Tributo a Elton John marca comemoração dos 28 anos do Colinas Shopping

Edição especial do Colinas Music ocorre no dia 7 de maio, às 19h, na Praça de Alimentação, com entrada gratuita

Zégui Muricy encarna o músico inglês com repertório de sucessos como “Rocket Man”, “Candle in the Wind”, “Tiny Dancer” e “Cold Heart”

O Colinas Shopping completa 28 anos, e para comemorar a data, promove uma edição especial do Colinas Music na próxima quarta (7), às 19h, com um tributo a Elton John. No show, Zégui Muricy encarna o músico inglês com um repertório preparado para agradar os fãs na Praça de Alimentação.

O Elton John Tribute terá clássicos como “Rocket Man”, “Candle in the Wind”, “Tiny Dancer” e “Cold Heart”. No palco, Zégui (piano e voz) estará caracterizado como o músico e, acompanhado de Marcos Godoi (bateria), Thiago Pontes (baixo e voz), Fernando Zal (guitarra e voz) e Ed Lucas (teclado, violão, guitarra e voz), fará uma retrospectiva da carreira de seu ídolo.

O público vai ouvir também histórias da vida e de como nasceram algumas canções famosas do premiado artista – que coleciona troféus do Oscar, Grammy, Tony, Emmy e faz parte do Hall da Fama dos compositores e do Rock and Roll, além de ter nove músicas como número 1 da Billboard, e 27 entre as top 10, sendo considerado o artista solo masculino mais bem sucedido da Billboard Hot 100 de todos os tempos.

Vindo de uma família de músicos, Zégui lembra que ouvia os discos de Elton John desde a infância, e logo incorporou hits do artista em seu repertório.

“A gente tinha a coleção toda dele, e passei a tocar desde que comecei a me apresentar na noite, pois gostava de tocar teclado. Também me espelho muito nele como showman. Nem sei quantas vezes já cantei ‘Skyline Pigeon’”, comenta, destacando sua música preferida.

Com 35 anos de carreira – e à frente de uma das mais conhecidas bandas de bailes da região, a Gostoso Veneno, há mais de 30 anos –, Zégui citou algumas características que considera singulares em Sir Elton John.

“Ele tem uma genialidade musical. Consegue atingir todos os tipos de público, com uma música simples, e ao mesmo tempo poderosa e emocionante. Além disso, é uma personalidade que passou por muito sofrimento na infância, que depois conseguiu muito da vida, e se preocupa em dar de volta, com muitas campanhas beneficentes. É alguém muito querido pelo público”, opinou.

Colinas Music

O cantor se mostrou empolgado para o show no Colinas Music. “Acompanho o festival e vejo que esse tributo tem a cara do Colinas Music. É um repertório que casa bem com esse ambiente aconchegante, familiar, com músicas que cativaram diferentes gerações. Já me apresentei algumas vezes no Teatro Colinas, sempre com casa cheia”, comentou.

Sucesso no Colinas Shopping há dois anos, o Colinas Music já teve shows de Mel Lisboa, Kiko Zambianchi, Paul Pesco, Dom Paulinho de Lima, Serial Funkers, Blues Beatles, Luana Camarah, Pri Coutto, banda Geriatricus, Fat Family, Mama Jam, Elvinho and Remember the King Orchestra, Tony Gordon, Chico Oliveira, Classical Queen, Regis Paulino, Matt Honor, Banda Riffer e Véio’s Band. Além disso, promoveu edições especiais de Carnaval, com a banda Estrambelhados, e Dia das Mulheres, com Cecília Militão e Lud Mazzucatti.

SERVIÇO:

Colinas Music Especial – 28 anos do Colinas Shopping, com Elton John Tribute

Quando: Quarta (7 de maio), às 19h

Onde: Praça de Alimentação Colinas

Gratuito

Fonte: Cabana – Filipe Manoukian

Autenticidade para marcas: ser ou não ser?

Por Simone Cyrineu*

Vivemos, já há um tempo, transformações constantes no mundo corporativo e na relação entre marcas e consumidores, as tendências se reforçam e amplificam os comportamentos da sociedade atual frente aos padrões de comunicação das empresas, o que é um sinal de que continuamos (e devemos continuar) obcecados pela autenticidade, palavra do ano de 2023 escolhida pelo dicionário ‘Merriam-Webster’.

A busca pela autenticidade é mais do que uma tendência que persiste, é uma exigência dos tempos atuais. Em um cenário onde a comunicação nunca foi tão rápida, as marcas estão se deparando com um desafio: como se manter relevantes e confiáveis em um ambiente saturado de conteúdo, muitas vezes superficial e descontextualizado?

O relatório Accenture Life Trends 2025 destaca um dado revelador: as pessoas estão questionando a autenticidade do conteúdo online como nunca antes. A era da informação democratizada trouxe uma avalanche de dados, mas também gerou uma crescente desconfiança em relação às mensagens veiculadas pelas marcas.

Em meio a um mar de conteúdos patrocinados, discursos vazios e campanhas publicitárias impessoais, os consumidores começaram a exigir mais do que simples promessas, eles querem se conectar com marcas que compartilhem valores no qual acreditam e que operem de acordo com esses valores em todas as suas ações.

A autenticidade vai muito além de uma estética visual ou de uma forma de se comunicar nas redes sociais, ela está enraizada no próprio DNA da marca. É sobre ser verdadeiro consigo mesmo, entender quem você é como organização e qual o impacto que deseja gerar no mundo. A construção dessa autenticidade não ocorre do dia para a noite, ela exige um profundo autoconhecimento da empresa sobre seu propósito, seus ideais e suas responsabilidades sociais e ambientais.

Mais do que nunca, a sociedade exige, e com razão, que as marcas se alinhem com questões relevantes e que demonstrem consistência entre o que dizem e o que fazem.

Ser autêntico significa ser transparente, tanto nas fases boas quanto nas desafiadoras. O reconhecimento da vulnerabilidade, quando bem colocado, torna-se uma ferramenta de conexão com o público. Isso não significa expor fraquezas deliberadamente, mas reconhecer as imperfeições e os desafios da jornada do negócio junto à jornada da vida.

As pessoas se conectam com marcas que têm uma voz verdadeira, que não tentam vender uma imagem perfeita, mas que compartilham sua verdadeira trajetória e suas ações concretas para amenizar os desafios existentes e que importam para a sua audiência e a sociedade.

É aqui que o autoconhecimento das marcas se torna indispensável. Não basta simplesmente “parecer autêntico” por utilizar a mesma forma de se comunicar do seu nicho, por exemplo. Como dito anteriormente, a autenticidade se constrói com base em um alinhamento profundo entre as ações da marca e os valores que ela promove. Em outras palavras, as marcas precisam entender o seu papel e garantir que sua voz seja real em todos os touchpoints e suas interações, seja com os consumidores, com seus colaboradores, com seus fornecedores ou com as comunidades em que atuam.

Tomemos como exemplo marcas que têm se destacado no campo da responsabilidade social e ambiental. Elas não são apenas aquelas que falam sobre sustentabilidade, mas aquelas que tomam ações vistas pelo público. Isso inclui a transparência em suas práticas de produção, a preocupação com a cadeia de fornecimento, o compromisso com a equidade social e a forma como impactam os seus arredores.

Isso dito, vale levar em consideração as diversas mudanças que grandes corporações estão fazendo em relação a metas de sustentabilidade, diversidade e equidade nesse momento, como por exemplo, a Coca Cola que reduziu sua meta de reciclagem de embalagens ou o McDonalds que informou que, entre outras alterações internas, não exigirá mais que os fornecedores estejam alinhados com os seus objetivos de DE&I.

Esse é só um exemplo de postura que gera ruídos de autenticidade, entre o que se produz de material publicitário e o que se faz na realidade.

No entanto, é preciso lembrar que a busca pela autenticidade não é um processo fácil nem imediato. Exige coragem, consistência e, muitas vezes, disposição para repensar modelos de negócios e estratégias que não mais atendem aos padrões de transparência e responsabilidade exigidos.

A autenticidade é um compromisso diário, um processo contínuo de evolução e aprendizado e depende de líderes ativos para essa direção.

Como CEO, entendo que não podemos esperar que o mercado, os consumidores e a sociedade aceitem promessas vazias. O papel de uma marca autêntica não é apenas vender bons produtos para sua comunidade, mas construir um legado de responsabilidade, respeito e impacto positivo.

Quando uma marca compreende seu verdadeiro papel e age com base nisso, ela se torna símbolo de uma conexão que vai além da transação comercial e que se transforma em lealdade, confiança e, eventualmente, em um resultado real na sociedade.

Portanto, fica a reflexão: a autenticidade para marcas não é apenas uma tendência passageira, mas uma necessidade estratégica e ética para hoje e os próximos anos. Em um mundo onde as pessoas se conectam cada vez mais com causas e não apenas com produtos, a autenticidade será o que separará as marcas que perdurarão das que serão esquecidas.

A jornada da autenticidade pode ser desafiadora, mas é um caminho que vale a pena ser trilhado. É uma estrada para um futuro mais verdadeiro e honesto, onde as marcas podem, de fato, fazer a diferença ao invés de apenas produzir discursos.

A pergunta com a qual encerro é: a sua marca quer realmente ser autêntica ou apenas parecer?

*Simone Cyrineu é CEO e fundadora da thanks for sharing

APP Vale promove Marketing Day com grandes nomes do setor para celebrar o Dia do Marketing

Em comemoração ao Dia do Marketing, a APP Vale realiza no próximo dia 08 o Marketing Day 2025, um encontro voltado a profissionais da área, estudantes universitários e alunos de cursos técnicos de nível médio. O evento, que acontecerá a partir das 19h, trará palestras com especialistas renomados para discutir as principais inovações, desafios e tendências do marketing contemporâneo.

A programação começa com a abertura oficial da APP Vale às 19h. Em seguida, Adriana Carvalho, referência em Trade Marketing e criadora do método NR2B, abre a rodada de palestras com o tema “O futuro do marketing chegou e ele é inteligente: o poder da IA nas organizações”. Adriana possui ampla formação acadêmica e experiência em gestão estratégica, marketing e otimização de processos.

Às 19h55, o palco será de Leandro Bilac, gerente de Marketing no Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos (PIT SJC). Com sólida trajetória em comunicação institucional e estratégia de marca, Leandro falará sobre “Jornada de experiência”, explorando a integração entre comunicação e negócios.

Fechando o ciclo de apresentações, às 20h35, Bruna Silva, Analista de Marketing Sênior na AD Shopping – Shopping Pátio Pinda, abordará o tema “Desafios do marketing na retomada pós-pandemia em shopping center”. Com passagens por campanhas promocionais, planejamento estratégico e gestão de agências, Bruna trará insights práticos sobre a realidade do setor de varejo.

Após as apresentações, o público poderá interagir com os palestrantes em um espaço destinado a perguntas e discussões, das 20h35 às 21h30.

O Marketing Day 2025 é uma excelente oportunidade para troca de experiências, networking e atualização profissional sobre o que há de mais atual no universo do marketing.

O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas por este link 

SERVIÇO
Evento: Marketing Day 2025
Data: 08/05/2025
Horário: A partir das 19h
Local: Auditório da Anhanguera Taubaté
Público-alvo: Profissionais de marketing, estudantes universitários e técnicos
Realização: APP Vale

Análise preditiva: a visão estratégica impulsionada pela inteligência artificial no varejo moderno

Por Tailan Oliveira*

Em um panorama cada vez mais acirrado e competitivo com transformações velozes, o mercado varejista é obrigado a não apenas ter uma simples reação aos eventos de seu ramo, mas também a assumir a capacidade de antecipar tendências e prever cenários. Ter essa capacidade é um diferencial estratégico crucial para a sustentabilidade e o crescimento desses negócios. Nesse contexto, a análise preditiva, alimentada pela inteligência artificial e pela vasta quantidade de dados disponíveis, assume o protagonismo.

De acordo com um levantamento feito pela Fundação Dom Cabral em parceria com a meta, 62% dos empresários entrevistados usam a IA para análise preditiva. Essa ação oferece uma visão necessária para planejar com precisão, otimizar operações e personalizar a jornada do cliente de forma inédita, e os varejistas não estariam fora dessa visão estratégica.

Assim como líderes empresariais reconhecem o poder da transformação tecnológica para o futuro, o varejo vislumbra na análise preditiva a bússola para ler o presente e projetar o amanhã. Por meio da possibilidade de interpretar dados e identificar padrões, torna-se possível aos varejistas, não apenas compreender o comportamento, mas também antecipar as necessidades e desejos do consumidor, conseguindo, a partir desta tecnologia, pavimentar o caminho para decisões estratégicas mais assertivas.

Ao antecipar o futuro, o varejo ganha um diferencial inestimável. Com os modelos preditivos, as empresas podem simular o impacto de diversas variáveis, desde flutuações na demanda e interrupções na cadeia de suprimentos até mudanças nas preferências dos consumidores. Essa capacidade de projeção permite uma preparação eficiente que levará os empresários a lidarem cada vez menos com surpresas negativas, além de ter uma redução de perdas e uma distribuição mais inteligente.

O planejamento operacional e financeiro, neste cenário, ganha dinamismo e agilidade sem precedentes. Torna-se possível elaborar diferentes realidades ajustáveis em tempo real às mudanças do mercado, possibilitando simulações precisas de fluxo de caixa, projeções de receita e análises de sensibilidade, tudo isso baseado em dados concretos. Utilizar desse recurso diminui a margem de erro na hora de tomar decisões e permite uma maior flexibilidade e oportunidade de adaptação aos imprevistos.

A agilidade é outro fator que chega para fazer diferença com a adoção da IA, afinal, uma tomada de decisão ágil, fundamentada em dados em tempo real, é outro pilar da análise preditiva no varejo. Ao integrar com plataformas de Business Intelligence (BI) e demais sistemas, passamos a ter uma consolidação de informações de diversas fontes, gerando insights valiosos que permitem ajustes rápidos e eficientes nas estratégias. Essa capacidade de resposta imediata às dinâmicas do mercado garante que a empresa se mantenha sempre um passo à frente.

As oportunidades de melhorias para o negócio são infinitas, mas é importante reconhecer a complexidade da implementação. Neste caso, é fundamental que os varejistas busquem parceiros especializados que possam oferecer o conhecimento e as soluções tecnológicas mais adequadas às suas necessidades específicas. Uma análise criteriosa das ferramentas disponíveis e um plano de implementação bem definido são passos importantes para que haja o sucesso da adoção da análise preditiva.

Juntamente da implementação tecnológica, é essencial o treinamento e a capacitação das equipes, principalmente para fomentar uma cultura organizacional baseada nesse universo de dados. Isso porque, quando os funcionários compreendem o valor e o funcionamento da análise preditiva, levam também os colaboradores a tornarem-se mais engajados e aptos a utilizar os insights. A capacidade de simular cenários e basear decisões em informações concretas aumenta a confiança e a proatividade em diferentes níveis dentro da organização.

No fim, a adoção da análise preditiva, impulsionada pela inteligência artificial, representa para o varejo um diferencial estratégico de alto valor. Ao antecipar riscos, otimizar recursos, personalizar a experiência do cliente e tomar decisões com agilidade e precisão, as empresas não apenas garantem uma maior estabilidade em um cenário empresarial dinâmico, mas também se posicionam de forma vantajosa para um crescimento sustentável e para a conquista da preferência do consumidor.

*Tailan Oliveira é CRO da ALFA Consultoria.