MIS receberá exposição de Steve Jobs

Steve Jobs, o visionário chega em 15 de junho ao MIS, em São Paulo
Mostra sobre a vida e obra de um dos maiores gênios do século XX fica na cidade até 20 de agosto

Homem que impactou o mundo com sua personalidade e capacidade de inovação, Steve Jobs é o tema da exposição Steve Jobs, o visionário, que abre ao público de São Paulo a partir do dia 15 de junho, no Museu da Imagem e do Som (MIS), instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. A mostra do gênio americano permanece no Museu até o dia 20 de agosto, com apresentação do Ministério da Cultura e Bradesco.

Cartaz Oficial – Exposição “Steve Jobs, O Visionário”, entre os dias 15 de junho e 20 de junho, no MIS, em São Paulo.
Crédito: Photo by Albert Watson

Na exposição, o público tem acesso ao rico universo de Steve Jobs. São fotos, objetos pessoais, filmes, reportagens e produtos históricos que mostram a forma como pensava e criava uma das maiores personalidades do século XX. Steve Jobs, o visionário conta ainda com patrocínio da Cielo e apoio da Superga. A realização é da agência ítalo-brasileira FullBrand e co-realização do Museu da Imagem e do Som.

“Steve Jobs é uma grande inspiração para as nossas criações. Ele buscava sempre apresentar tecnologias inovadoras através de uma interface fácil para o usuário, porém, sua visão de mercado sempre estava atrelada não apenas a forma de consumo, mas principalmente ao conteúdo de alta qualidade e criatividade enaltecido através da tecnologia. Somos grandes fãs e admiradores tanto que resolvemos montar esta exposição inédita em sua homenagem”, explica Marco Guidone, presidente da FullBrand Brasil. “Sua personalidade e carreira impactaram o mundo. Steve Jobs abriu portas para uma revolução digital, personificando e unindo elementos como mobilidade, design e tecnologia. Buscamos em nossos projetos essa mesma interação para nossos clientes, com o objetivo de conquistar o público e mercado“, complementa Eduardo Sallouti, sócio da empresa.

“Steve Jobs defendeu a ideia de que pequenos gestos mudam o mundo. Espero que essa exposição traga um pouco dessa essência e inspire o público do MIS”, revela Isa Castro, diretora artística e de programação do MIS.

O Bradesco é um dos principais viabilizadores do projeto no país e, para Márcio Parizotto, diretor de Marketing do Banco, é extremamente importante inserir o Brasil na rota de exposições de relevância internacional. “Steve Jobs é um case de inovação e empreendedorismo que impactou o mundo com suas criações. Trazer essa exposição ao Brasil cumpre o nosso papel de fomento e democratização da cultura e do conhecimento”, avalia.

Sobre a exposição

Em Steve Jobs, o visionário, um percurso estruturado por células narrativas – Espiritualidade, Inovação, Competição, Fracasso, Negócios e Sonho – concebido pelo escritório Migliore + Servetto Architects traz uma experiência rica e profunda do universo de Jobs. Nela, o público terá acesso a 209 itens entre fotos, reportagens, objetos pessoais, filmes e produtos históricos que mostram a forma como o empresário pensava e criava.

Macintosh – Uma das peças expostas em “Steve Jobs, O Visionário”, entre os dias 15 de junho e 20 de agosto, no MIS, em São Paulo

Uma das facetas mais emblemáticas de Steve Jobs é sua espiritualidade. Na célula dedicada ao tema, a primeira da exposição, o público encontra itens ligados à sua relação com o budismo além de uma videoinstalação que ilustra a escolha pelo nome Apple.

“Só há verdadeira inovação, quando a tecnologia é acessível a todos”. Essa frase de Jobs inspira a coleção disponível na célula Inovação que exibe importantes produtos desenvolvidos por ele e que foram saltos evolutivos na tecnologia de informação. Centenas de pequenas e grandes inovações foram criadas por ele. Nesta seção, o público tem acesso a ícones como o Apple II, o Macintosh, iMac, e a primeira geração do iPod, IPhone e iPad, entre outros.

A exposição tem continuidade na célula Competição, outra característica marcante de Steve Jobs, na qual são destacados os embates com IBM e Bill Gates, entre outros. Em Fracasso, o público conhece a peça mais rara da exposição: o Apple 1, fabricado em 1976, que foi adquirido em um leilão da Christie’s por U$ 213,6 mil, em novembro de 2010, por Marco Boglione, fundador e presidente do Grupo BasicNet, multinacional italiana proprietárias de numerosas marcas de roupa e acessórios para esporte e tempo livre, entre as quais Superga, Kappa, Robe di Kappa e K-Way. Hoje, o computador já triplicou de valor. Outro destaque nesse tema é o Lisa, que, lançado em 1983, foi o primeiro computador pessoal a ter um mouse e uma interface gráfica – mas foi considerado como um dos maiores fracassos da Apple.

Já em Negócios, o público pode ver produtos revolucionários e que foram sucesso de vendas criados por Steve Jobs, como o MacBook, diversas gerações do iPod, o MacBook Pró e a Apple TV. Ao término da exposição, a célula Sonho apresenta parte do trabalho da Pixar (comprada por Jobs em 1986) com a exibição de 20 curtas desenvolvidos pelo estúdio, além de trechos de consagrados longas-metragens e peças de acervo.

O público verá ainda uma sala dedicada às imagens de autoria de Jean Pigozzi, francês radicado em Nova York, fotógrafo de confiança de Steve Jobs. Por mais de trinta anos, ele acompanhou Jobs em seus momentos mais íntimos e conseguiu captar a essência desse homem multifacetado. Dormindo, conversando, brincando com os amigos. São imagens inéditas de Jobs em sua vida cotidiana.

A exposição foi totalmente idealizada pela FullBrand, que reuniu um time de qualidade, dividido em conteúdo (Cecília Botta e Massimo Temporelli), cenografia (Ico Migliore), tecnologia (Giuseppe Accardi) e parte criativa da divulgação (Silvano Guidone & Associati). A inspiração surgiu a partir de uma mostra sobre o criador da Apple realizada na Itália, porém, o formato implantado no Brasil é totalmente original. Antes de São Paulo, a exposição passou pelo Rio de Janeiro, onde ficou em cartaz no Píer Mauá.

“Mais de 40 anos após o lançamento de seu primeiro produto, podemos dizer o que o Steve Jobs imaginou e desenvolveu foi uma revolução cultural surpreendente, causando impacto direto e mudanças em atividades humanas como economia, criatividade, informação, mobilidade e entretenimento”, explica a curadora Cecilia Botta, acrescentando o que pensa ser o verdadeiro exemplo deixado pelo gênio. “Este homem mostrou ao mundo que você precisa ser criativo, apaixonado e que você deve colocar toda a sua energia em suas ideias e projetos, mesmo quando as chances de sucesso não são tão altas”.

Aplicativo meCult

Na entrada da exposição, o público pode fazer o download do aplicativo gratuito meCult, desenvolvido pela Fullbrand. O aplicativo, que usa a tecnologia Beacon, funciona como portal para acessar os conteúdos extras da mostra, e também como áudio guia e mapa das atrações. O app pode ser usado pelo público logo no início da exposição, na Linha do Tempo. Nela, as datas ativam conteúdos exclusivos de cada período permitindo ter uma visão completa da vida do Steve Jobs e também do contexto histórico da época em que Steve Jobs viveu.

Steve Jobs, o visionário é a primeira exposição a ser hospedada no meCult que, no futuro, poderá conter mais exposições e eventos se tornando ponto de referência no acesso à cultura.

Sobre Steve Jobs

Nascido em 1955 em São Francisco, no Estado da Califórnia (EUA), Steve Jobs foi dado para adoção pelos seus pais, que não tinham condição de criá-lo. Desde jovem demonstrou interesse e habilidade para inovar e, em 1976, fundou a Apple, empresa consagrada seguidas vezes como a mais valiosa do mundo. Jobs revolucionou o universo da tecnologia ao lançar produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad. Em 1984, demitiu-se da Apple e fundou a NeXT, companhia especializada em desenvolvimento de softwares. Anos mais tarde, em 1996, a Apple comprou a NeXT e Jobs assumiu o cargo de CEO da gigante da tecnologia, onde permaneceu até 2011, quando renunciou ao cargo em função de um câncer. Morreu ainda em 2011, aos 56 anos, em decorrência da doença.

Steve Jobs, o visionário
Data: 15 de junho a 20 de agosto
Horário: terças a sábados, das 12h às 21h; domingos e feriados, das 11h às 20h
Local: Espaço Expositivo 1º andar e Espaço Redondo
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Classificação etária: livre
Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

Fonte: Textual Comunicação – Eduardo Manães

Veja os cursos do Senac em junho

Confira os cursos do Senac Taubaté com início em junho

Selecionamos os cursos do Senac que têm relação com comunicação, marketing e negócios

Marketing: Criatividade e Inovação
Capacitar o profissional para a utilização de técnicas para geração de novas ideias no trabalho individual ou em equipes multidisciplinares, por meio de ferramentas que estimulam a criatividade e a busca por inovação, objetivando a solução de problemas, o desenvolvimento de novas formas de atuação e o atendimento às necessidades dos projetos e desafios da empresa.
Data: 3/6 a 15/7
Horário: das 9h30 às 13h30; sábado

Excel 2016 – criando planilhas interativas e dashboard
Este curso tem como objetivo capacitar e preparar o aluno a criar planilhas e gráficos avançados utilizando as ferramentas do Excel, assim como, criar planilhas específicas com gráficos dashboard.
Data: 5/6 a 28/6
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30% de desconto
O Senac São Paulo oferece 30% de desconto em todos os seus cursos livres, de idiomas e técnicos presenciais que iniciam as aulas em janeiro de 2017 – para cursos oferecidos nos períodos da manhã e da tarde, no litoral e no interior, o desconto pode chegar a 40%. São diversas opções de cursos nas áreas de arquitetura e urbanismo; beleza e estética; certificações em tecnologia; comunicação e artes; design; educação; eventos e lazer; gastronomia; gestão e negócios; gestão executiva; hotelaria e turismo; idiomas; limpeza, conservação e zeladoria; moda; saúde e bem-estar; e tecnologia da informação.

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Local: Senac Taubaté
Endereço: Rua Nelson Freire Campello, 202, Jardim Eulália
Informações e inscrições: (12) 2125-6099 ou www.sp.senac.br/taubate

Fonte: KMS Comunicação – Thaís Mazini

Mais do que nunca colaborar é preciso

Precisamos falar sobre colaboração

Transformação digital e ambiente hiperconectado pedem uma mudança cultural na forma como, hoje, as empresas se organizam para trabalhar. E essa é uma boa notícia

por Rodrigo Coppola

A inércia, lei descrita no século 17 pelo físico Isaac Newton, talvez seja um dos principais freios da inovação tecnológica. A tendência de se manter a trajetória a uma mesma velocidade não é restrita somente a objetos em movimento, mas à organização social como um todo. Trazer inovação passa, portanto, pela transposição de barreiras culturais. E os temas colaboração e transformação digital estão, exatamente, nesse estágio: o de vencer as forças que visam manter o status quo.

Primeiramente, é preciso entender do que se trata, efetivamente, a transformação digital. Essa tendência tem como base a forma como as pessoas interagem com o mundo em todos os aspectos, seja em sua vida profissional, seja na pessoal, graças à capacidade quase irrestrita de conexão, mobilidade, cloud computing e acesso facilitado à informação.

Colaboração, por sua vez, ganha cada vez mais força em um ambiente hiperconectado. O que no passado dependia de reuniões ou encontros presenciais para ser debatido, hoje, ocorre quase que sem barreiras, independentemente de onde as pessoas estejam: conectado à internet, qualquer aparelho pode permitir troca de ideias com ajuda de soluções de áudio, videoconferência e outras tecnologias que permitem a interação entre as pessoas. Mas isso é apenas o começo.

Abraçar a colaboração é muito mais do que implantar uma solução: trata-se de uma nova maneira de estruturar a organização. Isso reflete no ambiente de trabalho – como é o caso dos workspaces do futuro, que explorem os benefícios da comunicação unificada e contenham soluções de conferência, como serviços de reuniões via web e vídeos fáceis de usar, com áudio interativo, e ferramentas que amparam as dinâmicas entre os funcionários – como ocorre com as comunicações unificadas – uma convergência de tecnologias que une todos os meios e dispositivos de comunicação e mídia, sejam eles de voz, texto ou vídeo. Tudo isso para permitir que os colaboradores se comuniquem com mais efetividade e criem uma dinâmica de trabalho mais produtiva.

Mas como mudar o status quo?

Para que a inovação supere a inércia e consiga derrubar as barreiras que impedem o posicionamento digital das organizações, é preciso que sejam vistas vantagens de uma transição. Qualquer adoção de nova tecnologia deve ser feita após uma profunda avaliação do negócio e o entendimento de seus pontos positivos – cenário que é avaliado caso a caso, dependendo da realidade de cada empresa. Mas uma coisa é certa: no médio prazo, a pressão, que já é feita, hoje, pelos clientes, virá de dentro da própria empresa. E com força: a Deloitte estima que até 2020, cerca de 75% da força de trabalho mundial será formada por Millennials.

Esse grupo já está inserido, a partir de suas experiências digitais, no ambiente hiperconectado proporcionado pela transformação digital. A produtividade do negócio dependerá disso. Por isso, antes que seja tarde demais, precisamos falar sobre colaboração.

*Rodrigo Coppola é Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Colaboração para América Latina na Orange Business Services.

Fonte: About.com – Danilo Fernandez

Sorvete na chapa é atração no Bacon e Beer

Enrolados Ice é destaque no festival de Food Trucks

A empresa especializada em sorvete na chapa será atração no maior Festival de Food Trucks da região, o Bacon e Beer nas Alturas, que acontece de quinta (25/05) a domingo (28/05), das 11h às 22h, no Via Vale Garden Shopping, em Taubaté. A Enrolados Ice é uma novidade que chegou há pouco tempo no Vale do Paraíba e já está conquistando o público gastronômico e de eventos em geral, com um novo conceito para realização desse serviço.

Sobre a Enrolados Ice
É uma empresa especializada em sorvetes na chapa, inspirada em uma técnica asiática tailandesa. Trata-se de uma bicicleta – estilo Food Bike – em que são servidos sorvetes feitos artesanalmente, de maneira única. Eles ficam enrolados, como nas fotos anexadas. Além dos inúmeros sabores oferecidos, é possível agregar frutas ou chocolate na preparação.

Fonte: Gabriela Galvão