como valorizar e oportunizar a paixão do brasileiro pelo futebol?
Vemos alguns avanços aqui e ali, mas de modo geral ainda engatinhamos, acredito.
Esses dias vi um comentário no Bate Bola Primeira Edição (do qual sou fã confesso) da ESPN Brasil: o torcedor de futebol é o consumidor perfeito, pois mesmo quando produto cai de qualidade (um rebaixamento para a segunda divisão, por exemplo) ele o acompanha e até aumenta seu grau de fidelidade. Algo com um potencial tão grande assim não era para gerar um esporte estrondosamente rico, algo quase no nível das ligas européias e das ligas norte-amercicanas de basquete, hóquei, futebol americano ou beisebol?
Era!
Falta profissionalismo aos clubes e às federações. Falta também aos atletas. Falta inventividade aos departamentos de marketing de clubes e anunciantes. Falta inventividade às agências de comunicação. Vimos muito do mesmo nesses dias.
Muito se falou nas redes sociais sobre o anúncio da Nike. Ousado, arriscado, errado, perigoso. Foram corajosos, sem dúvida. Tomaram partido. Correram riscos evidentes, mas se posicionaram e acho que marcaram pontos com isso. Mas não foi uma ação surpreendente de todo, nem muito original. Ontem vi na TV o comercial da Marabraz parabenizando o Corinthians pela conquista e lembrando que a marca é um dos patrocinadores/apoiadores do clube. Correto. Adequado. Mas também pouco inventivo.
As duas ações não buscam uma sinergia maior com a paixão dos torcedores. Não engajam. Falta pensar de modo diferenciado (para não usar o já frase feita “pensar fora da caixa”).
É incrível vivenciar no prazo de dois dias a força, a emoção, o envolvimento e a paixão que geram o futebol. Um vendaval de emoções (olha o chavão aí de novo). Um baita laboratório. Temos, todos, torcedores de todas os clubes e de todas as marcas, que tirar lições proveitosas destes momentos únicos. Temos uma Copa do Mundo e uma Olimpíada pela frente. E um povo que ama esportes. O que vamos fazer?
Pense nas suas respostas.